Espírito Santo, o DNA de Cristo: Pecado, Salvação e Genética

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lightEste post é a tradução feita pelo Dr. André, do site www.efesios612.com, de mais um capítulo do livro de Douglas Hamp chamado Corrupting The Image: Angels, Anliens, and the Antichrist Revealed (Corrompendo a Imagem: Anjos, Alienígenas, e o Anticristo Revelados). Espero ter tempo de fazer e postar mais traduções. Vale e muito a leitura dessa obra de Doug Hamp, que tem uma capacidade incrível de sintetizar e saber explicar conhecimentos complexos e fazer com que todos possam captar a mensagem. Espero que apreciem o texto abaixo, que é uma riqueza preciosa para os dias em que vivemo

Fiquem com o Senhor Jesus.

A GENÉTICA DA ENCARNAÇÃO

A Concepção Normal

Antes de tentarmos entender a genética da encarnação, precisamos ter uma noção do que acontece numa concepção normal. No processo da procriação, aproximadamente 250 milhões de espermatozoides nadam até o óvulo. Tanto o óvulo quanto o espermatozoide possuem essencialmente informações similares. O espermatozoide tem um flagelo que o impulsiona em sua jornada, mas a informação genética que ele carrega é o que é verdadeiramente significante.

As células de nosso corpo têm 46 cromossomos individuais, ou 23 pares (diploide). No entanto, as células ovo e o espermatozoide só possuem 23 cromossomos individuais, de maneira que quando combinados (durante a fertilização), eles se somam em 46 (23 diploides) cromossomos individuais necessários para a vida humana. O processo pelo qual as células (com 46 cromossomos) somáticas (corpo) se dividem é chamado de meiose. As células que as criam, as quais possuem apenas os 23 cromossomos individuais, são chamadas de haploides.

Durante a reprodução, os gametas materno e paterno (células haploides), “se fundem na concepção para produzir um zigoto, que se transformará num feto e eventualmente num ser humano adulto” de acordo com o que foi escrito por Silke Schmidt na Enciclopédia Genética. A Enciclopédia Britânica resume o processo assim: “Quando dois gametas se unem durante a fertilização, cada um contribui com sua configuração haploide de cromossomos para um novo indivíduo, restaurando o número diploide.”

A Encarnação

Como vimos antes, precisamos enfatizar que Jesus não precisaria existir através de uma encarnação, pois Ele é eterno e sempre existiu. Ainda assim, a encarnação foi a maneira pela qual a Dinvindade misturou sua semente (DNA, isto é, informação) com a humanidade. Consideremos a mecânica da encarnação através do que estudamos até agora. Tenham em mente que o resumo a seguir não tem a pretensão de ser uma descrição completa de todo o mistério do que é Deus estar em carne; não obstante, procuraremos abraçar toda a informação que Deus nos revelou através de Sua Palavra. O que escrevo aqui também não explicará todas as razões potenciais para a necessidade da encarnação. No entanto, observando a encarnação de uma perspectiva genética, nos demonstra como Jesus pôde se tornar um de nós e ainda assim permanecer livre do pecado.

Peter Underhill, na Encyclopedia.com, escreve sobre a característica individual do cromossomo Y e como ele é passado de uma geração para outra de maneira imutável.

“Desde que normalmente só um cromossomo Y existe por célula, não existe pareamento entre X e Y na meiose, exceto em regiões muito pequenas. Normalmente, não existe cruzamento entre eles. Logo, exceto em raras mutações onde pode ocorrer durante a espermatogênese, um filho herdará uma cópia idêntica do cromossomo Y do seu pai, e essa cópia será essencialmente idêntica aos cromossomos Y carreados por todos os seus ancestrais paternais durante as gerações. Isso acontece em contraste ao resto da herança cromossômica, que será um mosaico único das contribuições dos múltiplos ancestrais criada pelo processo de mistura e recombinação.”

