12 Evidências da cosmologia terraplanista hebraica no Evangelho de João

O Evangelho de João é um dos mais conhecidos e amados livros da Bíblia. E arriscamos dizer que a principal razão é por conter o mais citado, repetido e memorizado resumo do Evangelho em um único versículo: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” João 3:16.

E a cosmologia original bíblica de três níveis está bem evidente também nele: “Porque Deus [que mora nos Céus] amou o mundo [a humanidade, que está sobre a terra] de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça [no ABISMO para sempre], mas tenha a vida eterna.”  

Outros versículos preciosos e importantes do Evangelho de João que precisamos citar nesta introdução à confirmação da cosmologia hebraica da Terra plana no Evangelho de João, são estes que afirmam o poder libertador da Verdade e indicam a Palavra de Deus como sua fonte:

“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” João 8:32.

“Santifica-os na tua verdade; a tua palavra é a verdade.” João 17:17.

A Verdade que nos faz livres — em todos os sentidos possíveis! — é o que a Bíblia diz. Não o que líderes religiosos, filósofos ou cientistas dizem. É o que Deus diz na Bíblia. Note: Não é o que a Bíblia significa, mas o que a Bíblia diz!

Em nossos dias, pastores e intelectuais, que até se dizem criacionistas, pretendem impor outro significado ao que a Bíblia diz, desde o Gênesis, sobre a Criação. Usam teorias e hipóteses científicas como critério para interpretar a Bíblia, colocando a Palavra de Deus, abaixo da palavra de homens. Não aceitam simplesmente o que a Bíblia diz e ousam atribuir outro significado às palavras do Eterno. Para eles, verdade é o que entendem que a Bíblia significa e não o que a Bíblia diz.

Maus exemplos

Michelson Borges, Eduardo Lutz e outros pseudo-criacionistas são exemplos dessa técnica diabólica de manipulação da Palavra de Deus, para fazê-la amoldar-se à Ciência. Conforme já denunciamos inúmeras vezes, é como se pretendessem reescrever a Bíblia, corrigindo a Revelação.

“No princípio, houve a grande explosão e, assim, criou Deus os céus e a Terra.  A Terra ficou sem forma e vazia por bilhões de anos até que Deus decidiu formatá-la para a vida. Essa ‘terra-formação’ (não exatamente criação) durou sete dias, mas não foi bem como Moisés descreveu… O Sol já existia e, no primeiro dia não foi criada a luz, mas apenas ajustado o movimento de rotação da Terra… No segundo dia, Deus criou a atmosfera e, no quarto dia, melhorou a visibilidade para que os astros pudessem ser observados… ”

É isso que Borges e Lutz pregam como Verdade em nossas igrejas, auditórios e pela internet, desprezando a cosmologia hebraica do Universo.  Não percebem que essa mudança de cosmovisão é parte de um grande plano maligno para apagar as origens judaicas do cristianismo, desenvolvido por agentes satânicos infiltrados na própria Igreja, ao longo dos séculos.

Desvalorizaram o Antigo Testamento hebraico, com suas leis e instruções, como se houvesse se tornado obsoleto e pudesse ser descartado como Escritura sem valor. Desapareceram com os originais e cópias em hebraico do Evangelho de Mateus. Apagaram da História os nomes hebraicos de Yeshua e Míriam, sua mãe, substituindo-os por Jesus e Maria. Alteraram o dia hebraico de guarda, do sábado (shabbat, descanso) para domingo (“dia do Senhor”) ou sunday (“dia do Sol”) em inglês.

Multiplicaram o Deus hebraico por três com a doutrina da Trindade, igualando-O às tríades divinas dos cultos pagãos. Fizeram da Páscoa hebraica uma data ligada ligada aos cultos de fertilidade. Em lugar das festas hebraicas, incentivaram a comemoração de festas do calendário pagão como o Natal (Dia do nascimento do Sol Invicto) e outras. Por último, destruíram a crença no Céu como a casa de Deus, transformando este mundo, ao qual Deus amou de tal maneira que nos deu o Seu Filho unigênito para que tenhamos vida eterna, em um minúsculo grão de poeira cósmica vagando por um Universo em expansão…

Operação Paperclip

Faltou falar sobre a tentativa de extermínio do próprio povo judeu através de Hitler e outros grupos até o dia de hoje. Aliás, para a criação da Agência Espacial Norte Americana, o governo dos Estados Unidos aproveitou mão de obra de cientistas nazistas, que cooptou através da Operação Paperclip.

