Bolsonaro, parcerias, a pandemia da COVID-19 e a invasão chinesa no Brasil… Sai dela, povo meu!

ANTES DA PANDEMIA

“China faz parte do futuro do Brasil”, diz Bolsonaro com Xi Jinping

Durante encontro, os governos assinaram oito acordos e memorandos nas áreas de política, economia, agricultura, transporte, saúde e cultura.

Publicado em 13 nov 2019, 15h34

O presidente Jair Bolsonaro recebeu em 13 de novembro de 2019, o presidente da China, Xi Jinping, em Brasília e afirmou que o país asiático “cada vez mais faz parte do futuro do Brasil”. Em um encontro de cerca de 40 minutos, os líderes discutiram formas de ampliar e diversificar o comércio entre as nações.

“O nosso governo vai, cada vez mais, tratar com o devido carinho, respeito e consideração esse gesto do governo chinês”, disse Bolsonaro, após a reunião. “Essa relação bilateral em várias áreas, inclusive com aceno de agregarmos valor ao que produzimos, é muito bem-vinda”, afirmou o presidente, ao lado de Xi.

Xi Jinping avaliou como positivos os esforços do governo brasileiro para o desenvolvimento socioeconômico do Brasil e disse que a China quer fortalecer a amizade e cooperação, bem como aumentar e melhorar o comércio e os investimentos no país.

“Uma cooperação baseada no respeito mútuo”, completou o presidente chinês.

Xi destacou a relação que classificou como “extraordinária” da China com o Brasil, que apontou como os principais mercados emergentes no mundo atualmente.

A China é o principal destino das exportações brasileiras, mas o comércio até hoje é basicamente concentrado em commodities, especialmente soja e minério de ferro. O governo brasileiro tenta há bastante tempo ampliar a pauta para incluir mais manufaturados e aumentar o valor agregado das exportações.

O encontro com o presidente chinês acontece à margem da Cúpula do Brics –grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul– e é a primeira das quatro bilaterais que Bolsonaro terá com os países do bloco.

Acordos

Durante o encontro, Brasil e China assinaram oito acordos e memorandos de entendimento nas áreas de política, economia, comércio, agricultura, inspeção sanitária, transporte, saúde e cultura.

Entre os atos assinados estão protocolos sanitários para exportação de pera da China ao Brasil e de melão do Brasil para a China. Também foi firmado um plano de ação na área de agricultura, de 2019 a 2023, nas áreas de políticas agrícolas; inovação científica e tecnológica; investimento agrícola; comércio agrícola; entre outras.

No setor de transporte, foi assinado memorando de entendimento para o compartilhamento de boas práticas, políticas públicas e estratégias para o seu desenvolvimento. Prioritário para o Brasil, o governo entende que pode se beneficiar da experiência dos chineses, considerando que a China é uma das líderes mundiais no setor.

Ambiente favorável

Brasil e China querem ainda criar um ambiente favorável para o comércio e investimento no setor de serviços e encorajar o investimento do setor privado. Outro ato assinado estabelece uma plataforma de intercâmbio de informações e cooperação para fomentar investimentos. A China é uma das principais origens de Investimentos Estrangeiros Diretos (IEDs) no Brasil, que se concentraram nas áreas de energia (geração e transmissão elétrica, além de óleo e gás) e infraestrutura (portuária e ferroviária).

Também foi assinado um tratado que permitirá a transferência de pessoas condenadas para o território do outro país. Nesse caso, cumpridos certos requisitos, brasileiros condenados na China poderão cumprir a pena no Brasil e vice-versa.

Na área cultural, o Ministério da Cidadania e o China Media Group (CMG) querem promover o intercâmbio de filmes e programas televisivos, bem como festivais de cinema brasileiro na China e festivais de cinema chinês no Brasil, para divulgação recíproca de filmes. De acordo com o governo brasileiro, pretende-se, ainda, iniciar conversas sobre a possibilidade de se estabelecer um canal de televisão por assinatura dedicado exclusivamente a programas e filmes sino-brasileiros.

O encontro entre os dois chefes de Estado ocorre menos de um mês depois de o presidente Jair Bolsonaro visitar a China. Na ocasião, também foram assinados atos em política, ciência e tecnologia e educação, economia e comércio, energia e agricultura.

