Vídeo 5 — Almirante norte-americano encontrou-se com o “Príncipe deste mundo” no portal da Terra Oca e soube de seus planos

Terra Oca — O Mundo Subterrâneo dos Anjos Caídos:

Base bíblica

“Para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra…” — Filipenses 2:10

“E ninguém no céu, nem na terra, nem debaixo da terra, podia abrir o livro, nem olhar para ele.” — Apocalipse 5:3

“E ouvi a toda a criatura que está no céu, e na terra, e debaixo da terra, e que estão no mar, e a todas as coisas que neles há, dizer: Ao que está assentado sobre o trono, e ao Cordeiro, sejam dadas ações de graças, e honra, e glória, e poder para todo o sempre.” Apocalipse 5:13

“E disse o Senhor ao adversário: Donde vens? E o adversário responde a Jeová e diz: De ir e vir na terra e de subir e descer nela.” Jó 1:7, tradução literal de Young.

“Como caíste desde o céu, ó Lúcifer, filho da alva! Como foste cortado por terra, tu que debilitavas as nações! E tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu, acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono, e no monte da congregação me assentarei, aos lados do norte. Subirei sobre as alturas das nuvens, e serei semelhante ao Altíssimo. E contudo levado serás ao inferno, ao mais profundo do abismo.” — Isaías 14:12-15.

“E perguntou-lhe Jesus, dizendo: Qual é o teu nome? E ele disse: Legião; porque tinham entrado nele muitos demônios. E rogavam-lhe que os não mandasse para o abismo.” — Lucas 8:30,31.

“Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela.” — Mateus 16:18

“Ora, isto — ele subiu — que é, senão que também antes tinha descido às partes mais baixas da terra?” — Efésios 4:9.

“Porque também Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus; mortificado, na verdade, na carne, mas vivificado pelo Espírito; No qual também foi, e pregou aos espíritos em prisão; Os quais noutro tempo foram rebeldes, quando a longanimidade de Deus esperava nos dias de Noé, enquanto se preparava a arca; na qual poucas (isto é, oito) almas se salvaram pela água…” — 1 Pedro 3:18-20.

“Eles que terão de prestar contas àquele que é competente para julgar vivos e mortos.Pois, para este fim, o evangelho foi pregado também a mortos, para que, mesmo julgados na carne segundo os homens, vivam em espírito segundo Deus.” — 1 Pedro 4:5,6.

“Pois Deus não poupou anjos quando pecaram, mas, lançando-os no inferno, prendeu-os com correntes de escuridão, reservando-os para o juízo. E ele não poupou o mundo antigo, mas preservou Noé, pregador da justiça, e mais sete pessoas, quando fez vir o dilúvio sobre o mundo de ímpios.” — 2 Pedro 2:4,5.

E aos anjos que não guardaram o seu principado, mas deixaram a sua própria habitação, reservou na escuridão, e em prisões eternas até ao juízo daquele grande dia; Assim como Sodoma e Gomorra, e as cidades circunvizinhas, que, havendo-se corrompido como aqueles, e ido após outra carne, foram postas por exemplo, sofrendo a pena do fogo eterno…” — Judas 1:6,7.

“E o quinto anjo tocou a sua trombeta, e vi uma estrela que do céu caiu na terra; e foi-lhe dada a chave do poço do abismo. E abriu o poço do abismo, e subiu fumaça do poço, como a fumaça de uma grande fornalha, e com a fumaça do poço escureceu-se o sol e o ar.

E da fumaça vieram gafanhotos sobre a terra; e foi-lhes dado poder, como o poder que têm os escorpiões da terra. E foi-lhes dito que não fizessem dano à erva da terra, nem a verdura alguma, nem a árvore alguma, mas somente aos homens que não têm nas suas testas o selo de Deus.

“E foi-lhes permitido, não que os matassem, mas que por cinco meses os atormentassem; e o seu tormento era semelhante ao tormento do escorpião, quando fere o homem. E naqueles dias os homens buscarão a morte, e não a acharão; e desejarão morrer, e a morte fugirá deles.

“E o parecer dos gafanhotos era semelhante ao de cavalos aparelhados para a guerra; e sobre as suas cabeças havia umas como coroas semelhantes ao ouro; e os seus rostos eram como rostos de homens. E tinham cabelos como cabelos de mulheres, e os seus dentes eram como de leões.

“E tinham couraças como couraças de ferro; e o ruído das suas asas era como o ruído de carros, quando muitos cavalos correm ao combate. E tinham caudas semelhantes às dos escorpiões, e aguilhões nas suas caudas; e o seu poder era para danificar os homens por cinco meses. E tinham sobre si rei, o anjo do abismo; em hebreu era o seu nome Abadom, e em grego Apoliom.” — Apocalipse 9:1-11

[Daqui pra frente, tenha cuidado com a leitura! Textos publicados apenas para análise.]

