Operação “Nuvem Branca”: E-book grátis para download conta como a IASD tentou encobrir erros de Ellen White

A expressão “White Out”, título original do e-book que estamos disponibilizando em formato pdf para download, nada tem a ver com a expressão “Nuvem Branca” adotada na tradução do livro para o português. “White Out” é a identificação em inglês do líquido corretivo ou “branquinho”, que se antigamente aplicava ao papel para mascarar erros em textos datilografados em “máquinas de escrever”. Assim, antes da invenção dos processadores de texto , esse líquido de correção facilitava bastante a produção de documentos datilografados, porque ocultava os erros. Algo semelhante aconteceu com os erros de Ellen G. White, na opinião de seu autor. Por isso, “White Out” significa também “White, Fora!”

A-Nuvem-Branca-por-Dirk-Anderson

Nuvem Branca é um livro escrito por Dirk Anderson, um ex-adventista americano, preocupado em mostrar que nem tudo o que Ellen G. White escreveu era verdadeiro, muito menos inspirado pelo Espírito Santo. Segundo ele, muitos dos primeiros escritos dela foram eliminados por haver contradições e grande parte deles foi produzida mediante plágio de outros autores. “Visões não cumpridas, embaraços e tropeços de uma profetisa foram acobertados e ocultados por seus seguidores,” alega.

Dirk Anderson era adventista de tendência conservadora. Querendo defender Ellen White contra críticas que considerava injustas, ele registrou o domínio ellenwhite.org. Depois, após fazer algumas pesquisas e convencer-se de que os críticos tinham razão em muitos aspectos, ele transformou seu site de defesa em um site crítico de Ellen G. White — www.nonegw,org

O autor do livro “A Nuvem Branca”, conta como foi a sua dramática trajetória na Igreja Adventista após descobrir a VERDADE ao tentar defender as “verdades” ensinadas por Ellen White…

O Testemunho de um Ex-perfeccionista Adventista

A pungente experiência de Dirk Anderson transmite sérias advertências e lições aos que se apegam a um ultraconservadorismo tolo, desinformado e preconceituoso:

Sou o irmão Anderson e fui membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia por 33 anos. Fui ensinado que a Igreja Adventista do Sétimo Dia era a “igreja remanescente” e era a única igreja encarregada da “verdade” nos últimos dias. Para minha total surpresa e espanto, há mais de vinte anos, quando comecei a estudar a Bíblia em vez dos livros de Ellen White, fiz a chocante descoberta de que a verdade da IASD é diferente da verdade bíblica. Descobri que alguns ensinamentos da IASD não se baseiam nas Escrituras, mas na tradição, conjecturas dos primeiros pioneiros e declarações da alegada profetisa Ellen White. Fonte: nonsda.org

Nasci no Hospital Adventista chamada Florida Hospital, em Orlando, Flórida, EUA. Ninguém então imaginava eu que passaria parte de minha carreira como adulto trabalhando naquele mesmo hospital. Naquela época o Hospital Florida era pequeno. Não era a organização de um bilhão de dólares como hoje. Os administradores ainda recebiam salários de obreiros. O hospital ainda não tinha começado a investir seus fundos no mercado de ações. Ao tempo em que meu filho nasceu no mesmo hospital, as coisas haviam mudando dramaticamente. E assim têm havido mudanças na IASD como um todo. Gradualmente, a igreja foi se afastando dos ensinamentos de seus pioneiros.

Minha Educação Adventista

Passei 16 anos em colégios adventistas. Desde meus primeiros anos foram-me ensinadas as doutrinas peculiares adventistas do sétimo dia. Aprendi sobre a Lei Dominical Nacional e como os católicos e protestantes iriam se unir para perseguir os que observavam o sábado. Foi-me ensinado que Ellen White era a profetisa de Deus e que experimentava sinais maravilhosos, como não respirar e sustentar uma Bíblia com mãos estendidas por horas. Ao crescer, aprendi a respeito do juízo investigativo e das três mensagens angélicas. Vivia numa condição de constante temor misturado com expectativa. Temia a perseguição vindoura e o tempo de angústia, mas ansiava pelo retorno de Cristo.

