Respostas a um teólogo antibíblico e anticristo — Parte 1 de quantas precisar!

“Eles vos expulsarão das sinagogas; e mais: chegará o tempo quando quem vos matar pensará que está prestando um culto a Deus.” João 16:2 

“E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.” — João 17:3

“Depois virá o fim, quando tiver entregado o reino a Deus, ao Pai, e quando houver aniquilado todo o império, e toda a potestade e força. Porque convém que reine até que haja posto a todos os inimigos debaixo de seus pés. Ora, o último inimigo que há de ser aniquilado é a morte. Porque todas as coisas sujeitou debaixo de seus pés. Mas, quando diz que todas as coisas lhe estão sujeitas, claro está que se excetua aquele que lhe sujeitou todas as coisas. E, quando todas as coisas lhe estiverem sujeitas, então também o mesmo Filho se sujeitará àquele que todas as coisas lhe sujeitou, para que Deus seja tudo em todos.” 1 Coríntios 15:24-28

Arquivo no formato pdf em resposta a Michelson Borges e outros perseguidores de adventistas adoradores do único e verdadeiro Deus. Baixado da internet e publicado por decisão pessoal do editor:

JESUS-O-Filho-Unigênito-de-Deus

Link direto: http://www.adventistas.com/wp-content/uploads/2019/05/JESUS-O-Filho-Unigênito-de-Deus.pdf

EU E O PAI SOMOS UM

Este livro — “Eu e o Pai Somos Um” — é dedicado a todos os cristãos sinceros que se empenham voluntariamente na obra do Senhor e que todos os dias se esforçam para aprender mais sobre o único Deus verdadeiro e sobre seu Filho Jesus Cristo. É um livro fácil de compreender. Despertou a atenção de pessoas simples e a reação de alguns doutores e teólogos.

Em 2005 uma resenha crítica a respeito deste livro foi publicada numa revista acadêmica representando a posição de dez doutores adventistas, PhDs e professores de teologia do Unasp, uma universidade administrada por uma organização religiosa trinitariana. As correspondências recebidas de leitores e esta resenha crítica estimularam o autor, Ricardo Nicotra, a produzir uma terceira edição do livro.

Nesta nova edição, aborda com mais detalhes aspectos que na edição anterior foram apenas tratados superficialmente. Alguns ajustes e adições foram feitos em função dos comentários, críticas e questionamentos recebidos. Quem lê este livro não fica indiferente: ou fortalece suas posições ou as abandona. Alguma reação é esperada!

Clique sobre a capa do livro mostrada acima ou neste link para fazer o download do arquivo do livro, e formato .pdf.

5 comentários em “Respostas a um teólogo antibíblico e anticristo — Parte 1 de quantas precisar!”

  1. E Eu rogarei ao Pai, e Ele vos dará Outro Consolador, para que fique convosco para sempre; o Espírito de verdade, que o mundo não pode receber, porque não O vê nem O conhece; mas vós O conheceis, porque habita convosco, e estará em vós. João 14:16-17
    Pergunta: Jesus roga ao Pai e Ele envia um outro consolador. Que é esse consolador? Jesus e Deus não são…

    1. Leia o Livro Eu e o Pai Somos Um, disponibilizado no site. Há respostas bíblicas para essa e outras objeções. Sobre esse aspecto, a explicação vai da página 71 a 83.

      1. Teria, resumidamente, como você me explicar isso? Pra mim o texto é claro e mesmo a formatação dos elementos químicos-físicos denotam o 3×1 na natureza e em tudo que foi criado!

        1. Baixe este arquivo e leia a explicação completa, por favor:

          Link direto para download: http://www.adventistas.com/wp-content/uploads/2019/05/Quem-é-o-Consolador.pdf

          “E Eu rogarei ao Pai, e Ele vos dará Outro Consolador, para que fique convosco para sempre; o Espírito de verdade, que o mundo não pode receber, porque não O vê nem O conhece; mas vós O conheceis, porque habita convosco, e estará em vós.” João 14:16-
          17

          Antes de mais nada, perceba que há subordinação entre o Filho e o Pai, o que a doutrina católica e antibíblica da Trindade não reconhece. “Rogarei ao Pai”,denota uma posição hierárquica inferior de quem roga, em relação ao Pai, que concede.

          “Ele vos dará” diz o texto. O outro consolador seria algo, não necessariamente alguém, ou uma terceira pessoa divina, que o Pai concederia.

          A palavra “Consolador” é traduzida do grego “parákletos”. E é citada em apenas 5 versos da Bíblia, sempre pelo apóstolo João (João 14:16; 14:26; 15:26; 16:7 e I João 2:1).

