Pastores de Ontem X Pastores de Hoje

Andei fazendo uma pesquisa para saber se os nossos atuais "pastores" são parecidos com os pastores do início da Igreja Cristã. Confira você mesmo o resultado:

Os de Ontem

Os de Hoje

“Eu de boa vontade me gastarei e ainda me deixarei gastar em prol da vossa alma...” – 2Cor. 12:15

 

- Não trabalham pela manhã, pois estão “estudando”;

- Tiram férias em janeiro (alguns já abandonam o distrito antes do dia 20 de dezembro), além dos diversos períodos de “recesso branco” durante o ano (concílios, seminários, simpósios, mestrados, etc., etc., etc.).

“Até à presente hora, sofremos fome, e sede, e nudez; e somos esbofeteados, e não temos morada certa, e nos afadigamos, trabalhando

com as nossas próprias mãos...” – 1Cor. 4:11-12

- Moram em casas nos bairros mais nobres;

- Durante os concílios, estão sempre nos melhores hotéis e restaurantes;

- Têm a conta de água e telefone (com todos os possíveis excessos) paga pela Associação;

- Todo ano recebem os presentinhos nos concílios (ternos, relógios, notebooks, livros, etc.);

- Folgam na segunda-feira (e alguns até desligam o telefone para não serem “incomodados” pelos “irmãos”);

- Vivem às custas dos membros, com todos os auxílios, subsídios, reembolsos, etc. (um pastor distrital custa uns R$ 8.000,00 por mês aqui na Omissão Nordeste).

“Se outros participam desse direito sobre vós, não o temos nós em maior medida? Entretanto, não usamos desse direito; antes, suportamos tudo, para não criarmos qualquer obstáculo ao evangelho de Cristo” – 1Cor. 9:12

- Os pastores atuais fazem questão de usarem dos seus “direitos” como obreiros assalariados da igreja (planos de saúde e odontológico; seguros de vida, do carro, da casa; auxílios para compra de computadores e livros; salário-família; aposentadoria pelo teto do INSS; aluguel sem limite de valor; receber aluguel mesmo tempo casa própria... e morando nela; um gordo auxílio mensal para combustível, sem nem ao menos visitar os irmãos; etc).

“E disse-lhes: Nada leveis para o caminho: nem bordão, nem alforje, nem pão, nem dinheiro; nem deveis ter duas túnicas” – Lucas 9:3.

 

- Os pastores de hoje andam com toda uma parafernália de equipamentos (projetores, notebooks, computadores, celulares, Pen-drives, livros técnicos de teologia, etc).

- Mas a qualidade de sua pregação e vida é melhor que a dos primeiros pastores da Igreja Cristã?

- Você já observou que tem pastor que não abre e nem usa mais a Bíblia nos sermões? Só PowerPoint?

“Para que um homem seja um pastor de êxito, é essencial alguma coisa mais que o mero conhecimento adquirido em livros. O que labuta por almas, necessita de consagração, integridade, inteligência, operosidade, energia e tato. Possuindo esses requisitos, homem algum pode ser inferior; ao contrário, possuirá dominadora influência para o bem” – Obreiros Evangélicos, pág. 111.

- Os atuais são arrogantes, fracos na pregação da Palavra, orgulhosos, ostentadores de luxo, rancorosos, ciumentos, invejosos;

- Certamente você conhece algum relato de pastor que tratou com grosseria alguma “ovelha” (quase sempre uma das menos “valiosas”).

“Os pastores devem dar aos jovens exemplo digno, que corresponda à sua santa vocação. Devem ajudá-los a ser francos, e todavia modestos e dignos em todas as suas relações. Eles estão semeando dia a dia uma semente que dará fruto. Devem afastar toda vulgaridade, toda frivolidade, lembrando-se sempre de que são educadores; quer queiram ou não, suas palavras e atos são para aqueles com quem estiverem em contato, um cheiro de vida ou de morte” – Obreiros Evangélicos, pág. 126.

- Basta assistir a uma partida de futebol entre os pastores para ver o “velho homem” se revelar: palavrões, entradas brutas, vingança, rivalidades, vaidades, etc.

- Belo exemplo para os jovens!

“Repousa sobre a esposa do pastor uma responsabilidade a que ela não deve, nem pode levianamente eximir-se. Deus há de requerer dela, com juros, o talento que lhe foi emprestado. Cumpre-lhe trabalhar fiel e zelosamente, em conjunto com o marido, para salvar almas. Nunca deve insistir com seus próprios desejos, nem manifestar falta de interesse no trabalho do esposo, nem entregar-se a sentimentos de saudade e descontentamento. Todos esses sentimentos naturais devem ser vencidos. É preciso que tenha na vida um desígnio, o qual deve ser levado a efeito sem vacilação. Que fazer se isto se acha em conflito com os sentimentos, prazeres e gostos naturais? Estes devem ser pronta e resolutamente sacrificados, a fim de fazer bem e salvar almas.