Bolsonaro e Xi Jinping assinaram oito acordos entre Brasil e China

Em encontro no Salão do Povo em Pequim, presidente brasileiro disse que ‘parte considerável do Brasil’ precisa dos chineses

Publicado em 25 out 2019, 11h08

Durante a visita de Jair Bolsonaro ao presidente Xi Jinping na sexta-feira, 25 de outubro de 2019, China e Brasil assinaram oito protocolos nas áreas de infraestrutura, agropecuária, energia e educação. Os acordos foram fechados no encontro no Salão do Povo, em Pequim, depois de uma longa cerimônia em que os dois líderes passaram em revista às tropas na Praça da Paz Celestial.

Durante a reunião, Bolsonaro disse que estava ansioso para visitar a China –principal parceiro comercial do Brasil– porque está interessado em fortalecer o comércio e ampliá-lo para novos horizontes. “Hoje podemos dizer que uma parte considerável do Brasil precisa da China, e a China também precisa do Brasil”, afirmou.

“A China está disposta a importar mais produtos de alta qualidade e produtos de alto valor agregado do Brasil, que atendam às necessidades do mercado chinês”, disse a CCTV estatal, citando Xi.

O presidente brasileiro ainda convidou a China para participar do megaleilão de petróleo do pré-sal, que será realizado no início de novembro, e ressaltou a importância dos investimentos chineses para a economia brasileira.

“Aproveito a oportunidade para convidar a China para participar do maior leilão que se tem notícia, que é o leilão de óleo e gás”, disse.

O leilão, que será realizado em 6 de novembro, irá ofertar volumes excedentes do contrato da chamada cessão onerosa. O governo espera arrecadar cerca de 106 bilhões de reais em bônus de assinatura, com a negociação de quatro ativos.

Entre as 14 empresas habilitadas a participar do certame já estão duas companhias chinesas, a China National Offshore Oil Corporation (CNOOC) e a China Southern Petroleum Exploration and Development Corporation (CNODC).

Acordos

Um dos protocolos assinados, de exportação de carne bovina termoprocessada, estabelece os requisitos sanitários para a exportação do produto à China. Em 2018, o Brasil exportou 557 milhões de dólares em carne bovina processada ao mercado chinês.

Há também um protocolo sanitário para exportação de farelo de algodão, usado para ração. A China importou 4 bilhões de dólares da commodity no ano passado, segundo o governo brasileiro.

Os dois países assinaram ainda um ato de cooperação de energia renováveis e um acordo para que a empresa chinesa State Grid Corporation opere a linha de transmissão entre a Hidrelétrica de Xingu e o Rio de Janeiro. O ato para incrementar a presença chinesa no etanol brasileiro deve ficar para novembro, quando Xi Jinping vai ao Brasil para a cúpula dos Brics.

O Brasil firmou ainda dois atos na área de educação, para o intercâmbio de jovens estudantes e para a cooperação entre a Capes e a Fundação Nacional de Ciência Natural da China (NSFC).

Também foram assinados acordos para a facilitação dos trâmites nas aduanas entre os dois países e para tornar regulares os contatos entre as chancelarias dos dois países.

Na quinta-feira 24, Bolsonaro disse que iria isentar turistas e empresários chineses da necessidade de obter visto para ingressar no país, durante encontro com empresários em Pequim. O Ministério de Relações Exteriores, porém, imediatamente corrigiu que não se trata de isenção, mas de facilitação de concessão do visto, que deverá ser estendida aos indianos.

Bolsonaro foi recebido por Xi em grande cerimônia com revista de tropas na Praça da Paz Celestial, onde fica o Salão do Povo. Após o encontro de cerca de uma hora, o presidente brasileiro foi aplaudido por crianças, enquanto uma banda do Exército chinês tocava o hino nacional brasileiro.

“Visita oficial à China: foram assinados vários atos na área de infraestrutura e agricultura, além de termos convidado para a participação da China no megaleilão de óleo e gás”, disse Bolsonaro em publicação no Twitter acompanhada de um vídeo do encontro que teve com Xi Jinping.

Durante o encontro, o líder brasileiro ainda presenteou o mandatário da China com um agasalho do clube carioca Flamengo, finalista da Libertadores. Bolsonaro disse que esse é o “melhor time brasileiro do momento”.

Bolsonaro viajou a Pequim com a intenção de atrair investimentos chineses para o Brasil e refazer a imagem na relação com o país, a quem acusou, durante a campanha presidencial, de querer “comprar o Brasil”.

Além de ser o maior parceiro comercial do Brasil, a China e a maior fonte de investimento estrangeiro no país. No ano passado, o comércio bilateral cresceu para um recorde de 100 bilhões de dólares. Os dois países também fazem parte do grupo dos Brics, que reúne também Rússia, Índia e África do Sul.

