Cosmologia bíblica no Evangelho de Marcos e Cartas de Pedro — Parte 1

Algumas décadas após a ressurreição de Jesus Cristo, entre o primeiro e o início do segundo século da Era Cristã, quando o Noto Testamento estava apenas começando a ser formado, muitos tiveram o privilégio de ouvir o Evangelho diretamente dos apóstolos ou de seus primeiros conversos. Como ainda não existiam gravadores de voz e imagem, Papias foi um dos que não apenas ouviram, mas tomaram nota do que diziam…

Você sabe quem foram Papias, Policarpo e “João, o presbítero”? Bem, Papias foi um escritor do começo do século II e um dos primeiros líderes da igreja cristã, canonizado como santo. Eusébio de Cesareia o chama de bispo de Hierápolis (atualmente Hierápolis-Pamukkale, Turquia), que fica a 22 km de Laodiceia e Colossos (ver Colossenses 4:13).

Suas “Interpretações dos Provérbios (ou Frases) do Senhor” (Logion Kuriakou Ecsegéseis) em cinco volumes fizeram dele uma das primeras autoridades na “exegese” ou interpretação das palavras de Jesus, algumas das quais são registradas nos Evangelhos, enquanto outras teriam sobrevivido apenas nas memórias dos ouvintes originais.

Entretanto, a obra não sobreviveu e só é conhecida através de fragmentos citados por escritores posteriores, como Ireneu de Lião em “Contra as Heresias” e mais tarde por Eusébio em “História Eclesiástica”, a primeira história da sobrevivência da Igreja primitiva.

Ireneu diz que Papias foi companheiro de Policarpo, consequentemente discípulo do apóstolo João. Conforme a tradição, Papias foi martirizado junto com Policarpo mo ano 155.

Policarpo de Esmirna (69 – 155) foi um bispo da igreja de Esmirna do século II. De acordo com a obra “Martírio de Policarpo”, ele foi apunhalado quando estava amarrado numa estaca para ser queimado-vivo e as chamas milagrosamente não o tocavam. Por isso, é considerado um mártir e um santo por diversas denominações cristãs.

Policarpo, como dissemos acima, havia sido discípulo do apóstolo João. Por essa razão, Ireneu considerava a memória de Policarpo como sendo uma ligação direta com o passado apostólico. Ele relata quando e como ele se tornara cristão e, em sua epístola a Florinus, afirmou ter visto e ouvido Policarpo pessoalmente na Ásia Menor.

Ireneu registra também ter ouvido o relato de uma conversa de Policarpo com “João, o Presbítero” (ou “João, o Ancião”) e com outros que haviam visto Jesus. E reporta que Policarpo se convertera pelas mãos dos apóstolos e por eles teria sido consagrado bispo. Segundo Jerônimo, Policarpo foi evangelizado pelo apóstolo João.  Há controvérsias na identificação da obscura figura de “João, o Presbítero” (ou “João, o Ancião”), o qual geralmente é identificado como sendo o mesmo “João, o Evangelista”, “João, o Apóstolo” e “João, o vidente de Patmos”.

A Bíblia não dá detalhes sobre a duração das atividades de João na Judeia. Segundo a tradição, ele e outros apóstolos permaneceram por cerca de doze anos na região, até que a perseguição de Herodes Agripa I levou à dispersão dos apóstolos por todas as províncias romanas (Atos 12:1-17).

Segundo a tradição, João seguiu para Éfeso, onde já havia uma comunidade messiânica liderada por Apolo (citado em I Coríntios 1:12), todos discípulos de João Batista convertidos por Áquila e Priscila. Lá, teria escrito as três epístolas atribuídas a si. Posteriormente, durante as perseguições do imperador Domiciano, foi banido para a ilha grega de Patmos, depois de ter sido lançado em óleo quente em Roma e ter escapado ileso, um milagre que teria convertido todos os observadores da tentativa de execução perto da Porta Latina, na Muralha Aureliana.. 

Segundo a tradição, em 92, João teria sido imerso em óleo quente pelo próprio imperador romano Domiciano e sobreviveu ileso enquanto a multidão gritava para que ele fosse poupado. Domiciano condenou-o então ao exílio na pequena ilha de Patmos, onde o apóstolo teria escrito o Apocalipse.

Ainda segundo a tradição, depois disto, ele teria viajado para Éfeso.  Já em idade avançada, João treinou Policarpo, que se tornaria bispo de Esmirna e, junto com Papias, levaria a mensagem de João (“João, o Ancião”?) e os outros apóstolos para as gerações futuras. 

