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Clipping: Igreja em Montes Claros nega bancar defesa de esfaqueador; o que diz cada advogado

Profissionais que defendem Adelio Bispo de Oliveira têm versões diferentes sobre o pagamento de honorários

João Vítor Marques e Luiz Ribeiro
postado em 09/09/2018 17:36

Montes Claros e Juiz de Fora – O pastor Antônio Levi de Carvalho negou que a Igreja do Evangelho Quadrangular em Montes Claros, Norte de Minas Gerais, esteja custeando os gastos com os advogados de Adelio Bispo de Oliveira – o homem que esfaqueou o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) na última quinta-feira. Segundo familiares, o acusado se tornou missionário há oito anos, o que levantou suspeita de que o grupo religioso financiasse a defesa. Os quatro representantes legais do homem que agrediu o candidato deram versões divergentes sobre quem paga os honorários.

De acordo com o pastor Antônio Levi de Carvalho, superintendente da Igreja do Evangelho Quadrangular em Montes Claros, Adelio nunca foi integrante da Igreja na cidade.

Nesse sábado, em Juiz de Fora (na Zona da Mata), o advogado Fernando Magalhães disse que a defesa foi contratada “a partir de uma congregação de Montes Claros, que pediu sigilo”.

“A igreja (do Evangelho Quadrangular) não reconhece o senhor Adelio como membro desta igreja”, afirmou o pastor Levi. “A igreja informa que não pagou absolutamente nada de custas processuais dos advogados do senhor Adelio”, completou.

O pastor demonstrou estranhamento com a informação de que a defesa seria paga por uma ‘congregação’ de Montes Claros: “Conhecemos a realidade da nossa cidade, que é difícil. Quem aqui teria dinheiro para contratar advogados de um calibre desse?”.

Adelio é defendido por quatro advogados. Zanone, inclusive, deixou Belo Horizonte às pressas em avião próprio rumo a Juiz de Fora. Ao lado dele, estava Fernando Magalhães. Marcelo Manoel da Costa disse que trabalha no caso especialmente por conta da visibilidade, já que os valores pagos são ‘irrisórios’.

O pastor Antônio Levi de Carvalho disse que o Evangelho Quadrangular tem mais de 5 mil seguidores em Montes Claros e que não existe nenhum registro de que Adelio já tenha integrado a congregação. Segundo ele, há uma lista de fiéis registrados.

Ele admitiu, porém, que Adelio pode ter frequentado alguma sede da igreja do Evangelho Quadrangular em Montes Claros. “A nossa igreja recebe visitas de muita gente. Não dá para saber quem são todas as pessoas que visitam a igreja. “Estou há 13 anos em Montes Claros e nunca tive notícia dele (Adelio) em alguma igreja nossa”.

O pastor afirmou ainda que desconhece a informação de que Adelio tenha se tornado missionário da igreja, conforme disseram familiares do agressor. Levi explicou que é preciso apresentar ficha de bons antecedentes para representar a Evangelho Quadrangular.

“Para entrar para a igreja, primeiro a pessoa tem que fazer uma confissão de fé, aceitando Jesus para ser salva. Depois, acontece o batismo”, relatou. Segundo ele, também é preciso que o aspirante a missionário passe por um processo seletivo, não possua ficha criminal e tenha “nome limpo no SPC e no Serasa”.

Também por meio de nota, representantes das Testemunhas de Jeová de Montes Claros, informaram que Adélio Bispo e sua família não são Testemunhas de Jeová e que “não são responsáveis e não possuem qualquer relação com a contratação de advogados para a defesa” dele.

O QUE DIZ CADA ADVOGADO
Fernando Magalhães

“Uma pessoa que se diz representando uma congregação (os procurou). Não nos cabe percorrer o caminho de provar ser verdadeiro ou não o que declarou. Sabemos que o ataque não teve cunho religioso e sim político, por convicção do cliente e sem interferência de terceiros”.

Pedro Augusto de Lima Felipe e Possa
“Adelio se disse testemunha de Jeová. Não tem cunho da igreja (o pagamento). Foi uma pessoa ligada à religião dele que nos contratou”.

Marcelo Manoel da Costa
“O primeiro contato se deu por meio de um parente de Adelio, que fora aluno de Zanone e telefonou para ele. A questão do pagamento será combinada depois”.

