Nova Série: Como o Espectro Diabólico do Comunismo está Governando Nosso Mundo (3 Vídeos!)

O comunismo é um diabo investido na destruição da humanidade

Até hoje, há vários ocidentais que nutrem fantasias românticas sobre o comunismo, mas jamais viveram em um país comunista e experimentaram o sofrimento lá e, portanto, não têm compreensão do que o comunismo realmente significa na prática.

O comunismo é um flagelo da humanidade. Seu objetivo é a destruição da humanidade e seus arranjos são meticulosos e calculistas.

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Às vezes, usa a carnificina e a violência para destruir aqueles que se recusam a segui-lo. Outras vezes, recorre à linguagem da “ciência” e do “progresso”, oferecendo um maravilhoso projeto do futuro para enganar as pessoas.

Às vezes, se apresenta como um profundo campo de aprendizagem e faz as pessoas acreditarem que é o rumo da humanidade. Outras vezes, usa slogans de “democracia”, “igualdade” e “justiça social” para se infiltrar nos campos da educação, mídia, arte e direito, trazendo pessoas sob seu domínio sem que elas próprias percebam.

A conspiração foi tão bem-sucedida que quase se completou, e agora o diabo está governando nosso mundo.

Karl Marx não era ateu; era satanista e olhava o mundo querendo ser Deus

Muitas das profecias feitas pelas religiões ortodoxas estão se concretizando, assim como as previsões feitas por Nostradamus e as transmitidas por diversas culturas, como a do Peru e a da Coreia. Alguns textos proféticos foram surpreendentemente precisos em relação a acontecimentos da história chinesa, desde a dinastia Han até a dinastia Ming.

Essas profecias nos revelam a importante verdade de que a história não é um processo por meio do qual os fatos acontecem por mera casualidade, mas um drama no qual uma sequência de grandes eventos já foi preestabelecida. No final dos tempos, que também pode ser o prenúncio de um novo ciclo histórico, todas as religiões do mundo estão aguardando o mesmo evento: a chegada do Criador no reino humano.

Todo drama tem um clímax. Embora o diabo tenha feito os seus planos para destruir a humanidade, o Todo-Poderoso Criador tem os seus meios de despertar as pessoas, ajudá-las a escaparem do cativeiro do diabo e oferecer-lhes a salvação. Hoje, no período final que precede a aparição do Criador, trava-se a batalha final entre o bem e o mal.

Religiões ortodoxas do mundo inteiro predisseram que o mundo estaria repleto de demônios, abominações e coisas nefastas na época do retorno do Criador, porque a humanidade teria perdido seus limites morais. Este é exatamente o mundo de hoje.

O estado de degeneração que enfrentamos atualmente vem sendo produzido há muito tempo. Começou há centenas de anos, com a ascensão da sua principal força motriz: o ateísmo e o uso de artimanhas para enganar a humanidade. Foi Karl Marx quem criou uma ideologia que se valeu de todo tipo de artimanha, astúcia e falsidade, e foi Vladimir Lenin quem aplicou brutalmente a teoria na prática.

Marx, no entanto, não era ateu. Ele prestou culto ao diabo e se tornou o demônio cuja missão era impedir que o ser humano reconhecesse o seu Criador no fim dos tempos.

O partido comunista, em sua rebelião contra Deus, busca a morte eterna da humanidade

Faz mais de um século desde que o Partido Comunista assumiu o poder na União Soviética. De acordo com registros compilados pelo Congresso dos Estados Unidos, os regimes comunistas foram responsáveis ​​pela morte de pelo menos 100 milhões de pessoas. O Livro Negro do Comunismo detalha essa história de assassinato.

A partir de documentos disponibilizados pelos governos de nações da ex-União Soviética e do Leste Europeu, bem como registros oficiais das vítimas de campanhas políticas comunistas na China e na Coreia do Norte, o público pôde conceber o vício do Partido Comunista em matar.

O totalitarismo comunista é freqüentemente comparado ao dos nazistas. Embora encontrem-se diversos paralelos entre ambos, há uma distinção crucial que é comumente ignorada: Os nazistas pretendiam eliminar o povo judeu, mas o objetivo do comunismo vai além do genocídio físico.

Pessoas de fé não consideram a morte física como a verdadeira morte de alguém, já que a alma ascende aos céus ou renasce no ciclo da reencarnação. O Partido Comunista usa a morte como instrumento para semear o terror na mente das pessoas, forçando-as a aceitar sua ideologia maligna. Com a destruição da moralidade, as almas das pessoas estão fadadas à condenação. O Partido Comunista visa não apenas destruir o corpo físico do homem, mas também sua alma.

Outra característica do Partido Comunista é a intensidade com a qual realiza expurgos internos e seleciona os mais cruéis dos líderes. É difícil para muitos entender a lógica por trás da barbárie infligida pelo Partido Comunista aos seus próprios escalões, incluindo a aqueles que se tornaram vítimas simplesmente por divergir do Partido em questões específicas, embora sendo absolutamente leais ao Partido e à sua liderança.

Um motivo é que o Partido Comunista, em sua rebelião contra os deuses e a humanidade, possui um medo inato de que seu colapso esteja sempre logo adiante. Para se fortalecer, o Partido precisa recrutar indivíduos inescrupulosos quanto ao moralmente correto ou errado. Esses indivíduos são identificados no processo do assassinato em massa, e sua ascensão a posições de liderança possibilita ao espectro do comunismo garantir a perpetuação de sua tirania terrena.

Em 1989, quadros do Partido Comunista Chinês (PCC) que se recusaram a participar no massacre da Praça da Paz Celestial de 4 de junho foram expurgados. Jiang Zemin, que demonstrou sua crueldade durante os acontecimentos, foi promovido a líder do PCC. Depois que Jiang começou a perseguição ao Falun Gong em 1999, ele promoveu oficiais como Luo Gan e Zhou Yongkang a altos cargos, já que haviam demonstrado sua habilidade para cometer os crimes mais brutais da perseguição.

Outra razão para matar é para recrutar novos participantes da sociedade, como foi feito durante a Revolução Cultural. Ao cometer assassinato e outros crimes, as massas se posicionaram como cúmplices da selvageria do PCC, e os perpetradores mais brutais tornaram-se os seguidores mais ferrenhos do Partido. Ainda hoje, muitos ex-guardas vermelhos que cometeram agressões e assassinatos durante a Revolução Cultural não expressam remorso algum por seus crimes, dizendo que não se arrependem do ocorrido sua juventude.

Além disso, ao matar suas vítimas aberta e deliberadamente, o Partido Comunista intimida a população em geral à obediência.

Tudo isso nos permite observar um princípio comum: ao longo da história, a carnificina ocorreu sob governos tirânicos ou durante épocas de guerra porque havia um inimigo a ser derrotado. É uma característica do Partido Comunista que deve ter um inimigo e, se não houver inimigos, deve inventá-los para que possa continuar a matar.

Em um país como a China, com sua longa história e rica cultura, o Partido Comunista não conseguiria atingir seus objetivos sem a matança contínua. Tradicionalmente, o povo chinês acreditava e reverenciava o divino. Imerso uma herança cultural de 5.000 anos, o povo chinês de outra forma não toleraria a existência do bárbaro e blasfemo Partido Comunista. O único meio do PCC de manter seu governo, conforme aprendeu no experimento soviético, é o uso de assassinato em massa.

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