Envolvimento da IASD com o PT, com direito a missa ecumênica com o Frei Betto, ocorre há mais de 15 anos!

Lula e Marisa posicionaram-se entre os integrantes do Coral Adventista de Brasíllia, cuja participação e louvor deram legitimidade e aval ao sermão socialista de Frei Betto, comparando Lula a Jesus Cristo e o Programa Fome Zero ao milagre da multiplicação dos pães!

ABR. 09, 2004
Lula deseja Páscoa tranquila ao povo
Durante cerimônia no Planalto, Frei Beto disse que o Fome Zero é a versão política do milagre dos peixes

Agência Brasil
Lula e Frei Beto na celebração de Páscoa que teve a participação de corais

Brasília – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou ontem de uma celebração ecumênica em comemoração à Semana Santa, no Salão Oeste do Palácio do Planalto, e transmitiu sua mensagem de boa Páscoa aos brasileiros, através de numa rápida declaração aos jornalistas. ”Espero que o povo brasileiro possa ter uma Páscoa tranquila e que Deus possa ajudar o povo brasileiro, sobretudo aqueles que estão sofrendo, que estão desempregados”, disse. ”Acho que temos que ter compreensão que a Páscoa será melhor comemorada por uns do que por outros, mas o que faz a Páscoa não é a questão econômica”. Segundo o presidente, ”o que vale na Páscoa é a paixão que a gente tem dentro da gente, é a disposição de servirmos aos semelhantes”.

Durante a cerimônia, o assessor especial da Presidência, frei Betto fez comparações do governo petista com a Paixão de Jesus Cristo. Para o frei dominicano, a afirmação de Lula de que ele é o servidor público número um está associada à lavação dos pés dos apóstolos por Jesus na noite da Santa Ceia, um exemplo de humildade citado na Bíblia. O frei disse também que o programa Fome Zero seria ”a versão política da multiplicação dos pães”, numa alusão ao milagre de Jesus.

O presidente, acompanhado da primeira dama, Marisa Letícia, não se pronunciou durante a celebração da missa, porém ouviu do frei Vicente Bohne que o exemplo de Jesus na Semana Santa foi a paixão com que realizou ”seu projeto”. ”Às vezes temos que ter paciência”, disse o frei, ”pois não são os projetos que salvam, mas é a paixão que gera vida”. ”Lula é um homem apaixonado”, disse o religioso.

Frei Betto fez referência à lavação dos pés por Jesus, salientando que o poder é para servir. ”O poder é serviço, não é mando, não é tirania, não é arrogância”, afirmou. Durante a solenidade, o dominicano lembrou dos auxiliares mais próximos do presidente. ”A palavra ministro quer dizer servir aos menores”. E citou a conclusão do discurso de posse do presidente, em 1º de janeiro de 2003: ”Agora sou o servidor público número um”. Os ministros não participaram da missa. No momento da cerimônia, eles estavam reunidos para discutir providências contra as calamidades no Sul do país em decorrência da seca.

Em seu pronunciamento, frei Betto voltou a criticar a falta de políticas para o combate à fome no mundo. ”O maior escândalo do século 21 é a fome”, disse ele, lembrando que o terrorismo, a Aids e a guerra, juntos, matam menos do que a falta de alimento para as classes desfavorecidas. ”Mas a Aids, a guerra e o terrorismo não fazem distinção de classe e a fome faz”, argumentou. ”O programa Fome Zero é a versão política da multiplicação dos pães e peixes”, concluiu.

A missa foi acompanhada pelo Coral da Paróquia de Nossa Senhora de Nazaré, uma igreja da Samambaia, cidade satélite de Brasília, e pelo Coral da Igreja Adventista de Brasília.

James Allen
Agência Estado

Ver também: http://www.adventistas.com/abril2004/coral_brasilia.htm

Lula vai à missa e ouve sermão de frei Betto

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva compareceu hoje à missa ecumênica realizada no Salão Oeste do Palácio do Planalto, em comemoração à Quinta-feira Santa e ouviu do seu assessor especial frei Betto comparações de seu governo com a Paixão de Jesus Cristo.

Para o frei dominicano, a afirmação de Lula de que ele é o servidor público número um está associada à lavação dos pés dos apóstolos por Jesus na noite da Santa Ceia, um exemplo de humildade citado na Bíblia. O frei disse também que o programa Fome Zero seria “a versão política da multiplicação dos pães”, numa alusão ao milagre do Messias no episódio do Sermão da Montanha.

O presidente, acompanhado da primeira dama, Marisa Letícia, não se pronunciou durante a missa. Mas ouviu do frei Vicente Bohne que o exemplo de Jesus na Semana Santa foi a paixão com que realizou “seu projeto”. “Às vezes temos que ter paciência”, disse o frei, “pois não são os projetos que salvam, mas é a paixão que gera vida”. “Lula é um homem apaixonado”, disse o religioso.

