Depois de remoção do Pastor Edson Nunes da Nova Semente, Leonardo Gonçalves publica “Carta aberta à IASD na América do Sul”

Publicado pelo cantor em suas redes sociais: 

hj foi o último sermão do @EdsonNunesJr1 enquanto pastor da @NovaSemente; o futuro de seu ministério ainda é incerto.

a comunidade n foi consultada. n lhes deram motivo p esse ato arbitrário, feito às pressas e q interrompe abruptamente um projeto desenhado para durar 5 anos.

esse fio (longo) terá como objetivo falar de um fenômeno q ocorre na minha denominação no brasil há décadas, mas q tem se acirrado com o advento das redes sociais.

é muito raramente q falo da minha denominação pq entendo q a maior parte dos meus seguidores não são adventistas.

mas creio q tenha chegado um momento em q o q eu penso a respeito de um fenômeno específico q tem se alastrado sobremaneira, venha a público, pq sei q há milhares de adventistas como eu espalhados por este país. e precisamos, juntos, entender o q está acontecendo na @iasd.

ainda como introdução, acho importante salientar q o trabalho do @EdsonNunesJr1 na @NovaSemente não sofreu NENHUMA crítica por parte da comunidade. pelo contrário:

1. nestes 2,5 anos ele revolucionou a qualidade e organização teológica das séries/sermões e outros conteúdos;

2. resolveu todos os problemas e pendências financeiras anteriores à sua gestão, aumentando ainda significativamente a qtd de ofertas e dízimos arrecadados;

3. aumentou significativamente a quantidade de batismos e adesão via transferência na @NovaSemente (gerando crescimento)

4. fortaleceu o trabalho social do instituto sementes, q atua em uma comunidade na periferia e realiza um trabalho incrível com moradores de rua na região central de SP como nenhum outro pastor antes dele, tornando a NS relevante para a cidade de SP, para além da denominação;

tudo isso, além de mudanças extremamente positivas na parte de comunicação, mídia, redes sociais, louvor/música, etc.

por todos os possíveis indicadores o trabalho na @NovaSemente foi bem sucedido e ultrapassou em muito qq expectativa q se pudesse ter para um período tão curto.

surge a pergunta: o q, então, aconteceu?

e a resposta mais clara e direta é: o q sempre acontece. o q tem acontecido. há décadas. e é exatamente aqui q eu sinto q devo oferecer a minha visão dessa situação.

em 2007 o maior pregador da @iasd em toda a américa latina e uma das pessoas mais incríveis q eu já tive o prazer de conhecer se aposentou (embora continue na ativa). sim: me refiro a alejandro bullón. reza a lenda q chegaram a implorar pra q não se aposentasse, q ficasse mais alguns anos, dizendo q “a igreja precisava dele”; dizem q ele calmamente respondeu: “DEUS levanta outro.” há incontáveis detalhes e histórias q eu poderia contar dele, mas não caberiam neste fio. só mais uma coisa: qdo conheci o padre fabio de melo, uma das coisas q ele me disse é q alejandro tivera um profundo impacto sobre ele qdo jovem pelo seu admirável poder de síntese, e pela ternura e humanidade expressas em suas mensagens.

durante os últimos 15 anos de seu ministério ele ocupou 2 cargos na instância mais alta da denominação na américa do sul: a de evangelista e de ministerial (pastor dos pastores) da DSA. hierarquicamente ele fazia parte da cúpula.

aonde ele ia, as multidões o seguiam. e ele era tão denominacional q, por saber disso, jamais aceitou convite para pregar em qq igreja ou evento q não fosse da denominação (para não atrair uma multidão para outra igreja).

ainda assim, foi duramente perseguido durante todo o seu ministério. eu vi pastor distrital do unasp-EC –onde fica o maior curso de teologia da américa do sul– organizar culto jovem pra ironizar e zombar de seu mais recente livro (todos vendiam milhões de cópias); os professores o criticavam duramente em sala de aula; a liderança o olhava/tratava com desconfiança. a acusação?

sua mensagem era água com açúcar. ele apelava demais para as emoções, não promovia um culto racional, diziam. não falava suficientemente da lei e do juízo final. enfim: não era “suficientemente adventista”.

mts de seus defensores gostavam de dizer q os q o criticavam o faziam por inveja. nunca gostei desta argumentação. a achava simplista e rasa.

pude cantar para um ginásio lotado no evento de sua despedida a convite de seu filho, o tb pastor rubén. praticamente todas as vezes em q o pude ver pregar pessoalmente me emocionei. e não: não era água com açúcar. me emocionava pq compreendia um pouco mais do Amor de DEUS por mim e pela humanidade. e essa COMPREENSÃO é q evocava as fortes emoções (sim: escrevi “mente e coração” com isso em mente).

