IASD desiste de esperar pela “chuva serôdia” e aposta na inteligência artificial, estratégia sideral com satélite e uso de dados dos membros e visitantes

Inteligência artificial

Como os “robôs” têm ajudado no atendimento à crescente demanda por estudos bíblicos durante a pandemia

Márcio Tonetti

O departamento de Web da Rede Novo Tempo de Comunicação registrou um aumento de 271% no número de alunos em 2020

Esperança é um sentimento ou virtude, mas também é o nome do “robô” que atende interessados em estudar a Bíblia. A Esperança “conversa”, em média, com 10 mil pessoas por dia. Ela é, em termos técnicos, um Chatbot, programa de computador que utiliza Inteligência Artificial para interagir com usuários de plataformas on-line e aplicativos. No caso da Rede Novo Tempo de Comunicação, a finalidade é ensinar sobre o livro sagrado.

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Basicamente, o serviço oferecido via WhatsApp se destina a dois grupos. O primeiro deles envolve aqueles que desejam aprender sobre a Bíblia. Basta que a pessoa clique no link (adv.st/estudobiblico) e inicie a conversa com a seguinte mensagem: “Olá, quero estudar a Bíblia.”

Pelo fato de ser uma assistente virtual, a Esperança só entende respostas diretas e específicas (ou seja, escolhendo-se uma das opções oferecidas), como informa a mensagem que aparece na tela do smartphone poucos segundos depois.

Mas ela tem ficado cada vez mais inteligente. É o que afirma o pastor Natanael Castro, que a projetou em 2018 e hoje trabalha na equipe de Evangelismo Digital da Novo Tempo, setor coordenado pelo pastor William Timm. “Estamos investindo em Inteligência Artificial e o próximo passo é deixar a Esperança apta para responder perguntas abertas sobre a Bíblia”, Natanael explica.

Isso significa que, em tese, a pessoa poderá perguntar o que quiser, seja por mensagem de texto ou de voz, e que a assistente virtual será capaz de responder. Com o aperfeiçoamento previsto para este ano, a
ideia é de que, além da resposta, a Esperança recomende artigos relacionados ao assunto sobre o qual a pessoa perguntar, a partir de uma busca no acervo dos sites oficiais da igreja. O sistema vai fazer uma varredura nessas páginas e sugerir os melhores artigos sobre o assunto. Além disso, também buscará vídeos relacionados na playlist do programa Na Mira da Verdade.

Trata-se de um sistema artificial, mas não necessariamente desumanizado. Isso porque, além da equipe que responde às mensagens e oferece aconselhamento de maneira personalizada, a própria tecnologia também se propõe a ser uma ferramenta de engajamento missionário. Ou seja, aqueles que desejam estudar a Bíblia com seus amigos podem fazer uma “dupla missionária” com a Esperança (acesse: adv.st/ensinarabiblia).

“Se você quer dar estudos bíblicos para alguém, basta criar um grupo no WhatsApp e inserir o contato da pessoa e da Esperança. O passo seguinte é enviar a mensagem ‘estudo bíblico’ ao grupo. A partir daí, a assistente virtual entrará em ação, permitindo que você acompanhe o interessado, faça o ‘meio de campo’ e responda outras dúvidas que surgirem ao longo do processo”, esclarece Natanael.

Segundo ele, essa modalidade de estudos (em grupo) representa hoje 40% do público atendido pelo Chatbot. Foi dessa forma, aliás, que Natanael estudou a Bíblia com o irmão dele, batizado em janeiro do ano passado. Como na época o pastor estudava Teologia no Peru e o irmão morava no Brasil, a tecnologia acabou facilitando o trabalho.

O uso de Inteligência Artificial tem ajudado a igreja a responder à crescente demanda por estudos bíblicos durante o período de isolamento social. Se antes da pandemia o setor de Web da Novo Tempo registrava entre 100 e 150 novos interessados em estudar a Bíblia por dia, recentemente esse número chegou a 1,2 mil, média diária que se manteve durante dois meses. A meta tem sido atender esse público virtualmente, mas também construir pontes entre os que estão estudando a Palavra de Deus e as comunidades adventistas presenciais.

