Dr. Rodrigo Boca Suja Silva desrespeita crianças e profere palavrão no templo

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A boca fala daquilo que o coração está cheio. Pelas suas próprias palabras, o sengor está sendo condenado! Se o senhor chupa ou deixa de chupar, se gosta que chupem, isso é problema seu e da sua psicóloga. Mas não diga isso diante de nossas crianças nem dentro da igreja…

15 ideias sobre “Dr. Rodrigo Boca Suja Silva desrespeita crianças e profere palavrão no templo

  1. Chupar é palavrão em qual Língua???como uma pessoa que se acha tão tem entendida das palavras diz que a palavra “chupar” é palavrão?irmaozinho qualquer dúvida joga essa palavra no dicionário.

  2. quando ele falou “chupa”, com certeza não se referiu ao orgão genital, mas sim a uma manga, “chupa essa manga”, seria o ditado referido com certeza. Vocês dissidentes acham desculpa pra tudo mas não largam a mania de achar erros na igreja de Deus.

  3. Ora, se teu irmão pecar contra ti, vai, e repreende-o entre ti e ele só; se te ouvir, ganhaste a teu irmão; Mas, se não te ouvir, leva ainda contigo um ou dois, para que pela boca de duas ou três testemunhas toda a palavra seja confirmada.
    Mateus 18:15,16 No verso 18 encontramos a quem dizer: a igreja!!!
    Você fez isso, amigo?

  4. Aos membros adventistas que irão fazer a lição “O Espírito Santo e a espiritualidade”.

    Tenha em mente que nos escritos do apóstolo Paulo, toda vez que você encontrar a expressão “Espírito de Deus” ele está tratando da mente de Deus e toda vez que você encontrar a expressão “Espírito de Cristo” ele está tratando da mente de Cristo.

    O Espírito de Deus é a mente de Deus. O apóstolo Paulo citou em 1Coríntios 2:16 o texto de Isaías 40:13 da versão grega do Antigo Testamento (LXX – Septuaginta). Essa versão traduziu a palavra “ruach” (espírito) para “nous” (mente). Paulo concordou com essa tradução, tanto é que ele utilizou esse texto em sua carta. Assim, o Espírito de Deus mencionado em 1 Coríntios 2 era a mente de Deus.

    O espírito do homem (a mente do homem) conhece as coisas do homem e o Espírito de Deus (a mente de Deus) conhece as coisas de Deus.

    A expressão “mente do Espírito” registrada em Romanos 8:27 não apresenta a mesma palavra para “mente” de 1Coríntios 2:16. Na carta aos Coríntios, Paulo utilizou a palavra “nous” que significa “mente”. Em Romanos 8:27, o apóstolo utilizou a palavra “phronema” que significa “pensamento, intenção, desejo”.

    Podemos montar o seguinte raciocínio:

    “O pensamento “phronema” que está em minha mente “nous””

    A “phronema” esta dentro da “nous”.

    O espírito que intercede por nós em Romanos 8:26 e 27 é a mente do Filho de Deus que está em nós, porque Deus enviou a mente de Seu Filho aos nossos corações (Gálatas 4:6) e está no Filho intercedendo por nós.

    Quando o texto afirma: “a mente (phronema) do Espírito”, está se referindo às intenções da mente (espírito) do Filho de Deus. E, como sabemos, o Filho de Deus é o único Mediador entre o único Deus (único Objeto de Culto) e os homens.

    1 Coríntios 2 está tratando da mente de Deus.

    O espírito do mundo = A mente do mundo
    O espírito do homem = A mente do homem
    O Espírito de Deus = A mente de Deus

    Efésios 4:30 está tratando da mente de Deus.

    A mente de Deus pode ser entristecida. Lembre-se que um dos significados de “pneuma” é mente.

    1Coríntios 12 está tratando da mente de Deus. Lembre-se que no capítulo 2 o apóstolo definiu o Espírito de Deus como sendo a mente de Deus. É o Espírito de Deus (a mente de Deus) que reparte particularmente os dons a cada um como ele (ela) quer. A mente de Deus pode fazer isso!

    Atos 28:25-27 está tratando da mente de Deus. Paulo acreditava que o Espírito de Deus era a mente de Deus, logo, esse texto de Atos trata da mente de Deus que expressou as palavras de Isaías 6:8-10.

    Assim como em Isaías 40:13 o Espírito de Jeová é a mente de Jeová, assim ocorre em Isaías 63:10-14, onde o Espírito de Deus (a mente de Deus) foi ofendido.

  5. Aos membros adventistas que irão fazer a lição “O Espírito Santo e a espiritualidade”.

    Tenha em mente que nos escritos do apóstolo Paulo, toda vez que você encontrar a expressão “Espírito de Deus” ele está tratando da mente de Deus e toda vez que você encontrar a expressão “Espírito de Cristo” ele está tratando da mente de Cristo.

    O Espírito de Deus é a mente de Deus. O apóstolo Paulo citou em 1Coríntios 2:16 o texto de Isaías 40:13 da versão grega do Antigo Testamento (LXX – Septuaginta). Essa versão traduziu a palavra “ruach” (espírito) para “nous” (mente). Paulo concordou com essa tradução, tanto é que ele utilizou esse texto em sua carta. Assim, o Espírito de Deus mencionado em 1 Coríntios 2 era a mente de Deus.

