TERRA PLANA — 3ª Resposta às perguntas de Michelson Borges: Mais uma idiotice monstro no currículo da IASD!

3. Será que eles não têm mais o que fazer [na NASA]? Será que não haveria uma forma mais barata e menos complicada de atacar a religião?

De fato, um milhão e meio de dólares é um valor baixo, irrisório mesmo, quando se calcula o Custo Por Milheiro dessa compra de opinião pública favorável no meio adventista mundial. Basta dividir o total do investimento por 20 mil milheiros, que correspondem aos alegados 20 milhões de adventistas em todo o mundo…

Setenta e cinco dólares será o CPM dessa transação da Nasa com a IASD, U$ 0,075 (sete centavos e meio de dólar) por membro da IASD, se o pagamento desse montante vier a ocorrer. Contudo, o tal físico da Andrews sequer precisa entregar um resultado positivo em sua pesquisa, pois a simples publicação da notícia já favoreceu a Agência Espacial Americana. O que interessa mesmo para a Nasa é primeiramente o resgate da credibilidade em massa através de notícias favoráveis no órgão oficial de uma denominação religiosa como a IASD.

Uma instituição cuja história se inicia com o aproveitamento de equipe de pesquisadores que prestava serviços a Hitler, aposta com certeza na ignorância e desinformação do público, para se manter em bom conceito. [Leia mais sobre a Operação Paperclip] Mas não merece crédito algum nem prestígio, quem simulou em estúdio sua suposta maior conquista, enganando bilhões de pessoas com imagens falsificadas da chegada do homem à Lua. Isso tudo está muito bem documentado e o jornalista Michelson Borges sabe disso. [Leia mais sobre os nazistas na Nasa.]

A Nasa não tem obrigação alguma de dizer a verdade, mas a IASD, sim. E não deveria permitir que seu bom nome fosse usado pelo físico que fez esse acordo de trabalho com a mais suspeita de todas as instituições de pesquisa. Aliás, se mentiram sobre a ida à Lua, não podem agora estar mentindo de novo sobre as reais intenções dessa suposta ida a outros planetas?

Mas a IASD tem liderança especializada em acordos questionáveis com governos deste mundo. Na Alemana, por exemplo, apoiou a Hitler, proibindo judeus de entrarem seus templos. Nos Estados Unidos, forneceu jovens cobaias humanas para o desenvolvimento de armas químicas no Projeto Whitecoat. Participou do genocídio em Ruanda e do recente massacre de centenas de adventistas leigos em Angola. Portanto, parceria com a Nasa, é no mínimo mais uma idiotice monstro no currículo da IASD!

A pergunta a ser feita deveria ser: Será que nossos líderes e teólogos não têm mais o que fazer, a não ser aliarem-se à Nasa e se jactarem do reconhecimento desta, antes mesmo de receberem? Será que não haveria uma forma mais coerente e menos nefasta de conduzirem nossa religião?

Que Deus o ilumine, irmão Michelson, para que perceba que há sete verdades factuais em Gênesis que não podem ser alegorizadas, ainda que possam ser vistas como fruto do literalismo excessivo: (1) a criação da terra jovem e plana; (2) criação em seis dias de 24 horas; (3) a criação do primeiro casal, Adão e Eva; (4) a santidade do sábado; (5) a queda espiritual no pecado; (6) o Dilúvio; e (7) o episódio da Torre de Babel.

#sejacoerentemichelson #literalizamichelson #faltapoucomichelson

Veja também:




Arquivo Adventistas.Com: Textos para baixar documentam uso de jovens adventistas como cobaias para armas químicas

medical-experiments

É vergonhoso, mas verdadeiro! São dois arquivos diferentes que você pode baixar, um em português e o outro em inglês, descrevendo o Projeto Whitecoat, em que centenas de jovens adventistas foram cedidos como “porquinhos-da-índia-humanos” para testes com armas biológicas, numa parceria maldita da Associação Geral com o Exército Americano.