Papias, discípulo de João e companheiro de Policarpo, não afirma ter sido ouvinte de todos os santos apóstolos ou tê-los conhecido pessoalmente. Contudo, alega ter recebido a fé daqueles que foram íntimos dos próprios apóstolos. Por outro lado, conta ter sido ouvinte pessoal de “João, o presbítero” (ou “João, o Ancião”). 

Assim, Papias teria sido o primeiro a investigar e registrar as origens dos cristianismo. Sua obra, em cinco volumes, foi escrita por volta do ano 130, baseada, principalmente, na tradição oral dos discípulos e apóstolos. Ele apresenta uma coleção de ditos, sentenças e feitos de Jesus e de seus discípulos. Trata ainda da origem dos evangelhos de Mateus e Marcos, que é o nosso assunto neste texto.

Sobre o Evangelho de Mateus, Papias diz o seguinte:

“Mateus reuniu, de forma ordenada, na língua hebraica, as sentenças [de Jesus] e cada um as interpretava conforme sua capacidade”.

E em relação ao Evangelho de Marcos, Papias assegura:

“O presbítero [ou “João, o Ancião”] também dizia o seguinte: ‘Marcos, intérprete de Pedro, fielmente escreveu — embora de forma desordenada — tudo o que recordava sobre as palavras e atos do Senhor. De fato, ele não tinha escutado o Senhor, nem o seguido. Mas, como já dissemos, mais tarde seguiu a Pedro, que o instruía conforme o necessário, mas não compondo um relato ordenado das sentenças do Senhor. Portanto, Marcos em momento algum errou ao escrever as coisas conforme recordava. Sua preocupação era apenas uma: não omitir nada do que havia ouvido, nem falsificar o que transmitia’.” — Papias, mencionado por Ireneu e também citado por Eusébio, em História Eclesiástica (São Paulo: Paulinas, 1995).

Portanto, a tradição do século II atribuiu a autoria do segundo evangelho sinótico a Marcos Evangelista, também conhecido como João Marcos, um judeu que, embora muito jovem na época do ministério de Jesus, converteu-se bem cedo e teria sido uma espécie de secretário dos Apóstolos, tendo trabalhado com Barnabé e Paulo, e conhecido Pedro desde a adolescência.

O registro de toda a história de Jesus Cristo em livros foi a solução encontrada para divulgar e preservar o Evangelho. Quatro deles, escritos por Mateus, Marcos, Lucas e João foram incluídos no cânon bíblico como documentos confiáveis.

E quem foi Marcos?

Segundo a tradição cristã, Marcos era ainda menino quando os fatos da morte e ressurreição de Jesus aconteceram, Ele pertencia a uma das primeiras famílias cristãs da cidade de Jerusalém. Não chegou a ser discípulo de Jesus, mas conheceu o Mestre. Acredita-se que foi em sua casa que Jesus celebrou a ceia Pascal e instituiu a Santa Ceia. Foi também em sua casa que cerca de cento e vinte pessoas receberam o Espírito Santo no dia de Pentecostes. Por isso, sua casa passou a ser conhecida como Cenáculo, que significa “local de reunião”.

Assim, ainda juvenil, Marcos viu seu lar ser transformado no ponto de encontro dos cristãos de Jerusalém. Ali, passou a ser o local de reunião dos apóstolos e de todos os cristãos primitivos. A Tradição diz também que Marcos foi batizado por Pedro, de quem ele era discípulo.

Mais tarde, quando jovem, Marcos foi com Pedro para Roma. Lá, ainda jovem, começou a preparar seu escrito sobre a vida de Jesus, que viria a se tornar o Segundo Evangelho. Em Roma, Marcos também prestou serviços a Paulo, quando este estava preso pela primeira vez. Seus préstimos foram de tão grande ajuda que, quando foi preso novamente, Paulo escreveu uma carta a Timóteo pedindo que este levasse seu precioso colaborador, Marcos, até Roma, para ajudá-lo na missão apostólica. 

O Evangelho escrito por Marcos é mais curto que os demais (Mateus, Lucas e João). Porém, traz uma visão muito especial, aquela de quem acompanhou a paixão e os sofrimentos de Jesus quando era apenas um menino. A tônica do Evangelho de Marcos está em demonstrar a glória de Deus que nos foi revelada em Jesus e Sua missão.

Marcos escreveu atendendo ao pedido dos fiéis de Roma. Com efeito, ele tinha todo o conteúdo sobre a vida de Jesus, recebido diretamente do apóstolo Pedro. E, Pedro, além de aprovar o manuscrito, ordenou que sua leitura fosse feita em todas as igrejas. Assim começou a se espalhar o Evangelho de Jesus Cristo, segundo Pedro e registrado por Marcos. 

