‘Acho que nunca voltarei pra casa’, diz adventista leiga angolana que se refugiou em SP

EMILIO SANT’ANNA, DE SÃO PAULO

09/03/2016 02h00

Maria (nome fictício) refugiada angolana, que chegou ao Brasil fugindo da perseguição em seu país

Maria (nome fictício) refugiada angolana, que chegou ao Brasil fugindo da perseguição em seu país

O marido e a filha de dez anos desapareceram. A casa foi posta ao chão. Restaram um filho, uma gestação que só seria descoberta dois meses depois e uma passagem comprada às pressas por conhecidos para o Brasil.

De Angola, Maria (nome fictício), 29, não sabe mais nada. Da família, menos. Após fugir da violência e da perseguição religiosa naquele país, a vida por aqui é esperar: a terceira filha nascer, um emprego surgir, um aluguel que possa pagar, o tempo enterrar o que perdeu.

Para saber mais sobre o genocídio de leigos adventistas com o apoio da IASD em Angola, acesse: www.angoadventistas.com

Refugiada, a mulher que tinha uma casa de três quartos, salão de cabeleireiro e uma “vida normal” em Luanda é só mais um rosto pelas ruas do bairro da Bela Vista, na região central de São Paulo. É bom que seja assim. Já é um começo.

Em Angola, ela e o marido faziam parte do movimento religioso Luz do Mundo, combatido pelo Estado e que se dizia dissidente dos adventistas. “O pastor organizou um acampamento e durante a noite a polícia nos cercou. Mataram muita gente”, diz a mulher de olhar desconfiado.

A contabilidade dos mortos vai de 20 (número do governo angolano, segundo a ONU) a 700 (quantidade apresentada pelos religiosos). Tamanha variação fez com que o Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos pedisse formalmente uma investigação “significativa, independente e completa”.

PERSEGUIDOS

Maria não sabe quantos foram. Sabe apenas que a família escapou, mas após aquele dia de maio de 2015 passaram a ser perseguidos. “Em agosto, meu marido saiu para levar a menina na escola e nunca mais apareceram.”

Quando a situação ficou insustentável, ela fugiu. Logo após chegar aqui com o filho de sete anos, gastou o pouco que tinha em um táxi até o Brás. “Pedi para o motorista me levar em algum lugar que tivesse africanos. De lá saí procurando aonde ir.”

Era um sábado. Conseguiu dormir de favor em um hotel. Na segunda, desembarcou de vez em uma casa de passagem para refugiados batizada de Terra Nova, mantida pelo Estado. Ali, os dias se dividem entre levar o filho à escola, preparativos para dar à luz e a convivência com outras famílias na mesma situação.

Logo depois que fugiu, Alphonse trouxe duas irmãs e o primo. O bebê de uma delas (foto) nasceu no Brasil

Logo depois que fugiu, Alphonse trouxe duas irmãs e o primo. O bebê de uma delas (foto) nasceu no Brasil

Em dois anos, 88 mulheres passaram por ali. Elas são a maioria dos 192 refugiados, somando-se aos 75 homens e 29 crianças. Fenômeno inverso do observado no país, onde apenas 30% dos cerca de 8.500 refugiados reconhecidos pelo governo brasileiro são do sexo feminino.

Atualmente, além de Maria, 29 mulheres estão acolhidas na casa. Lá, recebem, entre outros serviços, apoio psicológico e jurídico, aulas de português e encaminhamento a serviços públicos, como saúde e educação.

Em cada um dos dez quartos, as histórias se repetem. Fugas, violência física, sexual, psicológica e abusos dos direitos humanos.

“De vez em quando, meu filho pergunta: ‘Quando vamos voltar para casa?'”, afirma. “Só Deus é quem sabe, mas acho que nunca mais.”

FONTE: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2016/03/1747805-acho-que-nunca-voltarei-pra-casa-diz-angolana-que-se-refugiou-em-sp.shtml




Lobos em pele ovelha: Líderes oportunistas da IASD aliam-se ao governo de Angola para tentar encobrir genocídio que vitimou centenas de leigos adventistas

Lobos em pele ovelha: Líderes oportunistas da IASD aliam-se ao governo de Angola para tentar encobrir genocídio que vitimou centenas de leigos adventistas

Acusada de apoio explícito ao Governo ditadorial de Angola, com parceria espúria oficializada pelo presidente da Associação Geral, Ted Wilson, a liderança da IASD (Igreja Adventista do Sétimo Dia) em Angola, mais uma vez se posiciona como legitimadora dos desmandos e arbrietariedades que ocorrem no País, ignorando as denúncias de que houve centenas de mortes especialmente de mulheres e crianças adventistas que participavam de um grupo de leigos liderado pelo irmão José Julino Kalupeteka.

Por discordarem de alguns detalhes doutrinários e se oporem à maneira subserviente com que os líderes da IASD se uniram ao MPLA, partido a que pertence o presidente do País, esses irmãos leigos foram excluídos da Igreja Adventista e, a partir de então, perseguidos pelo governo como adeptos de uma “seita ilegal”. O resultado fatídico dessa aliança da IASD com o governo de Angola foi o genocídio de centenas de adventistas “dissidentes” no mês de abril de 2015, descrito em diversos artigos e reportagens publicados no site Www.AngoAdventistas.Com.




Ataque de hackers é superado e site AngoAdventistas.Com traz vídeo de sermão de Kalupeteka

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Acesse www.angoadventistas.com




O adventista que tem cargo público no Executivo, Legislativo e Judiciário, é mais importante que os outros?

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A liderança da IASD entende que adventistas com cargo público devem receber tratamento diferenciado a partir de agora. Tanto é que durante a última reunião da Conferência Geral, em San Antonio, houve refeição exclusiva para esses “embaixadores de Cristo especiais”, quer fossem eles eleitos, concursados ou nomeados, e fundou-se uma espécie de associação de adventistas influentes junto aos governos.

Para Ellen G. White, é assim, através da manipulação do poder do Estado pela Igreja, que.a imagem à besta será formada pelo protestantismo apóstata. A justificativa da IASD seria a “solidão” em que esses irmãos se vêem em suas atividades. Contudo, a mesa e  parte do ambiente, coincidentemente, estavam decorados com as cores oficiais do Vaticano, amarelo e branco. Veja a notícia no site da Associação Geral:

NOVA REDE É FORMADA POR EMBAIXADORES DE CRISTO ESPECIAIS

A ASSOCIAÇÃO DE OFICIAIS GOVERNAMENTAIS ADVENTISTAS (SIGLA EM INGLÊS, WAPOA) VISA A INTERLIGAR ADVENTISTAS AO REDOR DO MUNDO QUE SERVEM AO SEU PAÍS COMO OFICIAIS ELEITOS OU NOMEADOS.

July 22, 2015 | Silver Spring, Maryland, USA | Bettina Krause

Pode ser uma experiência de isolamento para os membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia que ocupam altos cargos públicos: esta foi uma das principais mensagens a surgir de um encontro especial de oficiais públicos adventistas no início deste mês em San Antonio, Texas. Cerca de 21 líderes de dez países, incluindo embaixadores, ministros de Estado, membros do parlamento, um senador, um vice-diretor de justiça, e altos funcionários dentro das organizações internacionais, reuniram-se para um almoço em 8 de julho para discutir os desafios e oportunidades para os adventistas dentro da esfera pública.

