A Verdade Sobre o Sábado que Pastores da IASD, como o Dr. Rodrigo Silva, escondem de você

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4 ideias sobre “A Verdade Sobre o Sábado que Pastores da IASD, como o Dr. Rodrigo Silva, escondem de você

  1. Eu gostaria de saber se o sábado que o povo judeu guarda é o mesmo que em todo mundo é reconhecido como sendo o sábado? O sábado que os israelitas guardavam no deserto, era semanal ou lunar? Na nova terra de acordo com Isaías 66 : 22 e 23 compareceremos perante o Senhor para adorá-Lo cada sábado e cada lua nova. Se o sábado é na lua nova, então não faz sentido comparecer no sábado semanal! Ok?

    • Infelizmente, a maioria dos judeus da atualidade quase não se preocupa com a guarda do sétimo dia da semana e os poucos que o fazem, seguem o calendário greco-romano, que adotou semanas de oito dias de duração no passado. Em função disso, recomendamos o site dos irmãos da World Last Chance e o aplicativo WLC Calendar disponibilizado por eles no Play Store. Convém recordar também que Jesus Cristo afirmou que estaria Conosco TODOS OS DIAS até a consumação dos séculos e Paulo disse que ninguém deveria ser julgado por LUAS NOVAS E SÁBADOS.

  2. Caro redator, só tenho uma dúvida neste assunto, até porque não tenho profundidade sobre o mesmo, mas o considero relevante e importante. Como acredito nos escritos do espírito de profecia da autora Ellen White (bem, pelo menos os realmente escritos pela sua pena e não as compilações do instituto White), a pergunta é: Se Ellen White teve acesso privilegiado ao Altíssimo, Deus não iria alertar ela e Seu povo, que o mesmo estaria guardando um dia errado? Durante anos de intercessão e visões, em nenhum momento Deus iria lembrar seu povo que o mesmo estaria guardando um dia errado ao estabelecido pelo 4° mandamento?
    Não é uma crítica e sim uma dúvida sincera e gostaria de me aprofundar no assunto. Obrigado.

    • Caro irmão, nossas doutrinas distintivas originais foram firmadas sobre a Bíbia e não sobre revelações dadas a Ellen G. White. Aliás, cremos que suas visões são de origem divina, mas não necessariamente suas interpretações dessas visões e comentários sobre elas. E ela própria admitiu que poderia surgir nova luz, através do estudo da Bíblia:

      “Termos a verdade é um fato e devemos manter firmemente as posições que não podem ser abaladas; mas não devemos olhar com suspeita sobre qualquer nova luz que Deus possa enviar, dizendo: não vemos nenhuma necessidade de mais luz além da antiga verdade que recebemos até aqui e sobre a qual estamos firmados. Enquanto mantivermos essa posição, o testemunho da Testemunha Verdadeira aplica-se a nossos casos como reprovação: ‘E não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu’ (Ap 3:17). Aqueles que se sentem ricos e crescendo em bens, sem de nada necessitar, estão cegos em relação à sua verdadeira condição diante de Deus e não têm consciência disso (Review and Herald, 7 de agosto de 1894 [O Outro Poder, p. 33]).”

      Ellen White, porém, assumiu para si um papel que Deus não lhe concedeu, quando pretendeu ter autoridade para aceitar ou rejeitar um ensinamento bíblico por seu próprio discernimento, como fez com a verdade bíblica da Terra plana, por exemplo.

      Não deveria colocar-se como intérprete inspirada máxima da Bíblia entre os adventistas, usando outras pessoas para escrever em seu nome, assinando, revisando e alterando textos em seu lugar. Isso permitiu, por exemplo, a introdução da heresia da Trindade em nosso meio.

      Jamais poderia ter transformado o tal dom profético em fonte de renda para si e seus herdeiros e muito menos ter feito pacto de parceria com o ser que lhe apareceu em sonho como se fosse Thiago White depois de morto.

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