Com a guerra comercial entre Washington e Pequim, as importações chinesas de produtos agrícolas dos Estados Unidos caíram de 19,5 bilhões de dólares em 2017 para pouco mais de 9 bilhões de dólares no ano passado, criando um déficit entre a oferta e a demanda de produtos-chave como a soja.

O Brasil já é a maior fonte de importação de soja da China, segundo a consultora agrícola Trase. (Com Reuters e AFP)

Fontes:

https://veja.abril.com.br/mundo/bolsonaro-e-xi-jinping-assinam-oito-atos-entre-brasil-e-china/

https://veja.abril.com.br/mundo/china-cada-vez-mais-faz-parte-do-futuro-do-brasil-diz-bolsonaro-com-xi/

DURANTE A PANDEMIA

…COVID-19 e a invasão chinesa no Brasil

Relação dos países, organizações e indivíduos e sua atitude com relação ao PCC é proporcional à gravidade da epidemia

Em resposta à pandemia do vírus do PCC o Brasil fechou muitas atrações conhecidas além da fronteira e aconselhou o público a reduzir as viagens. Na imagem, o terminal de ônibus do Tietê, o maior terminal de passageiros da América Latina, em 19 de março de 2020 

Por Yu Qingxin

Depois que o primeiro caso do vírus do PCC foi diagnosticado no Brasil no final de fevereiro deste ano, a epidemia continuou se intensificando. A mídia britânica noticiou em 1º de maio que o cemitério de São Paulo, a maior cidade do Brasil, estava cavando mais de 13.000 túmulos, e uma pessoa estava sendo enterrada a cada 5 minutos. Desde 13 de maio, existem mais de 10.000 casos diagnosticados todos os dias, mais de 20.000. No dia 24, o Brasil tinha 349.113 casos confirmados e 22.165 mortes, tornando-se o segundo mais alto do mundo depois dos Estados Unidos (China e Irã não foram incluídos nesta comparação devido à ocultação séria de dados).

Muitas pessoas perguntaram: por que o vírus do PCC é tão sério no Brasil e agora não está diminuindo, mas aumentando?

As medidas de prevenção de epidemias em São Paulo são as mais precoces e rigorosas, mas a epidemia é a mais grave.

O novo presidente, Jair Messias Bolsonaro, sempre discordou do fechamento do país, “relutante em encerrar a economia por causa da epidemia”. Ele defendeu a retomada do trabalho e foi contra muitos.

João Doria, o governador de São Paulo, é contrário ao presidente em sua atitude ao lidar com a epidemia e anunciou o bloqueio, isolamento, fechamento de lojas e quarentena em todo o estado muito cedo afirmando que “Saúde, medicina e ciência são os determinantes de nossas ações”.

No entanto, São Paulo, onde a epidemia começou, tornou-se um centro nacional de tempestades epidêmicas no início de abril. Nos hospitais onde os recursos médicos eram escassos, mais de 3.000 funcionários do hospital foram isolados e mais de 700 foram diagnosticados. No final de abril, o número de casos confirmados no estado representava um terço do país e o número de mortos ultrapassava 40% do país.

De acordo com um relatório do dia 23, a fotografia aérea mostrou que inúmeras sepulturas haviam sido escavadas no cemitério local. Os trabalhadores continuaram a trabalhar. Os membros da família só podiam lamentar por alguns minutos no cemitério. Alguém os incentivava a ir embora enquanto o corpo entrava no cemitério.

São Paulo e Xangai são cidades com um bom relacionamento. Em 6 de abril, o Partido Comunista Chinês realizou o “Concurso de Vídeo de Intercâmbio de Experiências Xangai-São Paulo contra a Nova Pneumonia de Coronavírus”. Após o evento, o surto de São Paulo continuou a subir.

São Paulo, que ocupa muitos primeiros indicadores, também possui o primeiro Instituto Confúcio do Brasil. O Instituto Confúcio da Universidade Estadual de São Paulo foi inaugurado em 2008. O parceiro chinês é a Universidade Hubei.

Entre os 10 Institutos Confúcios no Brasil, o de São Paulo é o “mais ativo” e o mais acompanhado pelo PCC. Em 2009, foi publicado o novo livro “Nós e a China“, editado pelo professor Paulino, do Decano da Palestina do Instituto Confúcio. Vinte artigos incluídos no livro “Contam histórias chinesas, transmitem vozes chinesas e exibem imagens chinesas”. Mas é preciso substituir “China” por “PCC” nesta publicação.