MÁRCIO TONETTI é editor associado da Revista Adventista

(Reportagem publicada na edição de fevereiro de 2021 da Revista Adventista)

Última atualização em 23 de fevereiro de 2021 por Márcio Tonetti.

Fonte: https://www.revistaadventista.com.br/marcio-tonetti/destaques/inteligencia-artificial/

Estratégia sideral

Do uso do aplicativo Zoom à aquisição de um satélite, a igreja está aberta a todos os meios que possam garantir a proclamação da sua mensagem ao mundo

Andrew McChesney

Diante do desafio e da urgência de pregar a última mensagem de advertência ao mundo, a igreja tem sonhado alto. E durante a reunião do 1º Conselho Mundial de Liderança da Igreja, realizado nesta semana, teve quem cogitasse até a aquisição de um satélite. Foto: NASA

O que você pensaria sobre a possibilidade de a igreja comprar um satélite para garantir que sua mensagem seja proclamada nos últimos dias? Sem dúvida, é sonhar bem alto.

Mas essa foi uma das ideias criativas sugeridas durante um momento de brainstorming na conferência que discutiu a implementação do plano quinquenal “I Will Go”. O 1º Conselho Mundial de Liderança da Igreja, realizado pelo aplicativo Zoom nos dias 9 e 10 de fevereiro, deu uma ênfase especial no fato de que inovação e criatividade, com o poder do Espírito Santo, são essenciais para o cumprimento da missão da igreja.

“Existem desafios inacreditáveis ??para o futuro”, enfatizou o pastor Ted Wilson, presidente da Igreja Adventista em nível mundial, no encontro virtual que reuniu 70 representantes da Associação Geral, das 13 Divisões, instituições educacionais e outras organizações administradas pela denominação. “Esta é uma oportunidade de ser criativo e permitir que o Espírito Santo forneça essa criatividade”, ele frisou.

Ao reafirmar o compromisso da igreja em proclamar as três mensagens angélicas (a última advertência de Deus ao mundo), o pastor Wilson defendeu que novos métodos são necessários para transmiti-la. “A mensagem não mudou, mas os métodos mudaram”, ele ressaltou.

O evangelista Mark Finley, assistente do presidente da Associação Geral, relembrou que a Igreja Adventista tem um chamado profético para compartilhar a mensagem de Apocalipse 14:6-12. “Os adventistas acreditam que Deus lhes confiou uma mensagem para os últimos dias que deve ser compartilhada com um mundo necessitado”, observou.

Conforme ele disse, essa mensagem é tão importante quanto a que foi pregada por Noé e João Batista. “João Batista foi levantado para preparar o mundo para a primeira vinda de Cristo. E nós temos a missão de preparar o mundo para a sua segunda vinda”, completou.

Os palestrantes falaram sobre novas oportunidades que surgiram em um mundo drasticamente alterado pela pandemia. Um dos exemplos citados foi a ferramenta Zoom. “Com a pandemia, vejam o que aconteceu com esse aplicativo”, disse em sua apresentação Geoffrey Mbwana, vice-presidente geral da igreja. “Costumávamos viajar, mas agora estamos percebendo que podemos fazer muito utilizando esse tipo de aplicativo”, comentou.

Por sua vez, Artur Stele, outro vice-presidente da sede mundial, chamou a atenção para o significativo número de pessoas que têm acompanhado conferências bíblicas virtuais. Ele comentou que, antes da pandemia, algumas reuniões evangelísticas presenciais reuniam milhares de pessoas, mas que o engajamento on-line em eventos como os que foram realizados recentemente pela Divisão Euroasiática e pela Divisão do Pacífico Sul-Asiático está sendo muito maior. “Isso nunca teria acontecido presencialmente”, ele acredita.