    O espírito do homem (a mente do homem) conhece as coisas do homem e o Espírito de Deus (a mente de Deus) conhece as coisas de Deus.

    A expressão “mente do Espírito” registrada em Romanos 8:27 não apresenta a mesma palavra para “mente” de 1Coríntios 2:16. Na carta aos Coríntios, Paulo utilizou a palavra “nous” que significa “mente”. Em Romanos 8:27, o apóstolo utilizou a palavra “phronema” que significa “pensamento, intenção, desejo”.

    Podemos montar o seguinte raciocínio:

    “O pensamento “phronema” que está em minha mente “nous””

    A “phronema” esta dentro da “nous”.

    O espírito que intercede por nós em Romanos 8:26 e 27 é a mente do Filho de Deus que está em nós, porque Deus enviou a mente de Seu Filho aos nossos corações (Gálatas 4:6) e está no Filho intercedendo por nós.

    Quando o texto afirma: “a mente (phronema) do Espírito”, está se referindo às intenções da mente (espírito) do Filho de Deus. E, como sabemos, o Filho de Deus é o único Mediador entre o único Deus (único Objeto de Culto) e os homens.

    1 Coríntios 2; Efésios 4:30; 1Coríntios 12 está tratando da mente de Deus.
    Atos 28:25-27 está tratando da mente de Deus. Paulo acreditava que o Espírito de Deus era a mente de Deus, logo, esse texto de Atos trata da mente de Deus que expressou as palavras de Isaías 6:8-10.

    Assim como em Isaías 40:13 o Espírito de Jeová é a mente de Jeová, assim ocorre em Isaías 63:10-14, onde o Espírito de Deus (a mente de Deus) foi ofendido.

  6. No tempo 1:29 a 1:30 é dito: “…meu irmão, vai pregar o evangelho!”

    Eu pergunto: qual evangelho? O evangelho anunciado por Ellen Gould White em seus escritos ou o evangelho anunciado pela atual teologia adventista? Eu pergunto isso porque nos próximos comentários será provado que a atual teologia adventista apresenta uma mensagem diferente daquela que foi transmitida por Ellen Gould White em seus escritos.

    1. Sobre o Espírito de Deus: Ellen White ensinava que o Espírito de Deus era a Vida de Deus. A atual teologia adventista não ensina assim. Logo, o evangelho pregado pela atual teologia adventista é diferente do evangelho pregado por Ellen White.

    De acordo com os escritos de Ellen White, foi dada uma visão a ela e nessa visão encontramos o seguinte:

    “Então contemplei a JESUS, o grande Sumo Sacerdote, de pé PERANTE O PAI. Na extremidade inferior de Suas vestes havia uma campainha e uma romã, uma campainha e uma romã. Os que se levantaram com Jesus enviavam sua fé a Ele no santíssimo, e oravam: “MEU PAI, DÁ-NOS O TEU ESPÍRITO.” ENTÃO JESUS ASSOPRAVA SOBRE ELES O ESPÍRITO SANTO. NESTE SOPRO havia luz, poder e muito amor, gozo e paz.” {Ellen Gould White. Primeiros Escritos. Página 56. Grifos meus}

    Os que se levantaram com Jesus faziam a seguinte oração: “Meu Pai, dá-nos o Teu Espírito”. Como o Espírito do Pai foi dado? Jesus assoprava sobre eles o Espírito Santo. Quando Jesus assoprou sobre o grupo em oração, Ele assoprou um sopro sobre esse grupo. Assim, podemos fazer uma comparação de algo que é óbvio:

    “Então Jesus assoprava sobre eles um sopro”

    “Então Jesus assoprava sobre eles o Espírito Santo”

    A partir dessa comparação concluímos que o Espírito Santo era o sopro que saiu do interior de Jesus. O Filho de Deus assoprou o Espírito Santo do Pai sobre o grupo em oração. Tal visão mostra o Espírito Santo de forma impessoal, pois o Espírito Santo saiu do interior do Filho de Deus ao ser assoprado por Jesus. Além disso, a irmã White afirmou que o Espírito Santo era um sopro (“Neste sopro havia luz…”), O qual foi definido na seguinte declaração:

    “Há um grande trabalho para fazer; e O ESPÍRITO DO DEUS VIVO tem que entrar no mensageiro vivo, para que a verdade possa ir com poder. SEM O ESPÍRITO SANTO, SEM O SOPRO DE DEUS, há torpor de consciência, perda de vida espiritual. A menos que haja conversão genuína da alma a Deus; a menos que O SOPRO VITAL DE DEUS estimule a alma para vida espiritual; a menos que aqueles que professam a verdade estejam atuando através dos princípios de origem celestial, eles não nascerão da semente incorruptível, que vive e permanece para sempre.” {Ellen Gould White. The Review and Herald. Data de Publicação: 3 de Dezembro de 1908. Grifos meus}

    Ellen White ensinou que o Espírito Santo de Deus era o sopro de Deus. Lembre-se que os livros do Novo Testamento foram escritos em grego. A palavra “espírito” (“Espírito” de Deus, “Espírito” Santo) é uma das traduções da palavra grega “pneuma”. Essa palavra grega também pode ser traduzida por “sopro”. Assim, entendemos melhor o fato de Ellen White ter afirmado que o Espírito Santo era o sopro de Deus. Que tipo de sopro? Um sopro vital. Portanto, o Espírito de Deus é o sopro vital de Deus. Um sopro vital é um sopro de vida e um sopro de vida é uma vida. Assim, Ellen White estava ensinando que o Espírito de Deus era a Vida de Deus. Neste Sopro (Nesta Vida) “havia luz, poder e muito amor, gozo e paz”. Na declaração anterior a Sra. White ensinou que o Espírito de Deus era o sopro vital de Deus.

