Líderes religiosos foram avisados para ‘se prepararem agora’ para a divulgação de informações sobre OVNIs, que poderão desencadear revelações que mudarão a Bíblia.
O pastor Perry Stone (na foto) revelou que outros líderes religiosos teriam sido convidados para uma reunião com autoridades governamentais para discutir a divulgação de informações sobre OVNIs.
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Pastores influentes afirmam ter recebido ordens para preparar seus seguidores para revelações chocantes sobre OVNIs, que podem abalar a crença na Bíblia.
Perry Stone, um conhecido evangelista, autor e professor bíblico do Tennessee , alertou que outros pastores foram recentemente convidados para uma reunião secreta com oficiais da inteligência americana para preparar a divulgação de arquivos secretos sobre extraterrestres .
Segundo Stone, as autoridades alertaram um pequeno grupo de pastores com grande influência na comunidade cristã de que o governo estava prestes a divulgar relatórios e possivelmente vídeos de extraterrestres e naves espaciais que não eram deste planeta.
No vídeo publicado em seu canal no YouTube em 27 de abril , o evangelista afirmou que pastores foram informados sobre a existência de criaturas “reptilianas”, OVNIs e materiais de origem não humana, além de “outras coisas que parecem saídas de um filme de ficção científica”.
Em 19 de fevereiro, o presidente Trump ordenou ao Pentágono e ao secretário de Guerra, Pete Hegseth, que divulgassem todas as informações que o governo possui a respeito de OVNIs e vida extraterrestre .
Na semana passada, Trump disse que os primeiros arquivos seriam divulgados “muito, muito em breve” e conteriam algumas coisas “muito interessantes” para o público.
No entanto, autoridades presentes nessa reunião secreta alegaram que as informações que estavam a caminho poderiam levar alguns cristãos a questionar a criação do universo e até mesmo a perder a fé na religião.
Stone disse: “Haverá pessoas que dirão que, se existem galáxias e supostamente outras criações nessas galáxias, então toda a história da criação é um mito, e haverá pessoas que apostatarão e se afastarão da fé cristã porque não terão resposta para o que estão prestes a ouvir.”
Stone também afirmou no vídeo de 27 de abril que funcionários do governo alertaram esses líderes religiosos de que pessoas não cristãs poderiam entrar em pânico e recorrer às igrejas em busca de respostas.
“Eles vão surtar e vão procurar pastores, ministros e professores, perguntando: ‘O que é isso? Isso é real mesmo?'”
A reunião relatada contou com a presença de aproximadamente seis líderes cristãos, incluindo o Bispo Alan DiDio, da Igreja Revival Nation, que confirmou sua participação no encontro extraordinário.
DiDio disse: “Parece que meia dúzia de pessoas estavam reunidas em um Airbnb nas montanhas do Tennessee discutindo uma investigação em andamento no governo dos Estados Unidos sobre crimes que cometeram no processo de recuperação e engenharia reversa de tecnologia de inteligência não humana.”
“A reunião também abordou o plano de propaganda que estava em vigor antes da divulgação”, acrescentou o pastor em uma transmissão ao vivo no YouTube em 7 de março.
Outro participante relatado, o evangelista e podcaster americano Tony Merkel, acrescentou que os funcionários do governo que realizaram a reunião expressaram preocupação com o impacto da divulgação de informações sobre OVNIs na religião organizada.
Merkel disse: “Entrei em contato com esses caras há mais de um ano e tenho mantido contato com eles, me comunicando com eles, e o desejo deles é preparar o corpo de Cristo para o que está por vir.”
“Esses caras fazem parte de, digamos, uma equipe de cristãos em operações de inteligência, e seu objetivo inicial era coletar evidências e dados sobre o que realmente acontece nos bastidores da comunidade de divulgação.”
Cuidado com relatórios governamentais enganosos que estão prestes a ser divulgados! | Perry Stone
Fonte: https://www.msn.com/en-in/news/world/
Quando o Céu For Redefinido Pela Terra: O Último Teste de Fidelidade
Alguns pastores cristãos americanos afirmam ter sido alertados sobre possíveis divulgações oficiais envolvendo OVNIs e inteligências não humanas, interpretando esse cenário não como simples descoberta científica, mas como um evento capaz de provocar uma crise espiritual global. O argumento central apresentado é que uma revelação desse tipo poderia ser usada para enfraquecer a confiança na narrativa bíblica da criação, levando muitos cristãos a reinterpretarem sua fé à luz de uma nova cosmologia legitimada por governos, mídia e ciência.
Dentro do contexto das denúncias feitas por Esteban Bohr e David Gates, isso ganha um peso ainda maior. Porque os dois já vêm alertando que setores da estrutura adventista estariam gradualmente abandonando interpretações bíblicas literais para acomodar pressões culturais, acadêmicas e institucionais. Segundo essa leitura, um anúncio global sobre extraterrestres não encontraria uma igreja totalmente firme e homogênea, mas uma estrutura já tensionada por debates sobre criação, autoridade bíblica, influência externa e adaptação institucional.