Todos me falavam constantemente que Jesus voltaria em breve, possivelmente dentro de um ou dois anos. Algumas ocasiões apareceram pessoas estabelecendo datas e eu ficava ansioso e preocupado, mas então a data passava e tudo continuava como antes.

Aprendendo a Ser Perfeito

Ao longo dos anos, aprendi que a IASD era o único verdadeiro remanescente de Deus e que Ele estava purificando e provando o Seu povo a fim de prepará-lo para permanecer perfeito sem um intercessor na Sua presença. Como criança, essa era uma pesada carga para suportar.

Tentava ser perfeito e observar o sábado de modo perfeito, mas sempre parecia estar aquém do ideal. Olhava ao meu redor em busca de pessoas perfeitas mas nunca descobria nenhuma. Os ASD’s que eu conhecia eram geralmente boas pessoas, mas podia detectar pouca diferença entre elas e outros cristãos. A maioria dos ASD’s que eu conhecia não tomava café (pelo menos, não diante de outros da mesma fé) e não usavam jóias (exceto broches e alfinetes ornamentais), mas quanto a características de amor, aceitação, perdão e pureza, honestamente não podia ver que os ASD’s fossem superiores a quaisquer outros cristãos.

Minha Experiência no Colégio

A vida colegial foi uma experiência de abrir os olhos. Estar longe do ambiente restritivo do lar parecia fazer vir à tona o pior, tanto em mim quanto em outros estudantes. Caminhar pelos corredores do dormitório assemelhava-se a estar num concerto de rock, com dúzias de diferentes conjuntos de “heavy metal”. A única pausa para as música rock era durante os sábados quando os estudantes reduziam os decibéis para evitar repreensões.

Um jovem ASD alugava vídeos pornográficos e cobrava entrada para que outros fossem até seu quarto para vê-los. Era chocante ver 25 jovens amontoados num quarto de dormitório para assistirem ao vídeo.

Nas noites de sábado o dormitório se esvaziava, quando os estudantes partiam para bares locais e danceterias. Eu às vezes observava os estudantes caminhando (ou se arrastando) de volta ao dormitório com olhos vermelhos. Os estudantes escondiam cerveja, material pornográfico e facas em seus quartos. Ocasionalmente o preceptor fazia uma “blitz” num determinado quarto para confiscar o material ilegal.

Enquanto no dormitório, tive oportunidade de conhecer o bisneto de Ellen White, Steve White. O seu quarto ficava do outro lado do corredor, em frente ao meu. Ele era um rapaz agradável e não se envolvia em algumas das atividades irregulares dos demais.

Um estudante foi expulso enquanto eu ali residi. Ele morava corredor abaixo, e se chamava Kevin. Era um sujeito amigável, apreciado e muito talentoso. Foi expulso por atividade homossexual. Ele foi transferido para um Colégio ASD na costa oeste. Mais tarde, com idade de 19 anos, cometeu suicídio. Não sei por que se matou. Imagino que não pôde suportar a pressão de ser imperfeito.

Minha Conversão

Converti-me com a idade de 21 anos. Poucos meses antes dessa experiência comecei a ter um senso de minha própria pecaminosidade tal como nunca havia experimentado antes. Comecei a procurar respostas e alguém deu-me um exemplar de um dos livros do Pr. Morris Venden. Enquanto o lia, descobri algo que devia alterar minha vida para sempre: “A salvação é pela fé”. Parecia-me um conceito totalmente novo. Até então eu tinha a impressão de que me salvaria sendo obediente a Deus e observando os Dez Mandamentos.

Não posso explicar por que julgava que seria salvo pelas obras. Ninguém nunca me disse que eu me salvaria pelas obras. Foi simplesmente algo que apreendi de minha experiência e vida estudantil. Comecei a ver as coisas sob uma luz totalmente diferente. Submeti-me a Deus e dediquei-Lhe a vida.