    “Toda alma em cujo coração a verdade tenha encontrado acesso, deve travar uma guerra contra os poderes das trevas e lutar passo a passo à medida que avança no caminho cristão. Um só convertido pode viver em uma família onde, como os outros membros, era uma vez mundano e egoísta, roubando a Deus dos talentos confiados a todos para o serviço; mas assim que ele é declarado culpado e é convertido, ele começa a usar os seus talentos em favor da justiça; e ele é cheio com O SOPRO DE VIDA, O ESPÍRITO DE DEUS. O resultado muitas vezes é colisão e contenda.” {Ellen Gould White. Manuscrito 169. Data: 12 de Outubro de 1903. Parágrafo 26}

    O convertido é cheio com o sopro de vida, o Espírito de Deus. Nessa declaração observamos que a Sra. White ensinou que o Espírito de Deus era um sopro de vida e isso confirma que um sopro vital é um sopro de vida, e consequentemente, confirma que a expressão “sopro vital de Deus” é equivalente a “sopro de vida de Deus”. Esse pensamento está de acordo com o fato de que a palavra “espírito” é uma das traduções da palavra grega “pneuma” que também pode ser traduzida por “sopro”. Assim, o Espírito de Deus é o sopro de Deus. Tal raciocínio está de acordo com o relato da visão que foi dada a Sra. White:

    “Então Jesus assoprava sobre eles o Espírito Santo. Neste sopro havia luz, poder e muito amor, gozo e paz.” {Ellen Gould White. Primeiros Escritos. Página 56}

    Jesus assoprou um sopro sobre o grupo em oração e esse sopro era o Espírito Santo, O qual foi denominado por Ellen White de “sopro vital de Deus” e “sopro de vida”. Ao denominar o Espírito de Deus de “sopro de vida”, Ellen White estava ensinando que o Espírito de Deus era a Vida de Deus, pois um sopro de vida é uma vida.

    Partindo do conhecimento de que Ellen White ensinou que o Espírito do Pai era a Vida do Pai, entendemos que ela mostrou o mesmo pensamento da visão nesta declaração.

    “Todas as coisas Cristo recebeu de Deus, mas recebeu-as para dar. Assim nas cortes celestes, em Seu ministério por todos os seres criados: ATRAVÉS DO AMADO FILHO, FLUI PARA TODOS A VIDA DO PAI; por meio do Filho ela volve em louvor e jubiloso serviço, uma onda de amor, à grande Fonte de tudo.” {Ellen Gould White. O Desejado de Todas as Nações. Página 10. Grifos meus}

    A irmã White afirmou, de forma indireta, que o Espírito de Deus era a Vida de Deus.

    “AO DAR-NOS O SEU ESPÍRITO, DEUS NOS DÁ A SI MESMO, fazendo-Se uma fonte de divinas influências para proporcionar saúde e vida ao mundo.” {Ellen Gould White. Testemunhos Para a Igreja. Volume 7. Página 274. Ano de publicação: Final de 1902}

    Ellen White ensinou que o Espírito de Deus era a Vida de Deus porque a expressão “dar a Si mesmo” significa “dar a Sua vida”. Tal expressão foi aplicada a Jesus nas Escrituras.

    “Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem, o qual se deu a si mesmo em resgate por todos, para servir de testemunho a seu tempo” 1 Timóteo 2:5 e 6. (Almeida Revisada Imprensa Bíblica)

    “Pois há um só Deus, e um só mediador entre Deus e os homens, um homem, Cristo Jesus, que se deu em resgate por todos. Este é o testemunho dado nos tempos estabelecidos…” 1 Timóteo 2:5 e 6. (Bíblia de Jerusalém)

    “assim como o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir, e para dar a sua vida em resgate de muitos.” Mateus 20:28. (Almeida Revisada Imprensa Bíblica)

    “Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; e nós devemos dar a vida pelos irmãos.” 1 João 3:16. (Almeida Revisada Imprensa Bíblica)

    Quando Deus nos dá o Seu Espírito (o Seu sopro vital – o Seu sopro de vida), Ele está nos dando a Sua Vida, porque o Seu Espírito é a Sua Vida. Ao dar-nos Seu Espírito, Deus não está nos dando um outro indivíduo, mas Ele mesmo, a Sua Vida. Entendemos que a vida de Deus é a existência de Deus, porque a palavra “vida” significa “existência”. Portanto, sempre que lermos nos escritos da Sra. White a expressão “Espírito de Deus”, devemos nos lembrar que ela ensinou que o Espírito de Deus é Ele mesmo, o próprio Deus, pois o Espírito de Deus é a Vida (Existência) de Deus.