Em português: O Projeto Whitecoat ou a Contribuição Adventista à Guerra Biológica — Arquivo .doc

Em inglês: Secret Project Whitecoat: Seventh-Day Adventists Germ Warfare Concessions — Arquivo .pdf

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Para entender a gravidade da situação, assista também o vídeo abaixo…




Projeto ou Operação Whitecoat Explorou “Patriotismo e Devoção a Deus”

Tradução de trechos da segunda parte da reportagem-confissão, publicada no Youth’s Instructor, edição de 15 de outubro de 1963:

youths2_pag1Why do Seventh-Day Adventist young men participate in a program in which there are known dangers and possible complications? Elder J. R. Nelson, who has had official denominational interest in Operation Whitecoat for the past five years, gives the answer:

Por que Jovens Adventistas do Sétimo-Dia participam de um programa em que há perigos conhecidos e possíveis complicações? O pastor J. R. Nelson, que representou os interesses denominacionais nos últimos cinco anos dá a resposta:

youths2_pag2“First, adventists even though considered nomcombatant, are willing to serve their country in time of war. During every war in this century youth have been willing to be exposed to danger and many have died for their country. In time of peace they are still willing to serve their country in every way possible.

“Primeiro, adventistas, embora se consideram não-combatentes, estão dispostos a servir seu país em tempo de guerra. Durante todas as guerras deste século, a juventude tem estado disposta a se expor ao perigo e muitos têm morrido por seu país. Em tempos de paz, eles estão ainda mais dispostos a servir seu país de todas maneiras possíveis.

youths2_pag3“Second, devotion to God and to Christian principles makes adventist soldiers aware of their opportunities to be service to their fellow men. Therefore they are willing to do anything they can in order to advance the cause of the medical science so that others might live as a result of discoveries made during the period of experimentation.”

“Segundo, devoção a Deus e a princípios cristãos fizeram os soldados adventistas cientes de suas oportunidades de estar a serviço de seus companheiros. Conseqüentemente, eles se dispuseram a fazer qualquer coisa para avançar a causa da ciência de modo que outros possam viver como resultado das descobertas feitas durante o período da experimentação.”

Clique nas miniaturas das imagens à esquerda para ler a segunda parte da reportagem-confissão em inglês. Assim que possível, publicaremos a tradução completa deste documento.




Projeto Whitecoat: A Contribuição Adventista para as Armas Químicas e Biológicas

youths_instructor_13-10-1963Em edições anteriores, o Adventistas.Com resumiu para você a vergonhosa história do Projeto Whitecoat, que só foi admitido pela homepage da Associação Geral em agosto de 2000. Centenas de jovens adventistas teriam servido como cobaias humanas em experiências que deram origem a armas químicas e biológicas que hoje ameaçam a humanidade. A participação foi incentivada pela liderança mundial da igreja. Essa estranha parceria garantiria até o hoje o apoio financeiro do governo americano à Adra. Em compensação, somos acusados de ter colaborado até no surgimento do vírus da Aids!

Agora, para quem duvida que tudo isso tenha acontecido, o Adventistas.Com apresenta esta cópia de reportagem sobre a conclusão do Projeto Whitecoat, publicada em 1963 por nossa revista denominacional para jovens, Youth’s Instructor, equivalente em inglês à extinta revista Mocidade, da CPB. A matéria trouxe inclusive foto de um dos líderes da Conferência Geral, visitando um das centenas de jovens adventistas que foram induzidos pela denominação a esse procedimento suicida e pecaminoso.

Olhe bem nos olhos deste nosso pobre e iludido irmão e imagine-se dizendo a ele para relaxar e confiar, porque Deus está por trás de tudo que faz a liderança da “menina de Seus olhos”.

Fatos como esse, somados ao apoio a Hitler, mais a participação ativa no massacre de Ruanda, o incentivo ao cerco e extermínio de ex-adventistas em Waco e acusações de terrorismo contra os irmãos de Poá, SP, não nos deixam dúvida de que, embora amemos a igreja (conjunto de irmãos adventistas de todo o mundo), temos que admitir que a liderança da Iasd, com raras exceções, trabalha sob as ordens do Inimigo há muito tempo e está sob a condenação de Deus. Sem arrependimento e confissão desses terríveis pecados, não haverá perdão e a destruição será inevitável.