Ellen White Entra em Minha Vida

Fiquei tão emocionado com respeito ao meu novo nascimento que desejei tornar-me o melhor adventista que pudesse. Assim, iniciei a rotina que deveria durar por mais de dez anos. Comecei uma leitura diária dos escritos de Ellen White, às vezes por horas seguidas. Com grande custo, montei uma biblioteca de mais de 50 livros de Ellen White. Adquiri um CD-ROM com seus escritos e mergulhei neles. Ao todo, li mais de 10.000 páginas de seus escritos. Memorizei passagens inteiras. Comecei a distribuir “Caminho a Cristo” para colegas de trabalho e amigos. Nos sábados à tarde ia de porta em porta distribuindo seus livros, tendo doado mais de 1.000 exemplares de “Caminho a Cristo”.

Em 1992 envolvi-me com o “Projeto Grande Conflito”, sustentado por um ministério independente chamado “Ministério Terminação da obra”. Enquanto vivia em Jacksonville, Florida, distribuímos 110.000 cartões a pessoas oferecendo-lhes exemplares de “O Grande Conflito”. Mais tarde tornei-me o Secretário Executivo desse ministério. Foi nessa posição que deparei alguns conflitos que muitas vezes se manifestam entre membros da igreja.

Havia discordância quanto aos escritos de Ellen White e outras questões que finalmente dividiram o ministério. O diretor saiu, unindo-se ao movimento do Santo Nome, e a diretoria decidiu dar fim ao ministério. Eu continuei ocupando diversas posições na IASD, tais como tesoureiro, líder de jovens associado, diácono e líder de ministérios pessoais. Dirigia uma classe de estudos bíblicos nos sábados à tarde e acolhia um pequeno grupo em minha casa às sextas-feiras à noite.

O Impacto de Ellen White Sobre a Minha Vida

Os escritos de Ellen White tiveram um dramático impacto sobre minha vida. Em minhas leituras comecei a descobrir muitas regras que eu e a maioria dos ASD’s que eu conhecia não estavam seguindo. Comecei a fazer uma lista a fim de cumpri-las. Minha esposa protestou contra esse sistema, mas fui em frente. Já éramos vegetarianos. Agora eu eliminei em grande medida produtos de origem láctea, vinagre, ovos e açúcar de nosso regime alimentar. Talvez esteja se perguntando, mas o que comiam então? Não muita coisa! Meu peso caiu para níveis bem baixos e perdi energia. O regime alimentar insuficiente, combinado com a tensão de tentar viver uma vida perfeita, tiveram o seu efeito sobre minha saúde de um modo como jamais conseguirei me recuperar.

Adicionalmente às mudanças dietéticas, eu realizei outras mudanças. Recusava-me a usar uma aliança matrimonial e insistia com minha esposa que fizesse o mesmo. Evitava associação com não-adventistas, exceto para o propósito de convertê-los ao adventismo. Evitava ir a médicos e empregar drogas de quaisquer tipos, inclusive aspirina.

Tiramos todas as fotos de crianças e membros da família das paredes porque a Sra. White dissera que isso era idolatria. Cancelei nosso seguro de vida porque a Sra. White declarou que os ASD’s não precisam de seguro de vida. Deixei de adquirir títulos de capitalização para aposentadoria porque a Sra. White ensinou a que se evitassem investimentos. Cheguei ao ponto até de dizer à minha esposa para consultar-se só com ginecologistas do sexo feminino porque a Sra. White declarou ser impróprio que uma mulher se submetesse a exames por um ginecologista homem.

Unindo-me às Fileiras do Adventismo “Histórico”

Logo descobri que minhas rígidas posições quanto a Ellen White situavam-me fora da corrente maior do adventismo. Conquanto a maioria dos adventistas professem fé em Ellen White, poucos na verdade seguem os seus ensinos à risca. Os que seguem os ensinos tradicionais de Ellen White e dos pioneiros ASD’s são chamados de “adventistas históricos”. Comecei a associar-me mais e mais com organizações independentes dentro da IASD, tais como a Hope International. Cria que esses grupos estavam pregando o que Ellen White descreveu como “Testemunho Direto”.