    Ellen White ensinou que o Espírito de Deus era a presença de Deus:

    “O ESPÍRITO DIVINO que o Redentor do mundo prometeu enviar É A PRESENÇA e poder DE DEUS.” {Ellen Gould White. The Signs of the Times. 23 de Novembro de 1891. Grifos meus}

    Ao escrever essas palavras, a Sra. White estava de acordo com o Salmo que afirma:

    “Para onde me irei do teu Espírito? Ou para onde fugirei da tua presença?” Salmo 139:7 (King James Version – Versão do Rei Tiago)

    De acordo com as Escrituras e com a Sra. White, o Espírito divino é a presença de Deus. De acordo com o Dicionário Michaelis, a palavra “presença” significa:

    “1. Fato de estar presente. 2. Existência, estado ou comparecimento de alguém num lugar determinado.”

    O Espírito de Deus – a presença de Deus – é a existência (vida) de Deus em um lugar determinado. Portanto, o Espírito de Deus (a Vida de Deus) não é um Ser distinto de Deus.

    2. Sobre o Espírito de Jesus: Ellen White ensinava que o Espírito de Jesus era a vida espiritual de Jesus. A atual teologia adventista não ensina assim. Logo, o evangelho pregado pela atual teologia adventista é diferente do evangelho pregado por Ellen White.

    Em 1878, no livro “The Spirit of Prophecy” (O Espírito de Profecia), a Sra. White fez um comentário sobre João 20:22 e definiu o Espírito Santo.

    “Ele qualificou-os para entrar na obra que ele havia começado. Como ele havia sido enviado pelo Pai, então ele enviou os discípulos. ELE SOPROU SOBRE ELES, E DISSE, “RECEBEI O ESPÍRITO SANTO”. Os apóstolos não foram enviados para serem testemunhas de Cristo até que eles recebessem aquele dom espiritual necessário para prepara-los para a execução de sua grande comissão. Todas as profissões do Cristianismo, são senão expressões de fé sem vida até JESUS impregnar o crente com SUA VIDA ESPIRITUAL, QUE É O ESPÍRITO SANTO. O evangelista não está preparado para ensinar a verdade, e para ser o representante de Cristo, até que ele tenha recebido este dom celestial. Homens em posição de responsabilidade, que estão proclamando a verdade de Deus em nome de Jesus sem a energia espiritual dada pelo poder vivificador de Deus, estão fazendo um trabalho irreal, e não podemos ter certeza se o sucesso ou a derrota vai assistir seus trabalhos. Muitos se esquecem de que a religião e dever não são sentimentalismos tristes, mas ação séria. Não são os grandes serviços e aspirações elevadas que recebem a aprovação de Deus, mas o amor e consagração através do qual o serviço é realizado, seja ele grande ou pequeno. Tempestades da oposição e repulsa são as providências de Deus para nos conduzir sob o abrigo de sua asa. Quando a nuvem nos envolve, sua voz é ouvida: “Deixo-vos a paz; a minha paz vos dou. Não vo-la dou como o mundo a dá.” O ATO DE CRISTO AO SOPRAR SOBRE OS SEUS DISCÍPULOS O ESPÍRITO SANTO, e ao conceder a Sua paz a eles, FOI COMO ALGUMAS GOTAS ANTES DA ABUNDANTE CHUVA A SER DADA NO DIA DO PENTECOSTES.” {Ellen Gould White. The Spirit of Prophecy. Volume 3. Páginas 242 e 243. Ano de publicação: 1878. Grifos meus}

    Ellen White escreveu:

    “O ato de Cristo ao soprar sobre os seus discípulos o Espírito Santo… foi como algumas gotas antes da abundante chuva a ser dada no dia do Pentecostes”.

    Utilizando um raciocínio óbvio, entendemos que Cristo ao soprar sobre os Seus discípulos, soprou um sopro sobre eles. Utilizando a lógica, faço esta comparação:

    “O ato de Cristo ao soprar sobre os seus discípulos um sopro”
    “O ato de Cristo ao soprar sobre os seus discípulos o Espírito Santo”

    A partir dessa comparação concluímos que Ellen White ensinou que o Espírito Santo era o sopro que saiu do interior de Jesus. O ato de Jesus ao soprar o Espírito Santo – a Sua vida espiritual – sobre os seus discípulos era como algumas gotas antes da abundante chuva que seria dada no dia do Pentecostes. Em nossos dias existe uma teoria que afirma que foi simbólico o ato de Jesus em soprar sobre os Seus discípulos o Espírito Santo. No entanto, essa teoria não foi defendida pela Sra. Ellen White, porque ela entendia que o sopro que saiu do interior de Jesus era o Espírito Santo, O qual foi denominado de “vida espiritual de Jesus”. Além disso, entendemos que Jesus deu o Espírito Santo (a Sua vida espiritual) em uma quantidade pequena aos Seus discípulos ao soprar sobre eles o Espírito Santo (João 20:22) porque a Sra. White comparou esse ato com algumas gotas. Imagine algumas gotas de chuva caindo. Essa comparação mostra que Jesus deu o Espírito Santo aos Seus discípulos em uma quantidade pequena (João 20:22).

    O Espírito Santo (a vida espiritual de Jesus) foi dado em uma quantidade enorme em Atos 2, pois Ellen White comparou esse ato com um chuveiro (uma forte pancada de chuva) abundante que seria dado no dia de Pentecostes. O Espírito é o mesmo, mas foi dado em diferentes quantidades nas duas situações mencionadas (João 20:22; Atos 2). É possível que a Sra. White tenha comparado o Espírito Santo com a água (“algumas gotas”, “chuveiro”) porque a água simboliza a vida, e Ellen White afirmou que o Espírito Santo era a vida (existência) espiritual de Jesus.