Zanone Manuel de Oliveira Júnior
“A pessoa falou que tem conhecimento com a família e com o pessoal da igreja e que tinha gente lá conversando se iam ou não fazer uma vaquinha para financiar”, disse, em entrevista ao Globo.

Fonte: https://www.em.com.br/app/noticia/politica/2018/09/09/interna_politica,987399/igreja-em-montes-claros-nega-bancar-defesa-de-esfaqueador-o-que-diz-c.shtml

Justiça quebra sigilo de celulares e notebook de agressor de Bolsonaro

Todos os contatos feitos com os aparelhos eletrônicos serão monitorados em perícia, em busca de informações sobre sua rede de contatos

Uma das informações que os investigadores já levantaram sobre o histórico de Adélio Oliveira é a de que, nos últimos 15 anos, ele passou por 39 empresas distintas, com salários baixos. Isso chamou a atenção diante da apreensão dos quatro celulares e de um notebook. Todos os contatos feitos com os aparelhos eletrônicos serão monitorados em perícia, em busca de informações sobre sua rede de contatos. As autoridades de investigação ainda devem pedir a quebra de sigilo bancário.

Adélio foi transferido de Juiz de Fora na manhã deste sábado, 8, para um presídio federal de Campo Grande (MS), também por autorização da juíza. Acompanhado por quatro advogados, o pedreiro prestou um terceiro depoimento antes de deixar a cidade onde foi cometido o ataque a faca a Bolsonaro. Uma fonte que acompanhou os depoimentos diz que Adélio mostrou raciocínio coeso ao explicar divergências que tem em relação às visões do candidato a presidente da República. O investigado disse que havia se mudado para Juiz de Fora em busca de emprego.

Uma das informações que os investigadores já levantaram sobre o histórico de Adélio Oliveira é a de que, nos últimos 15 anos, ele passou por 39 empresas distintas, com salários baixos. Isso chamou a atenção diante da apreensão dos quatro celulares e de um notebook. Todos os contatos feitos com os aparelhos eletrônicos serão monitorados em perícia, em busca de informações sobre sua rede de contatos. As autoridades de investigação ainda devem pedir a quebra de sigilo bancário.

Adélio foi transferido de Juiz de Fora na manhã deste sábado, 8, para um presídio federal de Campo Grande (MS), também por autorização da juíza. Acompanhado por quatro advogados, o pedreiro prestou um terceiro depoimento antes de deixar a cidade onde foi cometido o ataque a faca a Bolsonaro. Uma fonte que acompanhou os depoimentos diz que Adélio mostrou raciocínio coeso ao explicar divergências que tem em relação às visões do candidato a presidente da República. O investigado disse que havia se mudado para Juiz de Fora em busca de emprego.

Fonte:

Fonte: https://www.em.com.br/app/noticia/politica/2018/09/08/interna_politica,987260/justica-quebra-sigilo-de-celulares-e-notebook-de-agressor-de-bolsonaro.shtml

Homem que esfaqueou Bolsonaro esteve na Câmara em 2013, diz deputado

Na época, Adélio Bispo de Oliveira ainda era filiado ao Psol; Parlamentar diz que requerimento de investigação foi protocolado na Câmara

Adélio Bispo de Oliveira, autor do atentado contra Jair Bolsonaro (PSL), que foi esfaqueado durante ato de campanha nessa quinta-feira (6), esteve na Câmara dos Deputados no ano de 2013, em Brasília.

A informação foi divulgada pelo deputado federal Delegado Francischini (PSL), que afirma ter obtido um levantamento que constata a presença do esfaqueador no prédio e a entrada dele pela portaria do anexo IV, onde ficam os gabinetes dos deputados federais. Francischini afirma que ele teve sua entrada registrada.

Pelo Facebook, o deputado explicou que no dia 6 agosto de 2013 Adélio entrou no prédio para uma reunião com um deputado federal, que não foi identificado. “Estou requerendo ao presidente (da Câmara) Rodrigo Maia uma investigação para saber quem é o deputado”, disse.

“Vamos levantar o que aconteceu naquele dia na Câmara para tentar saber o que levou Adélio lá”, ressaltou. Francischini ainda afirmou que teve acesso a fotos do homem na frente do Congresso, supostamente na mesma data. Procurado, o deputado ainda não se pronunciou sobre as alegações.

