“Vi que o Lula não tem jeito…” “Foi-me mostrado onde essa história de clonagem pode nos levar…”

Tudo começou com uma pergunta aparentemente simples à inteligência artificial: o que acontecerá no segundo turno das eleições presidenciais brasileiras? Mas, em vez de responder com pesquisas, porcentagens e previsões, a máquina resolveu nos mostrar uma história tão extraordinária que até os mais experientes analistas políticos teriam dificuldade para explicar.
O que apareceu diante de nossos olhos foi um misterioso laboratório de clonagem rápida, onde cientistas altamente especializados trabalhavam num projeto que parecia desafiar não apenas as leis da genética, mas também as da lógica, da política e do bom senso. Havia equipamentos sofisticadíssimos, experiências secretas, sucessivas tentativas de aperfeiçoamento e um controle de qualidade que, aparentemente, ainda deixava muito a desejar.
Tudo parecia cuidadosamente planejado. Mas uma operação inesperada colocou o projeto inteiro em risco. E quando os responsáveis acreditaram que a história havia terminado, descobriram que nem mesmo a mais avançada tecnologia consegue prever todas as consequências de uma experiência brasileira.
Acompanhe as cenas até o final. A última surpresa não estava nos planos de ninguém.

No princípio, era o Lula original. Mas, depois da primeira derrota presidencial, alguém resolveu investir em tecnologia: fabricar outro, de preferência com um pouquinho mais de cérebro…

Não fizeram apenas um. Produziram vários, todos com a língua presa, uma certa atração pela cachaça e aquele misterioso defeito de fabricação que faz o dinheiro público desaparecer…

E como ninguém confia plenamente num político, cada exemplar já saía da fábrica com uma cópia de reserva. Prevenção nunca é demais!

Os cientistas eram muito bem pagos para corrigir as falhas. O problema é que, a cada defeito eliminado, apareciam outros três. Parecia até reforma ministerial!

Alguns saíam mais magros. A equipe chamava isso de economia de matéria-prima…

Outros saíam um pouquinho mais velhos. Esses já vinham preparados para contar histórias de governos anteriores…

Depois de inúmeras tentativas, finalmente conseguiram um exemplar que parecia funcionar. Pelo menos enquanto não abria a boca…

Faltava apenas instalar as memórias, os discursos e o conteúdo cerebral. Essa última etapa era a mais delicada: o laboratório não podia correr o risco de exagerar na inteligência!

Começaram os testes. A equipe precisava verificar se o clone reconhecia os amigos, os adversários e, principalmente, o próprio número…

Aos poucos, as coisas foram se ajeitando. Já havia até quem garantisse que aquele era o melhor modelo produzido desde o primeiro!

Só que ninguém desconfiava de um pequeno detalhe: o FBI já estava de olho no laboratório. Nem os cientistas imaginavam que a clonagem tivesse despertado tanta curiosidade internacional!

Quando os agentes apareceram, os computadores entraram em pânico. Os cientistas também. Só os clones continuaram tranquilos: nenhum deles sabia exatamente o que estava acontecendo…

O laboratório foi interditado. As máquinas foram desligadas, os tanques lacrados e a produção suspensa. Pela primeira vez, não havia candidato de reposição disponível!

Quase todo mundo acabou preso. Até o responsável pelo controle de qualidade, que jurava não ter culpa pelos resultados da fabricação…

O caso, porém, foi tratado com absoluto sigilo. Afinal, como explicar que uma agência norte-americana tivesse encontrado uma fábrica de políticos brasileiros?

Era melhor não contar tudo. Já pensou a confusão se alguém começasse a dizer que os Estados Unidos estavam interferindo na política nacional?

Mas ninguém contava com a astúcia do Lula! Ou melhor, de um dos Lulas. Porque, naquela altura, nem os computadores conseguiam distinguir o original das cópias…

Sim, havia sobrado um! Esquecido no fundo do laboratório, como aquele produto que ninguém encontra no estoque até o dia seguinte ao inventário…

Era o Clone 07. Meio atrapalhado, um tanto desatualizado e com alguns circuitos funcionando por conta própria. Em compensação, tinha uma qualidade extraordinária: sabia improvisar!

E, ao contrário dos outros, estava solto! Sem assessores, sem marqueteiros, sem segurança e sem ninguém para avisar o que podia ou não podia dizer…

O Clone 07 decidiu que não se entregaria tão facilmente. Afinal, tinha acabado de nascer e ainda nem havia experimentado todas as vantagens da vida política!

