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26/03/2004 -
10h19
Papa Diz que "Domingos São Para
Deus, Não para o Esporte"
CIDADE DO VATICANO (Reuters) - O
papa João Paulo 2o. disse nesta sexta-feira que os domingos
devem ser dias dedicados a Deus, e não a atividades secundárias,
como diversão e esportes.
"Quando o domingo perde seu
significado e fica subordinado a um conceito profano de "fim de
semana", dominado por atividades de diversão e esportes, as
pessoas ficam presas em um horizonte tão estreito que mal podem
enxergar os céus", afirmou o pontífice em um discurso para
bispos australianos.
O papa criticou a "cultura do 'aqui
e agora"', solicitando que os líderes das Igrejas "tirem homens
e mulheres das trevas da confusão moral e da ambiguidade de
pensamento".
João Paulo 2o, de 83 anos, também
encorajou os cristãos, especialmente os jovens, a manterem a fé
na missa de domingo, dizendo que a cultura secular está
enfraquecendo a vida familiar.
Fonte:
http://noticias.uol.com.br/ultnot/reuters/2004/03/26/ult27u41329.jhtm
Papa: domingo não pode ser uma simples diversão de fim de semana
João Paulo II
ressaltou hoje, sexta-feira, a necessidade de revalorizar a festividade do
domingo e a Eucaristia e afirmou que quando o domingo perde seu conceito
fundamental e se reduz a um simples "fim de semana" de diversão as pessoas
entram em um horizonte "tão estreito que são incapazes de ver o céu".
Assim afirmou hoje
diante de um grupo de bispos australianos, que estão em visita Ad Limina (a que
estão obrigados a realizar ao Papa todos os bispos do mundo a cada cinco anos),
perante os quais denunciou o avanço do secularização na Austrália e o
enfraquecimento da família.
Depois de ressaltar o esforço de muitos católicos australianos em propagar o
Evangelho, o Papa reconheceu que "também é verdade" que a ideologia "perigosa"
da secularização encontrou "terreno fértil" na Austrália e que por trás disso
está "a tentação de promover uma visão da humanidade sem Deus".
O Bispo de Roma acrescentou que essa situação leva a um enfraquecimento da vida
familiar e o afastamento da Igreja.
Diante disso, João Paulo II lembrou que o domingo é o dia "grande" da fé, um dia
do qual os cristãos não podem abrir mão, o dia da esperança.
O não cumprimento do preceito dominical leva a um enfraquecimento dos seguidores
de Cristo, afirmou o Papa.
"Quando o domingo perde seu significado e se torna um 'fim de semana' no qual
domina a diversão e o esporte, as pessoas se fecham em um horizonte tão estreito
que não são capazes de ver o céu", afirmou João Paulo II.
O Papa Wojtyla considera que o domingo é o dia do repouso e dos elogios ao
Senhor, mas que sem a Eucaristia, perde seu verdadeiro significado.
Por isso, a Eucaristia "é um compromisso irrenunciável que não é preciso seguir
unicamente como um preceito a cumprir, mas como necessidade em uma vida cristã
consciente e coerente.
João Paulo II animou os bispos australianos a defenderem o casamento e a
família, afirmando que são muito importantes para resistir à visão secular que
está sendo imposta às sociedades.
Fonte:
http://ultimosegundo.ig.com.br/useg/mundo/artigo/0,,1560574,00.html
Missa dominical, testemunho
eloqüente para um mundo sem Deus; assegura o Papa
Discurso aos bispos
australianos ao concluir sua visita «ad limina apostolorum»
CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 26 de março de
2004 (ZENIT.org).- Ante um mundo que vive como se Deus não existisse, João Paulo
II considera que a Igreja deve responder
com o eloqüente testemunho de fé que deveria dar cada uma de suas comunidades
reunidas no domingo em torno à Eucaristia.
Esta é a conclusão à qual chegou no discurso que esta sexta-feira pronunciou
ante os bispos da Austrália que concluíam sua visita «ad limina apostolorum»,
depois de terem-se encontrado pessoalmente com o Papa e com seus colaboradores
da Cúria romana.
No texto, o Santo Padre começa constatando que «a perniciosa ideologia do
secularismo encontrou um terreno fértil na Austrália».
«Na origem deste inquietante fenômeno encontra-se o intento de promover uma
visão da humanidade sem Deus --reconheceu--. Exaspera o individualismo, rompe o
laço essencial que une a liberdade com a verdade, e corrói as relações de
confiança que caracterizam a genuína convivência social».
Fazendo referência aos informes que cada um dos pastores das dioceses
australianas lhe entregaram com motivo da visita, o bispo de Roma reconhece que
estes «descrevem de maneira inequívoca algumas das conseqüências destrutivas
deste eclipse do sentido de Deus».
Em particular, menciona: «o desmoronamento da vida familiar, o afastamento da
Igreja, a visão limitada da vida que deixa de despertar entre o povo o sublime
chamado a dirigir seus passos para uma verdade que os transcende».
