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DOCUMENTO PARA DOWNLOAD (Clique!): Under the Triple Eagle: Early Adventist Use of the Apocrypha, ADVENTIST HERITAGE,1987, volume 12.,
O LIVRO PROIBIDO DOS PIONEIROS: Quando os Primeiros Adventistas Tratavam 2 Esdras Como Palavra Inspirada

Documentos Esquecidos Revelam: Bates, Crosier, James e Ellen White Usaram os Apócrifos Como Autoridade Profética Antes da Doutrina do Santuário.
(Na publicação original, que pode ser baixada acima, as ilustrações foram inseridas aleatoriamente. Nesta tradução, para não atrapalhar o fluxo da leitura, serão disponibilizadas ao final, em ordem razoavelmente lógica. Inserimos apenas intertítulos ao longo do texto para facilitar a compreensão.)
OS FUNDADORES ADVENTISTAS ASSUMIRAM: 2 ESDRAS CONTÉM “VERDADES MUITO IMPORTANTES”
“O 2º livro de Esdras contém verdades muito importantes,” escreveu Joseph Bates em 1849. Ele não foi o único primeiro Adventista que sentiu dessa forma, mesmo embora ele sabia que Esdras era parte do Apócrifo. O. R. L. Crosier, a quem Adventistas olham como um dos formuladores originais da doutrina do Santuário da igreja, acreditava que Esdras era um livro inspirado que elucidava as profecias de Daniel. Quando James White publicou as primeiras visões de Ellen White em A Word to the Little Flock em 1847, ele forneceu notas de rodapé escriturísticas para suas visões. Escondidas entre as referências aos livros canônicos da Bíblia estão três citações de 2 Esdras e uma da Sabedoria de Salomão.
POR QUE OS ADVENTISTAS HOJE NÃO SABEM DISSO? A HISTÓRIA FOI APAGADA
Que os primeiros Adventistas deveriam usar o Apócrifo pode parecer estranho para Adventistas modernos até que os antecedentes históricos da prática sejam compreendidos.
O QUE ERA O APOCRIFO QUE ELES LIAM? NÃO ERA “SATÂNICO”, ERA PARTE DA BÍBLIA
O “apócrifo” é um título aplicado a uma coleção de quatorze ou quinze livros que uma vez estavam em Bíblias inglesas entre o Antigo e o Novo Testamentos. Esses livros incluíam 1 e 2 Esdras, Tobias, Judite, a Sabedoria de Salomão, Eclesiástico, Baruc, Bel e o Dragão, 1 e 2 Macabeus, e vários outros. A maioria deles tinha sido incluída na Septuaginta, ou tradução grega do Antigo Testamento, mas não eram parte das escrituras hebraicas que foram finalmente “canonizadas” nos concílios da igreja primitiva.
COMO “LIVRO OCULTO” VIROU “HERESIA”? O PROTESTANTISMO REESCREVEU O CÂNON
O termo “apócrifo” literalmente significa “livros escondidos,” mas ao longo dos séculos veio a significar “espúrios” ou “heréticos.” Martinho Lutero os incluiu no final do Antigo Testamento em sua tradução alemã da Bíblia, mas ele observou que eles não eram “tidos como iguais às escrituras sagradas.” A visão calvinista, seguida pela maioria das igrejas protestantes, incluindo Adventistas do Sétimo Dia, é que esses livros deveriam ser rejeitados como sem autoridade na igreja, e que eles não têm mais valor do que quaisquer outros escritos humanos.
A VERDADE CHOCANTE: AS BÍBLIAS DOS PIONEIROS TINHAM O APOCRIFO IMPRESSO
Voltando aos anos 1830 e 40, entretanto, muitas Bíblias contendo o Apócrifo ainda estavam em circulação. Até 1827, Bíblias distribuídas pela Sociedade Bíblica Americana frequentemente continham o Apócrifo. De fato, a enorme Bíblia na casa da família Harmon, que a jovem Ellen segurou erguida em visão, continha o Apócrifo impresso em tipo menor entre os Testamentos. Então a primeira razão que primeiros Adventistas usaram o Apócrifo foi porque ele estava prontamente disponível para eles.
O VERDADEIRO MOTIVO: 2 ESDRAS EXPLICAVA PROFECIAS QUE A BÍBLIA DE 66 LIVROS NÃO EXPLICAVA
A segunda razão que primeiros Adventistas usaram o Apócrifo foi porque eles estavam intrigados pelo livro de 2 Esdras. Por quê? Porque 2 Esdras é um livro apocalíptico como Daniel e Apocalipse, cheio de símbolos e profecias, promessas e avisos. Quase todas as referências que primeiros Adventistas fazem aos Apócrifos são referências a 2 Esdras.
A EXPLOSÃO PROFÉTICA DE 1842: BARRY DESCOBRE A ÁGUIA DE 2 ESDRAS
Essa fascinação parece ter datado de pelo menos tão cedo quanto 1842, quando um palestrante Millerita, T. F. Barry, de Portsmith, New Hampshire, encontrou uma visão marcante em 2 Esdras 11. A visão retratava uma águia surgindo do mar, tendo três cabeças, doze asas, oito outras asas menores, e vários grupos de penas. Em uma conferência Millerita em seu estado natal, Barry expôs a visão, especialmente 2 Esdras 12:20 onde oito das penas da águia são ditas representar oito reis. Barry disse que isso era “uma visão do nosso próprio país, com seus oito reis [presidentes], com ‘tempo pequeno e anos rápidos.’”
