COMO NOS DIAS DE NOÉ: Médicos implantam coração de porco em “destinatário indigno”




Ellen White identifica esse situação inaceitável como “amalgamation”, traduzido como “amálgama”: O pior pecado dos tempos antediluvianos!

“Mas se há um pecado acima de todo outro que atraiu a destruição da raça pelo dilúvio, foi o aviltante crime de amálgama de homem e besta que deturpou a imagem de Deus e causou confusão por toda parte. Deus propôs-Se a destruir aquela raça poderosa e longeva que corrompera os seus caminhos perante Ele.” The Spirit of Prophecy, vol. 1, pág. 69.

“Cada espécie de animal que Deus criou foi preservada na arca. As espécies confusas que Deus não criara, resultantes da amalgamação, foram destruídas pelo dilúvio.” The Spirit of Prophecy, vol. 1, pag. 72.

O passado violento do homem que recebeu um coração de porco

David Bennett de 57 anos entrou na história na semana passada devido a um transplante cardíaco inédito. Foi condenado a dez anos de prisão por esfaquear um jovem de 22 anos.

David Bennett, o homem que recebeu um transplante de coração de porco numa cirurgia inédita, tem um passado de violência que o torna “um destinatário indigno”.

A acusação vem de Leslie Shumaker Downey, uma norte-americana que revelou no programa Today, da Radio 4, que Bennett foi condenado por esfaquear o irmão dela, Edward Shumaker, deixando-o paralisado.

Segundo ela, o ataque ocorreu em abril de 1988, num aparente ataque de ciúmes, depois da mulher de Bennett se sentar no colo de Shumaker, que tinha 22 anos na altura e foi esfaqueado nas costas repetidamente e por sete vezes. Bennett foi considerado culpado de agressão e porte de arma e foi condenado a dez anos de prisão.

Por isso, para a irmã da vítima, que ficou confinada a uma cadeira de rodas e morreu em 2007 após quase duas décadas de complicações médicas ligadas ao ataque, o homem não merece o coração que lhe permite prolongar a vida: “Estão a colocar Bennett nas histórias, retratando-o como um herói e um pioneiro, mas não é nada disso. Acho que os médicos que fizeram a cirurgia deveriam receber todos os elogios pelo que fizeram, não Bennett.”

O Centro Médico da Universidade de Maryland defendeu que os crimes passados ​​não desqualificam os pacientes: “É a obrigação solene de qualquer hospital ou organização de saúde fornecer cuidados que salvam vidas a todos os pacientes que passam pelas suas portas com base nas suas necessidades médicas.” O hospital onde a inédita cirurgia foi feita disse ainda ao New York Times que escolher pacientes com base em qualquer outro padrão que não esse abriria “um precedente perigoso e violaria os valores éticos e morais que sustentam a obrigação que médicos e cuidadores têm para com todos os pacientes sob os seus cuidados”.

Fonte: https://www.dn.pt/internacional/o-passado-violento-do-homem-que-recebeu-um-coracao-de-porco-14495684.html




Cirurgiões americanos transplantam com sucesso um coração de porco numa pessoa

A operação foi realizada na sexta-feira e demonstrou pela primeira vez que o coração de um animal pode continuar a bater num ser humano sem rejeição imediata, indica um comunicado.

Uma equipa de cirurgiões americanos transplantou com sucesso o coração de um porco geneticamente modificado numa pessoa, algo inédito, informou esta segunda-feira a Escola Médica da Universidade Maryland.

A operação foi realizada na sexta-feira e demonstrou pela primeira vez que o coração de um animal pode continuar a bater num ser humano sem rejeição imediata, indica um comunicado.

O paciente, David Bennet, tinha sido considerado inelegível para receber um coração de outro ser humano.

O homem de 57 anos, residente em Maryland, está a ser cuidadosamente acompanhado para se perceber como o novo órgão funciona. “Era morrer ou fazer este transplante. Eu quero viver. Eu sei que é um tiro no escuro, mas é a minha última escolha”, disse um dia antes da cirurgia.

Bennett, que passou os últimos meses acamado numa máquina de suporte à vida, dizer estar “ansioso para sair da cama” depois de recuperar.

A Food and Drug Administration concedeu autorização de emergência para a cirurgia a 31 de dezembro, num último esforço para o paciente que não era elegível para um transplante convencional.

“Esta foi uma cirurgia inovadora e deixa-nos mais perto de resolver a crise de escassez de órgãos”, afirmou Bartley Griffith, que transplantou cirurgicamente o coração do porco.

