LEI DOMINICAL POSSÍVEL: Decreto sugerido pela OMS sobrepõe-se à Constituição

Esta agressão de guardas municipais contra um mulher em praça pública em Araraquara, SP, revela que estamos sob uma Nova Ordem Mundial, onde a Ciência se sobrepõe à Justiça e derruba por terra direitos e garantias individuais asseguradas pela Constituição. Quando falávamos em uma lei que, no futuro, imporia descanso (cessação de atividade) fora do sétimo dia recomendado por Deus, diziam-nos que isso jamais seria possível, pois iria contrariar a Constituição de países como os Estados Unidos e o Brasil. Quem governa o mundo hoje é a Elite demoníaca, através da ONU e sua Organização Mundial de Saúde (OMS).

Apesar da evidente agressão de vários homens e uma mulher contra outra mulher, o site G1 da Rede Globo noticiou esse absurdo da seguinte forma: “VÍDEO: mulher morde guarda e é detida após abordagem por descumprir decreto em Araraquara”. E resumiu assim o ocorrido: “Decreto impede acesso a praças na quarentena do coronavírus. Silvana Tavares Zavatti disse que fazia exercícios sozinha e que mordeu a agente porque não conseguia respirar. Polícia apura.”

De acordo com o boletim de ocorrência, a empresária Silvana Tavares Zavatti, de 44 anos, estava na Praça dos Advogados, localizada na Avenida Napoleão Selmi Dei, quando foi abordada por três guardas municipais, que solicitaram a saída dela do espaço com base no decreto municipal.

A medida “proíbe acesso da população aos equipamentos públicos, parques e praças municipais de lazer, desporto e cultura”.

A administradora de empresas se recusou a sair alegando respaldo no “direito de ir e vir”, da Constituição Federal, e permaneceu no local.

Segundo o B.O., os guardas solicitaram a presença do coordenador executivo de Segurança Pública, Tenente Eudes Abraão, que deu voz de prisão à Silvana. Ela resistiu, foi imobilizada, algemada e levada até à delegacia. Silvana foi liberada em seguida.

Após ser apresentada na delegacia, a administradora de empresas alegou que estava na praça fazendo a sua caminhada sozinha para aumentar a imunidade e afirmou estar inconformada com a forma que foi tratada.

“Eu sou uma pessoa livre, eu estava fazendo apenas atividade física, não tinha necessidade de fazer toda essa agressão, cinco pessoas em cima de mim, eu estou toda machucada, eu não conseguia nem respirar, foi a hora que eu mordi a GCM”, contou.

O advogado de Silvana, Marcelo Monje, repudiou a forma que o coordenador executivo de Segurança Pública de Araraquara conduziu a ação contra a sua cliente.

“O Sr. Eudes chegou, deu voz de prisão e, com todo o seu peso e força física, ele montou em cima da vítima e pisou no calcanhar dela. Veio um [guarda] e deu um mata leão nela, a agente pegou no braço dela para torcer para colocar algema”, contou.

Segundo o advogado, foi solicitado corpo de delito em Silvana para comprovar as agressões. Ela deve dar depoimento na delegacia na quinta-feira (16).

A administradora de empresas Silvana Tavares Zavatti disse que mordeu guarda porque não conseguia respirar ao ser imobilizada em Araraquara — Foto: A Cidade ON/Araraquara

No Ceará…

A ditadura do governo mundial da Organização Mundial de Saúde aboliu e já não respeita a Constituição brasileira.

1 comentário em “LEI DOMINICAL POSSÍVEL: Decreto sugerido pela OMS sobrepõe-se à Constituição”

  1. Todos os araraquarenses deveriam ir para aquela praça interditada e desafiar as autoridades reivindicando seus direitos constitucionais?
    Essa mulher que se achou a “dona” da praça, com toda a sua impáfia, se achando “todapoderosa” e resolveu desacatar as autoridades, por acaso estava usando o seu direito de escolher servir a Deus ou obedecer as leis?
    As leis que não são oposição à Lei de Deus, podem e devem ser desrespeitadas?
    O incentivo à desobediência civil é uma orientação Divina?
    O direito deve ser igual para todos, então todos os habitantes da cidade tem o direito de fazer o que bem quiserem, ou não?
    Será que só alguns que se acham melhores do que os outros é que podem ter o direito que bem quiserem?

Deixe uma resposta