*Estagiário sob supervisão do editor Renato Scapolatempore

Fonte: https://www.em.com.br/app/noticia/politica/2018/09/10/interna_politica,987627/homem-que-esfaqueou-bolsonaro-esteve-na-camara-em-2013-diz-deputado.shtml

PF rastreia dados financeiros de esfaqueador de Bolsonaro

O rastreamento faz parte de uma série de diligências da PF para “identificar todas as possíveis conexões e motivações do crime”

A Polícia Federal informou nesta segunda-feira, 10, que está analisando “dados financeiros” de Adelio Bispo Oliveira, 40 anos, esfaqueador do candidato à Presidência, nas eleições 2018, Jair Bolsonaro (PSL). O rastreamento faz parte de uma série de diligências da PF para “identificar todas as possíveis conexões e motivações do crime”.

Bolsonaro foi golpeado na tarde de quinta, 6, quando fazia campanha no centro de Juiz de Fora, em Minas. Ele foi operado e está internado no Hospital Albert Einsten, em São Paulo.

A PF informou, ainda, que prossegue com o trabalho de “coleta de depoimentos, análise de dados financeiros e de outros dados existentes em imagens, mídias, computadores, telefones e documentos apreendidos”.

Bispo foi autuado em flagrante indiciado com base no artigo 20 da Lei de Segurança Nacional. Se processado e condenado pode pegar até 20 anos de prisão.

Por meio do inquérito, a PF quer “esclarecer, em toda a sua extensão, as demais circunstâncias vinculadas ao fato criminoso”.

A equipe da Delegacia da PF em Juiz de Fora conta com o apoio de policiais e recursos da Superintendência Regional de Minas Gerais e também de outras unidades da corporação.

“Esse viés da vida dele é constante há muitos anos. Não consegue se firmar a lugar algum. Basta olhar os saques de previdência dele. Não se apega a lugares ou pessoas, porque não tem nenhum relacionamento. Vai para um lugar, arruma oportunidade e sai”, conta o advogado de defesa Fernando Magalhães, em entrevista ao Estado de Minas.

De acordo com Fernando, os cursos feitos foram registrados em documentos e certificados apreendidos pela PF. Adelio, por exemplo, esteve no Clube Escola de Tiro .38, na Grande Florianópolis. Curiosamente, o local é visitado com frequência por Eduardo e Carlos Bolsonaro, filhos do candidato à presidência. Segundo o advogado, o homem que atacou Bolsonaro com a faca não comprou uma arma por questões financeiras.

Andanças
Natural de Montes Claros, no Norte de Minas, Adelio deixou a cidade natal há anos e não fixou residência. Emprego também não era uma constância na vida do homem, que fez curso de telemarketing e aprendeu a fazer temaki, uma comida japonesa comumente composta por peixe, arroz e alga.

Adelio percorreu Minas Gerais e chegou a morar em Santa Catarina. Durante um período da vida, trabalhou como funcionário de um cruzeiro.

Ele começou a morar numa pensão em Juiz de Fora cerca de 15 dias antes do ataque. De acordo com o boletim de ocorrência, na cidade, Adelio trabalhou como garçom. Segundo o advogado Pedro Augusto de Lima Felipe e Possa, o homem buscava emprego: “Ele fez vários bicos em Juiz de Fora. Estava procurando emprego. Enquanto não conseguiu nada, fez bicos. Não sei dizer onde”, disse.

Na política…
Adelio foi indiciado com base no Artigo 20 da Lei de Segurança Nacional, por “prática de atentado pessoal ou atos de terrorismo por inconformismo político”. O próprio acusado admitiu ter atacado Bolsonaro por questões políticas e religiosas.

A política faz parte da vida de Adelio há tempos. Filiado ao PSOL por sete anos, o homem decidiu largar o partido em 2014 por ter candidatura negada. “Tentou ser deputado pelo PSOL, mas não conseguiu autorização para se candidatar em 2014. Por isso ele deixou o partido”, conta Fernando.

Dali em diante, não se filiou a outro partido, mas seguiu ativo na vida política. Segundo a defesa, Adelio alega que um dos motivos do ataque é o discurso de ódio alimentado por Jair Bolsonaro.

