Deputada e liderança adventista querem proibir mensagem final contra Babilônia nas redes sociais

“Naquele tempo, respondendo Jesus, disse: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, que ocultaste estas coisas aos sábios e entendidos, e as revelaste aos pequeninos.” Mateus 11:25.

A liberdade religiosa, nos moldes aceitos e promovidos hoje pela Igreja Adventista do Sétimo Dia, irá finalmente se voltar contra ela, ao ser garantida por lei. Logo estremos proibidos de divulgar nossas crenças, discordando de outros grupos religiosos, denunciando a confusão e equívocos doutrinária de Babilônia, da qual teremos de convidar os fiéis a sair.

“Mas Deus escolheu as coisas loucas do mundo para envergonhar os sábios, e escolheu as coisas fracas do mundo para envergonhar as fortes. Ele escolheu as coisas insignificantes do mundo, as desprezadas e as que nada são, para reduzir a nada as que são, para que ninguém se vanglorie diante dele.” 1 Coríntios 1:27-29.

Não basta defender a liberdade de crença ou pensamento, através da imposição de leis restritivas, que por fim inibirão nossa pregação, rotulada pejorativamente como “proselitismo”. É preciso ir mais além e defender o direito individual de colocar a vontade de Deus e a opção por obedecê-Lo acima de tudo em toda e qualquer situação, ainda que contrarie as leis humanas e convenções sociais.

Visando a parecerem “politicamente corretos”, deputada, líderes e membros da IASD defendem liberdade religiosa sem refletir e perceber que a liberdade de crença implicará no fim da liberdade de pregação contra Babilônia nos últimos dias!

Liberdade religiosa precisa envolver liberdade de pensamento (crença), e liberdade de expressão (pregação). Mais do que respeito à nossa fé e a de terceiros, inclusive aos ateus, a liberdade religiosa que devemos defender deve nos garantir o direito pensar diferente, obedecer a Deus acima de todo e propagar Suas mensagens a todas as pessoas, inclusive as últimas, de Apocalipse 14 e 18.

Apesar disso, em nome dessa tal liberdade religiosa, adventistas já concordam com o fim da crítica a outras grupos religiosos, o que implicará em aceitar o fim da evangelização, também chamada de proselitismo. Se as pessoas são livres para crer no que quiserem, ficaremos impedidos de tentar convencê-las a aceitar o Evangelho eterno e sair de Babilônia!

Vídeos originais completos, incluídos em vídeos acima

1 thought on “Deputada e liderança adventista querem proibir mensagem final contra Babilônia nas redes sociais

  1. Vcs deveriam pregar e divulgará o evangelho e não ficar detona do a igreja adventista que crente são vcs hipocritas serpentes venenosas.

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