Convertido famoso tem direito a escolher um pastor famoso para batizá-lo?




Não deu certo com a Joelma do Calypso, nem com o Zé do Caixão. Por que daria certo agora?

Convertido famoso tem direito a escolher um pastor famoso para batizá-lo? Ou todos os candidatos e pastores sem iguais na igreja e diante de Deus, sem discriminação? Não seria o caso de simplesmente ignorar o pedido, ou decidir que o pastor mais simples e humilde do Campo fará o batismo? Ou será que a IASD está se aproveitando da suposta fama do batizado para fazer o seu marketing institucional? Terá ele que abandonar a fama? O que você acha?

Pinduca (registrado como Aurino Quirino Gonçalves) ou Rei do Carimbó estilizado (Igarapé-Mirim, 4 de junho de 1937) é um músico brasileiro, cantor e compositor de músicas no gênero e ritmo paraense de um Carimbó diferenciado do conhecido Carimbó de raiz, chamado “Carimbó Pau e Corda”. Pinduca, em suas composições, mistura referências de musicas típicas da América central, das Guianas e Suriname, países fronteiriços e/ou próximos ao Norte do Brasil. [WIKIPEDIA]

2 comentários em “Convertido famoso tem direito a escolher um pastor famoso para batizá-lo?”

  1. Nesse caso, irmão, não vejo nada de mais que alguém escolha ser batizado por um pastor que tenha contribuído para sua conversão. Isso não é incomum na igreja. Pode-se questionar a autenticidade da conversão (um julgamento temerário), mas o fato em sim é de somenos importância.

  2. Está sendo usado como garoto propaganda para atrair incautos para dentro do sistema. Será que vai parar de cantar música do “mundo como dizem os adventistas…ou agora vale tudo?

Deixe um comentário