Fonte: https://www.em.com.br/app/noticia/politica/2018/09/09/interna_politica,987392/esfaqueador-de-bolsonaro-tentou-ser-candidato-e-fez-cursos-de-tiro-te.shtml

Câmeras podem dar pistas sobre atentado contra Bolsonaro

https://www.youtube.com/watch?v=GHHvxfnBqUA

Polícia Civil faz perícia nas imagens obtidas em equipamentos de segurança instalados no local do ataque e em celulares, gravadas por pessoas que acompanhavam o presidenciável

João Vítor Marques – Enviado especial

Juiz de Fora – Apesar de ser a principal responsável por conduzir as investigações, a Polícia Federal (PF) não está sozinha no caso do esfaqueamento do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL). Paralelamente, a Polícia Civil examina material em vídeo do momento em que Adelio Bispo de Oliveira, de 40 anos, atacou o candidato em Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira.

https://www.youtube.com/watch?v=AqJvZZCVZsM

As imagens analisadas foram gravadas tanto por celulares de pessoas que acompanhavam a caminhada de Bolsonaro com apoiadores, quanto das câmeras de segurança do ‘Olho Vivo’ – sistema adotado pela prefeitura para filmar as principais ruas – instaladas no Centro da cidade. O sistema, implantado em 2014 a custo de mais de R$ 15 milhões por um período de 10 anos, voltou a funcionar em janeiro deste ano.

Apoiada também nesse material, a Polícia Civil – responsável por toda a perícia – tenta identificar eventuais envolvidos além de Adelio. Além do monitoramento de imagens, a equipe responsável pelo caso avalia o material coletado das redes sociais antes e depois do ataque.

“Falou que saiu para matar e morrer”, relata advogado de agressor de Bolsonaro

Na manhã de ontem, a pensão onde Adelio viveu por cerca de 15 dias recebeu a visita da polícia. O local, entretanto, foi apenas parcialmente investigado. Foram feitas fotos de lugares como a cozinha e a porta do quarto em que o homem que esfaqueou Bolsonaro morava. Segundo apurou a reportagem, o quarto em si, que estaria trancado com um cadeado, não foi investigado na manhã de ontem.

A preocupação com a segurança de Jair Bolsonaro durante o ato de campanha se iniciou antes mesmo de ele chegar a Juiz de Fora. Nas redes sociais, pessoas publicaram mensagens em que fazem menção a um eventual ataque ao presidenciável na cidade mineira. Imagens dessas “ameaças” circularam entre policiais civis, que analisam a representatividade de textos que, porventura, podem ser carregados de ironia ou sarcasmo.

https://www.youtube.com/watch?v=xCnSTn7fbHM

Correligionária de Bolsonaro e delegada licenciada, Sheila Aparecida (PSL) relatou à reportagem que, também em função do clima de insegurança criado antes da visita do presidenciável, preferiu observar de longe o ato de campanha. “A questão não é nem medo, é de segurança mesmo. Não costumo entrar em aglomerações. Fiquei mais de longe mesmo, observando da janela lá de cima da Câmara. Já havia mensagens de Twitter, de pessoas falando ‘gostaria que ele fosse morto em Juiz de Fora’, que ‘queria dar uma facada no Bolsonaro’. Já estava com um pé atrás com a situação”, relata a candidata a deputada estadual, que não participa da investigação.

Em 1m54s, envolvida nas imagens, sai correndo como se estivesse comemorando o resultado…



Veja de novo…

https://www.youtube.com/watch?v=X53REqMQMjI

O Estado de Minas tentou contato com a delegada civil titular Patrícia Ribeiro de Souza Oliveira, que foi orientada pela ‘chefia’ a dar entrevista apenas com o aval da assessoria de comunicação. A autorização não havia sido dada até o momento de fechamento desta reportagem.

Apesar de envolvida, a Polícia Civil tem papel secundário na investigação. Oficialmente, todo o processo cabe à Polícia Federal, uma vez que Adelio é julgado por infringir a Lei de Segurança Nacional, que prevê punição a quem cometer crimes de motivação política. Tanto é que um dos quatro advogados de defesa, Fernando Magalhães, disse que o contato é apenas com a PF: “Nós não temos nenhum contato com a Polícia Civil, tudo com a federal”, disse.

ANDANÇAS

A partir de documentos e relatos, a Polícia Federal também está atenta ao passado do acusado. Adelio não se fixava em uma cidade por muito tempo. As mudanças de emprego foram constantes no passado recente. Não à toa, o homem fez cursos de tiro, telemarketing e até mesmo para aprender a preparar temakis, comida japonesa preparada a base de arroz, peixe e alga. Nessas andanças, percorreu o litoral nacional como empregado de um cruzeiro.