Comecei a freqüentar uma igreja independente e a ir a campais de independentes. Conheci e conversei com muitos dos líderes do movimento independente, inclusive Ron Spear, Jan Marcussen, e Colin e Russell Standish. Logo descobri que as mesmas disputas e conflitos que ocorriam na corporação regular da IASD se davam também entre os ministérios independentes, com a diferença de ocorrerem em maior intensidade. Havia discussões sobre interpretação profética, versões bíblicas, como observar o sábado, regime alimentar, e outras questões. Contudo, prevalecia um ponto universal de concordância: a instituição da IASD estava corrompida e precisava de ser reformada.

Minha Defesa de Ellen G. White

Em 1996 descobri material na Internet atacando a Sra. White como profetisa. Fiquei contrariado. Indignava-me de que alguém criticasse a profetisa de Deus. Por anos havia estado dizendo aos ASD’s como deviam obedecer a Ellen White. Tornara-me adepto de identificar que regras de Ellen White uma pessoa não estava seguindo, e logo as criticava por serem relapsas em não seguir os seus padrões.

Agora assumia a nova missão de defendê-la na Internet. Criei uma Web Page e elaborei argumentos para buscar explicar algumas de suas declarações incomuns, tais como sobre o “amálgama de homens e bestas”. Forcei-me a desenvolver todo tipo de “ginástica mental” a fim de explicar as coisas, e comecei a indagar-me se não estaria ultrapassando até os limites da honestidade.

Fendas Surgem da Armadura da Sra. White

Minha primeira dúvida sobre Ellen White veio poucos meses após eu ter aberto meu Web Site de apologia dela. O Pr. William Fagal, diretor do White Estate (Patrimônio White), enviou-me um e-mail indicando que alguns dos materiais em meu Web Site estavam incorretos. O material fora escrito por J. N. Loughborough e tratava da história de William Foy, o homem que recebera visões antes de Ellen White.

Fagal fazia notar que pesquisa posterior havia comprovado que Loughborough estava equivocado. Comecei a indagar-me o que mais Loughborough havia escrito que também estaria errado. Que dizer sobre o relato da grande Bíblia sustentada no ar? E sobre a falta de respiração nas visões? Comecei a imaginar por que Loughborough transmitiria informações erradas, e seu propósito em reescrever a história. Não obstante, decidi deixar de lado minhas dúvidas e confiar em que Ellen White era a profetisa de Deus.

Minha Apologia de Ellen White Naufraga

Cerca de um mês depois algumas pessoas na Internet me desafiaram a ler o livro de Canright sobre Ellen White. Decidi ler o livro com a intenção de refutá-lo. Li-o e o achei muito perturbador, mas estava determinado a provar que ele estava errado. Assim, dirigi-me à biblioteca da universidade ASD local e comecei a cavar fundo nos velhos documentos para ver o que poderia achar sobre Ellen White e os pioneiros. Gastei muitas horas investigando o material. Para minha surpresa, não pude encontrar nada para refutar Canright. De fato, tudo quanto descobria parecia apoiar o que Canright escrevera. Fiquei perplexo.

Comecei a investigar o tema da “porta fechada” e descobri que Ellen White havia de fato visto que a porta da salvação se fechara para os pecadores em 1844 em pelo menos uma de suas visões. Li a visão vez após vez novamente, lutando para encontrar sua lógica.

Lutei com a questão da visão empregando minha melhor ginástica mental para torná-la compatível com o que cria, mas em vão. Não podia contornar o problema. A Sra. White havia visto uma falsidade em visão. Fiquei confuso e revoltado. Decidi estudar mais a fundo antes de tomar uma decisão.

Comecei a estudar sobre sua condição médica. Seus próprios doutores ASD’s a haviam diagnosticado como vítima de histeria e catalepsia, de modo que investiguei essas condições. Descobri que pessoas sob tais condições experimentam alucinações e seus corpos se tornam rígidos e sua respiração quase se detém. Também descobri que tais condições podem ser provocadas por um dano ao cérebro.