se o alejandro estivesse hj iniciando o seu ministério no brasil, ele talvez não sobrevivesse muitos anos. o q mudou?

sempre q algum projeto ou ministério cresce de modo a se tornar verdadeiramente relevante, é natural q se torne alvo de críticas: ngm critica consistentemente o q é irrelevante; critica-se o q sobressai de alguma forma. a grande questão é: como lidamos com as críticas? especialmente depois do advento da internet, em que elas não apenas chegam a nós de maneira muito mais rápida, mas qdo essas críticas são tb vistas por uma multidão de espectadores?

acontece q em sua grande maioria, na @iasd, não temos mais tido líderes; temos tido administradores, apenas. deixem-me explicar a diferença q eu faço: o líder avalia se há sustentação para as críticas, se o trabalho q está sendo criticado em si é bom ou não, se vale a pena rebater as críticas; ele avalia se aquilo q está sendo criticado o é apenas por sua relevância ou se há, de fato, algo q precisa de alinhamento e correção e, baseado nisso, toma providências ora contra os críticos, ora contra os criticados.

o administrador vive para manter a máquina funcionando, manter o status quo; e o q ele mais detesta fazer é o que chamamos de “apagar incêndio”. o administrador vê fogo e quer apagar. e o jeito mais fácil é sumir com o incendiado. e a melhor maneira é culpar o incendiado pelo fogo (no melhor estilo “culpar a vítima pelo crime”).

alguns sabem: em 2002 eu não saí do novo tom. eu fui tirado. o novo tom estava no auge. fazíamos eventos com banda em incontáveis igrejas adventistas. agenda cheia. incontáveis discos vendidos. convites em outras denominações. se tornou alvo de críticas no site “adventistas ponto com” (dedicado a criticar a igreja, seus líderes e a instituição). tinha até meme (em 2001!) com foto do traseiro de uma das integrantes com o dizer “o melhor lugar do mundo” (nome do album recém lançado). era tudo de uma baixaria assustadora.

precisavam acabar com as críticas, apagar o incêndio. o q fizeram? dissolveram a banda e me tiraram do grupo. desmonta o incendiado, diminuiu as críticas: problema resolvido. eu nunca disse nada. pra não incendiar. mas lembro q fiquei assustado com a atitude de administradores (não líderes!) de tomarem suas decisões baseado em gente anônima que vivia pra criticar tudo e todos (eles, inclusive!) e q não construía nada, mas vivia de tacar fogo em tudo.

não muito tempo depois aconteceu a mesma coisa com o ministério de louvor está escrito. centenas de milhares de pessoas foram abençoadas com o primeiro dvd… foi uma bênção para uma multidão de pessoas. meio q revolucionou a música congregacional na iasd. não tardou para q as críticas surgissem. e pouco tempo depois, acabou (mas não antes de destruirem o projeto e diminuirem sua relevância).

teria incontáveis exemplos a dar… inclusive próprios… mas vamos avançar para o começo de 2018.

a terceira margem do rio estava a todo vapor. 4 livros lançados (entre eles alguns “best-sellers” adventistas), mais de 200 textos no site, 5 temporadas de podcast, estávamos aceitando convites de eventos em outras cidades, etc.

a polarização se apossou do brasil. foi-nos feito o pedido por parte da DSA pra pausarmos as atividades. pra diminuir as tensões. nós nunca gostamos de tensões. embora jamais tenhamos sido reativos e, sim, sempre propositivos (mto embora reagissem a mto do q fazíamos) encerramos nossas atividades, mediante uma condição: q pedissem para q os q se opunham a nós tb o fizessem.

e aqui precisamos fazer um parênteses: pq antes q houvesse um gabinete do ódio no brasil, já havia um gabinete do ódio adventista. extremamente eficaz. comandado por gente extremamente comprometida e organizada. por gente q crê estar cumprindo um papel profético de purificar a igreja de toda maldade, pecado e heresia. seus ataques coordenados e suas campanhas de difamação utilizam o vocabulário mais pesado a q se tem disposição dentro de contextos religiosos: “fogo estranho”, “heresia”, “lobo em pele de cordeiro”, “serpente”, “joio”, “filhos do demônio”, “servos de satanás”… a lista é longa. o vocabulário mais bélico q a Bíblia permite é sistematicamente utilizado para designar todos aqueles q crêem de modo diferente ao deles, todos aqueles q não se encaixam com seu conceito de cristianismo e adventismo. a famosa frase atribuída a agostinho “no essencial, unidade; no não-essencial, liberdade; em tudo, caridade” não se aplica a eles. primeiro pq a 3a frase parece não existir. segundo, pq pra eles TUDO, ABSOLUTAMENTE TUDO é essencial. e é a isso q eu chamo de fundamentalismo. pra eles, TUDO parece ser uma questão de vida e morte, de salvação ou de perdição, de bênção e maldição. claro q há, de fato, questões assim na Bíblia. mas há muitas questões abertas, muitas ocasiões em que múltiplas leituras podem existir e até COexistir. pra eles, não. toda e qq leitura q não seja a deles representa uma ameaça, esconde um engano.