SENECA FALLS: NÃO FOI SÓ FEMINISMO – FOI TAMBÉM APOCRIFO MILLERITA
O tópico recebeu mais atenção em Seneca Falls, Nova York, uma cidade depois tornada famosa pela primeira convenção de direitos das mulheres em 1848. Lá, em 1844, viviam E. R. Pinney e O. R. Fassett. Esses dois Adventistas Milleritas desenvolveram uma interpretação mais elaborada da águia e suas penas, e finalmente “obtiveram evidência satisfatória da autenticidade divina dos dois livros de Esdras.” Nas penas da águia de três cabeças, Pinney e Fassett também pensaram ver um símbolo da América.
ROCHÉSTER ADERE: LIDERANÇA MILLERITA COMEÇA A DIVULGAR 2 ESDRAS
Pinney e Fassett logo viajaram para Rochester, Nova York, onde eles palestraram sobre a visão da águia “para a satisfação e alegria de muitos.” Joseph Marsh, editor do jornal Millerita local, The Voice of Truth, publicou essas novas visões porque ele acreditava que seus leitores deveriam ter o privilégio de julgar seus méritos por si mesmos.
Reações logo inundaram, e Marsh descobriu que alguns Adventistas estavam prontos para aceitar a inspiração de 2 Esdras e a interpretação de Pinney-Fassett da visão da águia. Um segundo grupo aceitou a autenticidade de 2 Esdras, mas duvidou da interpretação oferecida, e um terceiro grupo manteve a visão Protestante ortodoxa de que 2 Esdras não era sequer uma obra autêntica, muito menos uma inspirada.
JOSHUA HIMES (SIM, ELE!) LIDEROU NO INÍCIO A GUERRA CONTRA 2 ESDRAS
A oposição mais vigorosa veio de Boston, onde Joshua V. Himes estava lutando para impedir que os Milleritas desapontados fossem espalhados aos quatro ventos por doutrinas desviantes. The Advent Herald, que representava os líderes do movimento Millerita, denunciou Esdras, dizendo “pareceria quase inacreditável que qualquer um que cuidadosamente estudasse essa ficção, deveria por um momento seriamente acreditar que fosse ou um registro de fatos, ou o resultado de inspiração.”
Quanto à interpretação de Pinney e Fassett, os editores do Advent Herald encontraram “tantas objeções, e tanta fantasia na aplicação, e tal falta de evidência interna em Esdras,” que eles não tinham confiança alguma de que a águia de três cabeças tivesse qualquer coisa a oferecer aos Adventistas.
A PROFECIA FALHOU – E OS DEFENSORES DE 2 ESDRAS FORAM HUMILHADOS
Pinney e Fassett não apenas tinham sido fantasiosos em sua interpretação, eles tinham cometido o erro fatal de predizer o futuro imediato. Parece que a águia tinha duas penas representando governantes. Uma dessas penas foi estabelecida para governar, “mas logo ela não apareceu mais.” Então a segunda “foi ainda mais cedo embora do que a primeira.”
Para Pinney e Fassett, a primeira pena era o Presidente William Henry Harrison, que foi “estabelecido” como governante quando ele foi inaugurado em 1841. Ele “logo não apareceu mais” porque ele morreu mal um mês depois. A segunda pena era James K. Polk que venceu a eleição de 1844 e estava aguardando inauguração quando Pinney e Fassett publicaram suas visões em dezembro. Essencialmente, a dupla estava predizendo que Polk seria removido do cargo ainda mais cedo do que Harrison tinha sido.
Polk tomou posse em 4 de março de 1845, e em meados de abril ele ainda estava firmemente instalado na Casa Branca. The Morning Watch foi assim capaz de zombar: “É Esdras um profeta? Um escritor inspirado?”
DERROTADOS E RIDICULARIZADOS – OS DEFENSORES DE 2 ESDRAS SE CALAM
Com esse embaraço, Pinney e Fassett parecem ter silenciosamente se retirado da briga. Fassett retornou a empreendimentos mais ortodoxos e tornou-se um secretário de registros na Conferência de Albany em abril de 1845, onde os líderes Milleritas tentaram concordar em suas crenças.
MAS UM NOVO CAMPEÃO SURGE: O RADICAL O. B. GIBBS
Adventistas mais radicais não estavam prestes a desistir de Esdras, entretanto. Na brecha saltou O. B. Gibbs de West Becket, Massachusetts. Não apenas Gibbs defendeu a autenticidade e inspiração de 2 Esdras, ele tinha uma nova interpretação, uma que abrangia a história mundial desde os Imperadores Romanos até a fundação dos Estados Unidos.
Gibbs jogou seguro nas duas penas, entretanto. A primeira pena, ele disse, era George Washington que, ao contrário dos reis da Europa que governavam por toda a vida, esteve no cargo apenas oito anos. John Adams estava ainda “mais cedo embora” porque ele serviu apenas um mandato! Como Washington e Adams ambos tinham passado de cena, Gibbs não tinha que se preocupar com o tempo de mandato de Polk.
JOSEPH BATES – PAI ADVENTISTA – USOU O APOCRIFO SEM MEDO