Isso significa que dos 23 cromossomos individuais (haploides) nos gametas, só um (1/23) pode ser potencialmente um cromossomo Y. Então, os outros 22 cromossomos fornecidos pelo esperma do pai serão todos autossomos, ou cromossomos não sexuais. Se o 23o cromossomo for um X, então o resultado é que essa pessoa será uma menina. No entanto, se o esperma estiver carregando um cromossomo Y, então o bebê será um menino. Vemos então que Peter Underhill afirmou que essencialmente não há nenhuma mudança no cromossomo Y de pai para filho, de geração a geração. Ao contrário disso, o X será um mosaico de seus múltiplos ancestrais. O livro texto Learner.org online mostra essa peculiaridade de outra maneira: “A falta de recombinação significa que toda a porção não recombinante do Y é passada intacta de pai para filho. Um homem compartilha o mesmo cromossomo Y com seu pai, avô, bisavôe por aí vai.” Os estudos de Neil Bradman e Mark Thomas sobre a significância das implicações dessa realidade pode dar ainda mais luz em nosso estudo em seu artigo Why Y? (Por que Y?) O Cromossomo Y no Estudo da Evolução Humana, Migração e Pré-história.

“Está escrito em Gênesis, capítulo 5: “as gerações de Adão”. Adão gerou Sete, Sete gerou Enos, Enos gerou Quenã … até Noé do dilúvio. Traduzido em termos genéticos modernos, a frase poderia ser lida: “Adão passou a cópia de seu cromossomo Y para Sete, Sete passou a cópia de seu cromossomo Y para Enos, Enos passou a cópia de seu cromossomo Y para Quenã.”… e por aí vai até Noé que carregava uma cópia do cromossomo Y de Adão. O cromossomo Y é herdade paternalmente; homens humanos tem um, enquanto as mulheres não. E mais, o cromossomo Y que o pai passa para seu filho é, em grande escala,uma cópia imutável do seu.”

Isso significa que qualquer informação que fora no cromossomo Y de Adão, foi passada virtualmente intacta a todos os seus descendentes, incluindo todos nós homens vivos hoje! No entanto, se a informação contida no cromossomo Y estivesse falha, isso quer dizer que todos os seus descendentes (incluindo nós) também terão um código falho. Descobrir como era a exata composição do cromossomo Y de Adão quando ele fora criado nos é impossível, no entanto, seu atual estado pode nos dizer alguma coisa sobre a queda. O cromossomo Y pode ser, de fato, um documento de um evento na vida de nosso pai original. Bradman e Thomas sugerem que o cromossomo y contém “a gravação de um evento” na vida do homem que nos passou o atual cromossomo Y. No entanto, devido a Bradman e Thomas estarem atrelados ao paradigma evolucionista, eles acreditam que esse evento “não teve efeito na vida do homem na qual aconteceu a tal mudança e nem na vida de seus descendentes.” É possível que esse evento gravado pudesse ser bem mais do que um “pequeno ou nenhum efeito”, mas será que de alguma forma esse ele possa ser a gravação da queda de nosso primeiro pai? Assim sendo, Adão não só morreu espiritualmente ao perder o Espírito Santo, mas sua informação genética (gravada especificamente no cromossomo Y) ficou corrompida. Deus disse que no dia que Adão comesse da árvore do conhecimento do bem e do mal, ele morreria (Gênesis 2:17).

 

Morte, ela aparece, entra no cromossomo Y de Adão (de uma maneira única e diferente da do cromossomo X) naquele momento, levando-o a ir de um estado geneticamente perfeito a ter sérios erros em seu código que o levariam eventualmente a um “crash”. Ocasionalmente, as pessoas que usam computadores experimentam uma cena onde o sistema operacional geral um “erro fatal”. O erro ocorre devido a algum conflito no código do programa. Embora o programa seja capaz de se manter por um breve período mesmo com perda de dados, se não for corrigido, o programa irá eventualmente dar um “crash”. No caso de Adão, o crash demorou 930 anos, mas ele eventualmente iria experimentar um completo desligamento.

 

Se isso estive correto, então o cromossomo Y (e todos os seus cromossomos) deveriam estar completos antes de Adão cair em pecado. Sabemos que ele era livre de todas as imperfeições, pois Deus o criou e o declarou como sendo bom e devido a morte ter entrado no mundo através do pecado de Adão. Ainda assim, o cromossomo Y parece conter algo tão deletério que o nosso Salvador não compartilhou conosco. Afinal, toda a cópia do cromossomo Y (ou seja, todo homem descendente de Adão) teria necessariamente a mesma falha genética que também o levaria ao crash final. Para salvar a humanidade num nível genético, um novo cromossomo Y deveria ser providenciado. Além do mais, através da desobediência de Adão, toda a criação se tornou sujeita à corrupção como Paulo diz em Romanos 8.