          “Para que fique convosco para sempre”. Que pessoa prometeu ficar conosco para sempre? O próprio Filho de Deus! “E eis que estou convosco todos os dias até à consumação dos séculos.” Mateus 28:20. “Pois onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou eu no meio deles.” Mateus 18:20.

          Mas quem é o parákletos? Cristo mesmo responde na sequência O parákletos é o “Espírito da verdade”. Portanto, o “Espírito da verdade” é o Consolador prometido por Cristo. E quem ou o que é o Espírito da verdade? “Eu sou o caminho, a verdade e a vida.” João 14:6. Ora, se a verdade neste contexto é Cristo, então o “Espírito da verdade” é obviamente o “Espírito de Cristo”.

          O mundo não O conhecia, mas “vós O conheceis”, disse Jesus aos discípulos! Porque “habita convosco”, explica, referindo-se evidentemente mais uma vez a Si mesmo.

          Mas qual seria a diferença desse “outro” Consolador? Em vez de estar com, Ele estaria em! “Permanecei em mim, e eu permanecerei em vós…” João 15:4.

          O Consolador é o próprio Cristo que está conosco, não mais em carne, mas através de sua presença espiritual.

          A confirmação de que o parákletos é o próprio Espírito de Cristo vem no verso seguinte, João 14:18. Após dizer que o Espírito da verdade “estará em vós” Jesus afirma no verso seguinte: “Não vos deixarei órfãos, virei para vós.” João 14:18.

          “Naquele dia conhecereis que estou em meu Pai, e vós em mim, e
          eu em vós.” João 14:20.

          A mesma expressão usada para o Espírito da verdade é agora usada com relação a Cristo. Isto indica claramente que Cristo estava prometendo enviar o seu próprio Espírito a seus seguidores, não uma terceira pessoa.

          Resumindo:

          1. Cristo, ao referir-se ao parákletos (Consolador), usou uma linguagem simbólica (João 16:25).

          2. O termo grego parákletos é mencionado 5 vezes nas Escrituras e significa conselheiro, confortador, ajudador, alguém que está ao lado para apoiar.

          3. O texto que descreve a promessa da vinda do parákletos está entremeado de promessas onde o próprio Cristo promete que estaria novamente com seus discípulos.

          4. O “outro” parákletos é o próprio Cristo que viria de outra forma para confortar e consolar os seus discípulos: não viria de forma visível, em carne, mas de forma espiritual.

          5. O parákletos é o Espírito de Cristo e também o Espírito de Deus, já que ambos compartilham o mesmo espírito.

          6. O parákletos “procede do Pai” (João 15:26). O verbo “proceder” no grego tem o sentido de “partir de dentro para fora”, o que mostra que o parákletos é parte integrante de Deus e não uma entidade distinta e autônoma fora de Deus.

          7. O apóstolo João ao mencionar o parákletos em sua primeira epístola (I João 2:1) deixa claro que o parákletos é o próprio Cristo.