O Pastor Ted N. C. Wilson, presidente mundial da Igreja Adventista, participou brevemente e incentivou os membros da Igreja ali: “Vocês são as Esteres, os Josés, os Danieis do nosso mundo”, disse ele. “Vocês fazem a diferença em uma área em que a maioria de nós nunca penetra. E nunca se esqueçam que estão lá para um propósito; estão onde Deus os colocou. Sim, vocês servem ao seu país, ou a uma legislatura particular. Mas o mais importante é que por serem adventistas do sétimo dia estão trabalhando sob uma autoridade muito maior: Jesus Cristo, nosso Salvador. Vocês são chamados a ser embaixadores incomuns de Cristo”.

Os que se assentavam ao redor da mesa falaram francamente sobre a necessidade de uma melhor comunicação em rede entre os adventistas que servem a seus governos, e sobre a solidão que muitas vezes vem ao se acharem servindo num papel político ou cívico. Alguns manifestaram a sua decepção pelo fato de serem eleitos e vistos às vezes como tendo “passado dos limites” pelos membros fiéis da Igreja—um sinal de que alguém comprometeu sua integridade. Todos falavam sobre o desejo de pôr em prática seus valores espirituais na esfera pública e refletir o caráter de Cristo no seu serviço ao seu país.

O senador Floyd Morris, presidente do Senado da Jamaica, foi eleito como o primeiro presidente da WAPOA. O embaixador das Filipinas em Papua-Nova Guiné, Bienvenido V. Tejano, foi escolhido para servir como secretário da associação, e Damaris Moura Kuo, presidente da Comissão de Liberdade Religiosa da Divisão de São Paulo da Ordem dos Advogados do Brasil, foi escolhida como diretora de relações públicas.

Segundo o senador Morris, a primeira providência da entidade seria identificar mais oficiais públicos adventistas—estejam servindo a seu governo nacional, ou ao seu conselho municipal local—e convidá-los a aderir à associação. O grupo planeja se comunicar regularmente e organizar um encontro da Associação em 2017.

A reunião foi organizada pelo departamento de Relações Públicas e Liberdade Religiosa [sigla PARL] da Igreja Adventista a nível mundial, e teve lugar durante a assembleia da Associação Geral, de que alguns dos oficiais públicos estavam participando como delegados.

O Dr. Ganoune Diop, diretor recém-eleito da PARL para a Igreja a nível mundial, diz que espera que a Associação promova um diálogo vigoroso entre os adventistas que detêm posições de destaque e, muitas vezes, influência. “Estes homens e mulheres precisam do nosso apoio e nossas orações”, diz ele. “Eles são em primeiro lugar nossos irmãos e as nossas irmãs, mas também são chamados para representar o reino de Cristo e Seus valores dentro de circunstâncias muitas vezes difíceis e sensíveis”.

Os que estiverem interessados na Associação podem entrar em contato com o Departamento de Relações Públicas e Liberdade Religiosa da Igreja Adventista através do seu site, www.adventistliberty.org.

Fonte: http://news.adventist.org/pt/todas-as-noticias/noticias/go/2015-07-22/a-new-networking-association-is-formed-for-christs-unusual-ambassadors/

Triste exemplo em Angola

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Nesta busca pelo poder secular de seus membros, visando a estabelecer uma rede de tráfico de influência política ainda que adventista, Ted Wilson e a liderança da IASD de Angola estão sob o desagrado de Deus e em posição desfavorável perante sua Lei pois podem ser responsabilizados por Cristo pela morte de centenas de leigos, tidos como “dissidentes”, depois de um acordo fechado com governantes do País.

De acordo com informações do pastor Luís Gonçalves, para o noticiário oficial da Igreja, em 2013 “funcionários do governo, empresários, uma deputada federal e outras pessoas de influencia em Luanda, aceitaram Jesus e foram b atizadas. Inclusive, o procurador geral da República é adventista do sétimo dia.”

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Para estar entre as igrejas “legalizadas”, com direito a privilégios político-financeiros, que incluíram salários adicionais do governo para alguns de seus pastores, a liderança angolana da Igreja Adventista comprometeu-se, com o aval pessoal de Ted Wilson, a continuar apoiando o governo ditatorial ali estabelecido, fazendo campanha nas igrejas e votando nos candidatos oficiais, promover o espírito de submissão patriótica entre seus membros, comprotendo-os a, inclusive, podar árvores e varrer as ruas de suas cidades.

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O grupo dissidente, liderado pelo irmão José Julino Kalupeteka, que não aceitou continuar nesse jogo sujo de religião e política, teve sua sede de acampamento e batismos invadida e centenas de fiéis, inclusive velhos, mulheres, crianças e gestantes, foram mortos, acusados de rebelião contra o governo e a polícia. Na seção “Genocídio AD” em nosso site e no www.angoadventistas.com, há informações abundantes sobre mais esse genocídio perpetrado com a cumplicidade de nossa liderança máxima.

Veja agora o que EGW escreveu sobre a formação da “imagem da besta” nas igrejas não católicas:

Muitas das igrejas protestantes estão seguindo o exemplo de Roma na iníqua aliança com os “reis da Terra”: igrejas do Estado, mediante suas relações com os governos seculares; e outras denominações, pela procura do favor do mundo. E o termo “Babilônia” — confusão — pode apropriadamente aplicar-se a estas corporações; … — O Grande Conflito, pág. 335.

Mas o que é a “imagem à besta?” e como será ela formada? A imagem é feita pela besta de dois chifres, e é uma imagem à primeira besta. É também chamada imagem da besta. Portanto, para sabermos o que é a imagem, e como será formada, devemos estudar os característicos da própria besta — o papado. Quando se corrompeu a primitiva igreja, afastando-se da simplicidade do evangelho e aceitando ritos e costumes pagãos, perdeu o Espírito e o poder de Deus; e, para que pudesse governar a consci- ência do povo, procurou o apoio do poder secular. Disso resultou o papado, uma igreja que dirigia o poder do Estado e o empregava para favorecer aos seus próprios fins, especialmente na punição da “heresia.” A fim de formarem os Estados Unidos uma imagem da besta, o poder religioso deve a tal ponto dirigir o governo civil que a autoridade do Estado também seja empregada pela igreja para realizar os seus próprios fins. Quando quer que a Igreja tenha obtido o poder secular, empregou-o ela para punir a discordância às suas doutrinas. As igrejas protestantes que seguiram os passos de Roma, formando aliança com os poderes do mundo, têm manifestado desejo semelhante de restringir a liberdade de consciência. Dá-se um exemplo disto na prolongada perseguição aos dissidentes, feita pela Igreja Anglicana. Durante os séculos XVI e XVII, milhares de ministros não-conformistas foram obrigados a deixar as igrejas, e muitos, tanto pastores como do povo em geral, foram submetidos a multa, prisão, tortura e martírio. Foi a apostasia que levou a igreja primitiva a procurar o auxílio do governo civil, e isto preparou o caminho para o desenvolvimento A imutável Lei de Deus 387 do papado — a besta. Disse Paulo que havia de vir “a apostasia”, e manifestar-se “o homem do pecado.” II Tess. 2:3. Assim a apostasia [444] na igreja preparará o caminho para a imagem à besta. — O Grande Conflito, págs. 386-387

 




Leia no Www.AngoAdventistas.Com: IASD apoiou o governo de Angola no maior genocídio “anti-leigos” do século XXI

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Clique na imagem acima ou neste link para acessar à reportagem reproduzida do jornal angolano Folha 8 Digital.