 

Porque a criação aguarda com ardente expectativa a revelação dos filhos de Deus. Porquanto a criação ficou sujeita à vaidade, não por sua vontade, mas por causa daquele que a sujeitou, na esperança de que também a própria criação há de ser liberta do cativeiro da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus. Porque sabemos que toda a criação, conjuntamente, geme e está com dores de parto até agora; e não só ela, mas até nós, que temos as primícias do Espírito, também gememos em nós mesmos, aguardando a nossa adoração, a saber, a redenção do nosso corpo.” Romanos 8:19-23

 

De alguma maneira, a desobediência de Adão e subsequente corrupção se espalhou por toda a criação. Poderia ser também, embora não tenhamos certeza, de que Eva estaria inclusa sob a “criação”. Em quaisquer evento não se espera uma mulher, pelo simples fato de que toda filha recebe 23 cromossomos haploides de seu pai biológico, que tem o cromossomo Y e, sendo homem, carrega o cromossomo Y falho de Adão, que está diretamente envolvido em sua procriação.

A Perda Original de Dados, Conhecida como “Pecado Original”

As Escrituras testificam que a “crash total” como podemos apelidar, é historicamente conhecido como pecado. Paulo escreve bastante sobre isso, de que todos nós iremos encarar os efeitos do pecado (corrupção), mesmo que um só homem tenha sido responsável por trazê-lo ao mundo. “Porque, assim como por um homem veio a morte, também por um homemveio a ressurreição dos mortos.” (1 Coríntios 15:21). Paulo então reitera e explica isso ao dizer: “Pois como em Adão todos morrem, do mesmo modo em Cristo todos serão vivificados. Cada um, porém, na sua ordem: Cristo as primícias, depois os que são de Cristo, na sua vinda.” (1 Coríntios 15:22-23). Jesus não apenas se levantou dos mortos, mas também se misturou com a humanidade. Então a nossa ressurreição também se mistura com o Senhor. O comentarista da Bíblia Thomas Constable diz que a morte e ressurreição não são apenas algum tipo de entidades “espirituais”, mas na verdade são físicas e literais.

 

“A vida de Adão é derivada de outro, Deus; mas Cristo é Ele mesmo a fonte da vida. Adão foi o primeiro homem na antiga criação e, como ele, todos os seus filhos morrem fisicamente. Cristo é o primeiro homem na nova criação e, como Ele, todos os Seus filhos viverão fisicamente (Romanos 5:12-19). […] Tanto Adão como Jesus foram homens. Logo, nossa ressurreição será uma ressurreição humana, e não uma ressurreição tipo “espiritual”. A ressurreição física é inevitável para os filhos de Jesus Cristo, assim como a morte física o é para os filhos de Adão” (Notas de Constable).

Paulo tem um longo discurso de como o pecado veio ao mundo através de um homem (Adão) e como a morte veio e passou para todos os homens.

 

 

Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porquanto todos pecaram. Porque antes da lei já estava o pecado no mundo, mas onde não há lei o pecado não é levado em conta. No entanto a morte reinou desde Adão até Moisés, mesmo sobre aqueles que não pecaram à semelhança da transgressão de Adão o qual é figura daquele que havia de vir. Mas não é assim o dom gratuito como a ofensa; porque, se pela ofensa de um morreram muitos, muito mais a graça de Deus, e o dom pela graça de um só homem, Jesus Cristo, abundou para com muitos. Também não é assim o dom como a ofensa, que veio por um só que pecou; porque o juízo veio, na verdade, de uma só ofensa para condenação, mas o dom gratuito veio de muitas ofensas para justificação. Porque, se pela ofensa de um só, a morte veio a reinar por esse, muito mais os que recebem a abundância da graça, e do dom da justiça, reinarão em vida por um só, Jesus Cristo. Portanto, assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também por um só ato de justiça veio a graça sobre todos os homens para justificação e vida. Porque, assim como pela desobediência de um só homem muitos foram constituídos pecadores, assim também pela obediência de um muitos serão constituídos justos.”

(Romanos 5:12-19)

Embora o pecado de Adão tenha sido também moral, pois ele quebrou um mandamento de Deus, o resultado foi físico e espiritual. Temos já discutido como o pecado resultou numa imediata morte espiritual, a perda de Espírito Santo. No entanto, parece-nos que nas passagens acima de que o conceito de pecado original, pois nascemos sob esse pecado, é devido ao fato de que cada filho de Adão é também uma cópia genética de Adão e Eva (é claro que com recombinação genética). Podemos pensar nisso como vamos fazer pão em que cada novo pão leva um pouco da farinha do outro que já fora feito e leva consigo se misturando numa nova fornada. Dessa maneira, teremos sempre um pouco do primeiro pão em cada nova fornada.