Joseph Bates, um leitor e apoiador financeiro do Voice of Truth, no qual o artigo de Pinney e Fassett tinha aparecido, fez uso do Apócrifo em vários de seus panfletos. Em The Opening Heavens, ele cita 2 Esdras 7:26, então comentou: “Mas talvez você não acredite que Esdras é um verdadeiro profeta; bem então, você acreditará em São Paulo?” Bates assim reconheceu que havia diferenças de opinião entre seus leitores sobre o assunto. Contudo, no ano seguinte ele citou Esdras novamente, junto com Amós, Oséias, Isaías, e Jeremias.
Em 1849 ele sugeriu que enquanto 2 Esdras contém “verdades muito importantes para aqueles que guardam a lei e os mandamentos de Deus, eles provavelmente não beneficiarão outros.” Então ele citou 2 Esdras 8:37, 38, no qual o autor de Esdras é instruído a “escrever todas essas coisas que tu tens visto em um livro, e escondê-las: E ensiná-las aos sábios do povo.”
A DECLARAÇÃO CHOCANTE DE ELLEN WHITE SOBRE O APOCRIFO
Esse texto, sobre um livro escondido a ser revelado apenas aos sábios, aparece novamente em um raro comentário de Ellen White sobre o Apócrifo, um comentário que resumidamente sintetiza a posição Adventista inicial: “Eu vi que o Apócrifo era o livro escondido, e que os sábios destes últimos dias deveriam entendê-lo. Eu vi que a Bíblia era o livro padrão, que nos julgará no último dia.” Ela assim encorajou um entendimento do Apócrifo, enquanto preservava as Escrituras canônicas como o padrão.
ELLEN WHITE UTILIZOU A LINGUAGEM DE 2 ESDRAS EM SUAS VISÕES
Dada essa atitude, não é surpreendente que Ellen White teria sido suficientemente familiar com 2 Esdras a ponto de ter usado sua linguagem em suas primeiras visões, nem que James White forneceria referências de nota de rodapé às passagens do Apócrifo que paralelizavam seu relato.
Por exemplo, Sra. White descreve o céu, onde ela viu o Monte Sião, e notou que “ao redor dele havia sete outras montanhas, nas quais cresciam rosas e lírios.” Nesse ponto, a nota de rodapé de James White apontou o leitor para 2 Esdras 2:19, que descreve “sete montanhas poderosas, sobre as quais crescem rosas e lírios.”
Há até uma frase do Apócrifo que James White não anotou. Ellen White descreve Jesus como recebendo os santos na Nova Jerusalém com as palavras: “Vocês lavaram suas vestes em meu sangue, permaneceram firmemente pela minha verdade, entrem.” 2 Esdras 2:47 diz “Então eu comecei grandemente a louvar aqueles que permaneceram tão firmemente pelo nome do Senhor.” A frase paralela evidentemente tornou-se comum entre primeiros Adventistas, pois tão tarde quanto 1856, um crente escreve à Review and Herald para dizer “Nós pretendemos ser daquela companhia que Esdras viu que permaneceu firmemente pela verdade.”
ADVENTISTAS VENDERAM APOCRIFOS EM SUAS PUBLICAÇÕES OFICIAIS
Caso Adventistas não tivessem o Apócrifo em suas Bíblias, E. L. H. Chamberlain de Middletown, Connecticut, colocou um anúncio na Review em 1851 oferecendo vender cópias dele por 15 centavos. Essa prática de tornar o Apócrifo disponível para Adventistas do Sétimo Dia foi revivida novamente tão tarde quanto 1869 quando James White anunciou que a associação publicadora da igreja estaria emitindo uma edição do Apócrifo.
A GUERRA CIVIL AMERICANA E 2 ESDRAS: ATÉ OS CONFLITOS NACIONAIS VIRARAM PROFECIA
O tópico surgiu em um artigo durante a Guerra Civil Americana, quando J. H. Waggoner tomou sobre si refutar a ideia então circulante, de que a águia de 2 Esdras representa os Estados Unidos porque depois que uma de suas três cabeças foi destruída, as duas restantes simbolizavam o Norte e o Sul. Não, disse Waggoner, a águia refere-se a Roma, porque 2 Esdras 12:11 diz “A águia que tu viste subir do mar, é o reino que foi visto na visão de teu irmão Daniel.”
MESMO EM 1873, PASTORES ADVENTISTAS AINDA USAVAM O APOCRIFO COMO AUTORIDADE
O GRANDE APAGAMENTO: A IGREJA PASSA A NEGAR O QUE ENSINOU POR DÉCADAS
À medida que os anos passaram, entretanto, referências ao Apócrifo tornaram-se menos frequentes e finalmente, em 1888, os editores da Review declararam claramente que os livros apócrifos eram “não inspirados.” R. S. Webber escreveu longamente sobre o tópico em 1894, dizendo “Muitas vezes é perguntado se esses livros são inspirados. Eu respondo, Não: eles não são parte da Palavra de Deus.”
O SUMIÇO: COMO A IGREJA APAGOU 2 ESDRAS DA SUA MEMÓRIA
E assim o Apócrifo, que tinha sido visto pelos primeiros Adventistas como contendo, pelo menos em 2 Esdras, alguma informação valiosa, se não inspirada, saiu quase inteiramente da consciência Adventista. Nisso, assim como em outras maneiras, a igreja veio cada vez mais a estar em harmonia com a crença Protestante padrão à medida que os anos passaram.
ILUSTRAÇÕES