sempre tivemos gente assim na nossa denominação. e eles nunca foram a maioria. e inclusive agora não creio q sejam. mas qdo apenas um lado transforma qq desavença ou reclamação em uma questão de vida e morte e sistematicamente destrói reputações, plantando incêndios em todas as oportunidades possíveis (ou mesmo qdo não parece haver nenhum motivo razoável pra isso); e tudo isso dentro da lógica dos algoritmos das redes sociais ainda faz com q ganhem mais seguidores, visualizações e likes, e esses incêndios se tornam cada vez mais ensandecidos (algo q por eles é lido como aprovação divina); e ainda por cima num contexto em q administradores culpam os incendiados pelos incêndios… é óbvio q sempre um lado –o mesmo lado– vai “ganhar”.

eu sei q para alguns pode parecer q, havendo dois lados, os dois lados são igualmente errados e q só muda o “polo”. mas um olhar mais atento vai revelar o óbvio: apenas um lado quer q o outro não exista. o outro lado apenas quer existir. um lado vê no outro uma ameaça constante para a “pureza” (quer seja da igreja, doutrinária ou qq outra coisa) da igreja; o outro lado apenas quer viver em paz, sem ter de se sentir ameaçado, questionado e perseguido a cada instante.

a gente só quer um lugar pra se reunir. cantar. viver uma experiência real com DEUS e com nossos irmãos de fé. q a gente admite serem diferentes de nós. queremos ouvi-los e aprender com suas experiências. sabendo q vamos acertar, mas tb errar, juntos. e, aprendendo com os erros uns dos outros, queremos conhecer mais a respeito de DEUS, sua graça e Seu perdão. em comunidade.

mas isso é visto como ameaça para eles. algo q eles precisam destruir. e conseguem. e tem conseguido. há décadas.

sempre houve alguns lugares em q alguns de nós podíamos nos refugiar; e os q ali não se podiam refugiar, só por saberem q lugares assim existiam, se enchiam de esperança.

o unasp-EC foi um destes lugares por um tempo; e qta coisa boa não saiu de lá! a associação paulistana foi um destes lugares; e qts ministérios lindos não puderam desabrochar e crescer ali. havia críticas, claro, às novidades q ali surgiram, mas havia líderes q comprassem as brigas e protegessem quem abaixo deles trabalhava das críticas infundadas e incendiárias.

a única maneira de vc ter um trabalho grande e “relevante” na @iasd tem sido “permitido” a quem se alinha ao gabinete do ódio; a quem alimenta, inclusive, esse gabinete; e a quem combate os q são declarados “inimigos da igreja” por parte desse gabinete.

a @iasd está refém de meia dúzia de influenciadores dos quais alguns dos principais nunca sequer tiveram qq experiência como pastores de OVELHAS, na igreja local; e de meia dúzia de gente anônima, escondida atrás de perfis anônimos.

são eles q comandam uma denominação com 1.8mi de membros no brasil. e a administração apaga todos os incêndios q eles provocam, sumindo com os incendiados. um por um.

não se questiona os incitadores de incêndio. até pq confrontá-los é perigoso. confrontá-los é atrair sobre si a pecha de “herege”, “filho do demônio”, “servo de satanás” e assim por diante. qual administrador q busca se reeleger vai enfrentar uma legião de seguidores ensandecidos?

eu tenho, ao final de tudo isso, 3 perguntas:

1. quem escolheu essa meia dúzia de influenciadores e meia dúzia de perfis anônimos para terem essa autoridade?