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Outras fontes em inglês:

Project Whitecoat – Martin D. Turner

Whitecoat – The Adventist Contribution to Biowarfare

Seventh Day Adventist and Project Whitecoat

(Como o Governo Americano Silencia a IASD Através de Apoio à Adra)

(Como o Discurso Oficial Adventista Sobre os Atentados Legitima a Guerra Contra o Afeganistão)




Projeto Whitecoat: Médico Discorda do Uso de Cobaias Humanas no Submundo da Medicina

“Desde a Segunda Guerra Mundial que a experimentação humana criou certos problemas difíceis com o crescente emprego de pacientes como objetos de experimentação, quando se torna aparente que eles não se disporiam a isso se tivessem consciência de como seriam usados.”

Robin Cook

O comentário acima foi feito por um apreciado professor de Pesquisa em Anestesia, da Escola de Medicina de Harvard, no início de artigo descrevendo 22 exemplos de experiências que ele achava que violavam a ética médica. Ele selecionou esses exemplos de um grupo de 50, e citou um professor na Inglaterra, o doutor M. H. Pappworth, que reuniu uma relação de 500. O problema não constitui um episódio isolado, raro. É endêmico, propagando-se do sistema de valor básico inerente à imagem do médico-experimentador, difundida pela atual corrente da comunidade médica orientada para a pesquisa.

Consideremos alguns exemplos:

Uma experiência que foi recentemente focalizada pela imprensa e objeto do programa de televisão Sixty Minutes (Sessenta Minutos) envolvia várias agências do governo dos Estados Unidos que “realizavam” experiências com funcionários, sem que eles o soubessem, numa tentativa para determinar os efeitos das drogas alucinatórias. Talvez mais perturbadora foi uma experiência na qual células cancerosas foram injetadas em pacientes idosos sem seu consentimento. Na época desse estudo os pesquisadores não sabiam se os cânceres se reproduziriam ou não.

Aparentemente, eles assumiram a decisão de achar que os pacientes já estavam tão velhos que isso não importava!

Existem inúmeros exemplos de pessoas, principalmente de deficientes mentais, que sem o saber recebem injeções de materiais radioativos, e até de recém-nascidos que têm sido submetidos a esta prática. Não há como justificar o uso desses métodos sob a alegação de que vão beneficiar a humanidade, e não há dúvida de que esta gente se submete ao risco de adquirir lesões ou doenças, para não mencionar o desconforto e a dor. Acima de tudo, freqüentemente os resultados dos estudos desse tipo são irrelevantes, servindo mais para aumentar as bibliografias dos pesquisadores envolvidos do que o progresso da ciência médica. Sabe-se que muitos desses estudos são “apoiados” pelos departamentos do governo dos Estados Unidos.

Outra experiência implicou a injeção proposital, em 700 a 800 crianças mentalmente retardadas, de soro infectado com o objetivo de produzir hepatite. Aparentemente, este estudo foi aprovado e apoiado pelo Conselho Epidemiológico das Forças Armadas, entre outros departamentos. Dizia-se que tinha sido obtido o consentimento dos pais, mas as circunstâncias levam a imaginar como foi conseguido esse consentimento e até onde os pais foram “informados” para dá-lo; e, ainda assim, este consentimento dado pelos pais protege os direitos dos menores? A questão permanece de pé; teria algum dos pesquisadores permitido que um membro de sua família ou eles mesmos se envolvessem com objetos do estudo? Sinceramente, duvido. O elitismo intelectual que a Medicina e a pesquisa médica adota cria um sentimento de onipotência, e com ele, dois pesos e duas medidas.

Seria irresponsável sugerir que a maioria das pesquisas envolvendo os seres humanos nos Estados Unidos se baseie em padrões não-éticos, porque definitivamente não é verdade. No entanto, o fato da existência de uma minoria é assustador e exige a atenção do público. A pressão para a pesquisa em nossos centros acadêmicos é tão forte quanto sempre o foi, e o entusiasmo subseqüente e o ar de competição profissional podem fazer com que as pessoas percam a visão das conseqüências negativas para os pacientes. Além disso, a confusão de valores entre paciente-risco individual e possível benefício social não tem sido estabelecida inequivocamente. E a idéia de que consentimento do paciente atalha os abusos provou ser falsa. Tome-se por exemplo o caso de 51 mulheres usadas como pacientes num estudo de uma droga para induzir experimentalmente o trabalho de parto. Todas elas assinaram declarações de consentimento, mas aparentemente sob condições inferiores às ideais. Uma investigação sobre o estudo relatou que muitas deram seu consentimento durante a coação dos procedimentos para admissão ou na própria sala de parto.