No âmbito político, Adelio tentou ser candidato a deputado federal pelo Psol, partido do qual fez parte por sete anos. “Tentou ser deputado pelo Psol, mas não conseguiu autorização para se candidatar em 2014. Por isso, ele deixou o partido”, conta Fernando Magalhães. Dali em diante, não se filiou a outro partido, mas seguiu ativo na vida política. Segundo a defesa, Adelio alega que um dos motivos do ataque é o discurso de ódio alimentado por Jair Bolsonaro.

Fonte: https://www.em.com.br/app/noticia/politica/2018/09/10/interna_politica,987456/cameras-podem-dar-pistas-sobre-atentado-contra-bolsonaro.shtml

A equipe jurídica de Adelio e o revelador termo de audiência de custódia (Veja o Documento)
08/09/2018 às 08:20

A banca de advogados de Adelio Bispo de Oliveira é tão numerosa quanto a do presidiário mais famoso do país.

Numa simples audiência de custódia, nada menos do que quatro causídicos compareceram para dar assistência ao cliente. Certamente estão sendo muito bem remunerados.

Parece óbvio que foi um crime encomendado, que existe uma organização criminosa poderosa na retaguarda e que ao enviar quatro advogados, mandou um claro recado para o próprio Adélio. Tipo assim: “Segura às pontas, faça a sua parte, que estamos fazendo a nossa”.

A magistrada que realizou a audiência de custódia, ao decretar a prisão preventiva, cravou:

“(…) ao que tudo indica, o delito imputado ao acusado foi adredemente planejado”.

Abaixo, a íntegra do Termo da Audiência de Custódia, onde aparecem como defensores do criminoso os advogados Pedro Augusto de Lima Felipe e Possa, Zanone Manuel de Oliveira Júnior, Fernando Costa Oliveira Magalhães e Marcelo Manoel da Costa.

Amanda Acosta
Articulista e repórter
amanda@jornaldacidadeonline.com.br

Texto que compara a atitude de apoiadores de Bolsonaro com relação a Adelio e a de esquerdistas, em situação idêntica, viraliza na rede
09/09/2018 às 20:14

O conteúdo viralizou nas redes sociais e grupos de WhatsApp e enaltece o comportamento dos apoiadores de Jair Bolsonaro, que demonstraram extremo autocontrole, maturidade e responsabilidade ao efetuarem a prisão do criminoso Adelio Bispo de Oliveira, sem qualquer agressão.

Os fatos ganham ainda mais relevância, diante da declaração de Fernando Magalhães, um dos advogados de Adelio:

“Ele, o Adélio, falou que saiu para morrer. Para matar e morrer”.

A Organização Criminosa tinha certeza que Adelio, caso fosse pego, seria trucidado, mas nada foi feito contra a sua integridade física. Contra a esquerda agora existe um arquivo vivo, preso no presídio de Segurança Máxima de Campo Grande (MS).
Por outro lado, a declaração do advogado é intrigante. Parece que um eventual ‘suicídio’ do meliante já está plenamente justificado.

O texto abaixo, cuja autoria é desconhecida, esmiúça o assunto. É espetacular. Leia:

Nesse momento não há discurso de ódio maior do que “inocentemente” afirmar que “violência gera violência”, insinuando, ou afirmando claramente que a violência sofrida por Bolsonaro é fruto de seu próprio discurso e do comportamento de seus apoiadores.

1- Lula nunca levou nem ao menos um tapa. O único “atentado” sofrido por ele foi uma farsa (tiro no ônibus)!

2- Se os apoiadores do Bolsonaro são “tão violentos”, porque o agressor está vivo, sem nem ao menos um olho roxo?

3- Se fosse Lula o esfaqueado, o agressor estaria vivo?

4- Se fosse Lula o esfaqueado, os petistas estariam rezando por sua vida ou estariam quebrando tudo em todas as capitais?

5- Quem foi que quase matou um opositor em frente ao Instituto Lula? Foram os apoiadores do Bolsonaro?

6- Quem foi que disse que a direita deve ser tratada com um bom paredão, uma boa bala e uma boa cova?

7- Quem foi que ameaçou os brasileiros com o exército do Stédile?

8- Quem vive repetindo que tem ÓDIO da classe média?

9- Quem foi que disse que “para prender Lula, vai ter que matar muita gente”?

10- quem foi que incitou para que a Rachel Sheherazade fosse estuprada?