    Ellen White ensinou que os discípulos receberam o Espírito de Cristo pelo ato de Cristo soprar sobre eles:

    “Quase imediatamente após a ressurreição de nosso Senhor, Ele instou sobre os Seus discípulos a bênção do batismo espiritual com Suas palavras: “Recebei o Espírito Santo”. POR AQUELA AÇÃO DE SOPRAR SOBRE ELES, ELES RECEBERAM O ESPÍRITO DE CRISTO EM SUAS VIDAS INTERIORES. A expiração do Espírito pelo Senhor da vida é a inspiração de todo cristão. Quando o Senhor soprou o sopro no barro que Ele havia formado, o elemento vital e vivificante deu vida ao barro e tornou-se uma alma vivente. Então Jesus Cristo soprou sobre os Seus discípulos e eles se tornaram Suas testemunhas viventes. CRISTO DÁ A VIDA A TODO OBREIRO HUMANO – aos Seus ministros que levam a mais solene mensagem a ser dada alguma vez ao homem, para transmitir ao homem.” {Ellen Gould White. Carta 201. Data: 1º de Abril de 1900. Parágrafo 3. Grifos meus}

    Por aquela ação de soprar sobre eles, os discípulos receberam o Espírito de Cristo. Logo, o sopro que saiu do interior de Cristo era o Espírito de Cristo. Mais a frente ela afirmou que “Cristo dá a vida a todo obreiro humano”, mostrando que esse sopro de Cristo (Espírito de Cristo) era uma Vida. Se você ler com atenção esse texto, ela compara João 20:22 com Gênesis 2:7, mostrando claramente que ela acreditava que o Espírito de Cristo era a Vida de Cristo.

    Em 6 de Janeiro de 1904, a Sra. White ensinou que o Espírito Santo de Cristo era a própria Vida de Cristo. Ela escreveu:

    “Aqueles que consagram corpo, alma e espírito a Deus receberão constantemente um novo revestimento de poder físico, mental e espiritual. As fontes inesgotáveis do céu estão no seu comando. Cristo lhes dá o alento de Seu próprio Espírito, a vida de Sua própria vida. O Espírito Santo desenvolve suas mais elevadas energias para operarem no coração e na mente.” {Ellen Gould White. Signs of the Times. 6 de Janeiro de 1904. Parágrafo 7}

    Compare as seguintes expressões:

    o alento de Seu próprio Espírito
    a vida de Sua própria vida
    O Espírito Santo

    O Espírito Santo é o próprio Espírito de Cristo que é a própria Vida [Existência] de Cristo. A fim de explicar melhor essa declaração, podemos estabelecer as seguintes igualdades:

    o = a
    alento = vida
    de = de
    Seu = Sua
    próprio = própria
    Espírito = vida
    Espírito Santo = Espírito de Cristo = Vida de Cristo

    3. Ellen White ensinava que o Filho unigênito de Deus era um Filho gerado em todo o esplendor da majestade e glória do Pai, gerado antes da fundação do mundo. Isso não é ensinado pela atual teologia adventista, pois negam fortemente que Cristo seja o único Filho gerado de Deus. Logo, o evangelho pregado pela atual teologia adventista é diferente do evangelho que foi pregado por Ellen White.

    A seguinte declaração é um comentário de João 3:16 escrito por Ellen White em 1895.

    “Uma oferta completa foi feita; porque “Deus amou tanto o mundo, que ele deu SEU FILHO UNIGÊNITO,” – não um filho pela criação, como foram os anjos, nem um filho pela adoção, como é o pecador arrependido, mas UM FILHO GERADO na expressa imagem da pessoa do Pai, e EM TODO O ESPLENDOR DE SUA MAJESTADE E GLÓRIA, um igual a Deus em autoridade, dignidade, e divina perfeição. Nele habitou toda a plenitude da Divindade corporalmente.” {Ellen Gould White. The Signs of The Times. Data de Publicação: 30 de Maio de 1895. Parágrafo 3. Grifos meus}

    A Sra. White utilizava a versão bíblica “King James Version” (Versão do Rei Tiago), tradução que foi publicada em 1611 d.C. Essa tradução traduz a palavra “monogenés” (μονογενη) por “único gerado”. Essa palavra grega é mencionada por João quatro vezes em seu Evangelho (João 1:14, 18; 3:16 e 18) e uma vez em sua primeira epístola (1João 4:9).