AGHARTHA e o vôo de exploração sobre o Pólo Norte – Interior da Terra – Meu Diário Secreto, por Richard E.Byrd (Fevereiro-Março de 1947) 

Fonte: http://www.thenewearth.org/InnerEarth.html

Richard Evelyn Byrd, Jr. (Winchester, 25 de outubro de 1888 – Boston, 11 de março de 1957) foi um almirante da Marinha dos Estados Unidos, como oficial naval foi um especialista em explorações. Recebeu a Medalha de Honra, a condecoração mais elevada dada pelos Estados Unidos da América, e foi um pioneiro da aviação, exploração polar e organização logística de expedições polares. Voos em que serviu como navegador e líder de expedição cruzaram o Oceano Atlântico, um segmento do Oceano Ártico e um segmento da Antártida. Byrd alegou que suas expedições foram as primeiras a alcançar tanto o Polo Sul quanto o Polo Norte pelo ar. No entanto, a afirmação de ter chegado ao Polo Norte é contestada[1].

Família – Descendência
Byrd nasceu em Winchester, Virginia, filho de Esther Bolling e Richard Evelyn Byrd, Sr.. Ele foi descendente de uma das primeiras famílias da Virgínia. Entre seus ancestrais estão John Rolfe e sua esposa Pocahontas, William Byrd II, que fundou Richmond, e Robert “King” Carter, um governador colonial. Foi irmão do governador da Virgínia e senador Harry F. Byrd, figura importante do Partido Democrático da Virgínia entre os anos 1920 e 1960.

Casamento
Em 20 de Janeiro de 1915, Byrd casou-se com Marie Donaldson Ames. Anos depois ele nomearia uma região da Antártida descoberta por ele como Marie Byrd Land em sua homenagem. Eles tiveram quatro filhos – Richard Evelyn Byrd III, Evelyn Bolling Byrd Clarke, Katharine Agnes Byrd Breyer e Helen Byrd Stabler. Por volta de 1924 sua família mudou-se para Boston, onde residiu pelo resto de sua vida[2].

Educação
Cursou a Academia Naval dos Estados Unidos em Annapolis, obtendo o seu brevê em 1916. Frequentou a escola de voo da Marinha e ao final da Primeira Grande Guerra comandou uma unidade aérea na Nova Escócia. Iniciou as atividades que o tornariam famoso na expedição de D. B. MacMillan à Groenlândia em 1924 e sobrevoou o Polo Norte com o piloto Floyd Bennett em 1926.

Período na Marinha
Em 8 de junho de 1912, Byrd graduou-se na Academia Naval e foi comissionado como porta-bandeira na Marinha americana. Em 14 de Julho de 1912, ele foi atribuído ao navio de batalha USS Wyoming e posteriormente ao USS Dolphin, estando em serviço na intervenção americana em Veracruz, Mexico no ano de 1914[3].

Em 15 de março de 1916, Byrd foi aposentado por razões médicas após uma lesão que sofreu a bordo do Dolphin. Ele foi imediatamente promovido a tenente e designado como inspetor e instrutor da Milícia Naval de Rhode Island em Providence, Rhode Island[4]. Em 14 de Dezembro de 1916 ele foi comissionado como comandante na Milícia Naval de Rhode Island[5]. Em 25 de Abril de 1928 ele foi promovido a capitão em reconhecimento de seu voo ao Polo Norte em 1926[6].

Richard E. Byrd Monumento Histórico, Estação McMurdo, Antártica. Busto de bronze em mármore preto, 5 pés de altura x 2 pés quadrados, em plataforma de madeira, com inscrições que descrevem as realizações polares de Richard Evelyn Byrd. Erigido na estação McMurdo em 1965.

Antártica
Seu maior prestígio veio quando o mesmo organizou uma expedição científica de exploração da Antártica, nas proximidades do Polo Sul. Passou o inverno voando a identificar vários pontos do território e em 1928, fundou a base Little America, na Baía das Baleias. Em voo pilotado por Bernt Balchen voou ao Polo Sul em 1929 e as experiências e conhecimentos adquiridos lhe permitiram as demais viagens ao continente Antártico.

Em 1930, já almirante, retornou à Antártica no comando de uma expedição de 50 homens e entre 1933 e 1934 fez vários sobrevoos no continente, fez diversos experimentos meteorológicos e geológicos e descobriu as montanhas Edsel Ford e a Terra de Marie Byrd. Na sequência, visando estudos meteorológicos, permaneceu cinco meses sozinho em uma tenda, a 198 km a sul da base Little America. Passou ali a longa noite polar e sua experiência foi descrita em seu livro “Sozinho” (Alone). Em 1946 comandou mais uma grande expedição, com quatro mil homens e muitos recursos materiais. Mapeou o continente gelado e buscou minerais, dentre eles o Urânio.