11- Quem foi o meigo presidente de uma entidade sindical que convidou a “pegar em armas” contra o impeachment?

12- Quem todos os dias e há décadas tenta dividir a sociedade entre “nós e eles”, pobres e ricos, brancos e negros, homos e héteros, homens e mulheres, sulistas e nordestinos…?

13- Quem foi a doce deputada negra que deturpou a Bíblia para pedir sangue para a redenção da nação?

14- Quem ameaçou receber o juiz Sérgio Moro à bala?

15- Chega, já estou com náuseas.

Por fim, alegar ou insinuar, mesmo que disfarçadamente, que a culpa é da vítima, é o mesmo que fazem os bandidos quando uma vítima é assassinada porque “reagiu”. Da mesma forma, esconder que o criminoso não estava sozinho, ou tentar convencer que foi um maluco solitário, é querer esconder que foi a ESQUERDA(!) quem criou esse monstro e autor do crime.”

da Redação

https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/11355/texto-que-compara-a-atitude-de-apoiadores-de-bolsonaro-com-relacao-a-adelio-e-a-de-esquerdistas-em-situacao-identica-viraliza-na-rede

Carlos Vereza detona “O Globo” e a evidente proteção ao criminoso

Querem transformar o ‘quase assassino’ numa pessoa com ‘problemas mentais’

08/09/2018 às 10:15

O ator Carlos Vereza, hoje tido como um respeitado ativista nas redes sociais, não poupou a reportagem deste sábado do jornal O Globo.

Uma evidente e canhestra proteção ao criminoso.

Querem transformar o ‘quase assassino’ numa pessoa com ‘problemas mentais’.

Na realidade, o grande problema mental de Adelio é a sua ideologia.

Veja abaixo o pronunciamento de Vereza:

“Lendo o Globo de hoje, sábado, deparo-me com uma página inteira dedicada à entrevista da família do quase assassino, fazendo suíte da narrativa midiática de que o “pobre rapaz” tem – coitado -, problemas mentais.

Nem uma linha sobre os 4 advogados, nem quem assumirá a dívida com os defensores da vítima da sociedade; muito menos sobre os 4 celulares, o pagamento do hotel, os dez dias de hospedagem para alguém que estava procurando emprego…

Saudades de um jornalismo investigativo.”

Fonte: https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/11337/carlos-vereza-detona-o-globo-e-a-evidente-protecao-ao-criminoso
Testemunhas de Jeová ameaçam processar advogado de agressor de Bolsonaro

O departamento jurídico das Testemunhas de Jeová avalia ingressar hoje (segunda-feira, 10) na Justiça contra o criminalista Zanone Oliveira Junior por ter declarado que foi contratado para defender o agressor de Jair Bolsonaro por uma pessoa ligada à igreja.

Desde que ele fez a afirmação, a igreja tenta contatá-lo para pedir que diga quem da agremiação paga por seus serviços ou se retrate publicamente. A avaliação é que o advogado envolveu a imagem da igreja no episódio, ajudando a estigmatizá-la ainda mais. “Abominamos o que o agressor fez”, diz a igreja via assessoria.

A igreja chegou a divulgar nota pública para dizer que “Adélio Bispo de Oliveira (o agressor de Bolsonaro) e sua família não são Testemunhas de Jeová ou têm vínculos com ela” e que “lamenta” o ocorrido com o candidato.

Procurado ontem (domingo, 9), Zanone já não é mais tão assertivo quanto aos vínculos do contratante. “É uma pessoa que conhece o Adélio do meio evangélico, não necessariamente Testemunha de Jeová”, disse.

O perfil de Zanone no Facebook foi alvo de críticas e ofensas. Ele diz estar acostumado, já que trabalha com casos de homicídio há duas décadas. “Nenhum acusado será julgado sem defensor. Se não for eu, outros virão”, afirma.

Além de Zanone, o agressor de Bolsonaro conta com outros três advogados. O fato chamou a atenção da PF, que investiga se Adélio agiu sozinho. Desempregado, ele portava quatro celulares e um notebook de última geração. A primeira hipótese é que os defensores se apresentaram espontaneamente.

Nota do FG: Testemunhas de Jeová não são considerados integrantes de nenhuma denominação evangélica, como erroneamente declarou o advogado Zanone Oliveira Junior.

Fonte: Estadão Conteúdo (Andreza Matais)

Testemunhas de Jeová ameaçam processar advogado de agressor de Bolsonaro

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