Assim acontece com os genes de Adão: somos todos cópias dele e, sendo assim, quaisquer códigos errados que ele tinha, serão passados para nós desde o início da concepção. O fato de o pecado ser atribuído a Adão e não a Eva, embora ela tenha sido a primeira a quebrar o mandamento de Deus, parece ter sido explicado. Quando Deus formou Eva, ela a fez da costela, a qual contém a medula óssea. Na medula óssea existem as células tronco necessárias, das quais todas as outras células do corpo podem ser replicadas. Então, Deus meramente pegou emprestado o código de Adão (removeu o cromossomo Y e adicionou um segundo cromossomo X) e voila, um clone fêmea de Adão. Ao ver Eva, Adão até mesmo declarou: “Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; ela será chamada Mulher, porquanto do Homem foi tomada.” (Gênesis 2:23). Logo, podemos chegar à conclusão que foi o disco mestre (Adão) que levamos em conta quando se fazem cópias; Eva recebeu seu código de Adão. Esse entendimento não quer dizer que é Adão que nos governa, mas nos serve para clarear como exatamente o pecado foi passado e por que estamos “em pecado” desde a concepção.

A solução para o problema é análoga ao próprio problema, que é também um raciocínio que já examinamos em parte; João diz que “Aquele que é nascido de Deus não peca habitualmente; porque a semente de Deus permanece nele, e não pode continuar no pecado, porque é nascido de Deus.”(1 João 3:9). O novo nascimento não irá apenas limpar nossos débitos (embora agradeço ao Senhor por incluir isso!), mas verdadeiramente renasceremos com novos corpos. Iremos possuir nossos novos corpos (com seu DNA correto, isto é, informação). Até lá nós temos o Espírito Santo de Deus como um “cheque pré-datado” (garantia).

Conclusões sobre a Encarnação

Ao entendermos melhor sobre genética e especialmente a do cromossomo Y, podemos concluir que se Adão foi corrompido geneticamente, então os seus descendentes também estão e é algo em particular com erros de dados no cromossomo Y que é especialmente significante. Isso significa que a perda de dados foi extremamente importante, pois tais erros de sistema apareceram com o tempo. Uma vez que o cromossomo Y é passado de pai para filho (identicamente), cada filho experimentará a mesma perda de dados. Embora a mulher não carregue o cromossomo Y, ela ainda está sob a maldição (perda de dados), porque cada filha tem um pai que é filho de Adão. Sendo assim, mesmo sendo filho ou filha, todos nós compartilhamos a perda genética primeiramente sentida por Adão. No entanto, na concepção da encarnação de Jesus, o cromossomo Y de Adão não foi passado. Dessa maneira, Jesus teve (em carne) um cromossomo Y perfeito! Então, enquanto conectado geneticamente com a humanidade através dos cromossomos X, Jesus não carregava o cromossomo Y que Adão havia passado a todas as gerações subsequentes. Jesus se tornou as primícias (primeiros frutos) da ressurreição, pois um dia, através da “semente de Deus” que recebemos como crentes, nos misturamos com nosso Criador.

Podemos então resumir os eventos genéticos da encarnação da seguinte forma: Jesus, como o eterno Deus, é espírito (João 4:24). Como “código fonte” de todas as coisas vivas, Ele também é o dado primário/informação que é/era imaterial. Sua “informação” foi colocado em um meio. Para decodificar a informação nesse meio físico (DNA), Deus, através do Espírito Santo tinha, aparentemente, duas opções: 1) criar do nada/soprar (ex nihilo) o material do DNA (aminoácidos, etc.) ou; 2) usar o material existente no óvulo como meio no qual o espírito imaterial de Jesus iria entrar. Deus, através do Espírito Santo então fundiu o gameta “de Jesus” (espermatozoide) com o gameta de Maria (óvulo) (lembrem-se que um gameta contém DNA, que é informação armazenada, e esta é uma entidade imaterial). A fusão dos dois gametas é onde a encarnação (se tornando carne como em João 1:14) acontece. Os cromossomos de Maria e do Espírito Santo de Deus se fundem para fazer (o corpo) o novo Adão. Devido ao fato de Jesus ser o segundo Adão, e por estarmos conectados ao primeiro Adão, precisamos também estar misturados com o DNA de Jesus (“Ele verá Sua posteridade/semente” – Isaías 53:10, ver também 1 João 3:9; 1 Pedro 1:23).

