Uso do púlpito do Unasp SP para tentar calar críticas a corruptos da IASD piora a situação




Sermão de Gilson Grudtner produziu efeito contrário.

“Queridos mais uma triste verdade, que eu preferia não falar pois sei que vai se virar contra mim, é que uma boa parte dos pastores adventistas da atualidade, não passam de mercenários. Estão destruídos emocionalmente, moralmente, espiritualmente mas defendem um sistema administrativo corroído pelas ideologias mundanas apenas pelo salário no fim do mês.

“O ato falho desse pastor, ao vivo, num culto no Unasp SP demonstra isso. Hoje, em tempos de lives e internet, é impossível esconder a verdade. Até quando o Sr Erton Köhler e a DSA vão continuar pensando assim?”

Pastor Patrick Siqueira no Facebook

 

Queridos mais uma triste verdade, que eu preferia não falar pois sei que vai se virar contra mim, é que uma boa parte…

Publicado por Patrick Siqueira em Terça-feira, 30 de março de 2021

Comentário de leitora do Adventistas.Com:

Ao Pastor Gilson Grudtner.

A sua palestra, aquilo não foi sermão, foi patética. Você vive numa “bolha” juntamente com a trupe dos seus superiores – da inútil UCB, que recentemente passou por escândalos, bem como da DSA que é presidida pelo ditador Erton Kohler. Tudo com o aval do pontífice Ted Wilson. Também temos arrogante um arauto brasileiro que está nos EUA — o falso profeta Timm.

Pastor Gilson, na sua palestra você citou um livro de um escritor por nome Baltasar, citou Lutero e fartamente Ellen G. White; mas a Santa Bíblia – nada. Disse que Lutero não aprovaria a reunião ecumênica entre Católicos e Luteranos em Roma, para fazerem “as pazes”. Ou o senhor é desinformado ou é um alienado. A nossa igreja, ou melhor, a Organização Adventista que muitas vezes, quando lhes convém, é chamada de igreja, também tem feito vários pactos com o Vaticano.

Conte isso nas suas vazias e políticas palestras!

Você salientou o trabalho de pastores, professores e funcionários na desinfecção de um determinado colégio no Estado de São Paulo. Atitude louvável. Todavia, milhares de irmãozinhos estão fazendo um excelente trabalho em prol do próximo durante essa pandemia e você parece que se esquece disso; mas tudo bem. Já nos acostumamos com isso.

Gostei da sua sinceridade: você ama a igreja porque ela deu educação para as suas filhas. Realmente, você tem o deve de se curvar diante de superiores corruptos para continuar tendo um excelente emprego, bom salário, excelentíssimas benesses, emprego para sua família e apadrinhados. Você está correto na sua deliberada ignorância.

Gilson, seja mais coerente com sua própria consciência. A Organização Adventista está vivendo numa crise doutrinária, moral e de liderança sem precedentes. Pare de atacar aqueles (as) que os estão advertindo do mal que estão cometendo. Estude mais a Bíblia. Não precisamos de Lutero ou de Ellen G. White para sermos salvos.

Na Santa Bíblia e somente nela encontramos a beleza do amor de Deus para com a humanidade que se desviou de Seus caminhos. Percebi que você tem uma disfunção que se torna muito evidente nas suas fatídicas e patéticas palestras – dá-lhe um chilique incontrolável e você acaba falando aquilo que não deve. Pregue a Jesus Cristo. Concentre-se na pessoa dEle e somente só. Se isso acontecer, ficarás livre do seu demoníaco transtorno obsessivo crônico de atacar os outros.

Joana W. S. Koler

Veja também:

10 comentários em “Uso do púlpito do Unasp SP para tentar calar críticas a corruptos da IASD piora a situação”

  1. Fiquei impressionado com o conteúdo desse site. Não o conhecia. Na verdade criticas os ataques porém a única coisa (pelo que noto) é critica a qualquer coisa que não concorda ou não conhece.
    Os artigos desse site, para qualquer pessoa mais “curiosa” percebe não tem lógica e outras não fazem sentido. Só levantas desejo cruel de ataque e criticas ostensivas.

    Na minha opinião, você faz um grande deserviço, até parece que o que quer é apenas publicidade falando mal de tudo e de todos.

    1. O conteúdo deste site assemelha-se ao resultado de um exame ou laudo de uma junta médica entregue ao paciente, com a conclusão de que este é portador em estágio pré-terminal de uma doença grave. O falecido pastor e redator-chefe da CPB, Rubens Lessa, a quem consideramos o “pai” deste site, desenvolve essa idéia em seu livro Diagnóstico e Remédio, em que aplica essa mesma comparação à carta enviada ao anjo de Laodiceia. Por essa razão, costumamos classificar as reações de leitores que aqui chegam pela primeira vez, com as reações de um paciente que vivencia a situação descrita acima.