“Originalmente chamada de Operação Overcast, a Operação Paperclip foi o nome de código da operação realizada pelo serviço de inteligência militar dos Estados Unidos para cooptar e levar aos Estados Unidos cientistas especializados em foguetes (V-1, V-2), eletro-gravitação, armas químicas, e medicina da Alemanha com o colapso do governo nacional socialista após a Segunda Guerra Mundial.

“Apesar de não se qualificarem para um visto de entrada nos EUA, pois haviam servido a causa nazista durante a Segunda Guerra Mundial, esses cientistas (dentre eles Wernher von Braun) e suas famílias foram secretamente levados para os Estados Unidos, com o conhecimento e aprovação do Departamento de Estado norte-americano.” Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Operação_Paperclip

Antissemitismo no Evangelho de João?

O próprio Evangelho de João tem sido usado por esses agentes do Mal para tentar fazer parecer que os cristãos primitivos se opunham ao judaísmo e, implícita e consequentemente, à sua cosmovisão.

“É notável que, em João, a comunidade parece definir-se principalmente em contraste com o judaísmo, e não como parte de uma comunidade cristã mais ampla. Embora o cristianismo tenha começado como um movimento dentro do judaísmo, ele se separou gradualmente do judaísmo por causa de mútua oposição entre as duas religiões.

“João, que geralmente descreve os oponentes de Jesus simplesmente como ‘os judeus’, é mais consistentemente hostil aos ‘judeus’ do que qualquer outro livro do Novo Testamento.

“O historiador e ex-sacerdote católico romano James Carroll afirma: ‘O clímax deste movimento vem no capítulo 8 de João, quando Jesus é retratado como denunciando ‘os judeus’ que estavam reunidos no Templo como descendentes de Satanás’. Em João 8:44, Jesus diz aos judeus: ‘Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele.’ Em 8:38 e 11:53, ‘os judeus’ são retratados como cidadãos com desejo de matar a Jesus.

“No entanto, Carroll adverte que esta e outras declarações semelhantes no Evangelho segundo Mateus e na Primeira Epístola aos Tessalonicenses devem ser vistas como ‘evidência não do ódio dos judeus, mas dos conflitos sectários entre os judeus’ nos primeiros anos da igreja cristã.

“Conforme observado pelo estudioso do Novo Testamento Obrey M. Hendricks, Jr.: ‘Embora sua interpretação mordaz sobre os judeus tenha aberto acusações a João de antissemitismo, uma leitura cuidadosa revela que ‘os judeus’ são uma designação de classe, não uma religião ou agrupamento étnico, em vez de denotar adeptos do judaísmo em geral, o termo refere-se principalmente às autoridades religiosas hereditárias do Templo’.

“Nos séculos seguintes, João foi usado para apoiar a polêmicas antissemitas, mas o autor do Evangelho se considerava como um judeu, defendeu Jesus e seus seguidores como judeus, e provavelmente escreveu para uma comunidade em grande parte judaica.

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Evangelho_segundo_João

Pouca gente percebe que a rejeição e mesmo a ridicularização da cosmologia hebraica e evidentemente bíblica da Terra plana, coberta por um domo sólido acima da qual está a morada de Deus e abaixo da qual está o abismo, é um último estágio da conspiração satânica para desconstruir o cristianismo original judaico e substituí-lo por outro “cristianismo” paganizado e romano, sincrético e ecumênico, oposto ao que a Bíblia diz.

