Michelson Borges entrevista Dra. Porras sobre “panspermia cósmica”

Dra. Porras, poderia conversar conosco sobre como tudo começa, qual a origem da vida, existe possibilidade de as sementinhas terem chegado à Terra à bordo de meteoros? Pode parecer piada e até desrespeito, mas o sobrenome da entrevistada de Michelson Borges, que ele tentou ocultar é exatamente esse: Ana María Garzón Porras.

Segundo informações obtidas no Lattes, ela possui graduação em Química Farmacêutica pela Universidad Nacional de Colombia – Bogotá (2012). Trabalhou como auxiliar de pesquisa no projeto da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e a Universidade Nacional da Colômbia, sobre a atualização do “Vademécum Colombiano de Plantas Medicinales”. Possui mestrado em Química Orgânica pela Universidade Federal de Minas Gerais (2015). Conta com doutorado (2019) realizado no Instituto de Química da Universidade Estadual de Campinas, com período sanduíche no Max Planck Intitute for Chemistry (Alemanha), no qual sintetizou dendrímeros poliamida homo- e heterofuncionalizados com moléculas endógenas que mostraram promissores resultados para o tratamento de doenças inflamatórias.

Mas o ex-evolucionista Michelson Borges, demonstra-se agora fascinado com a possdibilidade de que a vida tenha se originado fora da Terra e alcançado nosso “planeta” à bordo de cometas e meteoros.

“Essas partículas seriam como esporos prontos para germinar. Acredita-se que essa hipótese tenha sido proposta inicialmente no século V a.C., na Grécia, por Anaxágoras.

“A teoria foi novamente posta em discussão por volta de 1879 pelos trabalhos de Hermann von Helmholtz e William Thomson, que afirmavam a possibilidade de meteoros servirem de meio de transporte para as formas de vida encontradas no espaço. Svante Arrhenius também contribuiu muito para a teoria. Ele sugeriu que os esporos poderiam ser transportados no espaço pela pressão da radiação emitida por estrelas.

“Fred Hoyle, ao estudar as galáxias, verificou que seria possível que bactérias viajassem pelo universo. Ele observou que na poeira espacial havia compostos de carbono e água, sendo que esta refletia determinado espectro de luz, que era coincidentemente o mesmo que as bactérias refletiam. Quando expôs sua teoria em 1979, muitos pesquisadores ficaram céticos em relação à teoria.

“Diversos trabalhos continuaram tentando confirmar a teoria da Panspermia. Dentre eles, destacaram-se o de Orguiel, os de Murchison e de Allend, que verificaram aminoácidos em porões de meteoritos. Esses aminoácidos poderiam ter sido trazidos à Terra e terem se tornado componentes dos oceanos primitivos após sua liberação. Acredita-se que esses meteoros chocavam-se com a água e liberavam aminoácidos no processo de hidrólise.

“Baseando-se nessa teoria, pode ser que toda a galáxia tenha sido bombardeada com essas formas de vida ou substância precursora, portanto, não há motivos para que não possa existir vida em outros planetas.” Fonte: https://brasilescola.uol.com.br/biologia/panspermia-cosmica.htm

Pode parecer absurdo, mas essa tal “panspermia cósmica” é a “nova” teoria que empolga e até motiva toda a pesquisa e o trabalho de pós-graduação do “jornalisteólogo” adventista, que se diz “criacionista”, mas não se satisfaz com o que a Palavra de Deus diz sobre a Criação. Daqui a pouco vai começar a ensinar no Unasp e reuniões pelo Zoom que Deus moldou o boneco de Adão com poeira das estrelas! Até quando a direção da IASD na América do Sul irá tolerar esse herege? #vailerabibliamichelson #genesisé100%literal #carlsagannaofoiprofeta #respeiteapalavradeDeys

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