O pastor Stele, que proferiu uma palestra sobre o uso da internet e das mídias sociais na implementação do plano “I Will Go”, advogou que as plataformas virtuais parecem ser mais eficazes para proclamar o evangelho do que para nutrir a fé das pessoas, mas que ainda assim, elas também podem ajudar a cumprir esse segundo objetivo. Citando um exemplo, o pastor Stele mencionou que, recentemente, um membro da igreja do outro lado do mundo assistiu ao vídeo de um de seus sermões e depois fez contato com ele, agradecendo pela mensagem que lhe trouxe encorajamento em um momento de profundo desânimo.

NA AGENDA DA IGREJA

O tema da inovação e missão também direcionou a agenda de uma reunião de líderes mundiais da denominação realizada no ano passado na Cidade do Cabo (África do Sul). E, como resultado dessas reflexões, a igreja mundial está propondo a criação de um instituto focado em liderança, inovação e missão, que ofereceria treinamento para líderes de todo o mundo.

Durante o 1º Conselho Mundial de Liderança da Igreja, o pastor Ted Wilson informou que o projeto foi deixado de lado por causa da pandemia, mas que a intenção da Associação Geral é “compartilhar uma versão expandida sobre os planos de inovação nos próximos meses.”

PENSANDO FORA DA CAIXA

Em uma apresentação sobre inovação na conferência desta semana, Ray Wahlen, tesoureiro associado na sede mundial adventista, exortou os líderes a serem criativos e a irem além das ideias convencionais.

A mesma ênfase foi dada pelo pastor GT Ng, secretário executivo da igreja mundial. “Reciclamos as mesmas ideias repetidamente, mas precisamos pensar fora da caixa!”, ele sublinhou em um painel sobre o tema.

O secretário executivo ainda apresentou algumas ideias criativas que, na visão dele, poderiam ser consideradas pela igreja, incluindo a possibilidade até mesmo de adquirir um satélite, o que representaria uma “estratégia sideral” para uma missão que é global.

Para Hensley Moorooven, subsecretário da sede mundial, os líderes e membros da igreja podem ser flexíveis e criativos em relação às formas como o plano “I Will Go” será implementado. Usando a analogia de um mapa rodoviário, ele comparou a missão a um GPS. Para ele, não importa se faremos o trajeto de “carro, van, ônibus, bicicleta, avião, helicóptero ou a pé”. O importante é que todos cheguem ao destino final.

ANDREW MCCHESNEY é editor da Mission Quarterly

(Versão adaptada do texto publicado originalmente no site da Adventist Mission)

Última atualização em 12 de fevereiro de 2021 por Márcio Tonetti.

Fonte: https://www.revistaadventista.com.br/da-redacao/destaques/estrategia-sideral/

Bancos de dados

2. É verdade que a Igreja mantém dados dos membros? Por que ela faz isso?

A Igreja Adventista do Sétimo Dia possui um sistema mundial de registro dos membros chamado ACMS (Adventist Church Management System). A plataforma é utilizada pela secretaria em congregações locais e sedes administrativas adventistas em várias partes do mundo. Os dados armazenados neste sistema foram informados pelos próprios membros e são atualizados periodicamente conforme a necessidade.

A Igreja, de acordo com sua política de privacidade, compromete se oficialmente a não alugar ou vender dados pessoais. O compartilhamento também é restrito e não ocorre a menos que tenha autorização específica para agir assim. Ou em circunstâncias específicas previstas em sua política de privacidade: compartilhamento com outras instâncias da Igreja (por exemplo, associações, Uniões, Associação Geral), transferência de membros do ACMS, reorganização de responsabilidade, combate a fraudes e crimes, e mesmo o compartilhamento de informações pessoais com autoridades governamentais quando requerido de acordo com lei aplicável.