Novo portal AngoAdventistas.Com tem novas revelações sobre o caso Kalupeteka

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Acesse o portal Www.AngoAdventistas.Com e leia sobre a primeira visita do advogado David Mendes à cela onde está preso nosso irmão leigo José Julino Kalupeteka, vítima de perseguição da IASD, com o apoio oficial de autoridades angolanas. Por conta disso, o Governo de Angola está sendo acusado de genocídio, uma vez que cerca de 1080 fiéis adventistas livres, seguidores de Kalupeteka, teriam sido mortos. Este é o link:

Novas revelações do Genocídio ASD: Kalupeteka se entregou, foi torturado, está isolado e sem acesso aos meios de comunicação.

Acesse também nossa fanpage para obter mais informações sobre o caso: https://www.facebook.com/adventistascom




Entrevista-bomba: Conheça melhor José Kalupeteka, o adventista leigo que virou “pastor” e “profeta” de milhares e agoraestá preso em Angola

Na pregação mostrada acima, o irmão Kalupeteka fala sobre o ritual do santuário terrestre para milhares de pessoas em Angola, com tradução simultânea para a língua local. Para acessar a “entrevista-bomba”, acesse o novo portal Www.AngoAdventistas.Com: Crimes contra a humanidade: Houve genocídio étnico-religioso em Angola e os mandantes estão identificados




Genocídio ASD: Entenda o papel de Ted Wilson e outros líderes da IASD no massacre de Huambo, em Angola

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O presidente Ted Wilson da Associação Geral ASD havia endossado acordo da liderança da IASD em Angola com o governo, colocando os jovens adventistas como mão de obra grátis para “campanhas de limpeza e saneamento nos bairros da periferia de Luanda, proceder a arborização, pintura e poda de árvores”, etc. Mas os leigos ligados ao irmão Kalupeteka não aceitaram ser usados e controlados dessa forma pela organização adventista. Acabaram mortos por ordem de autoridades insufladas pela liderança adventista local. Enquanto isso, pastores adventistas recebiam salários adicionais do Governo sem trabalhar…

Cobertura total dos últimos acontecimentos em nossa fanpage no Facebook. Acesse e compartilhe:

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Genocídio ASD: Populares convocam manifestação de repúdio a massacre de adventistas leigos em Angola

19 maio 2015

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Luanda – Um grupo de cidadãos em Angola enviou recentemente uma comunicação ao Governo Provincial de Angola anunciando a realização, para o próximo dia 27 de Maio, de uma manifestação pacifica de repúdio contra aos recentes massacres [de adventistas leigos] no Huambo e outras praticas de assassinatos levada a cabo pela Policia Nacional.

Os promotores da iniciativa fazem lembra as autoridades que “todo cidadão tem direito a vida e a integridade pessoal; Em que a pena de morte é proibida no art. 59º da CRA, onde o art. 60º condena torturas e tratamentos degradantes, condenamos estes actos e na base da nossa constituição usaremos o art. 47º para exigir-mos justiça e direito a vida”

“Nesta senda, reivindicaremos o fim destes massacres para que o povo tenha direito a vida. E que haja um memorial em homenagem as vitimas”, le-se numa carta enviada ao governador provincial que o Club-K teve acesso.

Ao governador de Luanda

“Excelência somos jovens da Sociedade Civil de vários extractos sociais (Defensores dos Direitos Humanos) cientes da nossa responsabilidade cívicas e sociais, dispostos a contribuir para a construção de um Estado democrático de direito.

Há 40 anos que Angola encontra-se mergulhado num mar vermelho perdendo muito dos seus filhos, onde a opressão controla o país de Cabinda ao Cunene, com vários massacres como o 27 de Maio de 1977, sexta feira sangrenta de 1992, morte de Nfulupinga Lando Victor à 2 de Julho de 2004, Isaías Cassuele e Alves Kamulingue dia 27 de Maio de 2012, Hilbert Nganga 23 de Novembro de 2013, o caso mais recente que traumatizou Angola e o Mundo onde morreram mais de centenas de angolanos indefesos (caso Igreja Adventista do Sétimo Dia-Luz do mundo) vulgo caso Kalupeteca à 16 de Abril de 2015.

Assim consagra a constituição da República nos seus art. 30º, 31º, todo cidadão tem direito a vida e a integridade pessoal; Em que a pena de morte é proibida no art. 59º da CRA, onde o art. 60º condena torturas e tratamentos degradantes, condenamos estes actos e na base da nossa constituição usaremos o art. 47º para exigir-mos justiça e direito a vida.

Nesta senda, reivindicaremos o fim destes massacres para que o povo tenha direito a vida. E que haja um memorial em homenagem as vitimas!

Concentração largo do 1º de Maio as 14 horas, com destino a provedoria de justiça.

Sem mais nada a aflorar de momento, coordiais saudações revolucionárias.”

Fonte: http://club-k.net/index.php?option=com_content&view=article&id=21133:populares-convocam-manifestacao-de-repudio-a-massacres-no-huambo&catid=10:manifestacoes&lang=pt&Itemid=1077

Guarda presidencial angolana reforça segurança

Forças Especiais de Apoio ao Comandante-em-Chefe foram chamadas depois dos conflontos no Huambo.

António Capalandanda
20.05.2015 16:47

Guarda presidencial angolana foi reforçada. Ouça o áudio. — 2:47

O receio de uma revolta popular na sequência dos confrontos entre a polícia e seguidores da seita A Luz do Mundo, de José Julino Kalupeteka, levou as autoridades angolanas a reforçarem a segurança do Presidente angolano José Eduardo dos Santos. Fontes militares contactadas pela VOA revelaram que entre os dias 19 e 24 de Abril chegaram a Luanda cerca de mil militares provenientes da província do Kuando Kubango.

Aqueles militares integram as chamadas Forças Especiais de Apoio ao Comandante-em-Chefe (FEACC), cuja missão é intervir em eventuais casos de golpe de Estado.

Uma outra fonte ligada aos Serviços de Informação e Segurança do Estado (SISE) revelou que, “para se evitar ou limitar o ónus político, interno e externo, na sequência do incidente ocorrido no Huambo, as autoridades angolanas escondem o número real de mortos.”

Apesar de, aparentemente, as autoridades terem dado pouco importância aos incidentes no Huambo, na prática, estão a ser introduzidos métodos para controlar eventuais protestos que, segundo o SISE, “tenderiam a alastrar-se a todo o território nacional e a escapar ao controlo do regime”.

A mesma fonte adiantou que o SISE considera Kalupeteca como um elemento fundamental para aumentar ou reduzir as chances de sucesso ou fracasso duma eventual manifestação, por ser um bom orador, com forte poder de mobilização, boa capacidade de persuasão e de convencimento e com grande influência no seio dos seus seguidores.