A preocupação levantada é que, diante de um consenso mundial envolvendo governos e organismos internacionais, a tendência institucional poderia ser reagir com cautela diplomática em vez de confronto profético direto. Isso abriria espaço para reinterpretações teológicas progressivas — exatamente o processo que Bohr denuncia quando fala sobre “trocar a verdade pela mentira”. Nesse cenário, a questão deixaria de ser apenas “existem extraterrestres?” e passaria a ser: a Igreja Adventista manteria sua leitura espiritual tradicional sobre anjos, demônios e o conflito cósmico, ou começaria a adaptar sua linguagem para se alinhar ao novo paradigma global?
É justamente daí que nasce a pergunta:
Como a Associação Geral da IASD irá reagir ao anúncio oficial da presença e participação de extraterrestres na administração do mundo?
Porque, se as denúncias desses pastores estiverem corretas, esse evento não seria apenas uma notícia extraordinária — seria o maior teste já enfrentado pela estrutura doutrinária e institucional adventista moderna.
Nós não estamos diante de um cenário comum. Não estamos lidando com mais uma pauta passageira, nem com uma discussão periférica que pode ser acomodada com discursos diplomáticos e notas oficiais cuidadosamente redigidas.
O que se desenha diante de nós — e que muitos ainda insistem em tratar como hipótese distante — é um ponto de ruptura. Um daqueles momentos raros na história em que a verdade não apenas é questionada, mas é substituída em escala global, com respaldo político, científico e midiático.
E se esse momento chegar sob a forma de um anúncio oficial — governos afirmando a existência e até mesmo a cooperação com inteligências extraterrestres — então não estaremos diante de uma curiosidade cósmica. Estaremos diante de um teste direto, frontal e inescapável àquilo que dizemos crer.
Nós já fomos avisados. E não por vozes externas, não por críticos ocasionais, mas por homens que conhecem a estrutura por dentro, que caminharam pelos corredores institucionais, que ensinaram, pregaram e defenderam esta fé por décadas.
Quando ouvimos alertas sobre a substituição da verdade pela mentira, sobre a reinterpretação progressiva das Escrituras, sobre a pressão cultural moldando a teologia e sobre a influência silenciosa de estruturas financeiras externas, nós não podemos fingir que se trata de exagero. O terreno já está sendo preparado. A questão agora não é se seremos testados. É como responderemos quando o teste vier com força total.
Não é sobre extraterrestres — é sobre autoridade
Precisamos dizer isso com todas as letras: a questão não é a existência de vida fora da Terra. A questão é quem define a realidade. Porque, no momento em que uma autoridade global — governos, instituições científicas, organismos internacionais — se levanta para declarar oficialmente que existem inteligências não humanas interagindo com a humanidade, nós seremos confrontados com uma escolha que não admite neutralidade.
Ou aceitaremos essa narrativa dentro da estrutura que já nos está sendo oferecida, ou a submeteremos àquilo que sempre afirmamos ser nossa autoridade final: a Palavra de Deus.
Mas aqui está o ponto que nos inquieta profundamente: nós já estamos vendo, dentro das próprias instituições que deveriam defender essa autoridade, um movimento contínuo de flexibilização.
A Escritura já não é tratada como limite intransponível. Ela é reinterpretada, ajustada, contextualizada até o ponto em que sua clareza original começa a se dissolver. E se já estamos cedendo em temas fundamentais como criação, identidade e moralidade, o que nos faz acreditar que resistiremos quando a pressão vier com o peso de uma narrativa global legitimada por ciência e poder político?
O terreno já foi preparado — e nós sabemos disso
Nós não estamos começando do zero. Quando se denuncia que universidades adventistas estão ensinando evolução não como hipótese a ser examinada, mas como estrutura válida para explicar a origem da vida, o que está sendo dito, na prática, é que a base da nossa cosmovisão já está sendo reconfigurada.
E não se trata apenas de um debate acadêmico. Trata-se de remover o fundamento literal da criação e, com ele, enfraquecer o próprio significado do sábado, que sempre foi apresentado como memorial de um ato real, histórico, objetivo.
Se aceitamos que Gênesis pode ser reinterpretado à luz de consensos científicos, então já aceitamos o princípio de que a revelação divina pode ser ajustada para acomodar pressões externas. E uma vez que esse princípio é aceito, não há mais limite claro.
Hoje é a criação. Amanhã será a natureza dos anjos. Depois, a realidade dos demônios. E quando nos dermos conta, estaremos diante de uma nova linguagem — sofisticada, acadêmica, aparentemente coerente — que nos dirá que aquilo que a Bíblia descreve como espiritual talvez deva ser compreendido de outra forma.