5. Por que a Igreja precisa dos dados dos membros?

Os dados que a Igreja Adventista armazena servem para realizar, com maior eficácia, seus projetos e programas evangelísticos, ao mesmo tempo que possibilita oferecer um melhor atendimento pastoral aos seus membros. Além disso, uma base de dados sólida e atualizada permite o dimensionamento adequado e para que a Igreja consiga se comunicar com seus membros de forma clara e eficiente. Dados confiáveis ajudam a organização adventista a avançar com mais segurança e, desta forma, ser mais precisa no seu trabalho de pregação do evangelho.

8. A Igreja pode usar os meus dados para pesquisas?

Os dados fornecidos podem ser utilizados pela Igreja para relatórios estatísticos e para o planejamento de estratégias que favoreçam o desenvolvimento de talentos e da vida espiritual de seus membros. Além disso, podem ser empregados para o preparo de materiais específicos de suporte ao ministério pessoal de cada um deles em atividades missionárias, como a produção de conteúdos específicos voltados para quem deseja dar estudos bíblicos ou realizar visitas a pessoas em hospitais e presídios, por exemplo.

Fonte: https://www.adventistas.org/pt/lei-geral-de-protecao-de-dados/

Segurança de dados é prioridade para adventistas

Igreja votou novo documento a respeito da proteção e segurança dos dados geridos pela Igreja Adventista do Sétimo Dia na América do Sul.

Por Felipe Lemos
21 de maio de 2019

A temática relacionada à segurança de dados preocupa corporações e usuários finais também. (Foto: Shutterstock)

Roubo de dados é assunto sério e que preocupa organizações no planeta inteiro. De acordo com o Relatório Anual sobre Crimes na Internet do FBI (Polícia Federal norte-americana), em 2018 o crime cibernético custou às empresas um total coletivo de US $ 2,7 bilhões. Foram apuradas mais de 20 mil reclamações de organizações, que vão desde comprometimento do e-mail comercial até furtos de credenciais para facilitar transferência fraudulenta de fundos.

Por isso, a Igreja Adventista do Sétimo Dia na América do Sul votou um documento para proteção em relação ao assunto. Os líderes adventistas aprovaram o Política de acesso, de uso e de divulgação dos dados controlados pela Igreja Adventista do Sétimo Dia na Divisão Sul-Americana. Na fundamentação, fica claro, por exemplo, que a coleta e análise de dados são atividades fundamentais para a Igreja realizar várias tarefas. Isso inclui conhecer realidades com maior precisão, estimar cenários, antever situações e avaliar o desenvolvimento de seus programas e ações. Os dados são ferramentas de apoio à missão.

O diretor do departamento de Arquivo, Estatísticas e Pesquisa da sede sul-americana adventista, doutor Thadeu Silva, explica que o novo documento trata de orientações e até sanções administrativas em relação ao descumprimento destas normas.

Pontos principais do documento:

Origem dos dados

Os dados controlados pela Divisão Sul-Americana da Igreja Adventista do Sétimo Dia (DSA) e suas instituições são oriundos de seis fontes primárias. Estes dados estão disponíveis nos vários sistemas de uso da Igreja Adventista na América do Sul – como o ACMS e os vários repositórios, arquivos, depósitos físicos e virtuais. Estão também em outras fontes – desde os próprios indivíduos, até agendas, atas, registros, termos, certidões, votos, relatórios, fichas, declarações, formulários, cartas geradas e/ou recebidas pela IASD e outros documentos.

  1. Membros da igreja e sua família, cujos dados são revelados espontaneamente e em confiança na ficha batismal, na atualização cadastral e na descrição dos dízimos e ofertas;
  2. Igreja local: dados coletados por observação efetuada pela secretaria local e/ou pela equipe da tesouraria;
  3. Interessados: pessoas que se aproximam da igreja e por ela são cadastradas no Adventist Church Membership System (ACMS) ou que se cadastram no sistema 7me (portal destinado ao membro e ao doador);
  4. Sistemas computacionais de inserção e armazenamento de dados;
  5. Pastores, servidores e seus familiares com vínculo com a Igreja e suas instituições, tanto os em atividade como os aposentados, jubilados e pensionistas;
  6. Documentos e registros administrativos, legais, eclesiásticos, trabalhistas e de outras naturezas que compõem as atividades ordinárias e extraordinárias da Igreja Adventista do Sétimo Dia e suas instituições ao longo da sua história.