Nos últimos 11 anos, o Instituto Confúcio de São Paulo recrutou quase 13.000 estudantes e montou 16 locais de ensino chinês, distribuídos em 13 cidades de São Paulo e cidades vizinhas. Em 2016, o Instituto Confúcio da Universidade do Estado de São Paulo foi selecionado como um dos 13 Institutos-piloto culturais de Confúcio do mundo, e até o momento realizou muitos eventos culturais de alto nível com importante influência social.

Sob a grande epidemia, o PCC não relaxou sua operação do Instituto Confúcio. Em março deste ano, seis estudantes de graduação da Universidade de Hubei foram levados às pressas para o Instituto Confúcio, em São Paulo, em nome da promoção do chinês. Eles entraram às pressas no Brasil antes do bloqueio.

Após a ocorrência do surto, em termos de métodos antiepidêmicos, é importante o isolamento e o bloqueio ou retomar o trabalho? As duas opiniões divergentes geraram inúmeras desavenças.

De fato, a tendência da epidemia de São Paulo mostrou que a praga é inseparável do Partido Comunista Chinês. Países do mundo todo também confirmam o fato de que quem estiver próximo ao PCC terá uma epidemia grave. A ação antiepidêmica só pode ser eficaz se for baseada na premissa de rejeitar o PCC. Taiwan é o melhor exemplo. O emaranhamento das duas opiniões acima não é o cerne do problema. O artigo especial do Epoch Times apontou que o vírus veio contra o Partido Comunista e limpou o PCC e seus fatores. A relação de todos os países, organizações e indivíduos e sua atitude com o PCC é proporcional à gravidade da epidemia.

Embaixador chinês acusa publicamente parlamentar e a família do presidente

Em 2020 o vírus do PCC invadiu o Brasil, e o filho do presidente Jair Bolsonaro, o senador Eduardo Bolsonaro disse no Twitter que “este é o vírus chinês”. Em resposta, o PCC se irritou e o embaixador Yang Wanming se manifestou e culpou publicamente a família do presidente pela  acusação.

Esse tipo de “guerra de lobo” deixou os brasileiros perplexos e o embaixador até exclamou: “Eu nunca vi um ministro das Relações Exteriores insultando nosso chefe do parlamento desta forma!” “Esta é uma declaração de guerra contra o Brasil!”

A arrogância do embaixador do PCC no Brasil é precisamente o resultado do profundo cultivo de relações do PCC no Brasil por muitos anos.

O Brasil estabeleceu relações diplomáticas com o Partido Comunista Chinês em 1974. Durante os 13 anos de governo do partido político de esquerda (PT) em 2003, as relações entre os dois países se desenvolveram rapidamente. Em 2004, foi estabelecido o Alto Comissariado de Coordenação e Cooperação China-Paquistão (COSBAN). Em 2012, o relacionamento entre os dois países foi aprimorado para uma “parceria estratégica global” e foi assinado um plano de cooperação de 10 anos (2012-2021). Depois de mais de uma década de influxo de capital chinês e da penetração das más ideias do PCC, o Brasil gradualmente ficou vermelho.

O presidente Bolsonaro, que assumiu o cargo em 2019, descreveu o PCC como um “predador” que tentou se agarrar à salvação da economia nacional do Brasil durante a campanha eleitoral, dizendo que “o povo chinês não está comprando coisas no Brasil, está comprando todo o Brasil!” Ele prometeu erradicar a ideologia comunista e estabelecer uma ordem nacional ortodoxa. O slogan da campanha de Bolsonaro era “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos” e ele ganhou muitos eleitores por isso.

Durante a campanha, o próprio Bolsonaro sofreu uma tentativa de assassinado em 6 de setembro de 2018 quando levou uma facada no abdômen. O autor da facada tinha sido membro do partido político de extrema esquerda PSOL (Partido Socialista Liberal, um partido mais radical derivado do Partido dos Trabalhadores) de 2007 a 2014.

Parece que não apenas a esquerda socialista brasileira odiava o presidente Bolsonaro, mas o Partido Comunista Chinês agora o considera um espinho nos olhos. O Partido Comunista Chinês não conseguiu combatê-lo, por isso tem provocado alienação, incitando o ressentimento dos brasileiros em relação ao presidente e usando a oposição para destruir Jair Bolsonaro.