Aos adeptos desse cristianismo falso, que coloca as interpretações e elocubrações humanas acima da Palavra de Deus, Jesus Cristo, cujo nome em hebraico é Yeshua Hamashiach, volta a dizer como registrou o apóstolo Yohanam, a quem chamamos João: “Vós adorais o que não sabeis; nós adoramos o que sabemos porque a salvação vem dos judeus.” João 4:22

Cosmologia hebraica no Evangelho de João

Sabemos que, a começar pelo Pentateuco e todos os livros do Antigo Testamento, a Bíblia é a fonte de verdade, acima de qualquer outra, para quem adora o Deus verdadeiro, Deus de Abraão, Isaque e Jacó, o Deus de Israel. Sua mensagem é a verdade que liberta. E em oposição à verdade da Palavra de Deus, desde o Éden, surge a palavra do “engano” ou “mentira” da Serpente, que se manifestou exatamente na árvore da Ciência do bem e do mal.

“E disse o Senhor Deus à mulher: Por que fizeste isto? E disse a mulher: A serpente me enganou, e eu comi.” Gênesis 3:13. Essa é a primeira vez que esse verbo aparece na Bíblia e, coincidentemente, essa palavra no original vem da raiz hebraica נָשָׁא (NASA) que significa “engano”, “ilusão” ou “mentira”. Para o judeu Yeshua Hamashiach, o Diabo é, portanto, o pai da NASA. 

“Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira.” João 8:44.

Lembre-se que a primeira mentira ou engano satânico surgiu exatamente da interpretação ou manipulação da Palavra de Deus. A Serpente propôs um outro significado para o que Deus havia dito sobre o fruto proibido da Árvore da Ciência. Mas a verdade, como dissemos no início deste texto, está no que a Bíblia diz e não no que a Bíblia significa. Para Jesus, vale o que “está escrito”. Para o Diabo, vale a interpretação. “É assim que Deus disse?” Gênesis 3:1. E dê-lhe exegese e hermenêutica, bem ao estilo Lutzciferiano…

Na introdução do Evangelho de João, Jesus é descrito como a Palavra ou Verbo de Deus e posteriormente Ele próprio se apresenta como a personificação da Verdade. “Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.” João 14:6. Por isso, afirmou também que o pai da mentira e príncipe deste mundo nada tinha com Ele. “Já não falarei muito convosco, porque se aproxima o príncipe deste mundo, e nada tem em mim.” João 14:30.

Sendo Ele próprio a Verdade personificada, Jesus Cristo jamais apoiaria com Suas palavras uma mentira ou inverdade e isso inclui a cosmovisão hebraica do Universo. Assim, podemos afirmar com absoluta certeza que não apenas o apóstolo João cria na cosmologia de Seus antepassados, mas o próprio Filho de Deus a manteve e legitimou com Suas palavras. João, portanto, era terraplanista também porque creu em tudo que Jesus Cristo afirmou como parte de Sua cosmovisão de Filho de Deus e Criador de todas as coisas, sob as ordens do Pai.

A carta de Paulo aos Hebreus resume isto da seguinte forma: “Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também o mundo. O qual, sendo o resplendor da sua glória, e a expressa imagem da sua pessoa, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, havendo feito por si mesmo a purificação dos nossos pecados, assentou-se à destra da majestade nas alturas.Hebreus 1:1-3. 

O gráfico acima ilustra a a cosmovisão da fé, que Deus quer que tenhamos como realidade e que não pode estar baseada em mentiras, ou inverdades, como se fosse fruto da desinformação dos autores bíblicos, incluindo o próprio Filho de Deus. Se o mundo fosse esférico e girasse enquanto avança na imensidão do Universo como ensina a pseudo-Ciência, não haveria céu nem céus acima de nós, onde está a casa do Pai e de onde Jesus Cristo veio.

Para quem imagina viver na casquinha de um globo rodopiante, só existe espaço — e não céu! — ao redor de seu mundo e isso nega o conceito bíblico de universo estruturado em três níveis, que coloca os Céus, morada de Deus, acima do firmamento, através do qual voam as aves e no qual foram fixados os astros. Vivemos sobre a terra, porção seca, que emergiu da água por ordem de Deus, fundamentada sobre colunas ou pilares que nos separam do abismo, abaixo de nós, onde estão as fontes das águas.