Após o fato, as pacientes foram entrevistadas e quase 40% não tinha idéia de que tinha sido objeto de pesquisa, mesmo que “pretensamente” houvessem dado “o consentimento formal”. Um dos métodos sutis para obter o consentimento consistiu em dizer que o estudo envolvia uma “nova” droga, não uma droga “experimental”, sabendo o pesquisador muito bem que o adjetivo “novo” era melhor do que o da “velha” droga.

Não é necessário recorrer-se a subterfúrgios para se obter o consentimento. Sutis insinuações, sugerindo que a pessoa não será tão bem cuidada se não “cooperar”, são a evasiva mais freqüente. A seguir, e freqüentemente em relação ao pesquisador, vem a clara implicação de que o procedimento pode ser benéfico para o indivíduo, mesmo que essa possibilidade deixe de informar ao sujeito em potencial que existem alternativas e, freqüentemente, meios de tratamento já estabelecidos.

Tudo isso não constitui novidade. Há mais de 35 anos que vêm sendo feitas denúncias nas revistas médicas sobre violações da ética envolvendo experiências com seres humanos. O fato de que isso ainda exista na quantidade em que “existe” é uma tragédia de grandes proporções. E agora com a proximidade do fim do século com a Medicina começando um novo caso de amor com a Física, as oportunidades para os abusos atingem um potencial novo e horrível. O palco principal para o casamento da Medicina com a Física é a neurociência, e o principal ator vai ser o cérebro humano, considerado por muitos como a mais espantosa e misteriosa criação do Universo. (Há denúncias de desaparecimento de pessoas na década de 80, usadas em pesquisas cerebrais para o desenvolvimento de mísseis inteligentes para as forças armadas americanas). As questões morais e éticas que envolvem a experimentação com seres humanos têm de ser resolvidas antes que a ficção e a fantasia se tornem um fato.

Robin Cook é doutor em Medicina. (O texto foi enviado como colaboração por uma médica adventista que prefere não ser identificada.)

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Projeto Whitecoat: Associação Geral Une-se ao Congresso e Exército dos EUA para Homenagear “Cobaias Adventistas”

Todos os jovens adventistas que participaram como “voluntários” do Projeto Whitecoat entre 1954 e 1973 em Fort Detrick, Maryland, estão sendo convocados pelo Exército Americano para uma reunião especial em San Antonio, Texas, de 16 a 18 deste mês (março de 2001). San Antonio é o local onde os não-combatentes adventistas receberam seu “treinamento” básico.

O Exército dos Estados Unidos quer contactar todos os “voluntários” que participaram do Projeto para que eles possam receber seus certificados de apreciação e medalhas do Congresso (U.S. Congress) e Exército (U.S. Army), além da Associação Geral da Iasd.

O Projeto Whitecoat foi recentemente descrito num documentário do History Channel como “Missão Suicida: Porquinhos-da-Índia Humanos.”

Voluntários do Whitecoat ou outras pessoas que possuam informações sobre os partipantes podem escrever para Frank Damazo, em 700 Montclaire Ave., Frederick, Maryland, 21701; telefonar para (301) 662-4502; ou enviar mensagem pelo e-mail thedamazos@aol.com.

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Fonte: http://www.adventistreview.org/2001-1504/news.html




Associação Geral Esconde a Verdade sobre o Projeto Whitecoat

Há quem prefira traduzir “whitecoat” simplesmente por “uniforme branco” ou “jaleco branco (de laboratorista)”, associando o nome do projeto à opção feita por cerca de 2.300 jovens norte-americanos, não-combatentes e adventistas, que foram incentivados pelo Departamento de Jovens da Associação Geral a trocar o serviço militar pela participação voluntária num programa de pesquisa biológica do exército americano.

Contudo, a expressão “coat” pode significar bem mais que “casaco” em inglês. Coat é também “pele de animal”, “cobertura”, “capa”, o que nos permitiria identificá-lo também como “Projeto Pele de Ovelha”, que encobriria a ação de lobos devoradores ligados à Associação Geral e o governo americano, ou mesmo “Projeto Sepulcro Caiado”, belo e humanitário apenas por fora.