Foram cinco suas expedições ao continente austral, entre a primeira de 1929 e a última em 1956. Entre 1946 e 1947, levou adiante a grande operação chamada High Jump (Pulo Alto), durante a qual descobriu e cartografou 1 390 000 km² de território antártico. Em 1955 realizou a expedição Deep Freeze também na Antártica, tendo voado pela última vez sobre o polo austral em 1956.[7]

Outros feitos
Byrd chegou a competir com Charles Lindbergh pela primeira travessia do Atlântico norte, mas um acidente que feriu seu piloto Floyd Bennett o impediu de sobrepujar Lindbergh em 1927. Porém, ainda no mesmo ano, com Balchen como piloto, completou a travessia Nova Iorque – Normandia.

Recebeu diversas medalhas por heroísmo em combate, por suas expedições e descobertas. Participou como piloto de guerra na Segunda Guerra Mundial na Europa e no Pacífico

Morte
Byrd morreu durante seu sono em 11 de março de 1957, em decorrência de um problema cardíaco, em sua casa em Boston[8]. Ele foi enterrado no Cemitério Nacional de Arlington[9].

Referências:

  1. Sale, Richard; Lewis, Madeleine (2005). Explorers. Virginia: Smithsonian. pp. 34;
  2. Rose, Lisle A. (29 de junho de 2013). Explorer: The Life of Richard E. Byrd (em inglês). [S.l.]: University of Missouri Press. ISBN 9780826266439
  3. Navy Register, 1914. pg. 64
  4. Navy Register, 1917. pg. 196.
  5. Report of the Adjutant General of Rhode Island. 1917.
  6. Report of the Adjutant General of Rhode Island. 1929.
  7. http://www.dec.ufcg.edu.br/biografias/RichaEve.html
  8. The New York Timesthe New York Timesthe New York Timesthe New York Times (12 de março de 1957). «Admiral Byrd Dies at 68; Made 5 Polar Expeditions; Admiral Flew Over Both Poles and Helped Establish Antarctic as a Continent BYRD DIES AT 68; POLAR EXPLORER 5 Arctic and Antarctic Trips Provided Groundwork for U.S. Defense Concepts Frigid Testing Ground First Trip in 1928-29 Born in Virginia Polar Flight Eclipsed Work Under Federal Auspices». The New York Times. ISSN 0362-4331
  9. Patterson, Michael Robert. «Richard Evelyn Byrd, Rear Admiral, United States Navy». www.arlingtoncemetery.net. Consultado em 16 de maio de 2017

Palavras do próprio Almirante Richard EByrd em seu Diário: 

– Devo escrever este diário em segredo e na obscuridade. Trata-se de meu vôo sobre a região do Ártico do dia dezenove de fevereiro do ano de Mil Novecentos e Quarenta e Sete (19/02/1947). Chega um momento em que a racionalidade dos homens deve desaparecer na sua insignificância e é preciso aceitar a inevitabilidade da Verdade! Eu não tenho a liberdade de divulgar a seguinte documentação até o momento … talvez ela nunca verá a luz do escrutínio público, mas eu devo cumprir meu dever de escrever para que todos possam ler o seu conteúdo um dia. Em um mundo de ganância e exploração, a humanidade já não pode ou não tem o direito de suprimir aquilo que é verdade. 

almirante-byrd

RICHARD EVELYN BYRD (25/10/1888 – 11/03/1957) Almirante da Marinha dos EUA foi um aviador, pioneiro e explorador dos dois polos, que sobrevoou o Pólo Norte em 9 de maio de 1926, e dirigiu numerosas expedições à Antártida, sobretudo um vôo sobre o Pólo Sul em 29 de novembro de 1929. Foram cinco suas expedições ao continente austral/Antártida, entre a primeira em 1929 e a última em 1956. Entre 1946 e 1947, levou adiante a grande operação chamada HighJump (que visava expulsar alemães remanescentes do nazismo de uma base alemã do pólo sul-Neuschwabenland), durante a qual descobriu e cartografou 1.390.000 km2 de território antártico. Em 1955 realizou a expedição Deep Freeze também na Antártica, tendo voado pela última vez sobre o polo austral em 1956.

Logística de vôo: Campo Base no Círculo Polar Ártico, 19/02/1947: 

06:00 Horas – Todos os preparativos estão completos para o nosso vôo para o Pólo Norte eestamos no ar com os tanques cheios ás 06:10 horas. 

06:20 Horas – mistura de combustível no motor de estibordo parece muito rica, feitos os ajustese os motores Pratt & Whittney estão funcionando sem problemas. 

07.30 Horas – Verificação do Rádio com o acampamento base. Tudo está bem e a recepção de rádio é normal. 

07:40 Horas – Notamos leve vazamento de óleo no motor de estibordo, entretanto o indicador de pressão do óleo parece normal. 

08:00 Horas – uma leve turbulência, vinda de leste a uma altitude de 2.321 pés, após correção para 1.700 pés, sem turbulência, mas aumenta o vento na cauda, ligeiro ajuste nos controles do acelerador, aeronave voa muito bem agora. 

08:15 Horas- Verificação de Rádio com acampamento base, situação normal. 

