Jornalista argentino denuncia crimes do Papa Francisco, apontado como o Anticristo




O documentarista Nicolás Morás (Francisco: El Jesuita, 2020) publicou no vídeo copiado e postado acima a carta que lhe foi enviada pelo arcebispo Carlo María Vigano, ex-núncio apostólico do Vaticano nos Estados Unidos, em relação ao Papa Francisco, os escândalos de corrupção e o árduo clima que atravessa a Igreja Católica e toda a humanidade. Pouco tempo de depoid, viu-se oibrigado a retirar o vídeo, depois que Vigano se retratou, desmentindo tudo que lhe dissera antes.

AVISO: “Este vídeo se limitava a reproduzir o e-mail de Vigano em espanhol com sua autorização, não compartilhamos a visão religiosa do assunto, embora consideremos Bergoglio um dos personagens mais malignos e nocivos de nosso tempo,” havia escrito Morás.

Novo vídeo:




VÍDEO EXCLUÍDO — EXPLICAÇÃO




Com absoluta perplexidade, acabo de saber que monsenhor Carlo María Vigano nega ter escrito o e-mail que recebi, de um endereço regular, que me enviou documentos verdadeiros, que foram coligidos e validados por mim e por pares repetidas vezes desde meados do ano 2020. Monsenhor Vigano não só nega a autoria do mesmo, mas ter estabelecido tal contato.

Além da situação intrigante, considero várias hipóteses a esse respeito que já comecei a investigar. Por meio de um porta-voz autorizado, Vigano expressou a vontade de cessar a divulgação do vídeo e concordo porque, neste contexto, presumo a veracidade de suas afirmações a respeito da carta, entendendo o poder de manipulação de nossos inimigos comuns.

Eu pessoalmente estendo o pedido para aqueles que replicaram o material. Como expressei no vídeo em questão, dias atrás o padre Georg Gänswein escreveu que todas as informações que prestou ao grupo de jornalistas que trabalharam no assunto estavam incorretas e exigia a cessação das comunicações, agora aparecendo em fotos com Jorge Bergoglio, sorrindo, como se nada tivesse acontecido, o que me remete à dolorosa atitude de numerosos comunicadores, advogados e figuras públicas argentinas que, após terem denunciado sistematicamente a entrega dos padres à ditadura de Bergoglio, apagaram com o cotovelo o que escreveram com a mão para razões políticas desde o dia em que chegou ao Vaticano.

Pelo que eu sei, Vigano nunca empreendeu esse tipo de conduta, enfrentando bravamente o aparato de propaganda da Okupa, ganhando a justa reputação de incorruptível. Para o que devo sublinhar a extrema intensificação das interferências nas comunicações entre as nossas fontes e os poucos investigadores que abordam a trajectória negra e as acções criminosas do actual Pontífice. Obviamente, existem pessoas muito poderosas que se sentem ameaçadas.

Continuaremos informando, Nicolás Morás




https://www.youtube.com/watch?v=9YXcHbwvtNA

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