A esposa do pastor deve viver uma vida devota e de oração. Mas algumas gostariam de uma religião em que não há cruzes, e que não exige abnegação e esforço de sua parte. Em lugar de se manterem nobremente por si mesmas, repousando em Deus quanto a forças, e fazendo face a suas responsabilidades individuais, elas levam a maior parte do tempo dependendo de outros, deles derivando sua vida espiritual. Se tão-somente se apoiassem confiantemente, com confiança infantil, em Deus, e concentrassem em Jesus suas afeições, recebendo sua vida de Cristo, a videira viva, que soma de bem não poderiam elas realizar, que auxílio poderiam ser a outros, que apoio para seus maridos!” – Obreiros Evangélicos, pág. 202.

- São pouquíssimas as esposas de pastor que se enquadrariam atualmente nestas características. A grande maioria só quer saber de ficar na igreja central (ou a mais rica), com a desculpa de que precisam dar uma boa orientação aos filhos.

- Algumas deixam que seu marido visite sozinho as igrejas, e nunca vão àquelas mais humildes.

- Em matéria de vestuário, maquiagem, adornos “disfarçados” etc., ai nem se fala! As esposas dos nossos queridos pastores estão longe de serem um modelo para as jovens da igreja.

- O que vemos é que a maioria das esposas de pastores são tão “apagadas” na igreja, que os irmãos nem sabem seu nome.

“Alguns pastores não são bastante cuidadosos em seus hábitos de alimentação. Ingerem grandes quantidades de alimento, e muita variedade numa refeição. Alguns só são reformadores de nome. Não têm regras pelas quais regulem seu regime, mas condescendem em comer frutas e nozes entre as refeições, pondo pesada carga sobre os órgãos digestivos.

Devido a imprudências no comer, os sentidos de alguns parecem paralisados, e eles são indolentes e sonolentos. Esses pastores de rosto pálido, que sofrem em resultado da condescendência egoísta com o apetite não são recomendação para a reforma de saúde” – Obreiros Evangélicos, pág. 230.

- Você já teve a oportunidade de encontrar os pastores em um restaurante? Quando tiver, observe...

- Poucos seguem a Reforma de Saúde, e quando o fazem, se limitam a não comer carne... em público.

- Bebem líquidos nas refeições indiscriminadamente (e a preferida é a Coca-Cola).

- Tem pastores que sempre são vistos nas melhores churrascarias da cidade, e nas lanchonetes de fast-food dos Shoppings.

“Porventura os pastores, que estão a proclamar a verdade mais solene já enviada aos mortais, devem constituir-se exemplo no regresso às panelas de carne do Egito? É lícito que os que são sustentados pelos dízimos dos celeiros de Deus se permitam a condescendência que tende a envenenar a corrente vivificadora que lhes flui nas veias?” – Cons. Sobre Regime Alimentar, pág. 404.

- Pergunte aos filhos pequenos do seu pastor se eles comem carne, e você verá como esta orientação tem sido desprezada pelos atuais “ministros do Evangelho”.

“O Senhor tem sido servido de apresentar-me muitas coisas com relação ao chamado a ao trabalho de nossos pastores, especialmente os que foram designados para presidentes de associação. Grande cuidado deve ser exercido na escolha de homens para essas posições de confiança. Deve haver fervorosa oração em busca de iluminação divina.

Os que são assim indicados para superintendentes do rebanho, devem ser homens de boa reputação; homens que dêem provas de possuir, não somente conhecimento das Escrituras, mas experiência na fé, na paciência, para que, em mansidão, possam instruir os que se opõem à verdade. Devem ser homens íntegros, não neófitos, mas inteligentes estudantes da Palavra, aptos para ensinar a outros também, tirando do tesouro coisas novas e velhas; homens que, em caráter, palavras, conduta, sejam uma honra à causa de Cristo, ensinando a verdade, vivendo a verdade, crescendo até à estatura perfeita em Cristo Jesus. Isso importa no desenvolvimento e fortalecimento de cada faculdade mediante o exercício da mesma, para que os obreiros se tornem aptos a suportar maiores responsabilidades, à medida que a obra aumenta” – Obreiros Evangélicos, pág. 413.

- Boa reputação é uma coisa que poucos administradores conseguem manter.

- Na Omissão Nordeste mesmo, o último que por aqui passou deixou um rastro de ódio, crueldades e injustiças.

- Parece que o único “cuidado” que a União tem levado na escolha dos seus administradores é o fator do Q.I.

- E olha que alguns nem conhecimento das Escrituras possuem, basta ver as palestras fracas e sem conteúdo que apresentam nos encontros de líderes nas igrejas.


Assinado: Adventista Leigo de Natal-RN

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