Paradoxo vicioso adventista: “Carne vegetal” é tão FAKE quanto “Criacionismo científico”

A expressão “carne vegetal” e suas conhecidas variações adventistas — “bife vegetal”, “salsicha vegetal” ou “cambúrguer vegano” constituem evidentemente um vício de linguagem inaceitável, conhecido como “paradoxo vicioso”. É o mesmo caso, por exemplo, da expressão “criacionismo científico”, conforme explicamos em texto anterior: “Afinal, criacionismo é uma corajosa atitude de fé, que revela confiança e certeza da existência de um Deus criador todo-poderoso, enquanto o adjetivo “científico” indica a certeza trazida apenas pela observação e o experimento, atitude contrária portanto à fé.”

Em relação à chamada “carne vegetal”, temos novo paradoxo vicioso numa expressão muito utilizada no meio adventista, mas que não condiz exatamente com a verdade, porque, de fato, “carne vegetal” não é carne. Trata-se, portanto, de uma mentira, usada em nomenclatura e propaganda enganosa pela Superbom. Carne fake! Pseudo-carne produzida por pseudo-criacionistas, pseudo-crentes na Bíblia…

Como o “hambúrguer do futuro” passou de herói a vilão da cozinha?…

Matheus Pichonelli

Besuntado de maionese e espremido entre fatias de pão, o futuro chegou ao Brasil em meados de julho deste ano. O slogan era promissor: tornar os frigoríficos obsoletos. A novidade, um “hambúrguer de planta”, unia tecnologia e sustentabilidade, como fizeram recentemente empresas como as californianas Impossible Foods e Beyond Meat, que desde 2011 e 2013, respectivamente, têm lançado “carnes” à base de vegetais com sabor, aroma e textura idênticos aos originais, e alcançando até mesmo grandes redes de fast food…

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Hambúrguer vegano passa a integrar catálogo da Superbom

Além de sabor, textura, aroma e cor idênticos à carne bovina, o produto tem alta carga proteica.

A Superbom, empresa adventista especializada na fabricação de produtos saudáveis, lançou mais uma novidade: o Burger Gourmet Vegan, hambúrguer vegano com todas as características da carne moída bovina, como a semelhança visual e um sabor que tem a promessa de ser idêntico ao de carne animal.

Sem conservantes e corantes artificiais, ele é livre de alergênicos e transgênicos, e busca atender uma demanda crescente dos brasileiros por produtos sem insumos de origem animal, mas que sejam saborosos e tenham benefícios nutricionais. Estes consumidores são formados por vegetarianos, veganos, flexitarianos (pessoas que excluem o consumo de carne em alguns dias da semana), esportistas e simpatizantes da alimentação saudável.

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“Melhor é não comer carne”

Uma das marcas registradas da cultura gaúcha ao redor do mundo são os restaurantes brasileiros (que, na verdade, deveriam ser chamados de restaurantes gaúchos), que oferecem uma enorme variedade de carnes tipo churrasco. Muitos me acusam de traidor, pois sou gaúcho e não como carne. “Comer carne é sinônimo de ser gaúcho, então, não és gaúcho!”, diria o leitor. Mas, abandonei a carne quando tinha vinte anos e agora estou completando mais de quarenta anos (e aí você quase pode calcular a minha idade) sem carne.

Por que os adventistas não comem carne?

Na verdade, nem todos os adventistas são vegetarianos, e, para ser bem sincero, a maioria não o é. Nos Estados Unidos, a porcentagem de vegetarianos adventistas está entre 40 e 50 por cento, mas, em outros países, este percentual é bem menor, talvez menos do que 10%. No Rio Grande do Sul, talvez, ainda menor.

A pergunta que deveria ser feita é: Por que os adventistas ainda comem carne?

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Como a tecnologia da carne sintética pode impactar tanto o cardápio quanto a economia do MS

Com a proposta de reduzir o espaço necessário para a agropecuária tradicional, consumir menos água e energia, produzindo carne suficiente para alimentar a 9 bilhões de pessoas nos próximos trinta anos, a moderna tecnologia já acena com a possibilidade produção de carne sintética em laboratório com entrada no mercado a partir de 2021.

As pesquisas se iniciaram na Holanda em 2013 e, no Exterior, já existem restaurantes que oferecem esse tipo de carne em seu cardápio, como uma novidade. O preço do prato ainda não é acessível à maioria das pessoas, mas os pesquisadores garantem que a produção da carne sintética precisa de 99% menos espaço e 96% menos água do que a pecuária tradicional.

Os pesquisadores alegam que os laboratórios vão poder produzir carne suficiente para 175 milhões de hambúrgueres a partir das células de um único boi. No método tradicional seriam necessários cerca de 400 mil animais.

Os cientistas prometem ainda controlar os níveis de gordura e colesterol, além de oferecer um produto supostamente mais saudável, uma vez que não haverá necessidade do uso de antibióticos e outras substâncias químicas que possam fazer mal à nossa saúde.

Em reportagem especial feita pela equipe de jornalismo da Mega, você vai acompanhar a entrevista com a nutricionista Tatiana Sarmento, falando sobre a importância da carne na alimentação do brasileiro, especialmente no Mato Grosso do Sul.

Também conversamos com o Superintendente Federal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Celso Martins sobre a quais aspectos a tecnologia mais avançada tem beneficiado a nossa produção nesses setores de pecuária e agricultura.

E ainda, com um dos diretores do Sicadems (Sindicato das Indústrias de Frios, Carnes e Derivados de Mato Grosso do Sul), Regis Luis Comarella, do frigorífico Boibras, avaliando o atual quadro econômico para o setor e possíveis impactos futuros com a chegada da carne sintética no mercado.

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