Posteriormente descobri que tais condições geralmente se manifestam em mulheres, e que os sintomas amiúde param na meia-idade, tal como as visões da Sra. White, que diminuíram e, finalmente, pararam na sua meia-idade.

Comecei a perguntar-me por que Deus daria a alguém visões numa maneira que se assemelhava tanto aos padrões de uma conhecida condição médica? Parecia, na melhor das hipóteses, ser uma coincidência.

Esmagado pela Evidência

A gota dágua foi o Dia da Expiação. Sentei-me e li Levítico 16 e Hebreus 9 e 10. Li esses capítulos repetidamente. Abri a gramática grega e procurei as palavras. Tudo que eu lia indicava que Cristo entrou no Lugar Santíssimo por ocasião de Sua ascensão. Sem as visões de Ellen White, não podia situar o Dia da Expiação em 1844. A Bíblia claramente o situa em 31 AD.

Finalmente fui forçado a admitir, pelo esmagador peso da evidência, que a Sra. White não era uma profetisa de Deus. Isso me deixou arrasado. Fiquei doente e sobre uma cama por seis dias. Tornei-me deprimido e desanimado. Foram necessários vários meses antes de renunciar a minha condição de membro da IASD. Não podia mais apoiar uma organização que eu julgava não ter sido plenamente honesta a respeito do ministério de Ellen White.

Descobertas Posteriores

Descobri que não estava sozinho. Muitos ASD’s atuais e ex-membros da Igreja não crêem em Ellen White como profetisa. Muitos líderes da IASD estão cientes dos problemas com Ellen White, mas não discutem tais problemas com os membros da igreja. Os membros são deixados crendo numa mentira branca.

Há professores de teologia, pastores e estudantes que não crêem na mentira branca. Contudo, eles devem professar algum nível de crença nela a fim de manterem sua posição. Suponho que justificam sua falta de franqueza alegando que a leitura de Ellen White não causará mal algum.

Posso testificar de que esta é uma falsidade. Seguir todas as injunções da Sra. White pode não só causar tensão e desconforto desnecessários em sua vida, como de fato pode terminar custando sua própria existência. Como? Seguindo os extremos em regime alimentar e evitando médicos e remédios. Posso também testificar da perda na vida espiritual.

Quanto mais lia os “Testemunhos”, mais me punha a julgar e criticar e manter um espírito severo. Se julga que minhas atuais páginas no Web Site são demasiado duras, tenha misericórdia de mim. Deus está ainda operando para remover esse espírito de mim”.

O Que Faço Agora

Sinto-me feliz porque Deus revelou-me a verdade sobre Ellen White. Ainda cultuo a Deus no sábado, mas não mais creio ser o sábado o “selo de Deus” ou a marca de identificação do povo especial de Deus. Quando não estou visitando uma IASD, assisto na Igreja de Deus, observadora do sábado.

Incentivo as pessoas a seguirem a direção divina. Para mim, foi a decisão acertada. Pode não ser a decisão apropriada para você. Nunca me arrependi de ter saído da IASD.

Minha única queixa é que os líderes adventistas não me contaram a verdade sobre Ellen White Desejo disponibilizar-lhe informações sobre Ellen White que me custaram meses e meses de pesquisa para obter.

Desejo que tenha a oportunidade de examinar toda a evidência a fim de capacitar-se a tomar uma decisão bem fundamentada quanto à inspiração de Ellen White. A IASD tem prestado um desserviço ao seu povo por prover-lhe somente informações parciais sobre Ellen White. No dia em que a IASD começar a propiciar informações completas sobre ela, eu fecharei meu Web Site.

Que Deus abençoe você em sua caminhada com Ele.