    Ao comentar João 3:16, a irmã White mostrou que a tradução correta da palavra grega “monogenés” era “unigênito”, ou seja, “único gerado”. Compare as palavras dela:

    “Deus… deu SEU FILHO UNIGÊNITO”

    “…UM FILHO GERADO na expressa imagem da pessoa do Pai, e em todo o esplendor de sua majestade e glória…”

    A Versão do Rei Tiago (King James Version) traduziu “monogenés” por “único gerado”. Ao escrever essa declaração, a Sra. White mostrou concordar com a tradução “único gerado”, pois ela defendeu que o Filho unigênito de Deus é um Filho gerado. É pelo fato de Ellen White ter concordado com a Versão do Rei Tiago que encontramos em todos os escritos não-publicados, em todos os periódicos e em todos os livros publicados pela Sra. Ellen White a expressão “only begotten” (“unigênito”, “único gerado”) aplicada a Jesus em suas citações de João 1:14, 18; 3:16, 18; 1João 4:9. Se você procurar esse detalhe nos escritos dela você perceberá que ela sempre utilizou a tradução “only begotten” (“único gerado”) da palavra grega “monogenés”. Portanto, a declaração de Ellen White que ensina que o Filho unigênito de Deus é um Filho gerado, publicada no dia 30 de Maio de 1895, não é uma declaração isolada, pois em TODAS as declarações que mencionam os versos que contêm a palavra “monogenés” (João 1:14, 18; 3:16, 18; 1João 4:9), a Sra. White sempre utilizou a tradução “only begotten” (“único gerado”) feita pela Versão do Rei Tiago. Você pode verificar isso lendo as traduções para o português dos livros da Sra. White que apresentam a expressão “Filho unigênito” que em inglês equivale a “only begotten Son”.

    Líderes e membros adventistas do sétimo dia, por defenderem a doutrina da Trindade, estão afirmando que essa declaração da irmã White ensinou sobre o nascimento do Filho de Deus em Belém como um ser humano. No entanto, não é essa a mensagem dessa declaração. Eu peço que você preste muita atenção nas seguintes palavras destacadas:

    “…UM FILHO GERADO na expressa imagem da pessoa do Pai, e EM TODO O ESPLENDOR DE SUA MAJESTADE E GLÓRIA…”

    A irmã White ensinou que o Filho unigênito de Deus é um Filho gerado em todo o esplendor da majestade e glória do Pai. Ela estava ensinando que Deus ao dar Seu Filho unigênito estava dando um Filho que foi gerado em todo o esplendor da majestade e glória do Pai. Assim, podemos questionar: quando Jesus foi gerado de Maria, Ele foi gerado em todo o esplendor da majestade e glória do Pai? Isso realmente aconteceu? A irmã White escreveu:

    “CRISTO VEIO, MAS NÃO NO ESPLENDOR DE SUA GLÓRIA DIVINA. Ele colocou de lado seu manto real e coroa real, vestiu Sua divindade com a humanidade, e veio viver sobre a terra como um homem entre os homens. SE ELE TIVESSE VINDO NO PODER E GLÓRIA DE SUA DIVINDADE, OS PECADORES NÃO PODERIAM TER FICADO EM SUA PRESENÇA SEM SEREM DESTRUÍDOS.” {Ellen Gould White. The Review and Herald. 13 de Setembro de 1906. Parágrafo 5. Grifos meus}

    A resposta para a pergunta feita é não, porque Jesus não nasceu de Maria com todo o esplendor da majestade e glória do Pai. Quando a irmã White ensinou que o Filho unigênito é “um Filho gerado na expressa imagem da pessoa do Pai, e em todo o esplendor de sua majestade e glória, um igual a Deus em autoridade, dignidade, e divina perfeição.”, ela não estava se referindo ao nascimento de Jesus como um ser humano em Belém. Não era uma referência ao tempo em que Jesus foi gerado de Maria ou gerado dentre os mortos, pois se assim fosse os pecadores seriam destruídos pela Sua presença quando O vissem. Se ao ser gerado por Maria, Jesus tivesse nascido com o todo o esplendor da majestade e glória do Pai, Maria e José teriam sido destruídos pela sua presença. Da mesma forma aconteceria se essa geração fosse em sua ressurreição. Maria Madalena e outras mulheres seriam destruídas pela Sua presença.

    Ellen White disse algo semelhante na seguinte declaração:

    “Pondo de lado Sua veste e coroa reais, Cristo revestiu de humanidade a Sua divindade, a fim de que os seres humanos pudessem ser erguidos de sua degradação e colocados em terreno vantajoso. Cristo não podia ter vindo à Terra com a glória que possuía nas cortes celestiais. Os pecaminosos seres humanos não teriam podido suportar tal visão. Ele velou Sua divindade com o manto da humanidade, mas não Se separou de Sua divindade. Como Salvador divino-humano, veio colocar-Se como chefe da raça caída, a fim de participar de sua vivência desde a infância até à varonilidade. Para que os seres humanos pudessem ser participantes da natureza divina, Ele veio à Terra e viveu uma vida de obediência perfeita.” {Ellen Gould White. The Review and Herald. 15 de Junho de 1905}

    Cristo não veio à Terra com a glória que possuía nas cortes celestiais. Ele não podia ter vindo à Terra com a glória que possuía nas cortes celestiais, pois os pecaminosos seres humanos não teriam podido suportar tal visão. Ellen White também escreveu:

    “Deixou Sua glória, Sua majestade, Seu trono real e vestes de realeza, e tornou-Se pobre, para que por Sua pobreza os filhos dos homens enriquecessem. 2 Coríntios 8:9.” {Ellen Gould White. Testemunhos Para a Igreja. Volume 3. Página 198}

    Compare essa declaração com a seguinte declaração:

    “…um Filho gerado na expressa imagem da pessoa do Pai, e em todo o esplendor de sua majestade e glória…”

    Portanto, ao afirmar que o Filho foi gerado em todo o esplendor da majestade e glória do Pai, a irmã White estava se referindo a um evento que teria ocorrido em um momento em que Jesus poderia ser gerado nessas condições. Vimos que isso não aconteceu quando Jesus nasceu de Maria, pois ao vir à Terra Jesus deixou Sua glória e majestade. O Filho de Deus somente pode ter sido gerado em todo o esplendor da majestade e glória do Pai em um momento anterior à criação de todas as coisas.