“Estamos a proceder com cautela, mas também estamos otimistas de que esta cirurgia inédita vá fornecer uma nova opção importante para pacientes no futuro”, acrescentou.

O porco que doou o coração passou por um procedimento de alteração genética para eliminar um gene que produz um açúcar específico, que de outra forma teria desencadeado uma forte resposta imune e levado à rejeição do órgão.

A alteração genética foi realizada pela empresa de biotecnologia Revivicor, que também forneceu o porco usado num transplante de rim inovador num paciente em morte cerebral em Nova Iorque, em outubro.

O órgão foi mantido numa máquina de preservação antes da cirurgia. Paralelamente, a equipa também utilizou medicamentos convencionais antirrejeição para evitar que o sistema imunitário rejeite o órgão.

Cerca de 110 mil norte-americanos estão à espera de um transplante de órgão e mais de 6 mil morrem a cada ano à espera de um, de acordo com dados oficiais.

O interesse dos cientistas em transplantes entre espécies remonta ao século XVII.

As primeiras experiências focaram-se em transplante de órgãos de primatas. Em 1984 um recém-nascido recebeu um coração de um babuíno, mas sobreviveu apenas 20 dias.

Atualmente, as válvulas cardíacas de porco são muito utilizadas em humanos e a pele de porco é enxertada em vítimas de queimaduras humanas.

Os porcos são considerados dadores ideais devido ao tamanho, rápido crescimento e por já serem criados como fonte de alimento.

Fonte: https://www.dn.pt/internacional/cirurgioes-americanos-transplantam-com-sucesso-um-coracao-de-porco-numa-pessoa-14478853.html

Paciente recebe coração de porco geneticamente modificado nos EUA

David Bennet, de 57 anos, recebeu o transplante inédito e se recupera bem. Os cientistas retiraram do coração do animal genes ligados à rejeição e inseriram genes humanos para facilitar a aceitação do órgão.




Nos Estados Unidos, pela primeira vez na história, médicos transplantaram um coração geneticamente modificado de porco para um homem.

Tudo na sala de cirurgia parecia como de costume para um transplante de coração. O médico responsável explicou que o órgão do doador parecia perfeito, com bom tamanho, e que a retirada do órgão foi de rotina.

Mas, desculpa, doutor, não sei se rotina é a palavra mais adequada. O coração pronto para ser transplantado não é um coração humano. É um coração de um porco. É uma imagem histórica: depois de oito horas de cirurgia, o coração do porco batendo dentro do peito de um homem.

O paciente que recebeu o transplante é David Bennet, de 57 anos. Ele tinha uma doença cardíaca terminal e, antes da cirurgia, disse que as opções dele eram morrer ou fazer o transplante, e ele queria viver.

A cirurgia inédita e revolucionária foi na sexta-feira (7) e, quatro dias depois, David está bem. De acordo com o médico, ele está acordado, conversando, e a equipe espera que a recuperação continue.

Mas isso não quer dizer que o desafio tenha terminado. Aliás, os médicos estão preparados para momentos difíceis. Isso porque, apesar do coração de um porco ser parecido com o de um humano – eles têm até o mesmo tamanho -, as outras tentativas falharam porque as diferenças genéticas fizeram o corpo rejeitar o coração.

Para evitar isso, o animal que foi o doador de David foi modificado geneticamente. Os cientistas retiraram do coração do porco três genes ligados à rejeição e inseriram seis genes humanos para facilitar a aceitação do corpo de David ao novo órgão.

O médico explica que a pior fase já passou e que não houve rejeição, mas que o nosso organismo é uma máquina que não se deixa enganar tão facilmente, e os médicos estão preparados para mais um possível ataque do corpo de David ao coração novo.

“Diferentes jogadores imunológicos podem tentar eliminá-lo, e nós projetamos um plano de tratamento além do coração humanizado e geneticamente editado para tentar controlar isso”, explica o cirurgião.

Saber o resultado dessa jornada médica pode demorar semanas, meses. Mas, se tudo continuar caminhando bem, essa não vai ser apenas uma cirurgia experimental de sucesso. Vai ser uma esperança para milhares de pessoas. Só nos Estados Unidos, 6 mil pacientes morrem todos os anos na fila por um transplante. Nesta terça-feira (11), 110 mil pessoas estão esperando por um órgão.

E elas olham para o avanço científico como a chave que abre caminhos que pareciam sem saída. Esperam da ciência o que ela sempre nos deu: esperança, evolução, solução de problemas e, talvez, vidas salvas com o coração de um porco.

Deixe um comentário