      O irmão já deve ter ouvido falar no “Modelo de Kübler-Ross” (ou também “Modelo de Sofrimento de Kübler-Ross”), que propõe uma descrição de cinco estágios pelos quais as pessoas passam ao lidar com a perda, o luto e a tragédia. O modelo foi proposto por Elisabeth Kübler-Ross no seu livro On Death and Dying, publicado em 1969. Os estágios popularizaram-se e são conhecidos como “Os Cinco Estágios do Luto ou da Perspectiva da Morte”.

      A maioria pensa que o Luto se refere apenas a um sentimento de tristeza profunda relacionado a perdas de pessoas queridas. Na verdade, o Luto reflete um processo de adaptação após o encerramento de um ciclo de infelicidade. A morte de alguém, o fim de um relacionamento, a saída de um emprego, ou mesmo a decepção com a liderança de sua igreja, podem desenvolver o Luto em um indivíduo.

      Kübler-Ross originalmente aplicou estes estágios para qualquer forma de perda pessoal catastrófica. Também alega que estes estágios nem sempre ocorrem nesta ordem, nem são todos experimentados por todos os pacientes, mas afirmou que uma pessoa sempre apresentará pelo menos dois.

      Negação: “Isto não pode e não está acontecendo. Esse médico é louco e eu não estou doente.” É a primeira fase do processo e se manifesta como uma defesa psíquica, onde a pessoa se nega a acreditar no que ocorre e de alguma forma, tenta não entrar em contato com a realidade e prefere não falar sobre o assunto. É uma fase de dor intensa e dificuldade para lidar com a veracidade do diagnóstico.

      Raiva: “Por que ele disse isto para mim? Não pode ser verdade. Isso não é justo. Não aceito isso e vou dizer poucas e boas para ele!” Essa segunda fase se caracteriza pelo sentimento de revolta com o mundo, com o médico, o laboratório e todos, onde o indivíduo se sente injustiçado e não se conforma pelo o que está passando. Começa a ocorrer a conexão com a realidade e a percepção de que a situação pode ser realmente aquela e talvez não seja possível revertê-la facilmente.

      Negociação: “Não vou me incomodar. Não volto mais lá. Vou procurar outro médico, outras opiniões. Confiar que Deus está no comando e esperar para ver o que acontece.” Nessa terceira fase, a pessoa negocia consigo mesma. É uma tentativa de aliviar a dor e ponderar possíveis soluções para sair daquela circunstância. Normalmente, relaciona-se a uma conjuntura religiosa e até promessas a Deus.

      Depressão: “Estou tão triste. Por que devo me preocupar com a Administração da Igreja ou qualquer coisa? A salvação é individual. Vou ler a Bíblia e fazer minhas orações sozinho, devolver o meu dízimo, sem me importar com o que pastores fazem ou deixam de fazer…” Nesta quarta fase, ocorre a reclusão da pessoa para o seu mundo interno, onde ela passa a se isolar e a se considerar impotente frente ao que está ocorrendo. Geralmente, é a fase mais duradoura do processo do luto, caracterizada por um sofrimento intenso.

      Aceitação: “Preciso fazer a minha parte para tudo ficar bem. Sozinho eu não consigo lutar contra isto, mas posso conscientizar outros irmãos, clamar por mudanças, e canalizar nossos recursos para a conclusão da Obra, conforme as recomendações divinas.” Quinta e última fase do luto, o indivíduo não se sente mais desesperado e já consegue enxergar a realidade como ela é. Ocorre assim, a assimilação e aceitação por completo do diagnóstico e ele decide a agir, com fé em Deus, para reverter o quadro, uma vez que em parceria com Deus não existe nada impossível.

      Em que fase o irmão acredita que está?

    2. O pastor Gilson é uma benção de DEUS!! Não vejo nada de errado nas pregações dele!! Homem consagrado ,honesto e de fé inabalável!! Amamos os sermões q ele prega! Parem de julgar as pessoas! Isso é pecado! Só cabe a DEUS julgar!!
      O que vcs ganham com isso????

  2. Que Home office cruel que a Júlia Cardoso, departamental do ministério das mulheres da USB (esposa do PR Edilson secretário da asp). Mas fica uma curiosidade geral: eles recebem ajuda de aluguel de casa da obra? Se sim, por qual motivo? Pois, a casa é própria. Ficamos no aguardo da manifestação formal dela e do esposo…

    1. Se um pastor for oriundo de uma família abastada então ele deverá ficar sem salário?
      E, se o pastor não puder receber o auxílio aluguel porque tem casa própria comprada por conta o seu salário (que deve ser uma fortuna) ou recebida por herança ou tiver vários imóveis em outras localidades, imóveis esses alugados, então não fará jus ao auxílio aluguel nem ao salário?