08:30 Horas– Encontramos  turbulência mais uma vez, aumentamos à altitude para 2900 pés, condições de vôo suave novamente. 

09:10 Horas – Imensa cobertura de gelo e neve abaixo, observo a coloração amarelada da natureza  que se dispersam em um padrão linear. Alterar o rumo para uma melhor análise deste padrão de cor abaixo, notei cor avermelhada ou roxo também. Circulo nesta área dando duas voltas completas e retorna à bússola para atribuído localização. Checagem de posição novamente com o Acampamento Base, e transmitimos as informações sobre as colorações no gelo e neve vistos abaixo. 

09:10 Horas – A Bússola e o giroscópio do nosso avião começam a girar e oscilar, não somos mais capazes de manter o nosso rumo por instrumentação. Prosseguimos nosso rolamento nos posicionando pelo Sol, mas tudo ainda parece bem. Os controles aparentemente estão ficando lentos em reagir e na qualidade das informações, mas não há indicação de congelamento deles! 

09:15 Horas – Vimos há distância o que parece ser montanhas. 

09:49 Horas – Já se passaram 29 minutos de tempo de vôo decorrido desde o primeiro avistamento das montanhas, isso não é nenhuma ilusão. Elas são montanhas e que se situam em um pequeno intervalo sem gelo que eu nunca havia visto antes! 

09:55 Horas – Uma mudança de altitude para 2.950 pés encontrou forte turbulência novamente. 

10:00 Horas – Estamos atravessando a pequena serra e ainda seguindo para o norte da melhor forma que pode ser verificado. Além das montanhas existe o que parece ser um vale com um pequeno rio ou riacho que atravessa a sua parte central. Não deveria haver nenhum vale verde embaixo de nós, apenas gelo! Algo está definitivamente errado e anormal aqui! Deveríamos estar sobre muito gelo e neve! Para o bombordo vemos grandes florestas nas encostas das montanhas. Nossos instrumentos de navegação ainda estão girando e o giroscópio está oscilando para trás e para frente, descontrolado! 

10:05 Horas – Altero a altitude para 1400 pés e executamos uma curva acentuada à esquerda para examinar melhor o vale abaixo. É verde com musgo ou um tipo de cobertura com grama rala. A luz aqui parece diferente. Eu não posso mais distinguir o Sol, a sua localização. Fazemos outra curva à esquerda e vemos o que parece ser um grande animal de algum tipo abaixo de nós. Parece ser um elefante! NÃO! Parece mais um MAMUTE! Isto é incrível! No entanto, aí está ele pastando! Diminui a altitude para 1000 pés e peguei os binóculos para examinar melhor o animal. Confirma-se – é definitivamente um animal do tipo dos MAMUTES, vivo! Transmito esta notícia para o Acampamento Base. 

10:30 Horas – Encontramos mais colinas verdes agora. O indicador de temperatura externa lê 74 graus Fahrenheit (primaveris 23,30° Celsius em pleno Círculo Polar Ártico, próximo ao Pólo Norte), um absurdo para o gelado Pólo Norte! Continuando a nossa posição agora. Instrumentos de navegação parecem normais agora. Estou intrigado com suas ações. Tentativa de contato com o acampamento base. Agora o rádio não está mais funcionando! 

11:30 Horas – O campo relvado abaixo está mais plano e normal (se é que posso usar essa palavra normal). Adiante vemos o que parece ser uma cidade!! Isso é impossível perto do Pólo Norte! O avião parece leve e estranhamente flutuante. Os controles do avião de repente se recusam a responder! 

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Crianças acendem velas em símbolo em forma de suástica, um símbolo hindu sagrado, entre outras coisas, de prosperidade, na véspera do festival hindu de Diwali na Índia em novembro de 2004 – Ajay Verma / Reuters

Meu DEUS! Do lado de fora de nosso avião e na direção da asa à boreste estão um tipo estranho de aeronaves nos acompanhando (UFOs). Eles estão fechando rapidamente ao nosso lado! Elas tem o formato de um disco e tem uma superfície com  qualidade radiante emanando deles. Eles estão agora suficientemente perto para se ver as marcas neles. É um tipo de Swastika! (1)

Isso é fantástico. Onde estamos! O que aconteceu. Eu puxo os controles de meu avião novamente. Eles não respondem!! Estamos presos com nosso avião em algum tipo de controle externo! 

11:35 Horas – Nosso rádio crepita e uma voz fala em Inglês com o que talvez seja um ligeiro sotaque nórdico ou germânico! A mensagem é: “Bem-vindo, Almirante, ao nosso domínio. Vamos desembarcar em exatamente sete minutos! Relaxe, almirante, você está em boas mãos.” Observo os motores do nosso avião que pararam de funcionar! A aeronave está sob algum controle estranho e externo e está fazendo uma curva. Os controles do avião estão inúteis. 

