
A apresentação desta obra descrerve-a como a exposição mais abrangente sobre a aliança entre a Igreja Adventista do Sétimo Dia e as Nações Unidas e o impacto dessa aliança na missão profética da Igreja.
Essa união levou a concessões na apresentação das mensagens dos Três Anjos e reteve a chuva serôdia. Jesus Cristo, em Apocalipse 3:17, disse que Sua Igreja é “miserável, e deplorável, e pobre, e cega, e nua” e não sabe disso. Deus, em Sua misericórdia, nos ofereceu colírio para que pudéssemos ver o quanto precisamos Dele (Apocalipse 3:18).
Apesar de nossa condição miserável, Ele ainda nos ama (Apocalipse 3:19). No entanto, as boas novas só são boas se as más notícias forem ruins. Será que percebemos o quão longe nos afastamos de nosso relacionamento de aliança com o Senhor?
Que este livro disponibilizado aqui gratuitamente, com uma tradução automática para o Português, fale ao coração de cada um de nós, para que, ao vermos nosso pecado revelado, também vejamos o grande amor e misericórdia que Deus tem por Sua Noiva errante.
A NOIVA CATIVA: QUANDO A IGREJA TROCA O NOIVO PELO SISTEMA
“Solta-te das cadeias do teu pescoço, ó cativa filha de Sião.” (Isaías 52:2)
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- The Captive Bride – Be loosed from thy chains
- A Noiva Cativa – Liberte-se das suas correntes — Traduzido automaticamente
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A igreja que deveria ser a noiva livre de Cristo aparece hoje como noiva cativa do Sistema. Não algemada por soldados, mas por compromissos institucionais, alianças políticas e submissões diplomáticas. Não perseguida por tiranos visíveis, mas domesticada por acordos “técnicos”, parcerias “humanitárias” e linguagens “neutras” que, na prática, substituem a linguagem do céu pela gramática de Babilônia.
O livro The Captive Bride – Be Loosed From Thy Chains não é um devocional confortável. É um documento de acusação. Um chamado profético de ruptura. Um grito contra a normalização da aliança entre a liderança institucional da IASD e a arquitetura espiritual-política da ONU. Ele afirma, com documentação extensa, que a Igreja deixou de falar como Igreja e passou a falar como o sistema que governa o mundo.
UMA NOIVA ACORRENTADA NÃO É UMA NOIVA FIEL
Na linguagem bíblica, a Igreja é a noiva. No Apocalipse, ela deveria estar adornada para o encontro com o Noivo (Ap 19:7). Mas o que vemos quando a instituição se associa formalmente às estruturas de governança global? Vemos uma noiva acorrentada. Amarrada a princípios, agendas e compromissos que não nascem da revelação, mas do consenso político.
Uma noiva acorrentada não consegue seguir o Noivo quando Ele chama para fora de Babilônia. Ela fica presa às mesas de negociação, às cadeiras de consultoria e aos microfones dos fóruns internacionais.
QUANDO A IGREJA ADOTA A LÍNGUA DA ONU
O livro demonstra que relatórios oficiais, declarações públicas e documentos institucionais da IASD passaram a ecoar conceitos, prioridades e narrativas da ONU: desenvolvimento sustentável, universalismo religioso, governança global, saúde pública baseada em coerção estatal e consensos morais produzidos fora das Escrituras.
O problema não é ajudar pessoas. O problema é adotar a cosmovisão do sistema que governa o mundo. O problema é quando a Igreja passa a traduzir sua missão eterna para caber na moldura política do século.
OS TRÊS ANJOS NÃO NEGOCIAM COM BABILÔNIA
A mensagem final não é diplomática. Ela não busca assento em conselhos globais. Ela não pede autorização a reis, presidentes ou secretários-gerais. Ela proclama:
“Temei a Deus… Babilônia caiu… Sai dela, povo Meu.”
Não há espaço para “consultative status” no clamor do céu. Não há parceria estratégica com um sistema que nega a criação literal, promove a unidade espiritual do mundo e prepara o terreno para coerção religiosa. Os Três Anjos não fazem alianças com o poder que governa as nações.
LIBERDADE DE CONSCIÊNCIA NÃO SE TERCEIRIZA
O livro expõe que a ONU exige que organizações em status consultivo adotem princípios, linguagens e compromissos compatíveis com sua carta e seus instrumentos. Isso inclui aceitar diretrizes que, em última instância, colocam a consciência sob tutela de políticas globais.
A liberdade de consciência não pode ser terceirizada a nenhum organismo internacional. Quando a Igreja aceita esse enquadramento, ela troca a autoridade das Escrituras por resoluções humanas.
CRIAÇÃO LITERAL OU COSMOVISÃO DO SISTEMA?
O conflito não é técnico; é teológico. A ONU opera sobre uma base evolucionista e ambientalista que redefine o lugar do homem na criação. A mensagem adventista proclama um Criador literal, recente e soberano. Não há neutralidade possível entre essas duas visões de mundo.
Quando a Igreja ajusta sua linguagem para caber em agendas globais, ela começa a negociar o que não é negociável: o fundamento da fé.
“SAI DELA, POVO MEU”: CHAMADO À RUPTURA REAL
O livro termina como começou: com um chamado à separação. Não à rebeldia carnal, mas à fidelidade bíblica. Não a uma reforma cosmética, mas a uma ruptura institucional com alianças que comprometem o testemunho profético.
Ou a noiva rompe as correntes, ou chegará ao encontro do Noivo ainda presa ao sistema que governa Babilônia.
“Sai dela, povo Meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas.” (Apocalipse 18:4)

“O Senhor anseia libertar Sua Noiva cativa para que ela cumpra seu chamado!”, afirmam os autores.