A mídia oficial do Partido Comunista Chinês fez reportagens negativas sobre o presidente, incluindo texto e fotos, e tem feito todo o possível para denegri-lo. Não apenas a CCTV News, a agência estatal de notícias Xinhua, mas também o Observatório Militar do Sul, etc., participam da guerra.

O “Lancet” no exterior parece estar cooperando com essa ofensiva. No dia 8 de maio, ele publicou um editorial dizendo: “Talvez a maior ameaça à resposta do Brasil à nova epidemia de coronavírus seja o presidente Bolsonaro”. No dia seguinte, a publicação do Lancet virou manchete em vários meios de comunicação na China e no exterior.

Em 2019, o Presidente Bolsonaro assumiu um país desordenado e totalmente infiltrado pelo PCC. Diante de uma enorme lacuna de financiamento, contando com os muitos anos de comércio do PCC e vários contratos ruins assinados … Agora que está enfrentando um vírus devastador do PCC, poderia ele ainda cumprir a promessa de “sair da recessão econômica brasileira” feita durante a campanha?

Mesmo diante da supressão do presidente Bolsonaro pelo PCC, ele na realidade não aderiu à política do partido. O leilão do 5G chinês do Brasil foi adiado várias vezes. Na última vez, o governo adiou o leilão do 5G chinês até 2021, alegando que o governo temia que a rede 5G interferisse na transmissão de antenas de satélite que atualmente transmitem sinais de TV no Brasil.

O Brasil ainda não assinou o acordo de cooperação “Um Cinturão, Uma Rota” com o Partido Comunista Chinês. Os dois acordos com os quais o PCC se preocupa mais ainda não foram firmados, o que provavelmente está relacionado à desaprovação do presidente Bolsonaro com relação ao PCC, sendo um empecilho à sua atuação.

Se for esse o caso, é uma bênção para o Brasil. Portanto, os brasileiros não devem ser enganados pelo PCC e atacar seu presidente eleito, devem apontar as armas para o PCC maligno, porque o PCC é a desgraça dos brasileiros. O caso da morte súbita do ex-presidente do Senado do cenário político tcheco é um assunto no qual todos os governos e cidadãos devem ter cuidado. O PCC agora parece estar irado e insano.

O Brasil caiu na armadilha “Um Cinturão, Uma Rota”

Embora o Brasil ainda não tenha assinado o acordo de cooperação “Um Cinturão, Uma Rota”, a situação real das relações bilaterais China-Brasil já coincidiu amplamente com a iniciativa “Um Cinturão, Uma Rota”. O Partido Comunista da China tem se relacionado com o Brasil há muitos anos e está usando o mercado e os fundos para atrair a economia brasileira de maneira abrangente, tentando se tornar a salvação da economia brasileira.

A China é o maior parceiro comercial do Brasil. De 2003 a junho de 2018, as empresas chinesas investiram quase US$ 54 bilhões em aproximadamente 100 projetos no Brasil. Somente em 2017, o investimento chinês chegou a US$ 11 bilhões.

Em termos de conectividade e instalações, a construção de infraestrutura no Brasil é outra área central para a China investir no Brasil após indústrias extrativas e agricultura. A China participou da construção de uma série de projetos de infraestrutura, como usinas hidrelétricas, aeroportos, terminais e linhas de transmissão brasileiras.

Em 2018, o China Merchants Port concluiu a aquisição do Porto de Paranaguá, o segundo maior porto do Brasil, e também criou o maior projeto de aquisição e fusão de portos no Brasil e na América Latina.

Em termos de financiamento, a China se tornou uma importante fonte de investimento estrangeiro no Brasil. Segundo estatísticas oficiais brasileiras, de 2003 a 2018, o investimento real da China no Brasil foi de cerca de US$ 69,2 bilhões, enquanto o ponto de partida em 2003 foi de apenas US$ 54 milhões.

Em termos de ideologia, o PCC construiu 10 Institutos Confúcio e 4 Salas de Aula Confúcio no Brasil, que ficou em primeiro lugar na América Latina. Os think tanks e universidades brasileiras estabeleceram vários centros de pesquisa e equipes de projetos chineses para promover a compreensão do Brasil pela China por meio de publicidade e promoção. O número de brasileiros que vão à China para estudar e viajar também aumentou rapidamente, e o número de universidades chinesas que oferecem cursos de português chegou a mais de 30.