5 comentários em “Espírito Santo, o DNA de Cristo: Pecado, Salvação e Genética”

  1. Se Jesus tivesse recebido herança genética de Maria ele seria metade homem, metade deus, ou seja, semi-deus. Jesus não é lenda ou fruto de mitologia, Ele é Deus vivo e real que habitou entre nós. A concepção foi sobrenatural, obra do Espírito Santo que a envolveu com a sua sombra e colocou ali a criança pronta. Ele não necessitava de óvulo, Ele já existia ante da fundação do mundo, na eternidade. A explicação cientifica deste estudo anula o sobrenatural de Deus, a partir do momento que explicamos não é mais sobrenatural e “as coisas encobertas pertencem a Deus e as reveladas a nós.” Estudos sobre origem genética e exame de DNA é para dar repostas ao homem natural, não para explicar a origem de Deus. Que o homem moderno de hoje possa se esvaziar um pouco da tecnologia superdesenvolvida que tem ocupado a maior parte do nosso tempo, do avanço da ciência que tem procurado nos dar respostas pra tudo e do egoísmo do mundo hedonista em que estamos mergulhados. Que procuremos nos enche mais da Palavra de Deus que não muda, não envelhece, não passa, não falha porque foi escrita pelo maior de todos os Cientistas, o nosso Deus “EU SOU” que não cria teorias, mas dá respostas exatas. Que o homem moderno de hoje possa crer e viver o sobrenatural de Deus, como Abrão, Jacó, Moisés, Ezequiel, Daniel, Paulo, Pedro, João, Maria e José…

  2. Creio que não se trata na Onipotência ou onisciência ou onipresença de Deus, pois ele é inquestionável. analisando o texto, eu vejo a logica e até a sabedoria de dua metades de 100, 100 % homem 100% Deus, como ele não herdou a genética de Adão, logo ele não teve pecado na sua concepção teve o DNA de Deus puro, segundo questão Maria, ele carrega a o DNA humano, onde dentro de seu ventre sofreu tudo que ela sofria, pois a mãe passa para o feto todas as sensações , como uma criança em gestação normal, e a bíblia não ressalta que jesus teve uma gestação e parto diferenciada, logo ele teve contado com o sangue de maria. ou seja Jesus teve DNA humano de Maria.

  3. Essa matéria é mera especulação!

    Porventura Deus precisou de alguma material genético anterior para a formação de Adão?
    Certamente, não!

    No caso específico de Eva, ao que parece, foi uma “clonagem”, e, portanto ela tinha o mesmo DNA de seu marido.

    Dizer que foi utilizado material genético do Espírito Santo e material genético de Maria, destrói a “onipotência” Divina.

    É o mesmo que dizer que o processo de existência de um ser dependa de material anterior de um ser masculino e de um ser feminino.

    Isso pode ser verdade no processo de procriação humano; porém Deus não precisa de tal processo, ou não seria “onipotente”.

    Deus pode, por sua palavra, realizar o que pretende, sem necessitar de material pré existente! A isto dá-se o título ONIPOTÊNCIA.

    Essa teoria genética, filosófica e especulativa, é totalmente contrária à inúmeras outras possibilidades, como por exemplo a implantação da célula que viria a tornar-se Jesus Cristo.

    Outra questão é o “pecado” vinculado à genética.

    O pecado originou-se no céu, e foi transmitido aos demais anjos, sem nenhum vínculo genético.

    O pecado foi transmitido na terra, não por um processo genético, aos primeiros pais.

    A transmissão do pecado, após o Éden, o Criador, sinalizou estar vinculado à herança genética, porém; originalmente foi uma questão de escolha.

    Considerando que Cristo foi o “segundo Adão”, e foi “concebido” sem pecado, e, é, declarado sem pecado, em todo tempo de vivência nesta terra, como ser humano, se houvesse recebido 50% de carga genética de Maria, teria sido “meio pecador”, por herança genética.

    Agora, a grande pergunta: Existe “meio pecador”?

    Certamente, não! Assim como não existe “meio grávida”.

    Cristo não recebeu nenhuma herança genética, mesmo que pela metade!

    Portanto, não poderia ter recebido herança genética de Maria.

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