Frei Betto fez referência à lavação dos pés por Jesus, salientando que o poder é para servir. “O poder é serviço, não é mando, não é tirania, não é arrogância”, afirmou. E numa solenidade sem a presença dos ministros que estavam presentes no Planalto — reunidos naquele momento para discutir providências contra as calamidades no Sul do país em decorrência da seca — o dominicano lembrou os auxiliares mais próximos do presidente. “A palavra ministro quer dizer servir aos menores”. E citou a conclusão do discurso de posse do presidente, em 1.º de janeiro de 2003: “Agora sou o servidor público número um”.

O assessor especial do presidente voltou a criticar a falta de políticas para o combate à fome no mundo. “O maior escândalo do século 21 é a fome”, disse ele, lembrando que o terrorismo, a Aids e a guerra juntos matam menos do que a falta de alimento para as classes desfavorecidas. “Mas a Aids, a guerra e o terrorismo não fazem distinção de classe e a fome faz”, argumentou. “O programa Fome Zero é a versão política da multiplicação dos pães e peixes”, concluiu.

O assessor especial aproveitou sua preleção para criticar o filme A Paixão de Cristo, dirigido por Mel Gibson. “É duro ver um filme de grande sucesso centrar toda a vida de Jesus na dor e não no amor e nesta Páscoa temos que acentuar a dimensão amorosa de Jesus”, concluiu. Na missa, o Coral da Paróquia de Nossa Senhora de Nazaré, uma igreja da Samambaia, cidade satélite de Brasília, entoava versos como “peregrino de um mundo desigual, espoliado pelo lucro e ambição do capital, do poder do latifúndio, enxotado e sem lugar, já não sei pra onde andar”.

Depois da leitura da Última Ceia, o Coral da Igreja Adventista de Brasília apresentou Aleluia, Aleluia, do oratório Messias, de Georg Friedrich Haendel, encerrando a missa. O presidente foi pessoalmente cumprimentar os integrantes do coral e fez votos de boa Páscoa aos brasileiros numa rápida declaração aos jornalistas.

“Espero que o povo brasileiro possa ter uma Páscoa tranqüila e que Deus possa ajudar o povo brasileiro, sobretudo aqueles que estão sofrendo, que estão desempregados”, disse. “Acho que temos que ter compreensão que a Páscoa será melhor comemorada por uns do que por outros, mas o que faz a Páscoa não é a questão econômica”.

Segundo o presidente, “o que vale na Páscoa é a paixão que a gente tem dentro da gente, é a disposição de servirmos aos semelhantes”. Questionado sobre a atuação do Movimento dos Sem-Terra (MST), o presidente não respondeu. “Já falei com vocês, já falei sobre a Páscoa”.

Política
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Lula pede que Deus ajude os desempregados

Do Diário OnLine
Com Agências
08/04/2004 | 20:03

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva dedicou sua mensagem de Páscoa a todo o povo brasileiro, com especial ênfase aos desempregados. Após uma cerimônia ecumênica no Palácio do Planalto, nesta quinta-feira pela manhã, Lula destacou que “a questão econômica” é secundária na Páscoa.

Acompanhado pela primeira-dama, dona Marisa Letícia, Lula não concedeu entrevista. Ele apenas fez um pronunciamento rápido aos repórteres, que também ganharam dele votos de bom feriado.

“Espero que o povo brasileiro possa ter uma Páscoa tranqüila e que Deus possa ajudar o povo brasileiro, sobretudo aqueles que estão sofrendo, que estão desempregados. Acho que temos de ter a compreensão de que a Páscoa será melhor comemorada por uns do que por outros, mas o que faz a Páscoa não é a questão econômica. O que vale é a paixão que a gente tem dentro da gente, é a disposição de servirmos aos semelhantes”, afirmou.

ParalelosFrei Betto, assessor especial da Presidência, foi um dos líderes religiosos que comandaram a cerimônia ecumênica da Semana Santa, celebrada no Salão Oeste do Palácio do Planalto. Ele defendeu que o problema da fome deve ser combatido com urgência em todo o mundo.

Ele destacou que a desnutrição mata mais do que a Aids, as guerras e o terrorismo juntos. “São dez torres gêmeas (derrubadas nos atentados de 11 de setembro de 2001, em Nova York) por dia cheias de crianças e ninguém chora, ninguém protesta, ninguém lamenta. Talvez porque a Aids, a guerra e o terrorismo não façam distinção de classe e a fome faz.”

Frei Betto destacou o combate à fome como o principal desafio do governo Lula e fez elogios ao modo como a questão está sendo tratada. “Eu costumo dizer que o Fome Zero nada mais é que a versão política da multiplicação dos pães e dos peixes realizada por Jesus.”