A tensão aumenta em Angola numa altura em que tem vindo a crescer a hipótese da ocorrência de convulsões sociais por causa do descontentamento da população com a queda do poder de compra. O regime, também, considera a actual situação como “ bastante delicada”

O arcebispo do Lubango, Gabriel Mbilingui diz que a situação está a criar muita tensão em Angola, particularmente na região do Huambo.

Segundo Dom Mbilingui “é um fenómeno que cria muita tensão, que pode ter consequências imprevisíveis, também pela forma como está a ser abordado, até pelas autoridades competentes, o que também deixa uma certa preocupação.”

Fontes militares que pediram o anonimato revelaram à VOA que a operação por parte das FAA foi dirigida por altas patentes da contra inteligência e dos serviços de inteligência e segurança militar, que teriam chegado ao local depois de serem convocados em dois camiões militares preparados para operação de guerra.

Ao chegarem no local, os soldados abriram fogo com armas sofisticadas, disparando em todas as direcções, primeiro usando o morteiro 82 mm, o lança-roquete RPG-7 e o Z.U-4

Fonte: http://www.voaportugues.com/content/guarda-presidencial-angolana-reforcada/2779636.html

Seguidores do irmão Kalupeteka procuram familiares vivos ou mortos

Apenas 70 dos cerca de 2.000 seguidores de Kalupeteka encontram-se detidos, mas muitos desaparecidos. Ouça o áudio: Seguidores de Kalupeteka procuram familiares mortos ou vivos — 2:02

Coque Mukuta
19.05.2015 16:38

Seguidores de José Julino Kalupeteca continuam desaparecidos após os conflitos de 16 de Abril no monte Sumi, na província do Huambo. Parentes e amigos continuam sem saber o paradeiro dos seus entres queridos, mesmo após e apelo das Nações Unidas para Angola permitir uma investigação independente aos confrontos enter a polícia e fiéis da seita A Luz do Mundo.

Num universo de mais de 2.000 cidadãos que se encontravam no monte Sumi, município da Caála, pertencentes à seita A Luz do Mundo, apenas 70 estão detidos na cadeia de Cambiote Província de Huambo.

O Governo diz que houve apenas 13 civis mortos, mas a oposição insiste em centenas de civis enterrados em pequenas valas comuns nas montanhas do Huambo.

Um dos fiéis da seita, que se encontra ainda foragido por temer represálias e que pediu o anonimato, disse à VOA estar à procura cerca de 15 pessoas entre homens e mulheres, cujo paradeiro desconhece.

“O meu número como é publico em várias províncias vão me ligando para saber se conheço o paradeiro de várias pessoas”, revelou.

Outra fonte, de nome Mbapole Chikumga afirma, por seu lado, estar à procura da irmã identificada apenas por Fatinha, que estava acompanhada de dois filhos menores de idade. Ele desconfia que terão sido mortos durante os confrontos no monte Sumi.

“Até hoje não sei dela, estava acompanhada de duas filhas, sendo uma bebé e outra de 12 anos”, denunciou Chikumga.

Nomes como, Venâncio José, Valentim José, Feliciano Sandambongo, José Sawanga, Julino Tito, entre muitos outros continuam a ser procurados pelos seus parentes.

As nossas fontes confirmaram que essas pessoas não estão presas. Ou foram mortas ou encontram-se escondidas com medo das autoridades.

Fonte: http://www.voaportugues.com/content/seguidores-de-kalupeteka-procuram-familiares-vivos-ou-mortos/2777497.html

Caso Kalupeteka: ONU insiste em investigação “transparente”

Ouça o áudio:

Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos reafirma que é do interesse de Angola que haja “transparência” na investigação sobre alegado massacre no Huambo. E não vai pedir desculpas, como Luanda exigiu.

Na semana passada, o Escritório do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos (ACNUDH) em Genebra, na Suíça, pediu que fosse nomeada uma comissão independente para investigar os confrontos na Serra Sumé, no Huambo, entre a polícia angolana e fiéis da seita “A Luz do Mundo”, liderada por Julino Kalupeteka.

Segundo o organismo da ONU, há “factos por esclarecer” e “grandes diferenças no número de vítimas”. As autoridades falam em nove polícias mortos e 13 vítimas entre os fiéis. Mas outros relatórios referem uma centena de mortos e a oposição angolana contabilizou mais de mil mortos.
O pedido de inquérito caiu mal ao Governo angolano. Na sexta-feira passada (15.05), Luanda repudiou as declarações da ONU. Diz que “não são sustentadas por quaisquer provas” e que foram “amparadas por falsas declarações prestadas por elementos tendenciosos e absolutamente irresponsáveis, com a intenção de difamar” o país.

A reacção de Angola foi inesperada, disse à DW África o porta-voz do Alto Comissariado, Rupert Colville. “Fiquei um pouco surpreendido porque há sérias alegações de que algo aconteceu. Segundo a versão das autoridades, morreram nove polícias e 13 civis. E isso já é suficiente para ordenar uma investigação”.

O porta-voz do ACNUDH acredita que “é do interesse do Governo que seja feita uma investigação independente e transparente, porque se essa versão dos eventos for verdadeira, isso só iria ajudá-los.”

ACNUDH não pede desculpas

O ACNUDH esclarece que se limitou a fazer um “pedido básico” e que reage desta forma sempre que há mortes de civis.
Sublinha também que não está a “fomentar especulações”, como acusa o Governo de Luanda. Por isso, não haverá nenhum pedido de oficial de desculpas a Angola.

Caso Kalupeteka: ONU insiste em investigação “transparente”
“Não temos nada que pedir desculpas. Só pedimos que a situação fosse esclarecida, o que é do interesse de todos”, explica Rupert Colville. “Há muitos relatórios diferentes sobre o que aconteceu e não podem ser todos verdadeiros. Só precisamos de mais clareza sobre o que aconteceu.”

É “crucial” que a investigação que foi iniciada pelo Governo angolano seja independente, sublinha ainda o porta-voz do ACNUDH.

“Quem não deve não teme”

Já a União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA) sugere que o Executivo “abra as portas do Huambo à ONU” para que se possa averiguar o que aconteceu. A ideia é defendida por Raúl Danda, líder da bancada parlamentar do maior partido da oposição angolana, que se encontra atualmente nos Estados Unidos da América, num “périplo diplomático” para dar a conhecer a “real situação angolana”.

“Quem não deve não teme”, afirma Raúl Danda, lembrando que o grupo parlamentar da UNITA esteve no Huambo e que “o Governo angolano simplesmente impediu que os deputados se deslocassem à área onde aconteceu esse genocídio”. Por isso, defende que o Executivo, “em vez de estar a acusar toda a gente, devia abrir espaço para um inquérito imparcial, e até internacional, para se poder apurar a verdade.”

O Governo angolano afirma que é “difícil acreditar que tenham sido mortas e enterradas mais de mil pessoas durante uma noite, sem deixar vestígios”. Salienta que o líder da seita está detido a aguardar julgamento e que o caso está a ser investigado pela Procuradoria-Geral da República.
Raúl Danda insiste que o que se passou no Huambo foi “um genocídio”. “Não é possível que o Governo angolano esconda as mortes”, que “ultrapassarão as mil”, sublinha o dirigente da UNITA. “As pessoas desapareceram. Há familiares de pessoas que estão a fazer relatos do que aconteceu e há pessoas que escaparam do monte e que dizem que, de facto, morreu muita gente. É difícil precisar o número, mas com o tempo vai-se precisando”, conclui.