2. qdo eles falam, eles usam as plataformas da instituição (ou plataformas que só possuem por causa da instituição); eles falam em nome da instituição? tendo em vista q são plataformas da instituição, qual o procedimento para seus posts e videos? quem os edita? quem escreve os roteiros? todos são revisados/autorizados pelos departamentos jurídico, teológico e de comunicação oficiais da instituição (em última instância DSA, qdo não subordinados a outras instâncias)? os incêndios plantados por eles e as campanhas de difamação protagonizadas por eles são encomendadas pela instituição? contra pastores e igrejas da própria instituição? é esse, agora, o procedimento padrão?

eu sei q eu não represento a iasd. mas eu sei tb q eles não a representam. já visitei os 26 estados brasileiros em contextos adventistas dezenas de vezes; conheço essa denominação em 5 continentes, 3 deles com razoável profundidade. minha família está nessa igreja provavelmente desde 1910 ou 1915 aproximadamente, há 5 gerações e mais de 100 anos.

vc, membro adventista q me lê; e ainda mais vc, pastor adventista, q me lê. vc sabe do q estou falando. vc sabe q não estou inventando nada disso. vc pode estar consternado de eu expor isso aqui –até pq jamais fiz isso em 20 anos de vida pública– e sei q mts questionarão meus motivos de fazê-lo (e creiam: se eu não o fizesse, temo q a reação ao q aconteceu na NS seria ainda pior, mais violenta e mais perpassada por ódio), mas vc sabe do q eu estou falando. talvez com lágrimas nos olhos, mas vc sabe.

e vc tb sabe q se isso aconteceu com a nova semente, uma igreja deste porte em são paulo, qto mais isso pode acontecer na sua comunidade. se isso aconteceu com pr. edson nunes jr, mestre, doutor e pós-doutor em teologia com 18 anos de ministério ilibado, vc sabe q pode acontecer com vc tb. ngm está a salvo.

repito: sei q há centenas de milhares de pessoas na iasd q não vêem o mundo e nem a própria iasd como eu a vejo. eu não quero o mal de vcs. eu não quero q vcs saiam da igreja. eu não quero nem q vcs mudem, a não ser em um sentido, se for o caso: me permitam existir; dentro dessa igreja, como parte dessa comunidade. e não apenas a mim, q estou sentado em uma montanha de privilégios (de gênero, raça, orientação sexual etc.), mas se 20% dos adventistas nesse país estiverem mais ou menos próximos da minha visão em relação a algumas questões q pra eles e pra mim são importantes, estamos falando aqui de quase 400.000 pessoas. talvez muitas delas estejam afastadas não pq estão longes de DEUS, mas pq devido à ação de alguns poucos -no nível nacional ou local– o ambiente q deveria ser de acolhimento tenha se tornado tóxico demais para elas; mas elas, como eu, ainda amam a DEUS, amam essa igreja e se sentem parte dela.

e aqui chegamos a minha terceira pergunta:

o que a igreja pensa em fazer com essas 300-400mil pessoas? q estão espalhadas por todo o território nacional? e q hj estão vendo talvez o último farol de esperança sendo violenta e arbitrariamente apagado? há lugar para nós nesta denominação? ou de fato não somos mais bem-vindos (a não ser q nos “arrependamos” e nos tornemos como o gabinete de ódio adventista quer q nos tornemos, mas sempre olhados com desconfiança)?

eu me recuso a crer q mais de 20% queira nos eliminar. a igreja teria de ter mudado MUITO nestes 2 anos de pandemia pra isso ser verdade. eu me recuso a crer q mais de 20% dessa igreja considera q a perseguição interna q está ocorrendo seja a sacudidura pra separar o joio do trigo. posso estar enganado. e a atual situação política pode estar confundindo mais ainda as coisas… mas de uma coisa estou certo: não creio q do “lado de cá” estejam menos de 20% da iasd no brasil.

há lugar para nós? ou devemos buscar/criar outro lugar? existe alguém –algum líder?– q possa fazer frente ao gabinete de ódio? institucionalmente? até qdo vamos permanecer reféns deles? ou eles DE FATO representam o desejo da instituição?

ps.: sei q alguns poucos poderão levantar a questão da saída do pr gilson do unasp-SP como consequência de outro gabinete do ódio, mas do “lado de cá”. essa narrativa é interessante tanto para o gilson (perseguido) qto para os zelotas (uma pequena vitória?), mas quem realmente conhece do assunto, sabe q as incontáveis (e na minha opinião justas) denúncias dos zelotas tiveram menos de 5% de influência no q ocorreu.

pps.: eu pensei seriamente em citar incontáveis nomes e mais outras incontáveis instâncias pra aprofundar meu argumento, mas preferi deixar nas entrelinhas o q pude pra tentar pessoalizar o mínimo possível.

ppps.: vão me acusar de estar incendiando. eu sei. tudo bem. não encontrei outra maneira a não ser essa de me comunicar. justamente pq não diz respeito a mim. e pq não encontro outros mecanismos pra levar isso à administração. DEUS sabe q há décadas falo exatamente isso ou versões disso para todo e qq administrador q ainda esteve disposto a me ouvir. e se alguém algum dia me ouviu, ou não fez nada, ou ignorou. mas eu falo disso sistematicamente desde q entendi esses mecanismos há 20 anos.