É a esse Deus, que está acima de nós e criou essa estrutura a quem devemos adorar, como escreveu o próprio apóstolo João em outro de seus livros, mediante “revelação de Jesus Cristo, a qual Deus lhe deu, para mostrar aos seus servos as coisas que brevemente devem acontecer; e pelo seu anjo as enviou, e as notificou a João seu servo; O qual testificou da palavra de Deus, e do testemunho de Jesus Cristo, e de tudo o que tem visto” (Apocalipse 1:1-2):

“E vi outro anjo voar pelo meio do céu, e tinha o evangelho eterno, para o proclamar aos que habitam sobre a terra, e a toda a nação, e tribo, e língua, e povo, Dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é vinda a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.” Apocalipse 14:6-7.

O testemunho de João Batista e de Jesus

1. João Batista afirmou ter visto o Espírito de Deus descer do Céu: 

“E João testificou, dizendo: Eu vi o Espírito descer do céu como pomba, e repousar sobre ele.” João 1:32.

2. Jesus Cristo disse que os Céus se abrem e os anjos descem e sobem para atuar sobre a terra:

“Jesus respondeu, e disse-lhe: Porque te disse: Vi-te debaixo da figueira, crês? Coisas maiores do que estas verás. E disse-lhe: Na verdade, na verdade vos digo que daqui em diante vereis o céu aberto, e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do homem.” João 1:50,51

3. Jesus Cristo afirmou que Ele próprio desceu do Céu e para lá retornou, segundo o Evangelho de João:

“Se vos falei de coisas terrestres, e não crestes, como crereis, se vos falar das celestiais? Ora, ninguém subiu ao céu, senão o que desceu do céu, o Filho do homem, que está no céu.” João 3:12,13

4. Jesus Cristo foi enviado do Céu para salvar nosso mundo:

“Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele.” João 3:17.

5. João Batista reafirma a procedência celeste de Jesus Cristo:

“João respondeu, e disse: O homem não pode receber coisa alguma, se não lhe for dada do céu.” João 3:27.

“Aquele que vem de cima é sobre todos; aquele que vem da terra é da terra e fala da terra. Aquele que vem do céu é sobre todos.” João 3:31,

6. Jesus Cristo se compara ao maná, o pão do Céu, dizendo quer desceu de lá:

“Nossos pais comeram o maná no deserto, como está escrito: Deu-lhes a comer o pão do céu. Disse-lhes, pois, Jesus: Na verdade, na verdade vos digo: Moisés não vos deu o pão do céu; mas meu Pai vos dá o verdadeiro pão do céu. Porque o pão de Deus é aquele que desce do céu e dá vida ao mundo.” João 6:31-33,

“Porque eu desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou.” João 6:38.

“Murmuravam, pois, dele os judeus, porque dissera: Eu sou o pão que desceu do céu. E diziam: Não é este Jesus, o filho de José, cujo pai e mãe nós conhecemos? Como, pois, diz ele: Desci do céu?” João 6:41,42.

“Vossos pais comeram o maná no deserto, e morreram. Este é o pão que desce do céu, para que o que dele comer não morra. Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém comer deste pão, viverá para sempre; e o pão que eu der é a minha carne, que eu darei pela vida do mundo.” João 6:49-51

“Este é o pão que desceu do céu; não é o caso de vossos pais, que comeram o maná e morreram; quem comer este pão viverá para sempre.” João 6:58.

7. Jesus Cristo anunciou que retornaria para o Céu, subindo para junto do Pai, em desafio à suposta “Lei da Gravidade”:

“Sabendo, pois, Jesus em si mesmo que os seus discípulos murmuravam disto, disse-lhes: Isto escandaliza-vos? Que seria, pois, se vísseis subir o Filho do homem para onde primeiro estava?” João 6:61,62

8. Jesus Cristo quando orava, olhava para cima, confirmando a realidade da cosmologia hebraica, segundo a qual Deus é o “Pai nosso que está  nos Céus”:

“Tiraram, pois, a pedra de onde o defunto jazia. E Jesus, levantando os olhos para cima, disse: Pai, graças te dou, por me haveres ouvido.” João 11:41.