Fonte: http://www.dw.de/caso-kalupeteka-onu-insiste-em-investiga%C3%A7%C3%A3o-transparente/a-18457460

David Mendes foi autorizado para assumir a defesa de Julino Kalupeteka

20 maio 2015

Luanda – O líder da seita angolana “A luz do mundo”, cujos fiéis se envolveram em confrontos mortais com a polícia e que está detido preventivamente há um mês, vai ser defendido em tribunal por advogados da associação Mãos Livres.

A informação foi confirmada à Lusa pelo advogado e dirigente daquela associação cívica angolana, David Mendes, que depois de várias tentativas garantiu hoje a autorização de Julino Kalupeteka, através dos serviços prisionais, para assumir a sua defesa. O líder daquela seita está detido desde os confrontos no Huambo que levaram à morte, segundo a versão oficial, de nove polícias e 13 fiéis.

“Conseguimos que ele assinasse a procuração [para o representar]. Juntamos a procuração aos autos, requerendo que seja realizado um novo interrogatório, na nossa presença. Nos próximos dias esperamos ter acesso ao senhor Kalupeteka”, explicou David Mendes.

A associação, que já escreveu ao secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, pedindo uma investigação independente a este caso, face aos números díspares de mortos nos confrontos entre fiéis e polícia, tentava há algumas semanas assumir a defesa do líder desta seita, mas até agora sem sucesso.

Em causa estão os confrontos de 16 de abril, na Serra Sumé, província do Huambo, entre a polícia, que tentava dar cumprimento a um mandado de captura de Kalupeteka e outros dirigentes daquela seita ilegal em Angola, e alguns fiéis que estavam concentrados no acampamento daquela igreja.

Outras versões, nomeadamente da oposição angolana, apontam para “várias centenas” de mortos entre os seguidores da seita, cujo líder foi detido no dia seguinte, permanecendo desde então em prisão preventiva.

“Demos entrada do requerimento hoje, acho que a partir de segunda-feira estamos em condições de ter o primeiro contacto com o senhor Kalupeteka. Presumimos que esteja na cadeia central do Huambo, mas ainda não estivemos com ele”, disse ainda David Mendes, que vai assegurar a defesa em tribunal do fundador desta seita, conhecida por advogar o fim do mundo em 2015 ou por travar a vacinação e escolarização dos fiéis.

É que face à mediatização deste caso, que motivou mesmo a condenação, por mais do que uma vez, do Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, a Mãos Livres afirma que dificilmente Kalupeteka terá um julgamento “justo”.

“Para ser sincero, não acredito. E não acredito pela intervenção do Presidente da República, que foi extemporânea. Como é que, numa questão que ainda estava numa fase inicial, o Presidente já tinha tomado um posicionamento? Influenciou diretamente naquilo que poderá acontecer”, criticou, anteriormente, o advogado.

“Esse é o nosso receio, que não haja um julgamento justo, que as pessoas sejam condenadas sem que tenham direito a uma defesa condigna, porque publicamente já estão condenados”, concluiu David Mendes.

http://club-k.net/index.php?option=com_content&view=article&id=21145:david-mendes-foi-autorizado-para-assumir-a-defesa-de-julino-kalupeteka&catid=23:politica&Itemid=1123&lang=pt




Genocídio ASD: Sobrevivente do massacre conta detalhes do ataque aos irmãos adventistas leigos em Angola

mateus_angolaHoje venho para dar-vos uma exata explicação sobre o acontecimento qui houvi na provincia do ‪#‎huambo‬,municipio da ‪#‎kahala‬, e comuna do ‪#‎sumi‬ com a ‪#‎policia‬ nacional contra a igreja ‪#‎cristã‬ no 7dia a luz do mundo.

É o seguinte:

O ancião da igreja adventista do 7dia de nome: Domingos bimba e ao mesmo tempo é chefe da policia de investigação criminal da kahála, espalhou um boato de qui José kalupeteka está a criar um exército.

O ancião da igreja adventista Domingo bimba, já mandou prender José kalupeteka várias vezes sem provas e o diabolizar.

Devido o Kalupeteka abordar nas suas músicas e pregações qui ele não morre com feitiço porqui tem Deus a lhe proteger,e de disvendar a mentira dos pastores, anciões, padres, e do papa atravez das escrituras bíblicas.

E os tais sabendo qui a mentira deles foi disvendado então todas as igrejas e os politicos juntaram-se somente para destruir a igreja cristã no 7dia a luz do mundo.

Devido esse combate qui eles tenhem feito já a vários anos, ja custou a vida de muita gente no passado, e encluisivamente a vida do padre kapuxinho qui foi morte com uma nuve na montanha do sumi quando iam por lá para matarem José kalupeteka e todos qui por lá estavam, com dois pastores da igreja adventista e o padre kapuxinho, e outros elementos da cinfo e da policia nacional, e de entre esses todos qui foram por lá ninguém saio eleso, Deus lhes mostrou o grande poder qui ele tem.

E no qui conserna as mortes qui aconteceram no més passado no sumi. Foi o seguinte: A policia nacional, a uat, a cinfo,e as faa, estavam no local conversando com o José kalupeteka e todos nós para eles entenderem qual é a razão do acampamento, não tarda o comandante municipal da kahála chegou com agreção, e até os homens da cinfo,da uat,e das faa lhe reprienderam para não ser agressivo.

E ali o profeta José julinho kalupeteka disse para toda gente estarem sentado e a louvarmos. Mas o satanás vem para destruir e matar, então o comandante tirou a pistola e disparou ao kalupeteka mas graças a Deus o tiro não lhe atingiu, e o mesmo qui disparou assustou-se como é possível frenti a frenti o tiro não vai lhe tocar?

Então ali começou o escandalo, e demos por conta uma irmã de luanda já e um irmão foram mortos por tiros. E o servo ordenou para todos homens pegarem nas catanas qui estamos a cortar com elas paus nas matas e enchadas qui estavamos acapinarmos com elas nas matas para nos defendermos com elas, e as milheres para continuarem sentadas a louvarem.

E Não tarda o governador kundi pahama mandou elicopiteros camazes para matarem tudo qui respira, os elicopiretros e os homens qui xtavam nos camazes xtavam a disparar direitamente nas populações,e morreram ali total de dizoito (18) policias, mas de setecentos(700) cristãos da luz do mundo.

OBS:

E para vocés qui perdem tempo para falarem mal dos cristão ou do kalupeteka, aqui vai um conselho para qui em vez de nos criticarem procurem a verdade na biblica para q vocés possam estar salvo, mas não se esqueças das palavras de Jesus cristo de qui eu não vi traser boa vida,mas sim vi traser sofrimento, e enquanto tiveres comigo e não sofres prisões insultos, humilhação,purrada etc então assim vc tá nas trevas,e se estiveres na luz sofrerás isso tudo qui eu te disse.

E para mais informação real não aquelas qui estão ser ditas pelos politicos. Liga 926292051 Mateus Mwatunda Madalena Mendes é meu nome.

