Há quanto tempo você não ouve um pastor adventista pregar com essa autoridade?

Pastor Júnior Trovão, da Igreja Assembleia de Deus, foi assim que ele se tornou conhecido. Nos últimos anos, este homem se tornou um dos maiores pregadores da nação brasileira, com um ministério poderoso em Deus. Já se tornou pregador oficial do maior congresso missionário do mundo, os Gideões Missionários da Última Hora (GMUH).

Júnior Trovão é casado com a missionária Luciana Lima e dessa união nasceu seu filhinho João Pedro. Ambos são do Rio de janeiro.

Com uma mensagem cheia de muito conhecimento e unção, já percorreu todo o Brasil. Já ministrou também em outros países como Angola, a qual o trata como a sua segunda casa, devido ao carinho que ele tem pelo povo angolano.

Deus sempre confirma a palavra pregada por este homem com sinais, prodígios e maravilhas (salvação, curas e batismo no Espírito Santo)

Depoimento

“Quando aceitei a Jesus há 20 anos, eu estava afundado nas drogas e no tráfico. A presença de Deus foi tão forte na minha vida que eu me entreguei para Ele e no outro dia liguei para as mulheres com que eu estava envolvido e disse: ‘Não quero mais’. Elas falaram: ‘Por quê?’ Eu disse: ‘A partir de ontem eu entreguei a minha vida para Jesus’. Cheguei para os rapazes da boca e disse: ‘Não tô mais, saí’. Eles disseram: ‘Por quê?’ E eu disse: ‘A partir de ontem eu entreguei a minha vida para Jesus’. Eles falavam assim: ‘Não dou três meses para ele estar de volta’. E já vai fazer 40 anos”, contou.

“Eu cheirava tanta cocaína que saia pedaços de carne do meu nariz, com muito sangue. Nunca cheirei cocaína sem ter uma garrafa de whisky do meu lado. Eram de cinco a sete gramas que eu cheirava por dia. Quando entreguei minha vida para Jesus, no outro dia eu senti nojo de cheirar. Não precisei ir para uma clínica, nem para um Centro de Recuperação. O Evangelho me recuperou naquela noite”, ressaltou.

“Com 16 anos, eu já tinha três tiros pelo meu corpo. Quem conhece sabe que tem revólver que não nega fogo. Naquele dia, 15 dias antes de me entregar, eu saindo de casa, minha mãe olhou para mim e disse: ‘Meu filho, eu orava por você essa noite e Deus falou comigo. Mulher não peça mais misericórdia pela vida dele, porque a partir de hoje eu vou tratar com ele pessoalmente.’ Eu na troca de tiros com a polícia, dei na direção de um deles e falhou. Dei para o alto e saiu. Dei de novo na direção dele e falhou. Quando falhou, ele me deu três tiros”, lembrou.

“Sabe os meus amigos? Todos foram embora e eu fiquei sozinho. Sabe para onde olhei? Para o céu. Sabe os que diziam para mim que se tiver de morrer a gente morre junto? Correram. Naquele momento ninguém podia me salvar, ninguém. Eu não sei porque aquele polícia não chegou até a mim atirando na minha cabeça. Hoje eu entendo que foi Deus que não permitiu. Eu olhei para o céu e disse: ‘Deus, se tu não deixar eu morrer eu faço um pacto contigo’. Eu tomei tiro às 21h e os policiais e bombeiros me jogaram em uma maca. Deixaram meu sangue escorrer, sangrei até quase a morte”, disse.

“Eu olhei e disse: ‘Deus tenha misericórdia’. Mas para glória de Deus, às 3h me levaram para uma mesa de cirurgia e naquele dia Jesus injetou o sangue Dele no meu sangue. Não era para eu aguentar. Eu estava perdendo muito sangue. Seis horas depois eu fui para o hospital. Era Deus guardando a minha vida para que eu pudesse estar aqui hoje dizendo que fui salvo. Que ele cura liberta e leva o homem para o Céu”.

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