Neste contexto, afirmou o sucessor do apóstolo Pedro, «o testemunho de esperança
que a Igreja oferece faz-se particularmente eloqüente no momento do culto»,
afirmou.
«A missa dominical, dada sua especial
solenidade, seu caráter obrigatório de presença para os fiéis e sua celebração
no dia que Cristo venceu a morte, expressa com grande ênfase que a
Eucaristia tem uma dimensão essencial eclesial: nela, o mistério da Igreja se
faz presente da maneira mais tangível», disse.
«Portanto --sublinhou o pontífice--, o
domingo é o “dia supremo da fé”, “um dia indispensável, “o dia da esperança
cristã”».
«Descuidar do preceito dominical da Santa Missa debilita os discípulos de Cristo
e obscurece a luz do testemunho da presença de Cristo em nosso mundo»,
assegurou.
«Quando o domingo perde seu significado fundamental e subordina-se a um conceito
secular de “fim de semana”, dominado pela diversão e o esporte, o povo se
encerra em um horizonte tão estreito que não é capaz de ver o céu», reconheceu.
Por isso, João Paulo II sugeriu aos
bispos australianos que dêem «uma prioridade pastoral aos programas catequéticos
que instruam os fiéis no autêntico sentido do domingo e lhes inspirem a
observá-lo em plenitude».
Deste modo, concluiu, os cristãos, depois de terem feito a experiência do
encontro com Jesus no sacramento, sairão com «desejo ardente de falar de Cristo
e de mostrar-lhe ao mundo». Código: ZP04032605. Data de publicação:
2004-03-26.
Fonte:
http://www.zenit.org/portuguese/visualizza.phtml?sid=51297
Prezado Robson, que a paz do Senhor esteja contigo. Este
artigo, abaixo, faz parte da edição do jornal carioca EXTRA de 27 de março de
2004 (pg. 17). Por eu não ter "scanner", digitei na íntegra o texto do jornal
para lhe enviar. Um grande abraço. Wellington-RJ.
PAPA CONDENA DOMINGO SEM FÉ
JOÃO PAULO II DIZ QUE ESPORTES ATRAPALHAM RELIGIÃO.
Cidade do Vaticano * O Papa João Paulo II disse ontem que os
domingos devem ser dedicados exclusivamente a Deus, e não a atividades
secundárias, como diversões e esportes.
-
Quando o domingo perde seu significado e fica
subordinado a um conceito profano de fim de semana, dominado por atividades de
diversão e esportes, as pessoas ficam presas em um horizonte tão estreito que
mal podem enxergar os céus - afirmou o Papa, em discurso na cidade do Vaticano
para bispos australianos.
O Papa criticou ainda a cultura do "aqui e agora":
-
Solicito aos líderes da Igreja que tirem os homens
e as mulheres das trevas da confusão moral e da ambigüidade de pensamento.
João Paulo II, de 83 anos, encorajou ainda os cristãos,
especialmente os jovens, a freqüentarem com mais assiduidade as missas aos
domingos. Ele afirmou, ainda, que a cultura secular está enfraquecendo a vida
familiar.
Na adolescência, ele jogou futebol.
Homem confessa crime após
ver 'Paixão de Cristo'
Um homem do Texas foi levado pelo filme A
Paixão de Cristo, de Mel Gibson, a confessar que matou sua namorada, segundo
um porta-voz da polícia local.
Dan Leach, de 21 anos,
admitiu ter matado a namorada, Ashley Nicole Wilson, 19, que estava grávida. O
corpo dela foi encontrado no dia 18 de janeiro, de acordo com o Departamento de
Polícia do Condado de Fort Bend.
Leach disse que, depois de
ver o filme sobre as últimas doze horas da vida de Jesus Cristo, decidiu que
"queria a salvação".
O texano afirmou que, na
época da morte da namorada, tentou fazer com que ela parecesse um caso de
suicídio.
O corpo foi encontrado no apartamento da garota com um bilhete
de suicídio que dizia que ela "andava deprimida". Aparentemente, a jovem havia
se enforcado.
"Ele disse que, ao falar com
um amigo e assistir ao filme, sentiu remorsos", afirmou a polícia.
Os policiais não divulgaram o
motivo do crime.
Leach foi à delegacia no dia
9 de março e, na época, foi liberado até que suas alegações fossem investigadas.
Leach foi preso então na terça-feira e só poderá aguardar julgamento em
liberdade agora se pagar uma finaça de US$ 100 mil.
O filme, que provocou debate
acalorado sobre a possibilidade de ser antisemita, ganhou grande publicidade.
Milhares de fiéis reservaram várias fileiras de poltronas nos cinemas mesmo
antes da estréia.
O filme também foi alvo de
protestos de alguns membros da comunidade judaica, que condenaram o filme por
pintar "um retrato abertamente negativo" dos judeus.
Fonte:
http://www0.bbc.co.uk/portuguese/noticias/story/2004/03/040326_cristo.shtml
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