11:40 Horas – Outra mensagem de rádio recebida. Começamos agora o processo de aterrissagem, e em momentos o avião treme um pouco e começa a descer, como se houvesse sido apanhado num enorme elevador invisível! O movimento para baixo é insignificante, epousamos com apenas um ligeiro solavanco, apesar do avião aparentemente ter feito tudo sozinho! 

11:45 Horas – Estou fazendo uma última anotação apressada em nosso diário de voo. Vários homens estão se aproximando à pé de nosso avião, em direção a nossa aeronave. Eles são altos, com cabelos loiros. Há distância existe uma grande cidade, reluzente, cristalina pulsando com matizes de todas as cores do arco-íris. Eu não sei o que vai acontecer agora, mas não vejo sinais de armas nos seres que se aproximam. Ouço agora uma voz ordenando-me para abrir a porta de carga. Eu o obedeço e o cumprimento. 

Registro Final

A partir deste ponto eu escrevo todos os acontecimentos seguintes de memória. Todos os fatos  desafiam a imaginação e parecem loucura, como se não tivessem acontecidos. O radiotelegrafista e eu somos retirados da nossa aeronave e somos recebidos de uma forma mais cordial possível. Fomos então embarcados em um tipo de transporte como uma plataforma flutuante, sem rodas! Ela se move e nos leva em direção à brilhante cidade com grande rapidez. A medida que nos aproximamos, a cidade parece ser feita de um material tipo cristal. Logo chegamos a um grande edifício que é de um tipo que eu nunca havia visto antes. Parecia assim como recém saído da prancheta futurista de Frank Lloyd Wright, ou talvez mais corretamente, de um cenário espacial de Buck Rogers! Nos é oferecido um tipo de bebida quente, que tomamos e tinha gosto parecido com nada que eu já tivesse experimentado antes. É delicioso.

Após cerca de dez minutos, dois dos nossos anfitriões vieram aos nossos aposentos, anunciar que eu deveria acompanhá-los. Eu não tenho escolha senão obedecê-los. Deixo o meu operador de rádio para  trás e caminhamos uma curta distância e entramos no que parece ser um elevador. Descemos por alguns momentos, a máquina pára e a porta se abre silenciosamente! Passamos então por um longo corredor que é iluminado por uma luz cor de rosa que parece estar emanando das próprias paredes mesmo! Um dos seres faz um sinal para que paremos diante de uma porta grande. Em cima da porta há uma inscrição que não posso ler. A porta deslizou silenciosamente e eu fui convidado para entrar. Um dos meus anfitriões fala: 

– “Não tenha medo, Almirante, você deve ter uma audiência com o Mestre …” 

Eu entrei e meus olhos se ajustam à bela coloração da luz que parece estar enchendo a sala completamente. Então eu começo a enxergar no meu entorno. O que acolheu meus olhos é a mais bela vista da minha existência inteira. É de fato muito bonita e maravilhosa para descrever. Ela era requintada e delicada. Eu não acho que existe um termo humano em que eu posso descrevê-la em qualquer detalhe com justiça! Meus pensamentos são interrompidos de forma cordial por uma voz quente e rica de qualidade melodiosa: 

– “Dou-lhe as boas-vindas ao nosso domínio, Almirante. 

Eu vejo um homem com feições delicadas e com as marcas dos anos sobre o seu rosto. Ele está sentado em uma mesa longa. Ele me sinaliza em movimentos para eu me sentar em uma das cadeiras. Depois que me sentei, ele coloca as pontas dos dedos na mesa e sorri. Ele fala baixinho novamente, e transmite a seguir. 

– “Nós o deixamos entrar aqui porque você é de caráter nobre e bem conhecido no mundo da superfície, almirante Byrd.”  

– “No mundo da superfície?”, 

Eu perguntei em meio a um suspiro! 

 

– “Sim”,  Respondeu o Mestre com um sorriso, 

– “Você está no domínio dos Arianni, o Mundo Interior da Terra. Nós não tomaremos muito tempo da sua missão, e você vai ser seguramente escoltado de volta para a superfície até uma distância segura além daqui. Mas agora, Almirante, eu te direi por que você foi conduzido a vir aqui em nosso mundo. Nosso interesse em vocês começou justamente depois que sua raça explodiu as primeiras bombas atômicas sobre Hiroshima e Nagasaki, no Japão. Foi nesse momento alarmante que enviamos nossas máquinas voadoras, os “Flugelrads” (!!), ao seu mundo de superfície para investigar o que sua raça tinha feito. Que agora é, naturalmente, sua história passada, meu caro Almirante, mas eu devo continuar. 

Veja você, nós nunca interferimos antes em guerras entre vocês e na barbárie de sua raça na superfície, mas agora percebemos após vocês terem aprendido a mexer com um certo poder (explodir o átomo) que não é para o homem atual da superfície, a saber, o da energia atômica. Nossos emissários já entregaram mensagens para os poderes que governam o seu mundo, e ainda assim eles não nos atenderam. Agora você foi escolhido para ser testemunha aqui de que nosso mundo existe, de que é muito real. Perceba você Almirante e testemunhe ao seu governo que a nossa raça e cultura tem um avanço nas ciências que esta a milhares e milhares de anos além de sua raça humana da superfície.” 