Na década de 1840, Joseph Bates ficou intrigado com as imagens proféticas de 2 Esdras e o citou várias vezes em seus primeiros panfletos.

Embora Joseph Bates, em “Os Céus se Abrindo”, tenha citado os Apócrifos, ele reconheceu que alguns de seus leitores não os aceitavam no mesmo nível das Escrituras.

Tiago White incluiu 2 Esdras nas referências bíblicas, quando publicou as visões de Ellen White no livro Uma Palavra ao Pequeno Rebanho.

A grande Bíblia da família Harmon, que Ellen White ergueu em visão, continha os Apócrifos impressos em letras menores do que o restante da Bíblia. Ela é mostrada aqui com seu filho, W. C. White.

Martinho Lutero incluiu os livros apócrifos ao final de sua tradução do Antigo Testamento para o Alemão, em 1546. Ele próprio não os considerava iguais aos outros livros da Bíblia.

E. L. H. Chamberlain ofereceu cópias dos Apócrifos para venda na Review and Herald’ de 2 de junho de 1851.

A Águia de 2 Esdras 11 e 12 exerceu grande fascínio sobre vários dos primeiros escritores adventistas. (Cortesia da Biblioteca Huntington)

Joshua V. Himes estava inicialmente entre os líderes milleritas que rejeitaram a ideia de que o livro de 2 Esdras fosse inspirado.
O. R. Fassett foi coautor de um artigo com E. R. Pinney em The Voice of Truth que sugere uma interpretação elaborada da águia e suas penas em 2 Esdras 11 e 12.

Segundo e. R. Pinney e O. R. Fassett, a morte prematura do presidente W. H. Harrison, após apenas um mês no cargo, representou a primeira pena da águia de 2º Esdras que “em breve… não apareceu mais”.

E. R. Pinney e O. R. Fassett sugeriram que James K. Polk, eleito presidente em 1844, teria um mandato ainda mais curto do que W. H. Harrison, com base em sua interpretação do 2 Esdras.

D. B. Gibbs interpretou o mandato único de John Adams, em contraste com os dois mandatos de seu antecessor, George Washington, como sendo a segunda pena da águia de 2º Esdras, que “em breve partiria”.

O jornal The Morning Watch de 17 de abril de 1845 teve grande prazer em relatar a interpretação oferecida por E. R. Pinney e O. R. Fasset da águia de 2 Esdras.

O. R. L. Crosier, autor do primeiro artigo publicado sobre a doutrina do Santuário, cria na inspiração de 2 Esdras.

Por 1869, D. M. Canright comentou na Review que, em sua opinião, “embora os livros do Apócrifo não fossem comumente considerados como sendo inspirados, ainda assim seu testemunho é importante por mostrar a crença dos judeus na época em que foram escritos.”

No artigo de J. N. Waggoner sobre 2 Esdras 11, publicado no The Review and Herald de 5 de novembro de 1861, consta que ele aceita o livro como inspirado.

Durante a Guerra Civil Americana, e mesmo depois, o Élder J. H. Wagoner parece ter continuado a aceitar a ideia de que os Apócrifos foram inspirados.
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