É exatamente aqui que um anúncio global sobre “extraterrestres” encontraria terreno fértil. Porque não chegaria a uma igreja firmemente ancorada na literalidade da revelação, mas a uma estrutura já tensionada, já acostumada a negociar significados, já treinada a dialogar com paradigmas externos em vez de confrontá-los.
A tentação da adaptação institucional
Nós precisamos ser honestos: instituições não pensam apenas em termos de verdade. Elas pensam em termos de sobrevivência, relevância, inserção global. E quando se levanta a denúncia de que há dependência financeira de fontes externas, de que há parcerias com estruturas que operam sob outros princípios, o que está sendo exposto é um ponto de vulnerabilidade. Porque toda dependência gera pressão. E toda pressão, ao longo do tempo, exige adaptação.
Se um cenário global se estabelece onde governos, agências internacionais e estruturas de financiamento passam a operar dentro de uma nova compreensão da realidade — incluindo a aceitação de inteligências não humanas como parte do cenário político e científico — nós realmente acreditamos que instituições dependentes dessas redes manterão uma postura de confronto aberto? Ou tenderão a adotar uma linguagem mais cautelosa, mais diplomática, mais alinhada com o consenso dominante?
Não estamos falando de traição consciente. Estamos falando de um processo muito mais sutil e, por isso mesmo, mais perigoso. A linguagem muda primeiro. Depois, as ênfases. Depois, as omissões. E quando percebemos, aquilo que antes era declarado com clareza passa a ser tratado com silêncio estratégico.
O silêncio que fala mais alto que qualquer declaração
Talvez o sinal mais revelador não seja o que será dito, mas o que deixará de ser dito. Porque, diante de um anúncio dessa magnitude, o que se espera de uma igreja que afirma crer na realidade literal do conflito entre Cristo e Satanás? Espera-se clareza. Espera-se coragem. Espera-se uma leitura espiritual direta. Mas o que acontecerá se, em vez disso, ouvirmos apenas cautela? Se, em vez de uma interpretação profética, recebermos notas neutras, abertas, evitando qualquer conclusão que possa gerar atrito com o discurso dominante?
Esse silêncio não será neutro. Ele será interpretativo. Ele dirá, sem palavras, que a instituição escolheu não confrontar. E essa escolha, ainda que apresentada como prudência, terá implicações profundas para todos que observam e procuram orientação.
O risco da substituição total da cosmovisão
Se aceitarmos, mesmo que gradualmente, a narrativa de que inteligências extraterrestres fazem parte da realidade com a qual precisamos aprender a conviver, então inevitavelmente teremos que redefinir categorias que sempre foram centrais para nossa fé. Onde entram os anjos nesse novo cenário? Onde entram os demônios? O que acontece com a linguagem bíblica que descreve manifestações espirituais em termos claros, diretos, pessoais?
O que está em jogo não é apenas um novo elemento a ser integrado à nossa compreensão do mundo. É a substituição de uma cosmovisão inteira. É trocar uma leitura espiritual da realidade por uma estrutura que, mesmo ampliada, permanece fundamentalmente materialista. E isso não pode ser feito sem consequências teológicas devastadoras.
Não podemos fingir que não fomos avisados
Nós não temos o direito de dizer que fomos pegos de surpresa. Os alertas estão sendo feitos. As tensões estão sendo expostas. As contradições estão vindo à tona. E cada vez que escolhemos tratar isso como exagero, como radicalismo, como desconforto desnecessário, estamos, na prática, adiando um confronto que inevitavelmente virá.
O momento que se aproxima — seja ele exatamente como descrito ou não — será um divisor. E divisores não criam realidades novas. Eles revelam o que já estava lá. Revelam quem está disposto a permanecer firme, e quem já vinha, há muito tempo, negociando silenciosamente os limites da própria fé.
O chamado que não pode ser delegado
Não podemos transferir essa responsabilidade para líderes, instituições ou comissões. Essa decisão é nossa. É pessoal. É intransferível. Porque, no fim, não será uma estrutura que responderá diante de Deus pelo que acreditamos. Seremos nós. Individualmente. Com tudo o que vimos, ouvimos e escolhemos fazer com isso.
Se a verdade for colocada diante de nós — seja por meio da Escritura, seja pelo contraste com uma narrativa global que a contradiz — não haverá espaço para neutralidade confortável. Ou permaneceremos ancorados naquilo que sempre afirmamos ser imutável, ou nos adaptaremos àquilo que parece inevitável.
E é precisamente aqui que o teste se revela em sua forma mais pura: não como um debate sobre extraterrestres, mas como uma decisão sobre fidelidade. Porque, no final, a pergunta não será “o que disseram os governos?”, nem “o que afirmou a ciência?”, mas algo muito mais direto e impossível de contornar: O que nós fizemos com a verdade que dizíamos possuir?