Eu o interrompi: 

– “Mas o que isso tem a ver comigo, senhor?” 

Os olhos do Mestre pareciam penetrar profundamente na minha mente, e depois de me estudar por alguns momentos, ele respondeu: 

– “Sua raça atingiu agora o ponto de não retorno, pois há aqueles entre vocês que vão destruir o seu próprio mundo, em vez de renunciar ao seu ilusório poder sobre muitos, como eles sabem disso … “ 

Eu balancei a cabeça, e o Mestre continuou: 

– “Em 1945 e depois, tentamos entrar em contato com sua raça, mas os nossos esforços foram recebidos com hostilidade, as nossas aeronaves foram alvejadas. Sim, até perseguidas com maldade e animosidade pelos aviões de combate de suas forças armadas. Então, agora eu digo a você, meu filho, há uma grande tempestade se formando no seu Mundo, uma fúria negra que vai perdurar e persistir durante muitos anos (Essa declaração foi feita em 1947, há exatos 73 anos atrás).

Não haverá saída em suas mãos e braços, não haverá segurança na sua Ciência. Poderão sentir intensa raiva até que a última flor na sua cultura seja pisoteada, e todas as coisas humanas serão niveladas num vasto e último caos. A última guerra mundial  (NT- Ele se refere à recente Segunda Guerra Mundial, finalizada dois anos antes, em 1945)  foi apenas um prelúdio do que ainda está para vir para o seu futuro. Aqui nós vemos isso mais claramente acontecer a cada hora que passa.. vocês vão dizer que eu estou enganado? “ 

“Não”, eu respondi, “aconteceu uma vez antes, a Idade das Trevas veio, e ela durou mais de 500 anos.”Disse o Almirante Byrd. 

– “Sim, meu filho”, respondeu o Mestre, “a Idade das Trevas que virá agora para sua raça nas décadas seguintes, cobrirá a Terra como uma mortalha, mas acredito que alguns de sua raça vão sobreviver em meio à terrível tempestade, além disso, eu não posso dizer mais nada. Vemos a uma grande distância um novo mundo saindo das ruínas de sua raça, buscando seus lendários tesouros perdidos, e eles vão estar aqui, meu filho, seguros em nossa guarda. Quando esse tempo chegar, vamos avançar novamente para ajudar a reviver sua cultura e sua própria raça. 

Talvez, então, vocês terão aprendido a futilidade da guerra e suas lutas pelo resultado dela obtido: somente a morte e destruição… E depois desse tempo, alguns remanescentes da sua cultura e da sua ciência serão devolvidos para a sua raça de superfície para recomeçar tudo novamente, em novas bases. Você, meu filho, foi escolhido para retornar à sua civilização na superfície da Terra LEVANDO ESSA mensagem ao seu governo…” 

Com essas palavras finais, nosso encontro parecia no fim. Fiquei por um momento como em um sonho …. Mas, ainda assim, eu sabia que tudo aquilo era realidade, e por alguma estranha razão, inclinando-me ligeiramente para o Mestre, seja por respeito ou humildade, não sei qual, pois foi espontâneo.

De repente, eu estava novamente consciente de que os dois anfitriões bem apessoados que me trouxeram até aqui estavam ao meu lado. 

– “Almirante, por aqui por favor”, 

Seguido de um sinal. Me virei mais uma vez antes de sair e olhei para trás em direção ao Mestre. Um sorriso gentil estava estampado em seu rosto delicado e antigo. 

– “Adeus, meu filho”

Ele falou, seguido por um gesto feito com a mão, muito bonita e esbelta, ao mesmo tempo um movimento de paz e então o nosso encontro estava  realmente acabado. Rapidamente, nós andamos para trás através da grande porta da câmara do Mestre e mais uma vez, entramos no elevador. A porta deslizou silenciosamente para baixo e fomos logo indo para cima. Um dos meus anfitriões falou novamente: 

– “Precisamos agora lhes fazer apressar, como o Mestre deseja para não atrasar você mais ainda em relação ao seu horário programado da superfície e você deve retornar com a sua mensagem para a sua raça.” 

Eu não disse nada. Tudo isso era quase inacreditável, e mais uma vez meus pensamentos foram interrompidos quando paramos. Entrei no quarto e novamente estava com o meu rádio operador. Ele tinha uma expressão de ansiedade no rosto de expressão nervosa. Quando me aproximei, eu disse: 

– “Está tudo certo, Howie, está tudo certo.”

 Os dois seres nos levaram até o transporte que nos esperava, embarcamos, e logo chegamos ao nosso avião. Aparentemente os motores foram ligados e embarcamos imediatamente. Toda a atmosfera parecia carregada agora com um certo ar de urgência. Depois que a porta do avião foi fechada, o aparelho foi imediatamente levantado por aquela força invisível, independentemente de minha atuação nos seus controles, até atingirmos uma altitude de 2700 pés. Duas aeronaves deles estavam ao nosso lado, mantendo uma certa distância mas que nos conduziu ao nosso caminho de retorno ao nosso mundo na superfície. Devo declarar aqui, por mais absurdo que pareça, que o indicador de velocidade do meu avião nada registrava, ainda assim estávamos nos movendo a uma velocidade muito elevada. 

01:15 Horas – Ouvi uma mensagem pelo rádio. 

“Estamos lhes deixando agora, Almirante, seus controles do avião estão liberados novamente. Adeus !!!!” 

Nós assistimos por um momento como se as espaçonaves que nos escoltavam desaparecessem no céu azul pálido. Então de repente senti o nosso avião como se ele estivesse preso num vácuo, por um momento. Nós rapidamente recuperamos o seu controle. Nós não nos falamos durante algum tempo, cada homem com os seus próprios pensamentos …. 

 

Entrada no registro de voo continua: 

02:20 Horas – Estamos novamente sobre vastas áreas de gelo e neve, e cerca de 27 minutos desde o acampamento base. Nós enviamos uma mensagem de rádio, eles respondem. Relatamos todas as condições normais …. normal. O acampamento Base expressa alívio em nosso contato restabelecido (eu ainda não sabia, mas já se faziam 19 dias que estavam nos procurando, foi esse o tempo que passamos na Terra Interior). 

03:00 horas – Nós suavemente aterrissamos no Acampamento Base. Eu tenho uma missão ….. 

Entradas de registro final no diário:

Quando retornamos para a superfície já era o dia 11 de março de 1947. Inexplicavelmente tinham se passado 19 dias: Acabei de participar de uma reunião com Funcionários militares do Pentágono. Afirmei a minha descoberta e dei plenamente a mensagem do Mestre da Terra Interior. Tudo foi devidamente registrado e gravado. O presidente dos EUA foi aconselhado. Fui detido por várias horas [(seis horas, 39 minutos, para ser mais exato). NT. Um Almirante condecorado pela Marinha do seu próprio país.) Fui exaustivamente interrogado pelas Forças de Segurança Máxima dos EUA e por uma equipe médica. Foi uma provação pessoal para mim!! Fui colocado sob estrita vigilância pelo Serviço de Segurança Nacional dos Estados Unidos da América, como se eu fosse um louco qualquer. Eu sou obrigado a permanecer em silêncio em relação a tudo que vi e sobre todos com quem lá interagi, e sobre o que eu aprendi, em NOME DA HUMANIDADE dizem eles! Incrível! Lembro-me de que eu sou um militar e devo obedecer às ordens. 

30/12/1956: Registro Final no Diário:

Nestes últimos anos que decorreram desde 1947, eles não foram bons … eu agora faço a minha última anotação neste diário singular. Para encerrar, devo dizer que mantenho fielmente este segredo da maneira e de como tudo aconteceu durante todos estes anos. Isso foi completamente contra os meus valores de direito moral, esconder a verdade do público. Agora, parece-me pressentir a chegada da longa noite e esse segredo não morrerá comigo, mas como deve ser com toda a verdade, ela irá triunfar e assim será.

Isso pode ser a única esperança para a Humanidade. Eu vi a verdade e que acelerou o meu espírito e me libertou! Eu fiz o meu dever para com o monstruoso complexo militar industrial do meu país (EUA) durante toda a minha vida como militar. Agora, a longa noite começa a se aproximar, mas não haverá fim. Assim como a longa noite do Ártico terminar, o Sol brilhante da Verdade virá novamente …. e aqueles que são das trevas cairão em sua luz. Porque eu vi e lá estive, NA TERRA ALÉM DO PÓLO NORTE, NO CENTRO DO GRANDE DESCONHECIDO.

Almirante Richard Evelyn ByrdMarinha dos Estados Unidos, 24 de dezembro de 1956

Fonte: https://thoth3126.com.br/agharta-e-o-almirante-richard-e-byrd/

PRINCIPAIS AUTORES QUE FALARAM  DOS REINOS SUBTERRÂNEOS

Francis Bacon,  na Nova Atlântida  fala-nos da Ilha Branca, Morada dos Bem-Aventurados, que teria existido na superfície terrestre mas cujo povo se transferiu para o Interior da Terra aquando da grande catástrofe diluviana há milhares de anos.

Thomas Moore,  no seu livro Utopia  faz menção a uma região desconhecida com uma Sociedade altamente organizada e liderada pelo Rei Utopos, que bem pode ser o “Rei do Mundo” cuja morada é Shamballah;

Tommaso Campanella, no seu livro a Cidade do Sol  aborda temas muito semelhantes aos referidos na Utopia de Thomas Moore;

Júlio Verne, o conhecido autor da Viagem ao Centro da Terra  também  fala-nos duma aventura vivida através de uma rede de túneis que levam a lugares desconhecidos no interior do Planeta onde existem espécies vegetais e animais que se julgavam extintos.

Bulwer Lytton, escreve em  “A Raça futura”  um romance entre um homem da superfície com uma entidade feminina dos mundos subterrâneos que lhe mostra como está organizada a sua Sociedade onde vive com um nível social, tecnológico e espiritual bastante avançada em relação a nós;

James Hilton, no livro Horizonte Perdido, fala-nos de uma região inóspita nos Himalaias que se denomina Shangri-Lá onde impera a harmonia dos seus habitantes que supostamente teriam descoberto há muito o “elixir da longa vida”…

 Helena P. Blavatsky, a grande teosofista , escreve inúmeras obras nas quais   Ísis Sem Véu  e A Doutrina Secreta,  que falam de um lugar onde se encontram os Santos Sábios no Governo Oculto do Mundo.

Saint-Yves d´Alveydre,  na sua obra Missão da Índia  fala-nos minuciosamente de um reino de Agharta e todos os seus aspectos  hierárquicos, filosóficos, sociológicos, políticos e tecnológicos, duma grande Sociedade que se localiza no interior da Terra;

Ferdinand Ossendowski, na sua obra sobre  Animais, Homens e Deuses,  fala-nos das suas viagens pelo Oriente e dos relatos antigos relacionadas com os Mundos Subterrâneos e o enigma do Rei do Mundo e das suas profecias;

Alice Bailey, fala-nos de Shamballah, Lugar Sagrado no Centro do Mundo onde se situa um “Sol Central” (com 960 Km de diâmetro),  cuja luz origina as chamadas Auroras Boreais e Austrais através dos Polos, e não o Sol a 150 milhões de Km da Terra;

René Guénon, em o Rei do Mundo, fala-nos das inúmeras tradições em todo o planeta que descrevem a existência de Agharta e de Shamballah, assim como das cavernas e túneis subterrâneos que se perdem nas profundezas da Terra, Gaia ou Urântia, como também é conhecida;

Mas foi Raymond Bernard, Nicholas Roerich e Alexandra David-Neel,  que deram o melhor contributo em prol da divulgação dos Mundos Subterrâneos e bem assim Henrique José de Souza (JHS), no seu livro O Verdadeiro Caminho da Iniciação, onde fala abertamente de um País Maravilhoso com suas 7 cidades no interior da Terra, conhecido por Agharta (AG – Fogo; HARTA – Coração) havendo outros dois reinos mais à superfície conhecidos por  Badagas e Duat.

Fonte: http://www.novaera-alvorecer.net/autores_terraoca.htm

4 comentários em “Vídeo 5 — Almirante norte-americano encontrou-se com o “Príncipe deste mundo” no portal da Terra Oca e soube de seus planos”

  1. Independentemente da leitura literalista da Bíblia, uma opção exegetica, que não pretendo discutir aqui, limitando – me a consultar o material disponibilizado e reflectir sobre as afirmações feitas, particularmente, pelo Afonso… Não poderei deixar de sublinhar o absurdo da pretendida função “rádio” da cabeleira. Dizer que o cabelo tem funções de antena é tão ridículo, que até parece mentira que um geólogo o tenha dito.
    Aproveito para colocar esta questão muito simples, mas pertinente, se for bem pensada. É a seguinte:
    Porque é que Deus só falou aos antigos?
    O texto de Hebreus diz que nos dias dos apóstolos Deus falou através de Cristo.
    Desde então Deus não falou mais… Porquê?
    Ellen White parafraseando esse texto, diz que hoje Deus fala através dos Testemunhos. Mas a Igreja não se atreve a ampliar a Bíblia… Todavia afirma-se a inspiração dos seus escritos….
    Deus fala-nos hoje?
    Porque é que Deus falou aos homens no passado e não voltou a falar desde aproximadamente 2000 anos?
    Outras questões:
    A Bíblia é um texto de ciência?
    Um Deus bom teria dado mandamentos para matar milhares de animais inocentes num santuário? Teria feito as guerras relatadas nas Escrituras?
    Há ou não revelação progressiva?
    Sobretudo, o que é revelado nas Escrituras?
    O contexto condicionou a forma, o que é periférico na transmissão do essencial?
    Não há nada de humano nas Escrituras, além da tarefa da escrita?
    O texto foi ditado?
    Afinal, o que é inspiração?
    O que quis Jesus dizer quando adverte sobre o erro de ler a letra?
    A ciência estaria errada, quando são tão evidentes as suas conquistas?
    São apenas algumas questões que merecem ser pensadas e respondidas.
    Não é má prática publicar a informação disponível… Bem hajam por o fazer. É bom pensarmos, ser confrontados com diferentes leituras…

  2. Confesso não entender este site.
    Postam sobre a Terra Plana, depois Terra Oca.
    Não é possivel ter os dois.
    Isso chama-se confusão, e não é nada bíblico.

  3. Pingback: Documentário mostra que anjos caídos, gigantes, demônios e outros seres habitam as profundezas da Terra plana

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