#AMelhorAventura #LaMejorAventura Associação Geral aprovou uso de “machadão” LGBT no V Campori 2019

Barretos, SP, como todo mundo sabe, é a capital brasileira do culto ao touro. e o estádio onde o Campori 2019 da Divisão Sul-Americana da Igreja adventista do Sétimo Dia foi realizado é dedicado a essa prática de culto que alguns entendem como esporte. Colocado sob suspeita por aqueles que combatem os maus-tratos a animais, o rodeio levou a morte mais de uma dezena de jovens pais de família somente no ano passado nas competições realizadas por todo o país.

Enfrentar a fúria do touro cujos testículos são pressionados para que reaja saltando equivale a enfrentar nos dias de hoje a figura mitológica do minotauro Deusmonstro que teria sido responsável pela morte de centenas de vítimas que se aventuraram a enfrentá-lo na armadilha do labirinto. E a arma utilizada por essa besta fera era exatamente um labrys machado de duas lâminas idêntico ao confeccionado é usado com autorização da Associação geral nas cerimônias de abertura das edições alfa e Ômega do quinto campori 2019 realizado pela DSA em Barretos, sp, evento que reuniu mais de 100 mil crianças e adolescentes da Igreja adventista do Sétimo Dia.

Apenas essa informação já deveria ser suficiente para que a liderança sul-americana de desbravadores sequer cogitar a possibilidade de usar uma arma amaldiçoada como essa como símbolo do evento para bucal se pediu a benção de Deus.

Aliás, a divindade que se costuma invocar naquele recinto para proteção contra os poderes do touro costuma ser a rainha dos céus, padroeira do Brasil, nossa senhora Aparecida.

O parque do peão de Barretos local de eventos dedicado a essas duas divindades o touro e a rainha do céu. O culto ao touro era praticado no Egito e dele resultou a adoração do bezerro de ouro logo após a libertação dos hebreus. A mesma figura do touro era usada na representação do deus Moloque, cuja estátua Metallica, esculpida com os braços estendidos, era usada era usada como uma espécie de fornalha ou churrasqueira para sacrifício de crianças em rituais pagãos. Hora nossos pastores todos sabem disso e não se importaram em dedicar essas 100 mil crianças Ah esse Deus. Pior será se houverem agido dessa forma intencionalmente.

Nossos filhos sobrinhos e netos foram dedicados ao Deus do labirinto o Deus que provoca a desorientação e a perdição por caminhos sem saída e ao final mata suas vítimas. A palavra labirinto deriva de labrys que é o nome dessa arma usada pelo minotauro e que também representa as deusas lésbicas da Grécia.

Participantes do V Campori se referiam a Udolcy Zukovcki como “Pas Thor”, numa alusão ao deus filho de Odin, aquele do martelo gigante:

Clique neste link para ver:
https://www.facebook.com/memesdecampori/videos/2247049508904106/

Saiba mais

De todo os símbolos religiosos da antiga Creta, o Labrys era o mais sagrado. Machados duplos estilizados abençoavam os santuários, casas e palácios Cretenses.

O Labrys encontrado em representações Minoanas antigas da Deusa Mãe onde seu simbolismo está diretamente relacionado ao labirinto. A palavra labirinto significa “Casa do Labrys”, invocando a presença da Deusa e seu poder regenerador. A palavra “Labrys” também está relacionada a mesma raiz do latino labus, que significa lábios e liga o machado de dois gumes diretamente ao orgão sexual feminino.

A Casa do Labrys, então, é literalmente o santuário que inclui o ícone do poder criativo da mulher. O labirinto é o corpo da Deusa, o centro dele é o seu útero.

Em sua origem, o labirinto se refere ao Palácio de Cnossos em Creta, um edifício decorado ricamente com o símbolo do Labrys. Nele danças sagradas eram performadas por mulheres, que percorriam um longo caminho que conduzia ao centro do Palácio e para fora dele novamente, evocando o tema do nascimento, vida e morte.

Baseados nesta simbologia podemos deduzir que o Labrys representa a Deusa, transformando morte em vida. O machado também reitera a forma da borboleta e sua capacidade de se transformar de uma lagarta dentro de um casulo numa criatura alada, livre. O crescente aberto da extremidade superior do machado nos remete ao arco dos tubos uterinos, se encurvando do útero em direção aos ovários.

Símbolos semelhantes ao Labrys aparecem em objetos religiosos escandinavos, africanos e gregos onde é freqüentemente um símbolo feminino, provavelmente lunar em sua origem.

O Labrys representa a Deusa Mãe, assegurando o desenvolvimento da humanidade em seus braços. As lâminas do machado podem ser interpretadas como crescentes lunares e os braços da Deusa, protegendo e transformando os ciclos da vida

O Labrys também está diretadamente ligado às Amazonas, uma sociedade mítica de mulheres guerreiras cultuadoras de Ártemis que jamais se submeteram às vontades masculinas e valores da cultura patriarcal. Dentre todos os instrumentos de guerra o Labrys era o seu preferido. Mitos sobre as Amazonas são encontrados na Grécia antiga, Roma, África, Ásia Minor e Creta. A palavra a Amazona tem sido traduzida largamente como “igual aos homens”, evocando em nossa mente poderosos simbolismos de reivindicação de igualdade nos direitos entre homens e mulheres. Assim, o Labrys pode ser interpretado como um símbolo de busca pela verdade feminina e hoje é freqüentemente usado como um sinal de identidade e solidariedade entre o movimento feminista.

Tradição Diânica Nemorensis

É associada a várias Divindades Femininas da mitologia greco-romana, como Gaia, Réa, Ártemis, Diana e aparece também em outros lugares do mundo, como na Índia e no Egito. Labrys é ainda hoje, um símbolo maior de afirmação do feminino.

A machadinha NÃO é um símbolo cristão!

Fontes:

http://sagrado-feminino.blogspot.com/2010/01/labrys-machado-da-deusa.html

https://www.labrys.net.br

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