TERRA PLANA — 2ª Resposta às perguntas de Michelson Borges: Não se envergonhe de crer na Bíblia, professor!

2. Será que a grande preocupação dessa instituição [NASA] é mesmo refutar a Bíblia, indo contra um ilusório dogma da terra plana?

Não, “mestre” Michelson, essa é hoje a grande preocupação da instituição Igreja Adventista do Sétimo Dia, através de homens como o senhor, que afirma com todas as letras “insisto em combater os terraplanistas”.

A Nasa não precisa gastar bilhões de dólares para desestimular os terraplanistas do sétimo dia e refutar a Bíblia, porque a IASD já faz isso de graça. Esse um milhão e meio para o pesquisador da Andrews é só um incentivo para que os senhores continuem fazendo esse trabalho satânico de descredibilizar a Bíblia e reduzir sua influência sobre os membros da Igreja. Até a logomarca da IASD, mesmo remodelada, coloca a Terra esférica acima da Bíblia!

Por que a Nasa perderia tempo refutando a Bíblia, se a Igreja Adventista já tem “teólogos” como o senhor e Leandro Quadros para mentir na cara dura que a Bíblia não dá margem para se crer na doutrina da Terra plana “a menos que se adote posição inerrantista, que assume que a inspiração se deu nas palavras dos profetas e não em seus pensamentos”?

Ora, “mestre” Michelson, palavras traduzem pensamentos e o Espírito que inspira estes também conduz ao uso das expressões mais apropriadas. Jesus, por exemplo, tinha o texto bíblico em tão alta conta que chegou a dizer: “Porque em verdade vos digo que, até que passem o céu e a terra, não será omitido nem um só i, uma só vírgula da Lei, sem que tudo seja realizado.” Mateus 5:18.

Quando se refere à inspiração profética, a Bíblia não usa a expressão “pensamento” ou o verbo “pensar”, mas, sim, “palavra” e o verbo “falar”.

“Temos, também, por mais firme a palavra dos profetas, à qual fazeis bem em recorrer como a uma luz que brilha em lugar escuro, até que raie o dia e surja a estrela d’alva em nossos corações. Antes de mais nada, sabei isto: que nenhuma profecia da Escritura resulta de uma interpretação particular, pois que a profecia jamais veio por vontade humana, mas homens, impelidos pelo Espírito Santo, falaram da parte de Deus.” II Pedro 1:19-21.

E no Apocalipse 22:19, “E se alguém tirar algo das palavras do livro desta profecia, Deus lhe tirará também a sua parte da árvore da Vida e da Cidade santa, que estão descritas neste livro!”

O irmão, portanto, está equivocado quando diz que os autores bíblicos tiveram liberdade para usar palavras e ideias de seu tempo e cultura a fim de expressar a revelação divina. Na verdade, a cosmovisão hebraica é que deriva da revelação divina. Os judeus visualizavam a Terra como jovem, plana e estacionária, porque Deus revelou essa realidade a eles desse modo, desde o princípio.

Se você descrever a criação segundo a cultura de seu tempo, Moisés teria repetido os mitos egípcios da criação do mundo, maa não o fez. O relato bíblico do modo e modelo da criação foi uma revelação do próprio Deus a Moisés!

Quando argumenta que há muito de cultura hebraica na Bíblia, porque ela foi escrita por hebreus, o irmão se esquece de que esse povo se tornou especial exatamente pelo fato de Deus Se revelar a eles. Tanto é que Jesus Cristo afirmou: “Nós adoramos o que conhecemos, porque a salvação vem dos judeus.” João 4:22.

Não se envergonhe, portanto, de crer na Bíblia e em seus relatos, seja da semana da criação, Adão e Eva, o dilúvio, a torre de Babel, a santidade do sábado, ou o modelo bíblico da Terra Plana. Não seja como aqueles que dizem que o círculo da Terra se origina na visão do observador, que o sol não parou por ordem de Josué… Quem altera e deturpa o texto bíblico são aqueles que, inspirados por Satanás, querem desacreditá-la!

Até nossa observãncia do sábado deriva da crença original no formato plano da Terra, com o sol girando sobre ela! O senhor ainda faz cultos de pôr-do-sol na sexta-feira e no sábado, “mestre” Michelson? Ou deixou de fazê-lo por vergonha dessa atitude anticientífica?

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *