Em 60″, os Illuminati apresentam seu deus Osíris na televisão britânica

https://www.youtube.com/watch?v=zfsTo2cEnfw

Pouco tempo depois de terem partido do Egito, durante uma ausência de Moisés, os filhos de Israel começaram a adorar um “bezerro de fundição” (Êxodo 32:4). Isto trouxe a ira de Deus sobre eles e os deixou bem perto da aniquilação.

Muitos anos mais tarde, quando Jeroboão, filho de Nebate, tomou o controle do reino do norte, ele quis reduzir ao máximo o número de seus súditos que viajavam até Jerusalém para visitar o templo. Para este fim, tomando conselho, ele construiu dois lugares alternativos de adoração, um de Dã e outro em Betel:

“Assim o rei tomou conselho, e fez dois bezerros de ouro; e lhes disse: Muito trabalho vos será o subir a Jerusalém; vês aqui teus deuses, ó Israel, que te fizeram subir da terra do Egito.” [1 Reis 12:28].

Estas foram as mesmas palavras (em hebraico) que Arão falou ao povo quando criou o bezerro de ouro no deserto: “Então disseram: Este é teu deus, ó Israel, que te tirou da terra do Egito.” [Êxodo 32:4b].

Em todo o Velho Testamento, o Senhor Deus refere-se repetidamente a esse pecado horrendo. Em cerca de vinte ocasiões diferentes, Ele fala de “Jeroboão, filho de Nebate, que fez Israel pecar”. Apesar das muitas advertências severas dos profetas, que o Senhor enviou para convertê-lo, Jeroboão persistiu em sua impiedade. Os sucessores dele também receberam advertências similares, mas as ignoraram. Talvez a mais famosa dessas advertências foi aquela feita por Elias. Eventualmente, em 722 AC, cerca de duzentos anos depois desse vil sistema religioso tornar-se endêmico em todo o reino do norte, o Senhor enviou os assírios para conquistar o país e levar toda a população em cativeiro — uma sentença de exílio que até hoje não foi cancelada.

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O Deus Ápis, dos Antigos Egípcios

O bezerro de Arão e os bezerros de Jeroboão foram modelados com base no deus egípcio Ápis, que tinha a forma de um touro. Aparentemente, quando deixaram o Egito, os israelitas levaram em suas bagagens pequenas efígies de Ápis, ou modelaram uma ao longo do caminho, a partir de pedaços de madeira. Essa vinculação aos deuses do Egito estava profundamente enraizada na psiquê de muitos israelitas e cada um deles se agarrava secretamente aos seus terafins e ídolos durante sua jornada pelo deserto. É por isto que, depois que eles entraram e tomaram posse da Terra Prometida, Josué se sentiu tocado a discursar severamente sobre este assunto, para que, em seu recém-encontrado conforto e segurança, eles não se desviassem novamente para a idolatria:

“Agora, pois, temei ao SENHOR, e servi-o com sinceridade e com verdade; e deitai fora os deuses aos quais serviram vossos pais além do rio e no Egito, e servi ao SENHOR.” [Josué 24:14].

“Deitai, pois, agora, fora aos deuses estranhos que há no meio de vós, e inclinai o vosso coração ao SENHOR Deus de Israel.” [Josué 24:23].

Eles juraram como um só homem fazer isso, mas sabemos que depressa retornaram para o paganismo depois que Josué e seus contemporâneos morreram.

Ápis era realmente um touro de verdade, escolhido especialmente pelos sacerdotes de Ptá e era mantido com grande honra, como um dignatário real, em um compartimento especial no grande Templo de Ptá, em Mênfis. Ele era considerado um embaixador vivo e a manifestação física na Terra do deus supremo, Ptá. Na morte, onde reinava na vida após a morte, ele era conhecido como o deus Osíris.

O touro era escolhido na idade de um bezerro, logo após seu predecessor morrer. O bezerro tinha de possuir as marcações corretas para que pudesse ser selecionado como o novo Ápis. A mãe do bezerro também era levada até o templo. Como ela tinha dado à luz um deus, era vista como uma manifestação física da deusa Ísis. Assim, Ísis e Osíris, os principais deuses do culto da Maçonaria, estão representados nos ritos que envolvem o touro Ápis.

A Encarnação Viva de Ptá-Osíris

Enquanto estivesse vivo, o touro Ápis era visto por todos os egípcios como a encarnação viva de Ptá-Osíris. Isto o tornava o mais reverenciado dos vários animais-deuses na religião egípcia. Como ele tinha assumido uma forma física específica e habitado como um deus encarnado entre os homens, a imagem dele era pintada, esculpida e moldada em incontáveis artefatos religiosos. Até mesmo os egípcios de classe social mais baixa tinham um amuleto ou talismã que lhes davam, da forma como eles viam, uma conexão espiritual com esta divindade supremamente poderosa.

Heródoto relata que cada nova encarnação do bezerro Ápis era concebido quando um raio atingia a mãe dele. Isto demonstrava tanto a origem sobrenatural dele, vindo do céu, e a natureza divina dela, sobrevivendo a um raio.

Compare isto com a afirmação de Jesus: “E disse-lhes: Eu via Satanás, como raio, cair do céu.” [Lucas 10:18].

A tradição que persiste até hoje, conhecida como “A Corrida dos Touros”, em Pamplona, Espanha, pode ser rastreada até um ritual similar que era realizado durante um festival em honra a Ápis, que ocorria já na Primeira Dinastia (alguns séculos depois do Dilúvio, no tempo de Noé). Assim, podemos ver que, de todas as representações da divindade que o homem usou para idolatrar, a mais antiga e mais universal é a do touro.

Quando o touro Ápis morria (vivendo por cerca de 15-20 anos), ele era mumificado e recebia um funeral tão complexo e caro quanto o de um faraó. Isto é marca do status extraordinário e do respeito que os egípcios tinham por essa encarnação da “divindade”. A morte do touro era lamentada com uma grande cerimônia, como se o próprio Osíris tivesse morrido.

Heródoto escreveu que, quando o rei persa Cambises II invadiu o Egito, em 525 AC, ele ordenou a execução da família real e o sacrifício do touro Ápis. O corpo do animal foi lançado em terreno profano e devorado pelos cães. O modo vil como seu ídolo sagrado foi tratado horrorizou tanto os egípcios que, dali para frente, eles não mais deram aos cães um lugar de honra em sua religião. Os animais eram agora vistos como “imundos”.

O Primeiro e o Segundo Mandamentos

A Palavra de Deus condenou em termos furiosos a adoração do bezerro de ouro, ou do touro Ápis, em Betel. Os israelitas destruíram-se espiritualmente quando abandonaram o Primeiro e o Segundo Mandamentos. Não importava se eles acreditavam que estavam adorando o Senhor na forma de um bezerro, ou se tinham em mente outro deus diferente, similar a um dos deuses egípcios, o resultado era o mesmo.

Os principais e mais importantes expoentes atuais da antiga religião egípcia/babilônia são os Illuminati britânicos. Já escrevemos muito sobre este assunto. Para os leitores que gostariam de examinar a evidência disso, vejam nossos ensaios anteriores, em particular o de número 56, “Babylonian London, Nimrod, and the Secret War Against God” (não traduzido).

Os Servos de Satanás na Terra

O programa dos Illuminati para tomar o controle total do mundo — política, econômica e socialmente — está agora entrando em marcha alta. Depois de muitas décadas de cuidadosa preparação, os vários esquemas deles para esmagar toda a resistência possível estão agora amadurecendo e convergindo em um ritmo aterrorizador. Como mostramos em outros ensaios recentes (por exemplo, “Silent Fall 2020: The Weaponization of Electromagnetic Radiation”, “Os Cristão Estão Sendo Desarmados Pelos Servos de Satanás”“A Fraude da Dívida Pública dos EUA — Como a Elite Está Tosquiando a Nação”, etc.) o desprezo deles pela humanidade é chocante. O gado precisa ser selecionado encurralado, marcado, vacinado e levado a reconhecer o gênio super-humano de seus mestres babilônios.

Estamos observando Satanás trabalhar, direcionando seus servos terreais com implacável sagacidade, induzindo em cada um deles a crença que a vitória é certa e que o “grande gado” da humanidade em breve estará escravizado.

Para os antigos egípcios, os homens eram o gado dos deuses. As únicas exceções eram os membros da elite humana, que conseguiram transcender sua humanidade e se tornar deuses também. Como tal, eles tinham o direito de governar o restante da humanidade com a mesma autoridade e desdém que os deuses do céu e do mundo dos mortos. Esta é precisamente a atitude que inflama os corações e mentes dos Illuminati hoje, preenchendo-os com um desejo arrogante e impaciente para finalmente garantir aquilo que eles há muito tempo acreditam é deles, por direito.

Podemos ter uma visão rápida dessa arrogância em um comercial na televisão que está atualmente em exibição nas redes britânicas. No espaço de 60 segundos, ele apresenta uma parte diferente no plano dos Illuminati para os próximos meses e anos: Link: https://www.youtube.com/watch?v=zfsTo2cEnfw

Cena 1

O comercial começa com o touro, Ápis, em uma loja de porcelanas chinesas. Observe a palavra “chinesas”. Uma enorme proporção dos produtos que o mundo consumiu na últimas três décadas foi trazida da “Loja da China”. O touro está prestes a fazer tudo isto em pedaços.

Cena 2

Na segunda cena, o touro está rodeado por dançarinos, que prestam homenagem a Baal do modo pagão tradicional. Este rito é realizado em várias épocas do ano, mas especialmente no nascer do sol de 1 de maio — uma das datas mais importantes no calendário da bruxaria. Na foto abaixo, vemos uma trupe similar, apresentando-se logo antes do nascer do sol na cidade de Oxford, na Grã-Bretanha:

Os dançarinos usam um conjunto de sinos afixados em seus joelhos, que soam quando eles dançam. Esses sinos são provavelmente uma falsificação pagã — e uma zombaria — dos sinos que eram afixados na extremidade da túnica usada pelo sumo sacerdote quando ele entrava no Santo dos Santos. Eles também têm um lenço em cada mão, outra alusão à bruxaria. As bruxas frequentemente permutam os lenços quando se encontram pela primeira vez, como um sinal de sua irmandade feminina.

 

“Em Oxford, aquela cidade com pontas arquitetônicas dos seus sonhos, há uma hora encantada, antes da lua desaparecer e do sol nascer, quando milhares de estudantes alcoolizados, druidas vestidos como árvores, e dançarinos com lenços nas mãos se alinham na antiga Rua Principal. O rito que eles estão observando — A Manhã de Maio — é igualmente antigo.” National Geographic, 6/5/2013.

É provavelmente por projeto que, na língua inglesa moderna, as palavras Baal, bull (touro) e bell (sino) são quase homófonas — palavras que soam muito similares, porém têm diferentes significados. A similaridade do som neste caso é um eco da forte conexão ocultista.

É interessante que o comercial começa com um sino tocando.

Os dançarinos, que alegremente rodeiam o touro Ápis no comercial, são seguidores ou adoradores de Baal/Osíris. Nesse sentido, eles representam os Illuminati britânicos.

Cena 3

Na próxima cena, o touro Ápis está em pé no centro de uma festa de crianças. As crianças estão brincando em volta dele, como se ele não estivesse ali.

Por que razão um touro, um símbolo tradicional da virilidade, aparece em um evento destinado exclusivamente para crianças?

Entre os Illuminati existem muitos pedófilos, pederastas e homossexuais. Eles antigamente tinham de se vestir de palhaços, ou utilizar outros estratagemas, de modo a chegar perto das crianças (observe que há um palhaço na foto acima). Agora chegou a hora, o comercial está dizendo, quando o subterfúgio não será mais necessário. Todos os tipos de perversão sexual serão legais na Nova Ordem Mundial e os iluministas de mais alto nível farão tudo o que quiserem.

Cena 4

O comercial retrata o touro Ápis como uma criatura imensamente poderosa, tão poderosa, na verdade, que é indiferente às ordens e editos impostos pelos exércitos. Nenhuma arma inventada pelo homem pode desafiar a supremacia dele.

Cena 5

O poder prodigioso do touro Ápis é retratado na próxima cena, onde ele aparece na imensidão do Ártico, perto do topo do mundo. Abaixo dele, a “velha ordem mundial” estende-se na distância, uma imensidão gelada, que ele começa a fazer em pedaços com o peso de sua presença:

Cena 6

O vindouro colapso do sistema financeiro internacional é retratado na próxima cena. Aqui, o touro Ápis representa o famoso touro de Wall Street, que, por sua vez, simboliza o mercado em alta. O mercado em alta mais duradouro na história, que teve início em março de 2009, está preparado para iniciar sua queda vertiginosa. O touro é visto em uma plataforma na forma de berço, usada para limpeza de janelas, perto do topo de um arranha-céu. O cabo de aço se rompe e o berço cai, em direção ao desastre.

A velocidade da queda é tão grande que o rabo do touro fica apontando para cima (veja a imagem).

O índice Dow Industrial Average estava em 6.500 em março de 2009 e subiu continuamente, até alcançar incríveis 29.500, aproximadamente, por volta de fevereiro de 2020, porém afundou como uma pedra e chegou a 19.000 algumas semanas mais tarde. Ele se recuperou um pouco desde então — depois da infindável impressão de dinheiro — e agora está pairando em torno de 28.000.

O comercial está dizendo que o próximo momento “de afundar como uma pedra” está se aproximando rapidamente, mas que o Índice continuará caindo, passando 19.000 e, muito possivelmente, indo até onde estava em março de 2009.

Para estas pessoas, “a mão que balança o berço” governa o mundo. Elas podem mover o Índice para cima ou para baixo, conforme desejarem. Por exemplo, na famosa “quebra relâmpago” de 6/5/2010, o Dow afundou mais de 9% em meia hora, porém recuperou a maior parte de suas perdas por volta do horário em que o sino de encerramento soou. Somente uma mão oculta pode brincar de fazer truques como este.

Cena 7

Na próxima cena, o touro mantém-se firme, apesar dos melhores esforços da divina providência de fazê-lo recuar. Uma tempestade no mar impediu personagens bíblicos, como Paulo e Jonas, e até fez os apóstolos sentirem medo em seu barco no mar da Galileia, porém o touro Ápis não se deixa perturbar pela violenta tempestade que atinge seu navio. Ele é indiferente até mesmo ao grande monstro marinho que está tentando pegá-lo.

O navio representa a Barca Solar, que tem como tripulação as principais divindades no panteão egípcio, ao velejar pelo caos e escuridão da noite. Já escrevemos sobre isso em ensaios anteriores (veja os ensaios de número 56, “Babylonian London, Nimrod and the Secret War Against God”, e o de número 133, “The Secret of the Solar Barque: How the Gods of Ancient Egypt Control Great Britain Today”, no site do autor.).

A Barca está frequentemente sob o risco de ataque por uma ou mais das serpentes do caos, que ameaçam constantemente a ordem divina. A mais perigosa dessas era Apófis, que normalmente somente poderia ser repelida pelos esforços conjuntos de todos os deuses. Contudo, no comercial, vemos o touro Ápis/Osíris ali valente, sozinho e sem se deixar perturbar por esse inimigo formidável.

Tendo passado seu maior teste, o touro está agora pronto para pilotar a arma que transformará o mundo.

Cena 8

Em seguida, é mostrada uma grande sala de controle, em que cientistas e militares observam com grande temor uma tela que exibe a aproximação iminente de um grande asteroide:

As palavras “IMPACTO DO ASTEROIDE” são mostradas na tela, junto com o tempo restante estimado para o impacto, “00:00:09:685”. O ponto de impacto, de acordo com a tela, é o Canal Inglês, o Mar do Norte, ou possivelmente a cidade de Londres.

Qual propósito possível poderia uma imagem com esta servir? O comercial foi colocado no ar por MoneySupermarket.com, um serviço de comparação de preços para as empresas, especializado em serviços financeiros. Presumivelmente, ele foi criado para dar confiança aos clientes. Entretanto, a imagem mostrada alguns segundos depois dificilmente foi criada para dar confiança a alguém:

Uma mulher casada, possivelmente mãe de um ou dois filhos, está prestes a ter sua vida destruída. O terror dela é palpável.

Este não é o medo falso que algumas vezes é usado nos comerciais para produzir efeito dramático, mas uma imagem similar àquelas utilizadas nos filmes de Hollywood para perturbar ou amedrontar a audiência.

Enquanto isso, o touro Osíris permanece calmamente no meio deles:

Cena 9

Em seguida, vemos que o touro não é apenas um observador passivo nessa cena repleta de medo, mas o próprio autor desse medo:

O touro é visto sobre o asteroide, que está vindo em direção à Terra, posicionado como um marechal-de-campo no comando de uma arma devastadora.

A palavra “Maaaa” na tela parece ser uma alusão à divindade egípcia Ma’at, deusa da justiça e da ordem divina. Maa kheru é o poder criativo da voz divina. Claramente, as pessoas que estão por trás desse comercial estão convencidas que a nova ordem que eles estão impondo é Ma’at. Embora essa nova ordem esteja sendo inaugurada com grande destruição, a paz eterna e a prosperidade universal resultarão no fim.

Estas são mentiras grotescas de Satanás!

O tradicional “Olho de Hórus” dos Illuminati é mostrado no fim do comercial. Hórus, deve ser lembrado, é o filho de Ísis e Osíris, uma falsificação blasfema de Jesus:

O fundo musical em todo o comercial foi tirado do segundo movimento do Concerto para Piano e Orquestra número 21, de Mozart. Esse tema musical famoso foi usado no filme Elvira Madigan (1967), em que dois amantes, cercados pelas dificuldades, terminam suas vidas em um pacto de suicídio. Como mostramos em um ensaio anterior, “Sinais Estranhos, João Batista e a Nova Ordem Mundial”, o tema do suicídio é central naquilo que está prestes a acontecer. Aqui está como apresentamos isto:

Foto da rainha da Grã-Bretanha chegando para visitar a chanceler alemã, em 24 de junho de 2015.

O nome do barco usado para o passeio era Ájax. Na mitologia grega antiga, Ájax foi um guerreiro extraordinário, que era especialmente favorecido pelo deus mais importante, Zeus. Imensamente forte e de elevada estatura, sua força na batalha era tão grande que ele nunca foi vencido e morreu por sua própria mão. Ájax representa os EUA, uma grande nação guerreira, muito forte e virtualmente indestrutível. O único modo de morrer é por sua própria mão, isto é, por decreto de seus auto-intitulados fundadores e governantes, os Illuminati. Assim, ao “entregar” Ájax à chanceler alemã, a rainha estava entregando os EUA ao seu destino.

 

Está a Elite realmente querendo direcionar um “asteroide” contra a Terra, ou orquestrar um evento igualmente destrutivo?

A Terra é plana e estacionária, e os “asteroides” são um mito inventado pela NASA. Nossa era “científica” moderna foi enganada e levada a acreditar em muitas coisas que não têm base na realidade. A Terra como um globo giratório é uma delas. Assim também são os “asteroides”. Cada um desses é um mito com um propósito, uma mentira sagaz criada para enganar a humanidade e desacreditar a Bíblia.

Infelizmente, a maioria das pessoas hoje acredita nessas mentiras. Elas pensam que a Terra é uma bola giratória e que os asteroides realmente existem. Elas também deram ouvidos às várias advertências e conjeturas da NASA nas últimas duas décadas e acreditam que um “asteroide” pode realmente atingir a Terra a qualquer momento e causar devastação indizível.

Os Illuminati até conseguiram combinar três enormes mentiras em um pacote quando afirmaram que dinossauros foram erradicados por um asteroide, 65 milhões de anos atrás! Isto é uma total bobagem. A Terra existe há somente alguns poucos milhares de anos e os dinossauros nunca existiram.

Apenas alguns meses atrás, a NASA liberou uma foto de uma sonda espacial que teria sido lançada em 2016 para investigar um asteroide distante e trazer amostras minerais:

A missão chama-se OSIRIS-REx — Sim, Rei Osíris! (Rex é a palavra latina para rei). O suposto asteroide é chamado de “Bennu”. O pássaro Bennu era o pássaro sagrado de Heliópolis, no antigo Egito e é melhor conhecido hoje como Fênix! De acordo com a religião egípcia, o pássaro Bennu anunciará o fim dos tempos e o retorno do caos.

A mensagem é clara: O rei Osíris está prestes a se conectar com a Fênix e inaugurar uma Nova Ordem Mundial.

Tudo isto é lavagem gnóstica, um fabuloso amontoado de mentiras, ciência fajuta e fotografias falsas. Um website patrocinado pela NASA, que explica o propósito da missão OSIRIS-REx, está na verdade afirmando que “Bennu é também um dos asteroides mais potencialmente perigosos, pois tem uma probabilidade relativamente alta de atingir a Terra no fim do século 22.” [www.asteroidmission.org/objectives/]

Propaganda do Asteroide

O verdadeiro propósito da propaganda do asteroide é convencer a humanidade que os asteroides existem; que são enormes, imprevisíveis e perigosos; e que um deles certamente atingirá a Terra em algum momento no futuro próximo, a não ser que enviemos “sondas” para estudar o comportamento deles e desenvolver algum tipo de arma cinética para repeli-los.

Infelizmente, a maioria das pessoas acredita nisto, exatamente como os Illuminati e os demônios que habitam neles queriam. Quando, em algum tempo no futuro, enormes explosões submarinas causarem tsunamis devastadores em regiões litorâneas densamente povoadas nas Américas e na Europa, “asteroides errantes” fornecerão um modo diabolicamente eficaz de disfarçar o que os Filhos da Perversidade estão realmente fazendo.

Já vimos um exemplo trágico da devastação que essas explosões submarinas podem causar. Nos minutos finais de 25 de dezembro de 2004 — o nascimento de Ninrode — um tsunami gigante iniciou seu movimento mortal pelo Oceano Índico, eventualmente matando 230.000 pessoas em 14 países. A Indonesia e sua ilha de Sumatra foram as mais severamente afetadas.

Oficialmente, o tsunami foi causado por um maremoto, com uma magnitude de 9.3 na escala Richter. Na realidade, terremotos dessa magnitude nunca ocorrem na natureza. Por exemplo, um terremoto de magnitude 7.3, que é extremamente raro, é 100 vezes mais fraco. O tempo desse evento trágico é indicativo, ao contrário, de uma grande explosão criada pelo homem. Vimos algo similar em março de 2011, quando um tsunami gigante atingiu o litoral do Japão, devastando a cidade de Fukushima e soltando milhares de toneladas de material radioativo da instalação nuclear de Daiichi.

Bombas de Tsunami

Embora não possamos ter certeza que explosões criadas pelo homem foram a causa desses desastres, eles se encaixam no plano desenhado pelos arquitetos da Nova Ordem Mundial. Na verdade, essas armas estavam sendo desenvolvidas antes mesmo da Segunda Guerra Mundial terminar:

“A bomba tsunami foi uma tentativa durante a Segunda Guerra Mundial de desenvolver uma arma tectônica que pudesse criar tsunamis destrutivos. O projeto teve início após o oficial da Marinha dos EUA, E. A. Gibson observar pequenas ondas geradas pelas explosões usadas para remover os recifes de corais. A ideia foi desenvolvida pelas forças armadas dos EUA e da Nova Zelândia em um programa de codinome Projeto Foca. O conceito de armas foi considerado viável, mas as próprias armas nunca foram plenamente desenvolvidas ou usadas.” (Wikipedia, tradução nossa).”

Veja no Apêndice A mais informações sobre o Projeto Foca.

A afirmação que essas armas “nunca foram plenamente desenvolvidas ou usadas” é ridícula. As forças armadas dos EUA investem bilhões de dólares em pesquisas de armamentos de todos os tipos. A ideia que elas possam ter deixado essa arma de fora da pesquisa é fantasiosa (ou deliberadamente enganosa). Houve um tsunami maciço no Pacífico, em 1 de abril de 1946, que nenhum sismólogo nunca conseguiu explicar. Ele teve origem nas Ilhas Aleutas, perto do Alasca e produziu, em um caso, uma onda que teve o tamanho extraordinário de 43 metros de altura.