Fonte:

https://www.facebook.com/mateusmwatundamendes.mendes/posts/423286471178625?pnref=story

Leia mais sobre o caso #kalupeteka no clipping abaixo:

Pedrowski Teca. Facebook

Meus compatriotas, no meu entender, isso que chamo de “batalha de Cáala”, entre fiéis da seita religiosa do Profeta Kalupeteca e a Polícia Nacional, acabou por elevar para um outro nível a luta contra a ditadura do MPLA de José Eduardo dos Santos. Qualquer ser vivo tem o direito inalienável de se autodefender. A pobreza e a ditadura que nos são impostas, são ataques graves, dos quais temos a legitimidade de nos autodefender.

Satchipunhu Katopola Ndjangelo comentou:

“Pedrowiski Teca, voce entendeu muito bem o acto. O que se passa no Huambo é o ponto mais alto da Ditadura. fui ao local constatar. o povo que estava a rezar foi morto como vermes e neste preciso momento a Policia está a queimar o acampamento e talvez a fazer uma vala comum para enterrar as pessoas a fim de se perder a conta. nas proximas horas vou divulgar os dados colhidos no local.

Kalupeteka foi encontrado a pregar e a policia foi lá para atacar o acampamento e em defesa o povo crente pegou em materiais que possuiam com elas bateram nos policias até que 9 agentes morreram no local, outros agentes morreram no capotamento do carro da policia por cima da ponte sobre o rio Põim, durante a fuga para buscar reforço, nenhum fiel, tinha arma de fogo, mas até hoje de manha ainda a policia continua a matar na caça às bruxas, recolhendo pessoas prendendo. ainda a policia está a inventar outro boato de que na Catata (70 km do local do acampamento do Kalupeteca) os crentes do Kalupeteka estão a cavar trincheira em 7 diferentes localidades. pura mentira! é para justificar e legitimar a matança que estão a fazer porque o Kundy Payhama havia prometido tal matança ha 1 mes atras …. fui no local colher dados reais e depois vou divulgar.”

Os seguidores do Profeta Kalupeteca, em autodefesa, mataram 7 agentes da Polícia Nacional, e em retaliação, relatos indicam que a Polícia já matou 110 fiéis daquela seita religiosa e prendeu mais de 100, inclusive o líder. Isso faz-se?
Em termo de activismo cívico e político, os fiéis dele fizeram coisas que em tempo de paz nenhum partido político, ONG ou movimento juvenil conseguiu ou teve coragem de fazer em termos de autodefesa. Imagina se fosse uma ofensiva e não a defensiva que ocorreu? Eu sou Kalupeteca, e não o seria se não conhecesse os bandidos da Polícia Nacional (Boko Haram de Angola).

Eu concordo com o Mabiala Paulo, que disse: “A maior parte dos agentes policiais Angolanos não têm cultura de dialogo, portam-se como analfabetos de primeira classe, são arrogantes, brutos, e quando fardado sentem-se donos de todos cidadãos que não estejam fardado como eles. ”

Como é que um grupo de religiosos conseguiu neutralizar, matar e correr com efectivos da Polícia Nacional, altamente treinados e equipados?

Central Angola 7311 postou;

Recebemos por SMS e, não podendo comprovar, pareceu-nos grave o suficiente para denunciar:

“Após os meios de comunicação social veicularem a informação da morte do comandante municipal da polícia na Caála, super-intendente Catumbela (ex-comandante da tropa de penetração e assalto da ex-segurança de estado), chefe de operações da PIR, chefe municipal do SINSE, entre outros, fontes seguras informaram ontem que a polícia solicitou apoio das FAA e que até às 15h00 as incursões militares continuavam e culminaram com a detenção do líder da seita, com seus dois filhos e 12 membros. Hoje, uma fonte segura informa que a localidade foi tomada pela brigada das FAA do Sawilala (a caminho do Município do Bailundo) e, durante a tomada do local usaram a força e que mais de 100 pessoas foram mortas à queima-roupa. Neste momento, as ruas adstritas à DPIC estão interditadas. A mesma fonte conta que um dos líderes encontra-se foragido e teme-se pela retaliação, uma vez que, ainda segundo a fonte, (a seita) tem mais de 4000 membros só no Huambo.

Uma outra fonte informou que ações do género tiveram lugar no Município do Balombo ontem.

De recordar que a semana passada ações do género aconteceram no Bié.

Continuarei a atualizar.”

Não assinou. Cada um faça o seu julgamento.

Fonte: https://www.facebook.com/TvNwsJunior/photos/a.670978352928336.1073741837.570399459652893/1115623368463830/

NO PAÍS DO FAZ DE CONTA, EU ACUSO: EXISTE GENOCÍDIO!

Folha 8 Digital, em 16 DE MAIO DE 2015 — William Tonet

Nos últimos dias muito se tem falado de José Julino Kalupeteka, até então um ilustre desconhecido cidadão, habitante da Angola profunda, que tal como Jesus Cristo e todos os missionários fundadores da peregrinação cristã, acreditava numa fé, que o inspirava, na oratória, para captar ovelhas, para o seu rebanho.

Ninguém o levou a sério, nem mesmo os antigos companheiros de jornada, que o consideravam, “garimpeiro tresmalhado de almas”.

O tempo, no entanto, deu-lhe razão: com fé e crença sempre se consegue, chegar. Basta sonhar. E ele sonhou, que do pedestal da sua 4.ª classe, galgaria montanhas, implantaria uma congregação e os fiéis não lhe faltariam.

Adoptou o direito natural, como regra de cariz religioso, para a vivência gregária e, na falência do Estado, no interior do país, decidiu dar alento espiritual, a todos quanto iam desacreditando no actual Estado, que discrimina e abandona os pobres.

Mas, num de repente, Kalupeteka começa a ver espinhos, nos carreiros, onde antes só havia rosas, muito por ter decidido, dizer aos políticos do sistema, que abandonaria a velha táctica de pregar o “evangelho e a ideologia”, principalmente, nos períodos eleitorais, como havia feito, como cabo eleitoral, do partido maioritário: MPLA, nas eleições de 2008 e 2012.

A decisão não foi bem acolhida, houve, pelo seu capital, tentativas de o dissuadir, ofereceram-lhe carros, jeeps. A tudo e todas oferendas, materiais, vindas de altos mandatários do regime, resistiu, negando, até mesmo 4 jeeps top de gama, um dos quais, deixado na sua residência, nunca lhe havia colocado a chave. Foi considerando um gesto inamistoso e a partir daí, até chegar-se ao factídico desfecho de 16 de Maio de 2015, no Monte Sumi, foi um passo.

Todos sabiam que a lei proíbe a violação dos lugares de culto.

A Polícia tentando prender, um líder no seio dos seus fiéis, criou um tumulto, como “agente provocador”, cujo desfecho de nove mortes, foi a todos os títulos condenável. A resposta não se fez esperar e as FAA e Polícia Nacional, por ordens dos responsáveis, cercaram os fiéis e estes entoando cânticos, com a Biblia na mão, caminhavam pensando que não sucumbiriam ao poder das balas. Triste ingenuidade, os militares angolanos, não usam balas de borracha e foram, as primeiras linhas, caindo em catadupa.

Esta eliminação em série é considerado, pelo art.º 61.º da Constituição, como genocídio. EU comungo da mesma opinião, no Monte Sumi, houve um GENOCÍDIO e os seus autores devem ser reponabilizados.

