Teriam os Estados Unidos dado vida à imagem chinesa da besta romana?

As “bestas” ou “feras” das visões proféticas dadas a Daniel ou reveladas ao apóstolo João no Apocalipse representam impérios, reinos ou potências com poderes político-econômicos e autoridade religiosa. Nestes últimos dias, temos identificado dois deles como sendo o Vaticano (besta que emerge do mar) e Estados Unidos (besta que sobe da terra).

A uma cópia ou imagem da besta romana, à qual a segunda besta (Estados Unidos) dá vida ou condição de existir e dominar sobre a humanidade, temos identificado como uma nova situação, que surgiria de uma suposta união do protestantismo americano com o catolicismo romano para impor a observância obrigatória do domingo como dia santificado em lugar do sábado.

Ora, se a primeira e a segunda bestas são potências político-econômicas com autoridade religiosa, por que essa terceira besta, que é uma cópia da primeira, não seria uma terceira potência político-econômica viabilizada pelos Estados Unidos? Neste caso, suspeitamos que a China, dirigida pelo Partido Comunista Chinês, por várias razões, pode ser a tal cópia ou imagem da besta perseguidora romana, viabilizada economicamente pelos Estados Unidos.

Com esse apoio político-econômico dos Estados Unidos e parceria com o Vaticano que já existe, o Partido Comunista Chinês imporá seu domínio totalitarista e ateu sobre o mundo pós-pandemia — como já está acontecendo no Brasil! — e imporá seus valores e religião ateísta sobre quase todos até que seja destruída e ocorra a sua ruína.

Neste caso, a queda da Babilônia de Apocalipse 18 poderia ser também uma descrição da derrocada da potência político-econômica da China, cuja autoridade e tirania religiosa já descrevemos também aqui, em textos que se referem à substituição do próprio Deus pelo Partido Comunista Chinês, proibição da Bíblia original (substituída por um livro que mistura cristianismo e confucionismo), mudança e substituição dos Dez Mandamentos por textos comunistas, entre outras práticas.

Se assistir com atenção e sabedoria vinda do alto ao vídeo acima, além de ler outros textos que publicamos e publicaremos sobre o assunto, perceberá que o fim do reinado dessas bestas parece estar muito mais próximo que a adição de uma lei que obrigue a adoração aos domingos, mas não proíba a santificação do sétimo dia. Os santos dos últimos dias são identificados como guardadores de todos os mandamentos de Deus, acima dos valores, regras e imposições humanas, preservando a fé destemida e corajosa de Jesus, que não Se amedrontou e enfrentou a própria morte para fazer a vontade divina e manter a lealdade a Deus, Seu Pai.

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