    2. ESPÍRITOS MINISTRADORES
      Não são todos eles espíritos ministradores, enviados para servir a favor dos que hão de herdar a salvação? Hebreus 1:14
      Os anjos não são, todos eles, espíritos ministradores enviados para servir aqueles que hão de herdar a salvação? Hebreus 1:14 – NVI – https://www.bibliaonline.com.br/nvi/hb/1
      Dependendo da versão em que se lê, pode ficar uma dúvida, ou caber uma pergunta: – Quem são esses “espíritos ministradores” ?
      Algumas versões, como a Nova Versão Internacional (conforme link), identificam quem são esses ‘espíritos’ citados em Heb. 1:14.
      Estes ‘espíritos ministradores’ citados na Bíblia, são ‘espíritos de Deus’, e, é importante entender que, existem, semelhantemente ‘espíritos’ que se afastaram de Deus e se tornaram ‘espíritos malignos’, e, portanto, não são mais ‘espíritos de Deus’.
      Assim, temos: ‘espíritos de Deus’ – os santos anjos, e ‘espíritos do maligno’ – os anjos caídos.
      Quando a Bíblia menciona no livro do Apocalípse, os sete ‘espíritos de Deus’ enviados por toda a terra (Apoc. 1:4, 3:1, 4:5 e 5:6), há alguns questionamentos, e alguns dizem ser “o Espírito Santo”, e, colocando que o número sete (7), como simbólico, e, que se refere a “um” ser específico, um terceiro na Divindade.
      Outra hipótese, quanto ao número sete desses ‘espíritos’, é que seja realmente um número literal, mas com significado espiritual, assim como o número doze (12), dos 12 filhos de Jacó, que mesmo quando um (Dã) foi rejeitado, houve um arranjo colocando Manassés, filho de José para completar o número (veja Apoc. 7:6, sendo que no verso 8 já havia constado a tribo de José); e também quando Jesus inicialmente tomou doze discípulos para serem os apóstolos, quando Judas se suicidou, outro foi escolhido (Atos 1:23 a 26) para continuar sendo doze (12) os apóstolos.
      No caso do registro da revelação do Apocalípse, pode-se ver no primeiro capítulo, verso 20, o desvendar do mistério representado por sete estrelas, que são sete anjos. (Apocalipse 1:20)
      A seguir, podemos verificar nos capítulos 8, 15 e 16, o uso de sete anjos, que são ‘espíritos ministradores’, veja: Apoc. 8:2, 8:6, 15:1, 15:6, 15:8 e 16:1.
      Não se pode dizer que esse número 7 seja simbólico e não literal, pois eles estão encarregados de conduzir eventos finais, e esses eventos tem um número certo, ou seja sete.
      ESPÍRITO SANTO
      Foi assim o nascimento de Jesus Cristo: Maria, sua mãe, estava prometida em casamento a José, mas, antes que se unissem, achou-se grávida pelo Espírito Santo. Mateus 1:18 – NVI
      Aqui, nesta declaração, o ser ‘Espírito Santo’, não se trata de um ‘anjo santo’, nem tampouco de um ‘terceiro’ Divino, mas é o Pai e não uma terceira pessoa.
      …procurando saber o tempo e as circunstâncias para os quais apontava o Espírito de Cristo que neles estava, quando lhes predisse os sofrimentos de Cristo e as glórias que se seguiriam àqueles sofrimentos.
      A eles foi revelado que estavam ministrando, não para si próprios, mas para vocês, quando falaram das coisas que agora lhes foram anunciadas por meio daqueles que lhes pregaram o evangelho pelo Espírito Santo enviado do céu; coisas que até os anjos anseiam observar. 1 Pedro 1:11,12
      Nesta revelação, o Espírito Santo, também chamado de Espírito de Cristo, não é uma outra terceira pessoa Divina (como alguns alegam), mas é o próprio Divino Filho de Deus.
      Portanto, Espírito Santo, não é um nome ou um título de um terceiro, mas uma referência a seres espirituais com a qualidade de ‘santidade’, ou seja: Espíritos Santos.
      Convém lembrar que o Divino Filho de Deus, não mentiu, não foi desafeto de qualquer pessoa, não foi omisso, e não foi incompetente como Mestre, nem tampouco ensinou os seus discípulos que existisse um outro terceiro, veja: – 1João 1:3, 2João 1:9, João 10:30, Lucas 9:26, Marcos 8:38 e 1Timóteo 5:21.
      Também convém lembrar que, por um breve período, o Divino Filho de Deus, viveu nesta terra como humano, mas conforme revelado em 1Coríntios 15:45, é “espírito vivificante”.
      E, conforme palavras do próprio Cristo, (João 4:24) Deus (conforme 2João 1:9) é espírito.

      Isto posto, podemos analisar o relato de Atos 8:26 a 39
      É a história do batismo do eunuco, importante oficial da rainha Candace da Etiópia.
      No verso 26, algumas versões dizem que ‘o anjo do Senhor’ deu ordem para Filipe; como se fosse determinado anjo, ou seja aquele anjo específico para aquela missão, ou o anjo designado para acompanhar, sempre, Filipe, assim como cada pessoa tem para si, designado o seu anjo que o acompanha por toda a vida.
      Outras versões como por exemplo a Nova Versão Internacional – https://www.bibliaonline.com.br/nvi/atos/8
      Registram: “Um anjo do Senhor…”, não usando o artigo definido, levam a se pensar em algum dos milhares de santos anjos, e não um determinado anjo específico.
      Detalhe à parte, sendo o anjo determinado, ou um dos milhares, podemos entender que, esse anjo que falou com Filipe, o estava acompanhando.
      No verso 29, diz: “E o espírito disse a Filipe…
      Esse espírito que falou a Filipe, não é outro, senão aquele ‘anjo do Senhor’, um ‘espírito ministrador’ conforme Hebreus 1:14.
      No verso 39, diz que o ‘espírito do Senhor’ arrebatou Filipe.
      Quem seria esse ‘espírito do Senhor’ ???!!!
      Entendendo que; os ‘anjos do Senhor’ são ‘espíritos ministradores’, neste relato, o ‘anjo do Senhor’ do verso 26; o ‘espírito’ do verso 29 e o ‘espírito do Senhor’ do verso 39, é o mesmo ‘espírito ministrador’ designado por Deus, para acompanhar Filipe, portanto “espírito do Senhor” ou “anjo do Senhor”.

Deixe uma resposta para Joseval Santos Cancelar resposta