Frei Betto lembrou que a Quinta-feira Santa foi marcada por dois gestos de Jesus: a última ceia com os doze apóstolos e o ato de lavar os pés dos discípulos. O assessor explicou que este gesto representa a servidão de Jesus. “O poder é serviço, não é mando, não é tirania, não é arrogância.” Frei Betto citou ainda o discurso de posse do presidente Lula, que se caracterizou como “servidor público número um.”

Além de frei Betto, participaram da cerimônia o pastor Cláudio Vilela e o frei Vicente Bohne. Os corais da Paróquia Nossa Senhora de Nazaré e da Igreja Adventista do Sétimo Dia atuaram durante a missa.

Agenda – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a primeira-dama vão passar o feriado de Páscoa em Brasília, descansando ao lado dos filhos. Não há compromissos oficiais previstos para o fim de semana.

Fonte: https://www.dgabc.com.br/Noticia/180451/lula-pede-que-deus-ajude-os-desempregados

9 de abril de 2016
Evangélicos pró-Lula: o tempo passou…

Julio Severo

Em 2002, estava havendo as eleições presidenciais no Brasil, com disputa entre Lula e Serra. Como líder de uma igreja evangélica, recebi do diretório do PT um pacote via SEDEX enviado por orientação da sede nacional da minha ex-denominação. O pacote trazia milhares de folhetos pró-PT, e disponibilizo aqui no blog cópia do folheto:

O que fiz? Queimei todos, sem me importar com os pensamentos da liderança nacional. Só guardei algumas cópias como testemunho da tolice evangélica. Além disso, contrariando a postura oficial da minha ex-denominação, não recomendei que minha congregação votasse em Lula.

Conversei com o presidente da denominação, alertando-o que não apoiasse Lula. O presidente me disse que não me preocupasse porque Lula havia garantido a eles que não permitiria que seu futuro governo promovesse o aborto e o homossexualismo. Respondi que Lula estava mentindo, mas de nada adiantou: era minha palavra contra a palavra de Lula.

Conversando com um líder pró-vida nacional sobre a tristeza de ver os líderes evangélicos apoiando um candidato pró-aborto, ele fez alguns contatos e em poucas horas recebi ligação telefônica da secretária pessoal do candidato José Serra. Queriam mais detalhes sobre os evangélicos pró-Lula, pedindo também que eu apoiasse Serra. Não, não, não. Nem Lula, nem Serra. Os dois eram pró-aborto. Eu preferia anular meu voto a dá-lo a um abortista.

Pouco depois, um dos pastores denominacionais pregou uma hora inteira contra George Bush, retratando-o como Anticristo. Embora Bush não fosse perfeito, ele era pró-vida e pró-família e, de longe, muito melhor do que FHC, Serra ou Lula. Bush tinha meu apoio; Lula não. Por isso, não resisti e repreendi, como líder também, esse pastor em plena pregação. Cobrei: Por que não pregar contra Lula como um anticristo? Lula era contra os cristãos. Por que mirar em Bush, um conservador? Bush era a favor dos cristãos.

Ainda na mesma época, ouvi ao vivo, na sede denominacional em Brasília, uma pregação de quase uma hora do senador Magno Malta elogiando Lula, que foi feito centro de uma mensagem política num púlpito que deveria centralizar Jesus Cristo.
Ficou impossível permanecer na denominação, que usava suas pregações para exaltar Lula e retratar Bush como anticristo.

Durante as eleições de 2002, a maior parte dos líderes evangélicos pró-Lula estava mostrando os efeitos vindos da década de 1990 da influência pró-Lula e pró-PT de Caio Fábio, que era um homem extraordinariamente dotado de persuasão, sedução e filosofia terrena, que serviram muito mais para o mal do que para o bem.
Minha mãe, que era uma simples serva do Senhor, havia tido uma visão em 2002 do PT vencendo as eleições e mergulhando o Brasil em trevas. Esse mesmo Senhor de revelação e alerta estava plenamente acessível a todos os grandes líderes, mas eles estavam já enfeitiçados pelos anos passados ouvindo o canto-da-sereia e o conto-do-vigário de Caio Fábio, que mesmo caído e totalmente desmoralizado, tinha uma influência sedutora que persistia, consciente ou inconscientemente, nos líderes evangélicos.

Para desgraça do Brasil, o PT fez triunfar as trevas, e mostrou que falta muita, muita visão para líderes evangélicos que se dizem proféticos e ouvem a voz de Deus.
Receio que mesmo hoje, com a queda do PT, a cegueira espiritual desses líderes permaneça quase intacta.

Muitos deles, que antes acompanhavam a CNBB no apoio a Dilma, se voltaram contra a apoiada e seu poderoso chefão, Lula, não porque entenderam o profético de Deus, mas porque quando o barco começou a afundar, todos decidiram cair fora. Quando um barco começa a afundar, ninguém precisa de dom de profecia para ver o óbvio. Até os ratos pulam fora.

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