Dirk Anderson

Nota do Tradutor (Azenilto Brito): Temos tradicionalmente sido ensinados que o “Selo de Deus” referido no Apocalipse seja o sábado, partindo de um verdadeiro raciocínio aristotélico: assim como na menção a um governante tem-se o seu nome ligado a um determinado título e o terrório sobre o qual governa (por exemplo: Elizabeth II, Rainha da Inglaterra) também o mandamento do sábado conteria esses três elementos: “O Senhor Deus, Criador do céu e da terra’, devendo, pois, ser entendido como esse “selo de Deus”. Contudo, o Novo Testamento em Efésios 1:13 diz de modo claro e objetivo qual é o selo de Deus sem necessidade de quaisquer especulações.

Fonte: http://nonegw.org/port/mystory.htm

3 comentários em “Operação “Nuvem Branca”: E-book grátis para download conta como a IASD tentou encobrir erros de Ellen White”

  1. Já faz alguns anos que Enis Meier tem mostrado quem foi EGW, em seu canal adventistas.net, agora, eu gostaria de saber qual é a posição do Editor deste canal, inclusive achei interessante estar promovendo a comercialização da Bíblia “branca”, da turma de Capitólio MG.
    Teria sido por interesses comerciais?

    1. Não há interesse comercial algum, irmão. Não temos qualquer vínculo e sequer conhecemos pessoalmente esses irmãos. Contudo, fazem parte da comunidade adventista e por isso recebem destaque, especialmente porque defendemos o livre exame e a livre interpretação das Escrituras, com liberdade de crença, opinião e expressão. Se pesquisar, verá que tratamos desses assunto relacionado às acusações de plágio, contato com Tiago White depois de morto e produção comercial de “mensagens inspiradas” em livros alheios, há quase vinte anos. Contudo, cremos nas visões que se harmonizam com a Bíblia, ainda que a irmã White e seu esposo possam ter falhado na interpretação destas.

      1. Caro editor, enquanto havia um maior número de seguidores do movimento adventista que eram oriundos da Conexão Cristã (não trinitariana) ela escreveu para atender esse público, conforme nos dois primeiros capítulos do livro “História da Redenção”.
        Depois, à medida em que começaram a chegar os seguidores oriundos de denominações trinitarianas, EGW passou a escrever formando base para o trinitarianismo.
        A teoria da trindade já contava com mais de 1500 anos, já era conhecida por todos os “cristãos” e estudiosos das crenças do cristianismo, agora qual era o “deus” de EGW???
        Certamente não era o Deus Onisciente, pois não a conduziu no caminho para esclarecer a quem se deve adorar.
        É bom lembrar que esse “deus” que não é Onisciente, tentou fazer com que o Divino Filho do Pai Eterno, quando assumiu a humanidade, o adorasse, e inclusive nas tentações, usou as sagradas palavras dadas ao povo que Deus escolheu.
        Portanto, o uso das sagradas escrituras, mesmo que seja em 90%, se tiver o propósito de iludir, isso é serviço do inimigo.
        EGW, veio de uma formação trinitariana, quando, convenientemente serviu, se não se tornou anti-trinitariana, ao menos escreveu como tal, mais tarde, oportunisticamente passou a promover conceitos trinitários.
        A adoração é, desde o princípio (Caim e Abel), algo que não pode ser praticada de acordo com interesses pessoais e humanos.
        Como que o Onisciente se prestaria a uma condução de absurdo, como advogam os defensores de EGW como “conhecimento progressivo”, sobre esse tema de quem é Deus.
        Essa postura dúbia em relação ao “oportunismo” dessa escritora, inclusive não respeitando escritos de outros escritores cristãos, como por exemplo copiar algo como um terço e colocar num livro intitulado “O Desejado de Todas as Nações”, sem o menor pudor, nem se dignando a destacar o que foi copiado e citado a fonte.
        O fato de alguém usar orientações de origem divina, absolutamente, não tornam tal pessoa guiada por Deus.
        Conforme já mencionado, o inimigo usou palavras de origem divina para tentar conduzir o Divino Filho, enquanto viveu como humano; e, tal uso, em absoluto não fez desse inimigo, alguém usado por Deus.

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