O talentoso cientista soviético Andrei Sakharov, que mais tarde rebelou-se contra o sistema comunista e recebeu o Prêmio Nobel da Paz, em 1975, revelou que a União Soviética tinha planos de desenvolver, por meio do Projeto Lavina, uma rede gigantesca de explosivos submarinos que, quando detonados, inundariam as grandes cidades ao longo das costas leste e oeste dos Estados Unidos.

Cena 10

A cena final é realmente uma extensão da Cena 9, mas contém alguns detalhes vitais que não devemos negligenciar:

Se examinarmos a imagem acima, podemos ver que o asteroide maciço é acompanhado por um grupo de asteroides menores, cada um capaz de criar um poderoso tsunami. Alguns desses podem até ter o objetivo de alvejar certas cidades diretamente. Assim, se por exemplo Milão, ou Stuttgart, ou Nova Délhi forem severamente afetadas por uma explosão — de forma muito parecida como aconteceu com Beirute em 4/8/2020 — a culpa pode ser colocada em um desses asteroides menores.

Conclusão

Um ensaio como este é mais fácil de compreender se for visto no contexto de uma situação mundial em mudança gradual, em que uma família na Nova Zelândia pode ser confinada em uma instalação de quarentena estatal por que um membro “apresentou resultado positivo” para um vírus que não existe, onde as janelas dos carros são quebradas pela Polícia na Austrália por que o motorista está relutante em revelar para aonde está indo, onde cidadãos em muitos países podem receber multas exorbitantes por não usarem uma máscara de pano na face, em que políticos em toda a parte estão falando de vacinações em massa e teste compulsório e onde muitas violações similares dos direitos humanos estão ocorrendo em toda a parte, tudo com a aprovação das mesmas pessoas — nossos respectivos governos — cuja principal tarefa é impedir esses tipos de abusos.

Se tivéssemos escrito este ensaio no fim do ano de 2019, ele poderia ter parecido um pouco sensacionalista. Alguns leitores poderiam ter dificuldade em acreditar que seus próprios governos pudessem fazer parte de algo assim. Entretanto, depois de sete meses do pandemônio causado pela Covid e com mais por vir, alimentado pelo zelo cínico dos nossos assim chamados governos, o cenário que apresentamos neste ensaio não parece ser tão incrível assim.

As pessoas que governam este mundo adoram Lúcifer. Se você puder organizar as ramificações disso em sua mente, então muito do que está acontecendo fará muito mais sentido.

Aqui é como eles retrataram o “Mestre” deles em um ponto no comercial:

Ptá-Osíris aparece arrogantemente sobre seu projétil incandescente, enquanto que as estrelas acima — os anjos caídos — observam com atenção.

“Fortalecei as mãos fracas, e firmai os joelhos trementes. Dizei aos turbados de coração: Sede fortes, não temais; eis que o vosso Deus virá com vingança, com recompensa de Deus; ele virá, e vos salvará.” [Isaías 35:3-4].

 

A indústria do cinema em Hollywood fez uma série de filmes de desastres em que um objeto gigantesco do espaço ameaça atingir a Terra. O objeto em questão pode ser um meteoro, um asteroide, ou um cometa. Aqui estão alguns exemplos:

O gráfico abaixo é alegadamente um mapa de todos os ataques de asteroides registrados na Terra no período de 1994-2013. Em todos os casos, somos informados que os asteroides teriam se desintegrado no céu com a intensidade do atrito gerado quando eles atravessaram a atmosfera:

Chelyabinsk, 2013

Um meteorito maciço teria explodido sobre a cidade de Chelyabinsk, na Rússia, em 15/2/2013. De acordo com os especialistas, ele pesava cerca de 12.000 toneladas, deslocava-se a 64.000 km/h e explodiu a cerca de 29.000 metros acima do solo. O evento foi capturado por várias câmeras e a detonação quebrou as janelas em toda a cidade. O clarão foi espetacular. Apesar do drama que envolveu esse evento, não havia virtualmente evidência alguma que o “objeto” era um rochedo que pesava 12.000 toneladas. Astrônomos amadores que viajaram até a região não conseguiram encontrar mais do que alguns minúsculos fragmentos daquilo que eles acreditaram ser “entulhos espaciais” nos campos fora da cidade.