O Brasil possui muitos recursos minerais e petrolíferos. Depois do influxo de capital do PCC, os recursos foram extraídos e transportados. No entanto, o benefício do desenvolvimento econômico local foi muito pequeno, pois movimentava grandes quantias de dinheiro e corrompeu funcionários do governo brasileiro. Dois presidentes anteriores foram investigados por casos de corrupção no Brasil.

Uma grande estação de tratamento de água chinesa é construída em área verde de São Paulo

Em maio de 2018, a China Gezhouba Group Overseas Investment Company adquiriu, através de sua subsidiária brasileira, 100% do capital do Sistema Produtor São Lourenço SA, pertencente às brasileiras Camargo Correa Group e Andrade Gutierrez Group, e adquiriu direitos de concessão relacionados à São Lourenço. A capacidade diária de abastecimento de água da usina é de 410.000 toneladas, o que pode atender às necessidades de 1,5 milhão de pessoas.

Um ano depois, uma grande estação de água se estabeleceu na área verde do subúrbio de Booklín Paulista, estado de São Paulo, com o nome da empresa chinesa. Em 14 de maio de 2019, a Financial News informou que “as empresas chinesas ajudam a solucionar a escassez de água no estado de São Paulo”. Ela mostrou “a boa imagem das empresas chinesas e destacou a iniciativa Um Cinturão, Uma Rota”. Fusões e aquisições de usinas de água são um projeto-chave da iniciativa “Um Cinturão, Uma Rota”, com um investimento total de aproximadamente US$ 860 milhões, ocupando o 36º lugar no Relatório de 100 M & A da Yijie Hurun China de 2017.

O Partido Comunista Chinês se gabou de que este era um “projeto básico importante para promover o desenvolvimento econômico local e a melhoria da subsistência das pessoas em São Paulo” e de que fez uma “grande ação” para o povo brasileiro. Ninguém acredita na retórica do PCC, mas o governo brasileiro acredita: como é possível que a economia nacional e o meio de vida das pessoas, como a água doméstica das pessoas, sejam controlados pelo estrangeiro PCC?

Pois não é verdade que o Partido Comunista Chinês tem cobiçado o Brasil por muitos anos! Como todos sabem. Depois que o ambiente externo muda, o Partido Comunista Chinês vira as costas. Em um incidente como o que o embaixador comunista chinês Yang Wanming repreendeu os políticos brasileiros a estação de abastecimento de água foi fechada e ocorreu um problema com o suprimento de água de 1,5 milhão de pessoas na área local.

Esta situação revela que o PCC é de fato um “predador” tentando se agarrar à salvação da economia nacional do Brasil.

O PCC não apenas precisa investir nos recursos de que necessita, mas também precisa intervir na economia local, desde participar de ações até se tornar um dos principais acionistas e, finalmente, comprar todas as fusões e aquisições.

Os brasileiros devem ver a essência do problema: a iniciativa “Um Cinturão, Uma Rota” não é um projeto em que todos saem ganhando: o Partido Comunista Chinês é um controle secreto dos países participantes. Abraçar o “Cinturão e Rota” é o mesmo que atrair lobos para a sala.

Conclusão

O Partido Comunista da China tem se relacionado profundamente com o Brasil e trabalha duro há muitos anos para atrair o Brasil para estabelecer uma parceria estratégica, tentando construir uma base antiamericana no quintal dos Estados Unidos no intuito de levar os países latino-americanos a competir com os Estados Unidos. O Brasil foi profundamente infiltrado pelo Partido Comunista Chinês e ficou profundamente preso a ele, e também foi profundamente afetado por ele. A epidemia refletiu com precisão essa relação de causa e efeito.

Houve uma decisão importante na história brasileira que foi a independência em 1822. Naquela época, Dom Pedro I não estava disposto a obedecer ao domínio colonial português que prometeu “independência ou morte”, e o Brasil finalmente conquistou sua independência. Graças aos esforços de Pedro e seu filho Pedro II, a indústria agrícola e de pastoreio do Brasil dobrou, a população dobrou e a construção de ferrovias, navios, estradas e telecomunicações começavam e terminavam. O ouro, o pau-rosa e outros ativos do Brasil deixaram de ser explorados pela Europa. Essa foi uma escolha de sucesso.

Hoje, quase duzentos anos depois, o Brasil enfrenta escolhas históricas mais severas. Logo, ficar longe do maléfico e ateu PCC é a solução certa para o Brasil sair dessa situação.

Fonte: https://www.epochtimes.com.br/bolsonaro-covid-19-e-a-invasao-chinesa-no-brasil/

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