O QUE É GENOCÍDIO? O termo “genocídio” não existia antes de 1944; ele foi criado como um conceito específico para designar crimes que têm como objectivo a eliminação da existência física de GRUPOS nacionais, étnicos, raciais, e/ou religiosos.

Em 1944, Raphael Lemkin (1900-1959), um advogado judeu polonês, ao tentar encontrar palavras para descrever as políticas nazistas de assassinato sistemático, incluindo a destruição dos judeus europeus, criou a palavra “genocídio” combinando a palavra grega geno-, que significa raça ou tribo, com a palavra latina -cídio, que quer dizer matar.

Com este termo, Lemkin definiu o genocídio como “um plano coordenado, com acções de vários tipos, que objectiva à destruição dos alicerces fundamentais da vida de grupos nacionais com o objectivo de aniquilá-los”.

No ano seguinte, o Tribunal Militar Internacional instituído em Nuremberg, Alemanha, acusou os líderes nazistas de haverem cometido “crimes contra a humanidade”, e a palavra “genocídio” foi incluída no processo, embora de forma apenas descritiva, sem cunho jurídico. Por genocídio entende-se quaisquer dos fatos abaixo relacionados, cometidos com a intenção de destruir, total ou parcialmente, um grupo nacional, étnico, racial, ou religioso, tais como:

(a) Assassinato de membros do grupo;

(b) Causar danos à integridade física ou mental de membros do grupo;

(c) Impor deliberadamente ao grupo condições de vida que possam causar sua destruição física total ou parcial;

(d) Impor medidas que impeçam a reprodução física dos membros do grupo;

(e) Transferir à força crianças de um grupo para outro.

Embora muitos casos de violência contra determinados grupos hajam ocorrido ao longo da história, e mesmo após a Convenção haver se tornado válida, o desenvolvimento internacional e jurídico do termo concentra-se em dois períodos históricos distintos: o primeiro, a partir da criação do termo até sua aceitação como lei internacional (1944-1948), e o segundo, desde que ele foi efectivado através do estabelecimento de tribunais para o julgamento de crimes internacionais de genocídio.

A prevenção do genocídio, também parte integral da Convenção, é um desafio que nações e indivíduos ainda enfrentam.

1994: GENOCÍDIO NO RUANDA

De Abril a Julho, cerca de 800.000 pessoas, a maioria pertencente ao grupo étnico minoritário dos tútsis, foram mortas no Ruanda. Foi um massacre em escala, escopo e velocidades impressionantes. Em Outubro, o Conselho de Segurança das Nações Unidas ampliou o mandado do ICTY para incluir um tribunal, em separado mas vinculado, para o Ruanda, A Corte Criminal Internacional de Ruanda (ICTR), localiza-se em Arusha, na Tanzânia.

1998: A PRIMEIRA CONDENAÇÃO POR GENOCÍDIO

No dia 2 de Setembro de 1998, o ICTR emitiu a primeira condenação do mundo por genocídio efetuada por uma corte internacional, julgando Jean-Paul Akayesu culpado por genocídio e crimes contra a humanidade. Ele era acusado de participar e supervisionar estes massacres quando foi prefeito da cidade ruandesa de Taba. Embora estes tribunais específicos e a nascente Corte Criminal Internacional ajudem a estabelecer jurisprudência legal e a investigar os crimes em suas jurisdições, a condenação por genocídio ainda é uma tarefa difícil. Mais difícil ainda é dar continuidade ao desafio para evitá-lo.

2004: GENOCÍDIO EM DARFUR

Pela primeira vez na história do governo norte-americano, uma crise existente foi considerada como “genocídio”. No dia 9 de Setembro de 2004, o secretário de Estado Colin Powell declarou perante o Comitê de Relações Internacionais do Senado norte-americano: “Concluímos – eu concluí – que foi cometido genocídio em Darfur e que o governo do Sudão e a Janjawid são os responsáveis, e também que o genocídio ainda pode estar acontecendo”. *Com Net/voltaremos

Fonte: http://www.pressreader.com/angola/folha-8/20150516/281711203204642/TextView

VIVER À PARTE E, SOBRETUDO, NÃO ESQUECER

Folha 8 16 Maio 2015

A célebre frase do grande escritor e poeta britânico, nomeado mais de uma vez ao Prémio Nobel de literatura, Lawrence Durrell, “Viver à parte e esquecer”, bem conhecida e propagada entre os intelectuais do mundo inteiro, foi posta em prática pelo profeta Julino Kalupeteka, que, do alto do seu diploma da quartaclasse da escola primária, a virou do avesso, proclamou que era preciso isso mesmo, viver à parte, mas sobretudo não esquecer… Não esquecer o quê? Simples, o desprezo a que é votado o “Zé-povinho”. Pena foi ter acontecido o que aconteceu, a dar-lhe razão e a vitimar centenas de pobrezinhos desarmados, talvez mais de mil!No dia 16 de Abril de 2015, num arreganho de autoridade leonina, os polícias apareceram no acampamento para prender o Kalupeteka. Fizeram-no em plena celebração do culto, o que, segundo a lei angolana, é proibido e proíbe qualquer arresto. Era um assalto ilegal e, perante a ostensiva agressão policial, os seguranças do profeta reagiram muito mal, embora talvez não houvesse outro modo de reagir: mataram os polícias e, nesta de violência puxar violência, também foram mortos sem lhes ter sido dado tempo de recorrer ao argumento de legítima defesa. Por ter agido à margem das normas consagradas na Constituição de 2010, a polícia não ficou bem na fotografia, porém, o mais importante peso que faz pender a balança para o lado oposto aos brasões do regime vigente (respeitabilidade, legitimidade e prestígio), é o facto indesmentível de o próprio presidente da República ter renegado o Estado de Direito por ele instituído, como opina o jurista Albano Pedro. «Por que razão o Presidente da República não deixou as autoridades judiciais intervirem no caso antes de se pronunciar oficialmente contra a seita? Qual é o crime provado contra José Kalupeteka e seu seguidores se o próprio Tribunal nem sequer apreciou a situação? Quem foi que aconselhou o Presidente da República a agir nesse sentido? Que sociedade ou valores éticos e morais sãos estes que estamos a promover afinal? Os agentes da PN, de quem lamentamos as mortes e nos solidarizamos com a dor dos seus entes queridos, foram vítimas da acção irresponsável das próprias autoridades públicas que não souberam lidar com a situação, sem verem fantasmas “revolucionários” contra os interesses ditos públicos que defendem».

TRÊS, PERDÃO…TREZE FOI A CONTA QUE DEUS FEZ
Folha 816 mai 2015

»São treze mortos, não é? Treze!… Pelo que JES ousou dizer depois de ter deixado cair a máscara que lhe serve para ser galardoado com governante excepcional , «A seita Luz do Mundo é um perigo para a paz e a estabilidade em Angola (…) Ela tem de ser destruída) , ao visto das fotos que mostram a destruição quase total do aldeamento, ao visto das roupas sem pessoas e das 8 tendas previstas para receber “kalupetekistas sem ninguém lá dentro a viver, ao ouvir as testemunhas que fazem descrições coincidentes daquilo que se passou aquando e depois do ataque aos polícias e, entredentes, falam de tiros e de bombas, ao ver as manchas de sangue e ao sentir, como referido na Grande Reportagem do site Rede Angola, o cheiro a podridão que a morte deixa por onde passa, como é possível acreditar que só houve treze mortos? Será que todos nós, angolanos, somos atrasados mentais»? (comentário lido no Facebook).