    Ellen White escreveu um comentário sobre Provérbios 8:22 a 27 que revela o momento em que o Filho de Deus foi gerado em todo o esplendor da majestade e glória do Pai.

    “O SENHOR JESUS CRISTO, O DIVINO FILHO DE DEUS, existiu desde a eternidade, como pessoa distinta, mas um com o Pai. Era Ele a excelente glória do Céu. Era o Comandante dos seres celestes, e a homenagem e adoração dos anjos era por Ele recebida como de direito. Isto não era usurpação em relação a Deus. “O Senhor Me possuiu no princípio de Seus caminhos”, DECLARA ELE, “antes de Suas obras mais antigas. Desde a eternidade fui ungida, desde o princípio, antes do começo da Terra. ANTES DE HAVER ABISMOS, EU FUI GERADA; QUANDO AINDA NÃO HAVIA FONTES CARREGADAS DE ÁGUAS. ANTES QUE OS MONTES FOSSEM FIRMADOS, ANTES DOS OUTEIROS, EU FUI GERADA; enquanto ele ainda não tinha feito a Terra, nem os campos, nem sequer o princípio do pó do mundo. Quando Ele preparava os céus, aí estava Eu: quando ele compassava ao redor a face do abismo.”” {Ellen Gould White. The Review and Herald. Data de Publicação: 5 de Abril de 1906. Parágrafo 7. Grifos meus.}

    A irmã White ensinou que foi o Filho de Deus quem declarou as palavras contidas em Provérbios 8:22 a 27, afirmando que Ele foi gerado pelo Pai antes que existissem abismos, antes de haver fontes carregadas de águas, antes que os montes fossem firmados, antes dos outeiros, em um momento em que Deus ainda não tinha feito a Terra, nem os campos, nem sequer o princípio do pó do mundo. Em outras palavras, o Filho de Deus declarou que Ele foi gerado pelo Pai antes da fundação do mundo, e como lemos em outra declaração, o Filho unigênito de Deus foi gerado nesse momento em todo o esplendor da majestade e glória do Pai. Assim o Senhor Jesus Cristo é o divino Filho de Deus. A Sra. White ensinou que o Cristo declarou por intermédio de Salomão as palavras registradas em Provérbios 8:

    “CRISTO DECLAROU POR INTERMÉDIO DE SALOMÃO: “O Senhor Me possuiu no princípio de Seus caminhos, antes de Suas obras mais antigas. Desde a eternidade fui ungida, desde o princípio, antes do começo da terra. ANTES DE HAVER ABISMOS, EU FUI GERADA; quando ainda não havia fontes carregadas de águas. ANTES QUE OS MONTES FOSSEM FIRMADOS, ANTES DOS OUTEIROS EU FUI GERADA… Quando Ele deu ao mar o seu termo, para que as águas não transpassassem o seu mando; quando Ele compunha os fundamentos da terra; então Eu estava com Ele, e era Seu arquiteto; e era cada dia as Suas delícias, folgando perante Ele em todo o tempo.” {Ellen Gould White. The Signs of The Times. Data de Publicação: 29 de Agosto de 1900. Parágrafo 14. Grifos meus.}

    A Sra. White ensinou nessa declaração que não foi um atributo impessoal de Deus que disse as palavras que foram registradas em Provérbios 8, mas ela ensinou que quem declarou essas palavras foi um Ser pessoal – o Cristo. Ele é um Ser pessoal distinto de Jeová. O Cristo foi gerado pelo Pai antes da fundação do mundo (Provérbios 8:24-25) e estava ao lado do Seu Pai na criação de todas as coisas (Provérbios 8:26-30; João 1:1-3).

    “E o Filho de Deus declara a respeito de Si mesmo: “O Senhor Me possuiu no princípio de Seus caminhos, e antes de Suas obras mais antigas. […] Quando compunha os fundamentos da Terra, então Eu estava com Ele e era Seu aluno; e era cada dia as Suas delícias, folgando perante Ele em todo o tempo”. Provérbios 8:22-30.” {Ellen Gould White. Patriarcas e Profetas. Página 8}

    Se um irmão adventista do sétimo dia, seja líder ou membro, afirmar que as palavras mencionadas em Provérbios 8:22 a 30 não foram ditas pelo Filho de Deus, tal irmão estará rejeitando os escritos da Sra. Ellen Gould White, porque ela ensinou que o Filho de Deus declarou as palavras registradas em Provérbios 8:22-30.