O assunto voltou à tona com a veiculação no dia 20 de agosto de 2000 pelo canal de tevê a cabo TV History de um documentário da série Missões Suicidas, intitulado “Human Guinea Pigs” (Porquinhos-da-Índia Humanos, ou Cobaias Humanas). Com duração de cinqüenta minutos, o programa narrou a experiência desse grupo que arriscou a vida, submetendo-se à ação de perigosas substâncias químicas e biológicas que supostamente lhe estavam sendo injetadas com o objetivo de beneficiar futuramente a outros com a descoberta de vacinas e medicamentos.

Foi como se fizéssemos uma campanha no programa J.A. para recrutar voluntários para fumar maconha enquanto especalistas verificariam os efeitos positivos e negativos da experiência. (Não é o corpo de nossos jovens templo do Espírito Santo?) Mas o “consumo” voluntário de substâncias químicas e biológicas com objetivo humanitário é apenas parte da história.

O Projeto Whitecoat foi desenvolvido pelas Forças Armadas e não por algum departamento do Ministério da Saúde americano, o que logo despertou suspeitas e, no final da década de 60, surgiram denúncias de que esses jovens estavam sendo, de fato, cobaias de experiências com protótipos de armas químicas e biológicas. Mas o silêncio da liderança adventista teria sido obtido através da garantia de apoio financeiro multimilionário do governo americano às ações humanitárias da Adra pelo mundo afora. Por isso, “Operação Judas” em lugar de Projeto Whitecoat, talvez, fosse um nome mais apropriado. 2.300 sacrifícios humanos!

O documentário “Porquinhos-da-Índia Humanos”, cuja cópia pode ser adquirida ao preço de 19,95 dólares nos Estados Unidos, falou sobre as motivações psicológicas de decisões suicidas como essa de arriscar a saúde, segurança e vida pelo bem-estar de outros, estimuladas pela confiança incondicional na palavra de líderes religiosos. Esse não foi, porém, o enfoque dado pelo noticiário oficial da Igreja Adventista do Sétimo Dia na semana que passou.

Além disso, a reportagem publicada cita o exemplo de apenas um sobrevivente dentre os 2.300 jovens que participaram do projeto. E nas entrelinhas de suas declarações, percebe-se a influência da liderança na indução à decisão de participar: “Fizeram-nos sentir que podíamos apoiar a nosso país sem quitar vidas.” E embora refira-se ao Projeto Whitecoat como uma iniciativa do Instituto de Pesquisas para Enfermidades Infecciosas do Exército dos Estados Unidos, a Associação Geral admite que um dos resultados foi a descoberta de “vacinas contra agentes de guerra biológicos”.

Confira a tradução do texto:

Destaque: Projeto Whitecoat (Jaleco Branco) é Lembrado

22 de Agosto de 2000
Silver Spring, Maryland, Estados Unidos …. [Wendi Rogers]

rogers-pennerUm documentário sobre o “Projeto Whitecoat”, um programa de investigação biológica do Exército em que os não-combatentes Adventistas do Sétimo da desempenharam papel significativo, foi levado ao ar no domingo 20 de agosto. O programa do canal de TV The History Channel destacou tanto a investigadores como participantes do estudo ao examinar o impacto duradouro do projeto no desenvolvimento de vacinas contra agentes de guerra biológicos.

O Projeto Whitecoat funcionou entre 1954 a 1973 e permitiu aos cidadãos dos Estados Unidos servir o exército, mantendo a condição de não-combatentes (ou objetores de consciência). Atraiu a 2.300 adventistas que contribuíram com o estudo de enfermidades e suas curas. A maioria das experiências ocorreram no Forte Detrick, em Maryland, onde tudo era supervisionado pelo Exército americano.

“O exército finalmente encontrou seus voluntários para essa experiência científica no lugar menos esperado, a Igreja Adventista do Sétimo Dia”, disse o Coronel Arthur Anderson do Instituto de Pesquisas para Enfermidades Infecciosas do Exército dos Estados Unidos (USAMRIID) que foi entrevistado pela reportagem do documentário. “A razão para isso era que os jovens da Igreja Adventista aceitavam servir ao exército desde que em tarefas não-combativas. Existiam raras posições em que eles poderiam servir sem ter que portar armas.” O Projeto Whitecoat proporcionou essa oportunidade.