A explosão foi provavelmente causada por um grande míssil, que pode ter sido lançado com o propósito expresso de persuadir o público que os asteroides eram reais e que representam uma ameaça iminente para a humanidade.

“Passou Perto”

Além disso, já tivemos várias advertências falsas na mídia de catástrofes que foram evitadas por muito pouco. Essas eram as assim chamadas “passou por perto” — confirmadas pela NASA! — que têm o objetivo de condicionar as massas a acreditar que poderemos ser aniquilados a qualquer momento por um rochedo que venha do espaço sideral. Aqui estão apenas alguns exemplos:

 

 

Algumas Semanas Atrás

Você sabia que tivemos outro incrível asteroide que passou por perto algumas semanas atrás? Aparentemente, um rochedo mortal do espaço sideral passou mais perto do que nunca antes. De acordo com a NASA, em seu ponto mais próximo, ele esteve a apenas 1.600 km acima de nossas cabeças:

O website End of the American Dream, de Michael Snyder, que tem um número bem grande de leitores, não se contentou em apenas reportar este suposto evento, mas incluiu um gráfico com alta carga emocional para dar mais efeito (veja abaixo). Claramente, os mestres da marionetes, que estão orquestrando esses jogos mentais mortais gostam de garantir que todos recebam a mensagem.

Como se isso não fosse suficiente, ele prosseguiu e disse:

Ele acrescenta: “Quero enfatizar que os cientistas não esperam que esse asteroide irá nos atingir e eu também não espero que ele nos atingirá. Mas, o fato que ele está passando a apenas 0.00048 AU [muito mais próximo do que a lua] é claramente alarmante…”

Assim, Snyder está levantando a real possibilidade que um asteroide maciço atingirá a Terra em setembro, enquanto o comercial do touro Osíris associa o horário do impacto com o número 09:685. Talvez devemos considerar que isto signifique 19/9 (19 de setembro)? Este é o Ano Novo judaico de 5781.

Ele então dá a data e a hora do “sobrevoo” — 1 de setembro, às 10h49min, horário da costa leste americana (que é 15h49min no horário de verão britânico).

O processo de condicionamento está, provavelmente, em operação há tempo suficiente agora para ter convencido a maior parte da humanidade que um asteroide ou meteorito pode atingir a Terra a qualquer hora e infligir danos consideráveis. Tudo o que a Elite precisa agora é o momento correto para pressionar o botão. Como o comercial de Osíris sugere, eles parecem acreditar que o momento que estavam aguardando chegou.

“E aquele, que tinha aparência de um homem, tocou-me outra vez, e fortaleceu-me. E disse: Não temas, homem muito amado, paz seja contigo; anima-te, sim, anima-te. E, falando ele comigo, fiquei fortalecido, e disse: Fala, meu senhor, porque me fortaleceste.” [Daniel 10:18-19].

 


Apêndice A

O Projeto Foca

“Sob o codinome Projeto Foca, o Exército Neo-Zelandês, trabalhando em cooperação com a Força Aérea Americana e com Marinha dos EUA, detonou uma série de explosões submarinas que produziram ondas gigantes em toda a costa da Nova Caledônia e depois na Península Whangaparaoa, perto de Auckland, na Nova Zelândia, entre junho de 1944 e janeiro de 1945. Cerca de 3.700 bombas (principalmente TNT) foram detonadas durante as experiências e resultados experimentais preliminares sugeriram que uma sequência em cascata de dez grandes explosões (duas mil toneladas no total, a 8 km da costa) seriam suficientes para gerar um tsunami de 9-12 metros, capaz de inundar uma pequena cidade costeira.” (3/1/2013).

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