Princípios gerais de acesso aos dados

Finalidade: ter acesso aos dados para conhecer tendências gerais da população adventista no território da Divisão Sul-Americana.

Acesso por outros sistemas: Os dados da Igreja Adventista do Sétimo Dia só poderão ser acessados por sistemas sob controle e responsabilidade da Divisão Sul-Americana da Igreja Adventista do Sétimo Dia. É terminantemente proibido acessar o ACMS ou qualquer outro repositório, arquivo, depósito ou banco de dados, físico ou eletrônico de qualquer outro sistema informacional, criado, mantido ou gerado por outras pessoas ou por entidades que não seja a Igreja.

Acesso aos dados pessoais: É vedado e pode ser punido por lei o acesso a dados pessoais de membros, pastores, interessados: nomes, sobrenomes, estado civil, endereços, telefones, e-mails, fotografia, data de nascimento, números de documentos, filiação, religião anterior, data e lugar de batismo, pastor oficiante do batismo, cargo na igreja, sexo, lugar de nascimento, família relacionada, grau de instrução, profissão, data de casamento, usuário de acesso, doações financeiras, ou qualquer outro dado pessoal.

Fonte: https://noticias.adventistas.org/pt/noticia/tecnologia/seguranca-de-dados-e-prioridade-para-adventistas/

A segurança de dados tem se tornado uma das principais preocupações de empresas ao redor do globo. Há cerca de dois anos, a companhia britânica Cambridge Analytica foi protagonista de um escândalo envolvendo a exposição de informações de mais de 50 milhões de pessoas, o que reacendeu o debate sobre a urgente necessidade de novas medidas de proteção.

Diante desse cenário, a Igreja Adventista do Sétimo Dia tem adotado protocolos e ferramentas cada vez mais avançadas para preservar os dados utilizados de forma estratégica para cumprir sua missão. Hoje, as informações referentes aos membros da denominação estão armazenadas no Adventist Church Management System (ACMS, na sigla em inglês), sistema utilizado pela secretaria em igrejas locais e sedes administrativas em todo o mundo.

O ACMS busca atender aos padrões mais elevados no quesito proteção de dados, como na Europa, que desde 2013 aprovou seu uso. Na América do Sul, ao que se refere a leis, muitos países têm se inspirado no modelo europeu e definido particularidades específicas em cada território.

No Brasil, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) determina que empresas e organizações sigam normas claras quanto à coleta, armazenamento e compartilhamento de dados pessoais. O objetivo é garantir mais segurança e privacidade para quem fornecer suas informações.

Foco na segurança

Por isso, a Igreja Adventista está se antecipando a essa realidade para prover ainda mais segurança aos seus membros e se manter atualizada com as novas regras da legislação. Ela tem definido estratégias para, em breve, levar o assunto aos templos locais, que serão responsáveis pelo contato com seus fiéis para que conheçam mais detalhes sobre o assunto e aprovem a utilização de seus dados pelo sistema da Igreja.

Hoje estão disponíveis no ACMS informações básicas como nome, data de batismo, cidade, idade, por exemplo, que são úteis para o histórico de cada membro durante o período em que estão vinculados à denominação. Alguns desses dados são essenciais, também, em processos de transferência e para a eleição de cargos nas congregações.

“Isso nos ajuda a criar melhores estratégias missionárias, principalmente em relação ao discipulado. Melhores dados facilitam o desenvolvimento do trabalho da Igreja e o planejamento da execução, além de um melhor atendimento às pessoas”, sublinha o pastor Edward Heidinger, secretário-executivo da sede sul-americana adventista.

Fonte: https://noticias.adventistas.org/pt/noticia/tecnologia/igreja-adventista-fortalece-medidas-para-proteger-dados-de-membros/

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