“Esse grupo de homens era o sonho de qualquer pesquisador”, disse o Dr. Frank Damazo, que foi o elo de ligação do projeto com a Igreja Adventista. “Todos eles praticavam a abstinência do tabaco, drogas e álcool.”

Dean Rogers, um voluntário do Projeto Whitecoat de 1970 a 1971, disse: “Nós, como Adventistas, sentíamos que não devíamos estar envolvidos na parte mortífera da guerra. Fizeram-nos sentir que podíamos apoiar a nosso país sem quitar vidas.” Rogers participou de uma experiência para a encefalite oriental, porém ocupou a maior parte de seu tempo trabalhando no escritório do Hospital Walter Reed, do Exército. Os Voluntários do Projeto Whitecoat mantinham toda a documentação da pesquisa em ordem, trabalharam nos laboratórios e hospitais, e cuidaram de pacientes. “Os Whitecoats, de muitas maneiras, permitiram que as coisas funcionassem”, disse Rogers.

“Os resultados dos Whitecoats (Casacos Brancos) não só beneficiaram o Exército, como a centenas de milhares de civis”, disse Richard Stenbakken, diretor dos Ministérios de Capelania Adventista para a Igreja Adventista mundial. “A Igreja crê que devemos ser bons cidadãos, desde que isso não interfira com nossa responsabilidade para com Deus. Com base nos ensinos da Bíblia, a recomendação da igreja é que seus membros sirvam como não-combatentes.”

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Fontes:

http://www.adventist.org/news/data/2000/7/966918509/index.html.es
http://www.adventist.org/news/data/2000/7/966918509/index.html.en

Outras referências ao Projeto Whitecoat:

“As grandes potências renunciaram as armas químicas há vinte anos atrás, mas continuaram desenvolvendo pesquisas. As primeiras cobaias para as armas biológicas foram soldados adventistas… A imprensa soviética, mestra da meia-verdade, acusa o Exército dos Estados Unidos de produzir o vírus da Aids nos laboratórios de armas biológicas de Fort Detrick, Maryland. Essa tática da guerra psicológica conseguiu de qualquer modo, por um momento, neutralizar aqueles dentre nós que diziam exatamente a mesma coisa, que o vírus da Aids foi provavelmente criado através da reengenharia genética entre duas ou mais espécies de plantas ou animais e/ou desenvolvido através de uma série de gerações de células cultivadas em tecidos ou animais vivos, adaptando então o vírus a novas espécies, usando células cultivadas em tecidos nos laboratórios altamente secretos de Fort Detrick.”
Fontes dessa citação:

http://panindigan.tripod.com/aidswar.html
http://www.biblebelievers.org.au/aidsplot.htm

“Vinte e cinco anos atrás, ao fim da guerra do Vietnã, o Exército encerrou o Projeto Whitecoat — um programa em que membros da denominação protestante dos Adventistas do Sétimo Dia serviram como voluntários em experiências científicas. Os adventistas eram objetores de consciência e aceitavam servir ao exército desde que não pegassem em armas. Para o Exército, o Projeto Whitecoat foi o caminho para aprender mais sobre o armamento biológico. A repórter Joanne Silberner participou de uma recente reunião dos Whitecoats, e conta mais detalhes neste arquivo de áudio: Clique aqui para ouvir (11:45).”

http://npr.org/programs/atc/archives/1998/981013.atc.html

“Um acordo de parceria foi assinado e estudos sobre defesa médica contra armas biológicas foram conduzidas cooperativamente pela Unidade de Química (Chemical Corps) e o Departamento Médico do Exército. Durante esses primeiros anos, o Congresso aprovou um programa médico voluntário denominano Projeto Whitecoat, que foi desenvolvido a partir de 1954 após uma série de reuniões de representantes da Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia e o Cirurgião Geral do Exército.”

http://www.gulfwarvets.com/biowar.htm

Para mais detalhes (em inglês), leia:

http://www.adventist4truth.com/GC-Chapter%2016.html (Seria ótimo se alguém pudesse traduzir este artigo integralmente.)
http://www.gulfwarvets.com/biowar.htm
http://www.sightings.com/political/weapons/bio_chem.htm

http://www.thewinds.org/1998/11/project_whitecoat.html
http://www.thewinds.org/library/turner.html
http://freenet6.afn.org/~afn64689/senate.htm