    “O SENHOR JESUS CRISTO, O DIVINO FILHO DE DEUS, existiu desde a eternidade, como pessoa distinta, mas um com o Pai. Era Ele a excelente glória do Céu. Era o Comandante dos seres celestes, e a homenagem e adoração dos anjos era por Ele recebida como de direito. Isto não era usurpação em relação a Deus. “O Senhor Me possuiu no princípio de Seus caminhos”, DECLARA ELE, “antes de Suas obras mais antigas. Desde a eternidade fui ungida, desde o princípio, antes do começo da Terra. ANTES DE HAVER ABISMOS, EU FUI GERADA; QUANDO AINDA NÃO HAVIA FONTES CARREGADAS DE ÁGUAS. ANTES QUE OS MONTES FOSSEM FIRMADOS, ANTES DOS OUTEIROS, EU FUI GERADA; enquanto ele ainda não tinha feito a Terra, nem os campos, nem sequer o princípio do pó do mundo. Quando Ele preparava os céus, aí estava Eu: quando ele compassava ao redor a face do abismo.”” {Ellen Gould White. The Review and Herald. Data de Publicação: 5 de Abril de 1906. Parágrafo 7. Grifos meus.}

    De forma semelhante a essas declarações, a irmã White escreveu:

    “ELE ERA O FILHO UNIGÊNITO DE DEUS, QUE ERA UM COM O PAI DESDE O PRINCÍPIO. Por ele os mundos foram feitos.” {Ellen Gould White. The Signs of the Times. Data de Publicação: 28 de Maio de 1894. Parágrafo 1}

    Jesus era o Filho unigênito de Deus – o único Filho nascido de Deus – O qual era um com o Pai desde o princípio. Por ele – o único Filho nascido de Deus – os mundos foram feitos, e como lemos antes, o Filho de Deus declarou que Ele nasceu de Seu Pai antes do princípio do pó do mundo existir. Logo, o único gerado de Deus existia antes dos mundos serem feitos. Assim, muito antes de nascer como um homem em Belém, Jesus já era o Filho unigênito de Deus, Aquele que foi gerado pelo Pai antes da fundação do mundo e em todo o esplendor da majestade e glória do Pai.

    4. Ellen White ensinou que os anjos caídos queriam obscurecer o fato de que Cristo era o único Filho gerado de Deus. O evangelho pregado pela atual teologia adventista obscurece o fato de que Cristo era o único Filho gerado de Deus. Logo, é um evangelho diferente daquele pregado por Ellen White.

    Ellen White ensinou que os anjos caídos queriam obscurecer o fato de Cristo ser o único Filho gerado de Deus.

    “Anjos foram expulsos do Céu porque não queriam trabalhar em harmonia com Deus. Caíram de sua elevada condição porque queriam ser exaltados. Chegaram a exaltar-se a si mesmos, esquecendo-se de que sua beleza pessoal e de caráter provinha do Senhor Jesus. ESTE FATO OS ANJOS [CAÍDOS] QUERIAM OBSCURECER, QUE CRISTO ERA O ÚNICO FILHO GERADO DE DEUS, e chegaram a considerar que não deviam consultar a Cristo. UM ANJO INICIOU O CONFLITO e levou-o avante até que houve rebelião nas cortes celestiais, entre os anjos. Eles se exaltaram devido a sua beleza.” {Ellen Gould White. Carta 42. Data: 29 de Abril de 1910. Parágrafo 3. Declaração mencionada no livro “Este Dia com Deus” na página 130 e que adicionou a palavra “caídos” na tradução}

    O ato dos anjos caídos quererem obscurecer o fato de que Cristo era o único Filho gerado de Deus começou no céu, pois foi anterior ao momento em que um desses anjos iniciou o conflito no céu e levou-o avante até que houve rebelião nas cortes celestiais. O texto diz: “Cristo era o único Filho gerado de Deus”. Ele já era o único Filho gerado de Deus no céu, muito tempo antes dele tornar-se um ser humano em Belém.

    Você pode conferir o texto original:

    “Angels were expelled from heaven because they would not work in harmony with God. They fell from their high estate because they wanted to be exalted. They had come to exalt themselves, and they forgot that their beauty of person and of character came from the Lord Jesus. THIS FACT THE ANGELS WOULD OBSCURE, THAT CHRIST WAS THE ONLY BEGOTTEN SON OF GOD, and they came to consider that they were not to consult Christ. One angel began the controversy and carried it on until there was rebellion in the heavenly courts among the angels. They were lifted up because of their beauty.” {Ellen Gould White. Carta 42. Data: 29 de Abril de 1910. Parágrafo 3. Declaração mencionada no livro “Este Dia com Deus” na página 130}

    Eu pergunto: se negarmos que Cristo é o único Filho gerado de Deus estamos do lado de quem? Dos anjos bons ou dos anjos caídos? Se a atual teologia adventista do sétimo dia obscurece esse fato, então ela está do lado de quem? Com certeza dos anjos caídos. Logo, a atual teologia adventista está pregando um evangelho falso, e sobre isso leia Gálatas 1:8.

    Conclusão:

    O que dizer do evangelho anunciado pela atual teologia adventista? É um evangelho confuso, pois diz defender Ellen White, mas ensina coisas contrárias ao que ela ensinou. Um evangelho confuso que procede da interpretação errada de uma organização confusa. Deus tem uma mensagem para o Seu povo que está dentro dessa organização confusa (Apocalipse 18:4).

  7. Hoje aprendi com o fessor Rodrigo que criança curiosa, que pergunta sobre a arca de Noé, é o que mede a espiritualidade de uma igreja.
    Será que só eu fiquei com a impressão que a pergunta do garoto parecia coisa combinada?

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