A Noiva de Cristo só pode estar verdadeiramente unida a Jesus Cristo.
Enquanto ela estiver em união com o mundo, como está com a ONU, ela permanece em cativeiro.
O Senhor diz que Sua Noiva está cega, mas Ele nos convida a comprar colírio para que possamos ver o quão longe caímos. Então Ele nos chama ao zelo e ao arrependimento.
“Você permitirá que Ele o ajude a ver sua desesperada necessidade d’Ele? Você se voltará para Ele com um coração quebrantado e contrito? Se você deseja essa experiência, então é para lá que você será conduzido, se levar a sério o conteúdo deste livro e o guardar no coração,” asseguram.
O QUE ESTE LIVRO DENUNCIA, EM 6 PONTOS
- Aliança institucional com a ONU
Denúncia da relação formal da liderança da IASD com organismos da ONU, incluindo status consultivo e cooperação estrutural. - Adoção da cosmovisão do sistema
Linguagem e princípios da ONU substituindo progressivamente a linguagem profética bíblica. - Universalismo religioso e ecumenismo prático
Promoção de unidade espiritual global em detrimento da separação bíblica de Babilônia. - Substituição da missão profética por engajamento institucional
A proclamação dos Três Anjos sendo diluída em agendas de consenso global. - Risco de coerção à liberdade de consciência
Enquadramento da Igreja em políticas globais que colocam a consciência sob tutela de instrumentos internacionais. - Chamado à ruptura real com Babilônia moderna
Convocação para que a Igreja se desligue institucionalmente do sistema global e retorne à fidelidade profética plena.
O que é o livro (em essência)
O livro é um manifesto de denúncia profética contra a relação institucional da IASD (GC e entidades correlatas) com a ONU e seus órgãos (ECOSOC, DGC, OMS etc.). Ele convoca a membresia a romper publicamente com essa aliança, interpretando-a como cumprimento profético da união espiritual-política de Apocalipse (a tríplice união: Dragão, Besta e Falso Profeta).
Tese central:
A IASD institucional teria se tornado “a voz da ONU”, adotando seus princípios (sustentabilidade, universalismo, políticas globais, governança centralizada, cooperação com OMS etc.), o que o livro entende como traição aos Três Anjos (Ap 14) e como bebida do “vinho de Babilônia”. A resposta exigida é: “Sai dela, povo Meu” (Ap 18) — ruptura real, não apenas discordância interna.
Estrutura e eixos temáticos (por capítulos)
1) Mateus 18 (procedimento bíblico)
O livro argumenta que Mateus 18 não se aplica a pecados corporativos e públicos (aliança institucional com a ONU). Usa exemplos bíblicos de repreensão pública e cita Ellen G. White para justificar denúncia aberta quando o erro é estrutural.
➡️ Eixo: legitimidade da denúncia pública.
2) Escopo do envolvimento com a ONU
Documenta vínculos da GC, ADRA, IRLA/AIDLR, DGC/ECOSOC, presença permanente, relatórios quadrienais etc.
➡️ Eixo: não é contato pontual; é relação orgânica e institucional.
3) Criação vs. Evolução
Afirma que a ONU opera sobre base evolucionista e que a IASD, ao cooperar com agendas de desenvolvimento sustentável e linguagem científica dominante, dilui a criação literal.
➡️ Eixo: conflito entre cosmovisão bíblica literal e políticas globais.
4) Unidade & Universalismo
Denúncia do universalismo religioso promovido pela ONU e adotado em linguagem institucional.
➡️ Eixo: “unidade” sem verdade = ecumenismo babilônico.
5) Saúde & drogas (OMS)
Critica a centralidade farmacêutica da OMS e a convergência da IASD institucional com políticas globais de saúde.
➡️ Eixo: a mensagem de saúde adventista seria rebaixada a política pública global.
6) Dia de descanso & culto
Conecta agendas globais de descanso semanal e políticas públicas ao risco de coerção futura sobre o culto (incluindo a questão dominical).
➡️ Eixo: liberdade de consciência ameaçada por padronização estatal.
7) Liberdade vs. coerção
Afirma que instrumentos da ONU tendem à coerção; denuncia adesões institucionais da IASD a essas agendas.
➡️ Eixo: perda da liberdade de consciência.
8) Cumprimento profético (tríplice união)
Identifica a ONU como plataforma de convergência espiritual-política (espiritualismo + papado + protestantismo apóstata).
➡️ Eixo: leitura historicista aplicada ao presente.
9) Paz vs. destruição
A ONU se apresenta como “salvadora do planeta”; o livro vê isso como contranarrativa messiânica.
➡️ Eixo: falsa salvação global.
10) Governança
Critica a governança centralizada exigida a ONGs (representação única que fala por todos).
➡️ Eixo: contradição com o “sacerdócio de todos os crentes”.
11) A voz da ONU
Compila declarações oficiais da GC que ecoariam linguagem e agendas da ONU (clima, gênero, saúde, governança, direitos etc.).
➡️ Eixo: a Igreja falando como ONU, não como Igreja.
12) Liberdade religiosa (IRLA/AIDLR)
Questiona se os braços de “liberdade religiosa” da IASD não estariam subordinados à moldura da ONU.
➡️ Eixo: independência comprometida.
13) Compromisso evangelístico
Afirma que a missão foi diluída pela cooperação com estruturas globais.
➡️ Eixo: evangelismo substituído por engajamento institucional.
Metodologia do livro
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Documental: compila relatórios, declarações, parcerias, eventos e status consultivo.
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Teológica-historicista: lê os fatos à luz de Ap 14 e Ap 16–18.
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Apelo prático: cartas, petições e convocação à ruptura pública.
Força do livro:
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Organização temática ampla
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Compilação extensa de fontes institucionais
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Clareza do chamado à separação
