Documento da IASD contra a pena de morte contraria opinião favorável de Leandro Quadros. E agora?

Ainda que discordemos da argumentação de Leandro Quadros, repudiamos veementemente a tentativa da liderança adventista de impedir a livre expressão de opinião acerca desse ou de outros assuntos, seja por pastores ou por membros da igreja. O pior é que (1) a Organização adventista não se posiciona biblicamente contra nem a favor da pena de morte, fica em cima do muro; (2) subordina-se em cumplicidade a qualquer forma de Estado, como fez no caso de Hitler, em Rwanda e mais recentemente em Angola; e (3) tenta assim impedir, na verdade, críticas aos Governos.

A publicação do documento da Igreja Adventista do Sétimo Dia contra a defesa da pena de morte foi feita nesta quinta-feira no portal oficial da IASD e recebeu dezenas de comentários que, obviamente, logo serão deletados. Por isso salvamos estes 21 primeiros abaixo. Vários deles fazem referência ao posicionamento do pastor Leandro Quadros, apresentador do programa Na Mira da Verdade:

  • Paulo quando foi julgado apelou a roma onde a pena de morte era aplicada, logo aceitou submeter-se ao julgamento que poderia aplicar essa pena pelo estado. A igreja como organização, é apenas uma comunidade, que era submissa as leis dos estados em que estavam estabelecidas, jamais poderia aplicar a pena de morte. Por não ter autonomia para isso, diferentemente da teocracia do antigo testamento, que era o próprio estado. E Que aplicava as leis civis e cerimoniais. Jesus mesmo submeteu-se a pena imposta pelo estado romano que na época dominava a judeia, mesmo que injustamente. A pena era largamente aplicada na época. Continuar lendo

Grace Amadon e o calendário bíblico luni-solar que a IASD teima em rejeitar

A Igreja Adventista do 7º Dia, no ano de 1939, formou um comitê sobre investigação do calendário com os seguintes integrantes: Dr. Leroy Edwin Froom, como presidente, Dr. Lynn Harper Wood, como secretario; Dr. ML Andreasen, Profesor ME Kern, Professor W. Homero Teesdale, Professor Albert W. Werline y Elder FC Gilbert. Em 18 de Dezembro daquele ano, Pastor Froom escreveu na ata da reunião:

“Que alguns detratores, mencionavam que os judeus haviam celebrado o dia de Yon Kippur em 23 de setembro de 1844, e que a denominação teria uma data equivocada, mas o ocorrido foi que os judeus rabínicos foram os que celebraram no dia 23, mas os ortodoxos judeus caraítas celebraram em 22 de Outubro de 1844. Devemos conhecer as razões da escolha do dia 22 de Outubro de 1844, que tem se repetido por todos esses anos. Alguns de nosso homens também parecem não estarem seguros sobre a data da crucifixão.” (Ata de reuniões oficiais, 18 de dezembro de 1939). Continuar lendo

Artigo de irmãos da WLC revela o que a IASD esconde sobre o sábado

PROFECIA DOS 2300 DIAS E O CALENDÁRIO LUNI SOLAR

“E disse-me, até  Duas  mil e 300 tardes e manhãs, então o santuário será purificado. “(Daniel 8:14, KJV)

Esta profecia, abraça o mais longo período de tempo na Bíblia, foi o Alto Clamor do grande movimento Millerita da década de 1840 e tornou-se fundamental para o estabelecimento da  Igreja Adventista do Sétimo Dia. Continuar lendo

Ataques de pastores da IASD a terraplanistas enquanto apóiam cultos afro e transexualismo decepcionam youtubers

Leandro Quadros, Michelson Borges e Rodrigo Silva uniram-se para atacar aqueles que sustentam que a Terra é plana segundo a Bíblia, enquanto a IASD prega que todas as convicções religiosas e mesmo as opções sexuais sejam toleradas em nome da liberdade religiosa e do respeito mútuo. A observação desse fato está provocando reações contrárias às doutrinas adventistas entre internautas e youtubers, como Gideão Cerqueira do Canal Cosmologia Zetética. Veja os vídeos e comente abaixo. Continuar lendo

Projeto editorial quer oferecer Bíblia em Português mais fiel ao Texto Recebido

As mudanças no texto bíblico foram tantas que nós nos perguntamos: será que isto não é o dedo de Satanás pervertendo a Palavra de Deus? Assim, queremos ter uma Bíblia que esteja num português moderno, mas que não siga as alterações que homens espíritas fizeram à Palavra de Deus. Queremos uma Bíblia que siga o modelo da Bíblia Protestante, usado por Lutero, Melancton, Zuínglio, Carlos Wesley, Guilherme Miller, entre outros.

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