      1. Seguindo sua lógica, um juiz pode receber auxílio moradia numa boa. Tá doido.
        O auxílio previsto no praxes é para quem paga aluguel meu caro e não quem tem casa própria. Aproveitando sua deixa sobre benefícios, realmente prefiro ter uma salário baixo e ter vários benefícios: colégio adventista com um baita desconto, ajuda gasolina, ajuda telefone fixo, ajuda livros, seguro do carro e outros. Tive a oportunidade de ver um recibo de um líder de campo quando ele foi comprar um carro, 14 mil era o que estava lá na ficha de rendimentos informados, isso mesmo 14 mil e era dela, não renda familiar, contando profissão, local que trabalha e quanto ganhava (deve ter somando os benefícios) para umas coisas eles somam, para outros não. Depende do dia e para quem.

        1. Meu caro Isaias:
          Seguindo a sua lógica, então um juiz ou qualquer outro, em situação semelhante, pode vender a sua casa e o valor ser investido em fundo imobiliário ou qualquer outro tipo de investimento e aí não teria moradia própria, e daí?
          Se um juiz receber uma herança de R$ 10.000.000,00 não teria então direito a salário ou auxilio moradia???

          1. Auxílio moradia com casa própria? Se tiver o mínimo de vergonha na cara, certamente não, se bem que esperar isso de nossos pastores, ultimamente é esperar que tenhamos políticos honestos… Em relação a pessoa do vídeo, sim terreno de herança, mas o gostaria de ver ela e o seu esposo pastor indo pro campo de verdade, quem tal acre? Roraima, chão de igreja, no meio das ovrlhas….Não irão, pois são políticos nativos nas terras das araucárias, burocratas e capachos do Sr mariton e Cia.

    2. Os empregadores descobriram uma forma de recolher menos encargos sociais como FGTS, INSS e IRPF.
      Para isso, fixa-se um salário nominal menor do que seria necessário para atrair e manter o trabalhador, e concede-se “benefícios”, sobre os quais não incidem nem o Imposto de Renda nem os demais encargos sociais.
      Para o trabalhador, o que importa é o que sobra no final do mês, depois de pagar a conta do supermercado, a escola dos filhos, o aluguel, a manutenção do carro, as despesas de transporte para o trabalho, as roupas e os remédios.
      Ex.: 1. Salário = R$ 5.000,00
      Aluguel – R$ 1.000,00
      Água, luz, tel. Internet – R$ 300,00
      Cesta básica – R$ 700,00
      Transporte – R$ 200,00
      Plano de saúde – R$ 800,00
      Combustível e manut. Carro – R$ 400,00
      Outras desp. – R$ 500,00
      Imp.Renda Ret.Fonte – R$ 300,00
      Neste exemplo 1, além do salário, o empregador não paga mais nada de benefícios, e a sobra para o empregado é de R$ 800,00, no mês.
      Ex.:2. Salário = R$ 2.000,00
      Aluguel + R$ 1.000,00 (pago pelo empregador, sobre esse valor não incide encargos)
      Água, luz, tel.Internet + R$ 300,00 (aux. Pago pelo empregador)
      Cesta básica = R$ 700,00 (Aux. Aliment. Pago pelo empregador R$ 400,00)
      Transporte + R$ 200,00 (Vale transp.pago pelo empregador)
      Plano de saúde + R$ 800,00 (pago pelo empregador)
      Combust e manut Carro + R$ 400,00 (pago pelo empregador)
      Outras desp. – R$ 500,00
      IRRF = isento.
      No exemplo 2, sobra para o empregado R$ 1.200,00, uma vez que não tem retenção de Imposto de Renda e da despesa de cesta básica tem auxilio de mais da metade. Para o empregador os gastos são maiores, mas recolhe menos FGTS e INSS, o que acaba quase empatando.
      Agora uma pergunta: Quanto cada um desses trabalhadores, sendo crentes e entregadores de dízimo deveriam entregar?
      Outra pergunta: Para o trabalhador qual seria a melhor opção de remuneração?
      O segundo exemplo é o que acontece com a remuneração dos Obreiros Evangélicos. Tem um baixo salário “nominal”, mas com os benefícios o que sobra ao final do mês pode ser maior do que o de um outro trabalhador que tenha um salário nominal maior mas não tenha outros benefícios.
      Esta é a razão de auxilio moradia, independente de onde mora o trabalhador, se em moradia própria ou alugada.

  3. Quando se falta bons argumentos, nossos queridos pastores apelam para a falácia do uso da autoridade, óbvio que citando egw o máximo possível e criando cenários de teoria da conspiração, para tentar validar a narrativa.

Deixe uma resposta