Só havia um probleminha: o laboratório possuía um sistema de segurança que não aceitava conversa fiada. Pelo menos era isso que dizia o manual…

E não demorou para o fugitivo ser descoberto por um robô de última geração, programado para identificar, perseguir e capturar qualquer clone fora do tanque.

Sem ter por onde escapar, o Clone 07 resolveu recorrer à tecnologia mais antiga da política brasileira: a conversa. Se não podia vencer o robô, talvez conseguisse convencê-lo…

Foi então que descobriu uma falha imperdoável na programação da máquina: ninguém havia ensinado o robô a recusar uma cervejinha! E assim nasceu uma amizade que nem a inteligência artificial conseguiu explicar…

Depois de algumas cervejas e muitas confidências, os dois saíram abraçados, com um plano na cabeça. O robô já havia esquecido completamente sua missão. Agora queria conhecer Brasília!

O restante da história parecia fácil de imaginar. Um clone fugitivo, um robô traidor do próprio sistema e uma missão impossível. Faltava apenas descobrir quem estava enganando quem…

E o Clone 07 deu mais um jeitinho! Convenceu o robô de que fugir não era desobedecer às ordens, mas realizar uma operação especial de reconhecimento do território brasileiro…

Começou então a mais improvável viagem da história política nacional: um presidente de laboratório e um robô de segurança, ambos sem autorização para sair, caminhando alegremente rumo ao desconhecido…

Com a tecnologia agora trabalhando a seu favor, o Clone 07 já nem parecia preocupado com a contagem dos votos. O robô lhe garantira que, no caminho para Brasília, bastaria fazer uma paradinha estratégica para conferir uns números…

E lá estavam os dois, chegando a Brasília! O Clone 07 sonhava com o Palácio do Planalto, enquanto o robô calculava quanto tempo precisaria para aquela paradinha. Afinal, na ficção científica brasileira, até resultado eleitoral pode precisar de uma atualização de última hora…

Agora é acompanhar o resultado neste domingo à noite. A inteligência artificial não revelou quem vence, mas garantiu que o robô já pediu uma cadeira no ministério da Ciência e Tecnologia!

Quanto ao Clone 07, só Deus sabe o que acontecerá. Afinal, numa história em que até um robô pode mudar de lado por causa de uma cervejinha, qualquer previsão eleitoral merece uma boa dose de desconfiança!
Epílogo — A colinha do Adventistas.com

Depois de tanta tecnologia, clones, conspirações imaginárias e inteligência artificial, chegamos à grande revelação: por mais sofisticado que seja o laboratório, continua impossível fabricar um eleitor que concorde com todo mundo!






“O que a IA nos revelou”
A IA não ‘revelou’ nada. O título deveria ser: “Leia a estória que eu criei através da IA”.
Sobre o futuro da direita, da esquerda etc., a Bíblia já revelou o suficiente. Que tudo é o mesmo lixo, mas, que no final, ‘Deus’, família, valores cristãos etc. serão a grande arma do diabo. E não clonagem, transumanismo e toda essa conversa digna de ficção científica/religiosa da Record.
Miriam Porcão, que surpresa! Até ontem, você desqualificava nossos textos dizendo que eram criações da inteligência artificial. Hoje, diante de uma sátira produzida justamente com inteligência artificial, ficou tão indignado que resolveu atribuir pessoalmente ao autor até as brincadeiras que não conseguiu compreender. Afinal, quem escreve nossos textos: a IA, quando você não gosta deles, ou nós, quando você não entende a piada?
Sua descoberta de que a IA não recebeu uma revelação divina é realmente extraordinária… Parabéns! Mas a melhor parte ficou para o final. Você conseguiu transformar uma história de humor numa tese segundo a qual Deus, a família e os valores cristãos serão a grande arma do diabo. Que raciocínio admirável!
Nós desenvolvemos e ilustramos um roteiro insano e simplório num laboratório de clonagem rápida, mas você conseguiu fabricar uma teologia ainda mais fantástica, na qual até os valores cristãos aparecem como armamento de Satanás. E depois acusa nossa história de parecer ficção religiosa!
Miriam, da próxima vez, antes de combater uma piada como se fosse uma heresia, experimente primeiro entendê-la. E não se preocupe: se a inteligência artificial algum dia conseguir fabricar senso de humor em laboratório, prometemos avisar. Pelo seu comentário, já identificamos um excelente candidato para os primeiros testes.