Fonte: https://www.facebook.com/leonardogoncalves7/posts/pfbid…

5 comentários em “Depois de remoção do Pastor Edson Nunes da Nova Semente, Leonardo Gonçalves publica “Carta aberta à IASD na América do Sul””

  1. Infelizmente há verdade em tudo aqui relatado…o q mais me aborrece é quando sou surpreendida em um culto o pastor demonstra nas entrelinhas da palavra a sua postura
    facista…por exemplo:….”aí o mundo ficou todo vermelho”…demonizando pensamentos contrários ao que está instalado nesse país…é lamentável,….acredito que uns o fazem por ignorância outros por orientação…não sei…mas i,esse partidarismo da igreja incomoda…vou começar a manifestar-me,não quero deixar que pensam que não percebo as intenções,pois assim me torno cúmplice dessa postura nefasta.

  2. Inegavelmente existe muitas mágoas do Léo com a Igreja, e tudo fica explícito nesse texto dele. Assim como todos os artistas, o Léo tem essa tendência revolucionária, é algo empírico aos amantes da arte.
    A grande verdade é que os artistas não querem permanecer em uma igreja que não aceita a sua arte, porque pra eles, a arte é mais importante, muitas vezes, até mais importante, que o verdadeiro evangelho. A arte deveria ser um meio, mas para alguns virou o propósito.
    Pessoalmente, é custoso aceitar essa ideia de que para alcançar o mundo devemos ser semelhantes ao mundo. Essa estratégia fez com o mundo alcançasse a igreja, mas igreja não alcançou o mundo.

    Desta forma, o que temos hoje, são várias comunidades cristãs que acreditam que os bons costumes e a boa conduta cristã são antiquados porque como eles mesmo gostam de enfatizar: “vivemos no século 21”. E esse argumento é o utilizados pra tudo, seja pra justificar a inversão de valores, seja pra deturpar a Santa e Maravilhosa Graça de Deus, seja pra continuar a a vida normalmente sem abandonar, de fato, as paixões desse mundo.

    O pecado vai procurar as menores brechas que nós deixarmos e vai se aproveitar disso. Coisas que parecem simples, se amontoam a outras coisas simples e quando menos esperamos nos separamos com barreiras gigantescas que nos impedem de compreender o tamanho do estrago que pecado vem fazendo em nossas vidas.

    O que nos resta é orar. Orar pra que Deus não permita que as nossas diferentes formas de pensar nos separe. Orar pra que mesmo a todas essas dificuldades, todos nós possamos entender a importância da união, do respeito, do amor. Que no lugar de críticas e revolução, possamos orar uns pelos outros, porque somos irmãos em Cristo, pela igreja como instituição, pelos líderes. Orar é mais eficaz do que tentar revolucionar.

  3. Todo esquerdista parece um adolescente mimado, mau educado e agressivo. Eles sempre podem fazer o que quiserem e ninguém tem nada com isso e principalmente que paguem todas suas contas e não reclamem. Mas quando alguém reage às atitudes desses adolescentes sem caráter, aí vem todos esses protestos, textos enormes e todo tipo de reação…”minha vida. minhas regras, apenas me deixem em paz e paguem minhas contas”

    1. É interessante o seu interesse em rotular as pessoas como esquerdistas – me sinto a vontade pra rotular você de direitista que representa tudo aquilo que eu acredito que é contrário ao cristianismo.
      Cuidado com o rótulo que coloca nos outros pode aí estar mostrando realmente quemtu és e o que defende.

  4. Leonardo ….

    li todo o seu texto e realmente o pr. alejandro bullon foi um marco na igreja adventista na America do sul e quem diz que ele prega ÁGUA COM AÇÚCAR são pessoas que certamente
    tem uma espiritualidade que precisa muito ser melhorada. Infelizmente, a obra adventista
    faz coisas que ate os fariseus da época de jesus se estivessem vivos, jamais compreenderiam.

    Infelizmente daqui para frente, vai ser disso para pior.

    Quanto a você, seja petista ou bolsonarista, mas, evite se meter em polemica com outros sites e grupos evangélicos, ta ficando feio para o mundo adventista e quando você acaba sendo destaque em tais polemicas, você perde toda razão em seus argumentos perante a igreja adventista, nunca esqueça disto.

    DEUS o abençoe.

    silvana, afogados da ingazeira, PE

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