À PROCURA DE PARADEIRO DE 3 MIL FIÉIS I

Os adeptos e seguidores daIgreja Adventista do Sétimo Dia a Luz do Mundo que tinhma seguido o conselho de Kalupeteka e se instaram ebm condições bastante precárias no Monte Sumé, não obstante receberem ajuda substancial por parte do “profeta”, eram contados em mais de três mil almas. Depois da chaina peroretada pela polícia, no seguimento de ordens superiores assassinas, esse número passou a ser do dia para noite, ZERO! Não há um só fiel que se mostre à vista da gente, desapareceram todos como que por encanto. Mais de três mil eram eles e, segundo tudo leva a crer, o objectivo da polícia era dar corpo antecipadamente ao desígnio do Presidente da República, JOsé Eduardo dos Santos, que na sua vinda a público para comentar o acontecido disse o seuinte: “A seita Luzdo Mundo é um perigo para a paz e a estabilidade em Angola (…) Ela deve ser destruída”.

À PROCURA DE PARADEIRO DE 3 MIL FIÉIS II
Folha 816 May 2015

Pois é, esses zelosos soldados da ordem pública anteciparam-se ao desejo de JES, tinham por missão, é quase uma certeza, matar todos os que ali estavam no Monte. Não conseguiram, organizaram uma caça ao homem monstra, nomeadamente na cidade do Huambo, e deuse o estranho caso, tirando os que foram assassinados, todos eles desapareceram na natureza. Instalou-se assim, uma espécie de Terror de Estado. Mas inda há muitas testemunhas em vida. Isto não vai, não pode ficar assim com a culpa solteira. As fotos aqui ao lado são de tendas destinadas a receber os sobreviventes da chacina do 16 de Abril. De facto, «Oito tendas grandes verde oliva dispostas num descampado teriam acolhido os seguidores da seita. Na parte exterior ainda se encontravam as três pedras para a cozinha. Havia marcas de passagem de gente no interior das tendas. Mas não havia ninguém. Segundo o Comando da Polícia Nacional na Caála, todos os seguidores da seita de Julino Kalupeteka, em número não especificado, já haviam sido transferidos para as respectivas regiões de procedência». Mentem tão mal…

http://www.pressreader.com/angola/folha-8/20150516/281711203204642/TextView

FUGA AO SOFRIMENTO É CRIME EM ANGOLA

Passado um mês, depois dos trágicos acontecimentos do monte Sumí no dia16 de Abrilpassado, o qye resta do “Caso Kalupeteka”é a morte de nove policiais e pouco mais. Isto sem contar esse homem, José Julino Kalupeteka (}JJK), que passou a ser a expressão mais promissora de todas as estratégias, em contínua incubação, orientadas para derrubar, a bemou à força, o regime JES/MPLA (só poderá ser à força, nem que seja ela inspirada na pacífica revolta do Mahatma Gandi).

Nesta ocorrência da morte de 9 policiais no monte Sumi, a opor-se à clarividência dos factos há, por um lado, a opacidade criada por um black-out rigorosíssimo, a exigir presença, várias vezes ao dia durante mais de 10 jornadas, de um helicóptero de patrulha, ao que se junta a inexistência de um relatório exacto daquilo que se passou no terreno, por outro,impõe-se a questão levantada com alguma pertinência no facebook do jurista Albano Pedro: “Finalmente o que há de perigo social num conjunto de indivíduosque decide livremente abandonar a sociedade paraembrenhar-se nas matas? Onde é que está a Lei que proíbe essa conduta? Ou também já inventaramo CRIME DE FUGA? Portanto,para um analista sem “contaminações políticopartidárias”, parece difícil perceber onde é que asautoridades se apegam para condenar as acções missionárias de José Kalupeteka”.

Este último pontoé fundamental para compreender o outro lado desta história, em que se encontram em convivência, conivência e coincidência temporal uma série de conceitos que se opõem numa mútua cumplicidade, geradora de tolerâncias e intolerâncias ocasionais e fictícias anuências/oposições às leis do Estado; obediências/desobediências no dia-a-dia; apoio e repressão.

Geraram-se tensões. Mas as coisas foram se agravando com o passar do tempo desde que Kalupeteka optou por um posicionamento clara e definitivamenteoposto à política e ao pensamento de JES. No fundo o que ele propôs aos seus fiéis foi uma renúncia, nada mais. Não votem, não vacinem as crianças, não as mandem para a escola que mais não é do que uma formatação mental de anuência ao regime, fujam disso tudo e venham viver comigo no monte Sumi (ou Sume, ou Sumé, pouco importa)!

GENOCÍDIO PURO NO HUAMBO

Há cada vez há mais informações de que estão a retirar cadáveres de valas comuns para conduzi-los para outros lugares de forma a dificultar o seu reconhecimento. Isto em qualquer parte do mundo é crime de ocultação de cadáver menos em Angola , onde este tipo de práticas é uma constante dos serviços secretos.

Por Fernando Vumby

E sta conduta desde á muito que visa evitar com que os homicídios e outros casos de assassinatos sejam descobertos e de forma manifesta destruir as provas dos delitos para, assim, salvar a pele de alguns tubarões que deram as ordens para o massacre .

O Genocídio do Sumi/Caála não foi o primeiro e nem será o ultimo. Esta é uma certeza que tenho, e acredito também que o regime vai continuar a garantir o sucesso da eliminação selectiva e colectiva em Angola, pois como se vê a impunidade dos assassinos do passado é lastro para a impunidade dos assassinos do presente.

O ciclo de violência veio para ficar em Angola e já se tornou num dos elementos mais importantes na estratégia de JES para manter os angolanos e a nação sob seu controle, as vítimas e os assassinos estes sim, é que vão mudando umas vezes da UNITA e outras vezes até mesmo do próprio MPLA para variar e distrair algumas atenções.

Irmãos e compatriotas. É hora de passarmos a dar importância aos organismos internacionais existentes e com competência para julgar e condenar casos que sabemos a nossa justiça, por ser uma das piores farsas existentes no país, nada fará senão ignorá-los completa e definitivamente.

Existe um Tribunal Internacional onde qualquer angolano pode apresentar as provas que tem sobre casos onde houve violações dos Direitos Humanos e o nascimento desta jurisdição permanente universal, acreditem meus manos , é um dos grandes passos que se deu em direcção da universalidade dos Direitos Humanos e do respeito do Direito internacional .

E se o objetivo deste organismo é promover o Direito internacional e tem como um dos seus mandatos julgar indivíduos que cometem crimes tão graves como os ocorridos na serra do Sumi/Caála, os advogados angolanos em particular e a oposição no geral têm a obrigação moral e patriótica de fazer chegar este dossiê a este Tribunal Internacional de Justiça.

Existem testemunhas e declarações gravadas que confirmam as centenas de mortes e uma vez conscientes da farsa que é a nossa justiça não podemos perder tempo sob o risco de sermos todos coniventes deste genocídio que o regime tem estado á fazer tudo para se desfazer dos corpos.