9. A voz de Deus podia ser ouvida diretamente do Céu, em resposta às orações de Jesus:

“Agora a minha alma está perturbada; e que direi eu? Pai, salva-me desta hora; mas para isto vim a esta hora. Pai, glorifica o teu nome. Então veio uma voz do céu que dizia: Já o tenho glorificado, e outra vez o glorificarei.” João 12:27,28.

10. Jesus Cristo confirmou ser o Céu, lugar onde Deus mora, uma realidade e prometeu preparar-nos um lugar por lá:

“Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar. E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também.” João 14:1-3.

11. Jesus conversava com o Pai, assumindo que estavam em andares ou níveis diferentes de realidade, mas próximos. Assim, para Ele, a oração é comunicação vertical, entre a terra e o Céu:

“Jesus falou assim e, levantando seus olhos ao céu, e disse: Pai, é chegada a hora; glorifica a teu Filho, para que também o teu Filho te glorifique a ti.” João 17:1.

“Eu glorifiquei-te na terra, tendo consumado a obra que me deste a fazer.” João 17:4.

12. Jesus Cristo mantinha essa cosmovisão de Céu acima e terra abaixo, sempre muito clara e presente em Suas falas:

“Respondeu Jesus: Nenhum poder terias contra mim, se de cima não te fosse dado; mas aquele que me entregou a ti maior pecado tem.” João 19:11.

“Disse-lhe Jesus: Não me detenhas, porque ainda não subi para meu Pai, mas vai para meus irmãos, e dize-lhes que eu subo para meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus.” João 20:17.

E com estas doze evidências reunidas no Evangelho de João, estamos concluindo esta série de textos em que demonstramos a cosmologia hebraica presente, ainda que de forma implícita para alguns, nas  falas dos discípulos, Jesus Cristo e outros personagens do Novo Testamento. Todos eles eram terraplanistas em sua concepção do Universo, fundamentados na revelação divina do Antigo Testamento.

Destacamos, porém, que o próprio Senhor Jesus Cristo, Filho de Deus e Criador dos Céus e da terra, confirmou a cosmovisão hebraica em Seus ensinos e profecias, concluindo: “Se não fosse assim, eu vo-lo teria dito”. Não podia haver nada que o ligasse ao pai da Mentira e do engano (NASA, em hebraico). Ele próprio era a Verdade personificada e não permitiria que a Palavra do Pai contivesse inverdades, ainda que com Seu propósito fosse o de instrução espiritual e não uma explicação científica do Universo, como sugerem teólogos atuais. 

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2 thoughts on “12 Evidências da cosmologia terraplanista hebraica no Evangelho de João

  1. onde está a referência sobre a “terra plana” ? nem o melhor malabarismo interpretativo consegue visualizar a menor indicação de “”terra plana “”nesses textos… Essa obstinada afirmação sobre esse assunto, só serve para denegrir o próprio site. Atacam a Nasa, etc, mas esquecem que não é só a Nasa que enviam foguetes, satélites, etc, etc , agências espaciais Japonesa, chinesa, israelense, russa, francesa, TODAS elas divulgam imagens que aparece a REDONDEZA da terra. que interesse surreal teria uma conspiração internacional em fraudar imagens da terra redonda? é quase uma loucura insistir nesse tema.

    1. “Terra plana” é uma expressão que se utiliza para referência a toda a cosmologia hebraica, que inclui uma superfície plana, apesar do relevo acidentado, que emergiu da água no terceiro dia da criação como “porção seca”. Essa face da terra (solo, chão, território) está coberta por um domo sólido que, segundo o Gênesis e o livro de Jó, entre outros livros, separou as águas de baixo das águas de cima. Essa é a cosmovisão bíblica e do próprio Senhor Jesus Cristo. Não aceitá-la é um direito seu, mas o ensino bíblico permanece terraplanista. Pesquise mais e vai ver que a expressão “redondeza” usada em traduções de Isaías 40:22, significa círculo, disco, ou, no máximo, cúpula, que se desenha com um compasso, sobre a qual está o trono de Deus, que nos vê como a gafanhotos.

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