O jovem evangelista tinha a fé cristã em seu DNA. Além de ser filho de Maria de Jerusalém, que cedeu sua enorme casa para a Igreja nascente, era também sobrinho de Barnabé, que foi grande companheiro de são Paulo em viagens missionárias pelo Oriente Médio e Europa. Por isso, ele certamente conheceu todos os apóstolos e todos os grandes evangelizadores da igreja primitiva.

Levando seu manuscrito do Evangelho, Marcos partiu em missão apostólica própria, depois da morte de Pedro e de Paulo. Segundo a Tradição, ele foi pregar na ilha de Chipre. Em seguida, teria ido para a Ásia Menor e, depois, ao Egito. Lá, pregou especialmente em Alexandria. Nessa cidade, fundou uma das igrejas que mais cresceram e foi uma das principais sedes do cristianismo primitivo.

A história cristã registra que Marcos foi martirizado numa festa de Páscoa, justamente quando celebrava o “partir do pão”, que era como os primeiros cristãos chamavam a celebração da santa ceia. Diz a tradição que os pagãos da cidade colocaram uma corda à volta de seu pescoço e o arrastaram pelas ruas até que estivesse morto.

Fonte: https://cruzterrasanta.com.br/historia-de-sao-marcos-evangelista/378/102/

O Evangelho de Marcos

Para os Pais da Igreja citados acima, o Evangelho de Marcos, escrito em grego koinê, foi elaborado entre 55 e 70 d.C, com base nas memórias de Pedro. Por outro lado, Lucas revela ter feito uma exaustiva pesquisa entre os relatos das testemunhas existentes em sua época.

Marcos teria escrito principalmente para um público gentio, de língua grega e residentes do Império Romano. Por isso, as tradições judaicas são explicadas de forma clara visando os não-judeus (por exemplo, Marcos 7:1-4; 14:12; 15:42). Há várias palavras e frases em aramaico que são expandidas e explicadas pelo autor, como ταλιθα κουμ (Talitha qoum, em Marcos 5:41, no episódio da Filha de Jairo), κορβαν (Corban, Marcos 7:11), αββα (abba, Marcos 14:36​​).

E quando Marcos faz uso do Antigo Testamento, utiliza a versão traduzida para o grego, a Septuaginta (por exemplo, Marcos 1:2; Marcos 2:23-28; Marcos 10:48; Marcos 12:18-27; também compare Marcos 2:10 com Daniel 7:13-14) .

Curiosamente, a palavra firmamentum” usada na tradução Vulgata latina para descrever a separação entre as águas de cima das águas debaixo no segundo dia da semana da criação, é uma tradução do termo στερεωμα usado na versão grega Septuaginta, para traduzir a palavra hebraica רקיע rakia , de רקע raka . Termo que descreve a abóbada celeste, que foi expandida por Deus como um metal que se martela, ou o estender das cortinas de uma tenda.

“Firmamento” é a tradução latina da palavra grega usada pelos tradutores da versão Septuaginta. Sem dúvida, significa algo sólido; e essa era originalmente a ideia dos gregos, hebreus e outros povos antigos. É desse modo que aparece no texto bíblico, onde é descrito como uma poderosa proteção “firme como espelho fundido (Jó 37:18 ), com esse domo o Senhor “encobre a face do seu trono, e sobre ele estende a sua nuvem”. Além disso, “marcou um limite sobre a superfície das águas em redor, até aos confins da luz e das trevas” e “as colunas do céu tremem, e se espantam da sua ameaça” (Jó 26:9-11).

Gênesis 7:11, na descrição do Dilúvio, refere-se às “fontes do grande abismo” e às janelas dos céus que se abriram. No dia em que o SENHOR o livrou das mãos de todos os seus inimigos e das mãos de Saul (2 Samuel 22:1), Davi também se referiu num salmo de agradecimento aos “fundamentos dos céus” e outros aspectos da cosmologia bíblica. (Ver 2 Samuel 22:2-18.) 

Cosmologia de Marcos

A leitura atenta dos Evangelhos e das epístolas apostólicas permite-nos enriquecer o modelo cosmológico bíblico, acrescentando-lhe detalhes confirmados pelo próprio Filho de Deus, que nos criou e não mentiria nem iludiria Seus seguidores com uma cosmovisão falsa.

Do mesmo modo que no Evangelho de Mateus, o Evangelho de Pedro na versão de Marcos também reproduz e confirma a visão do cosmo (cosmovisão) no modelo do Antigo Testamento. E mais uma vez, não se trata de um resquício cultural de antigos mitos da criação ou meramente o ponto de vista do observador, porque é um registro pós-Jesus Cristo. Ou seja, o próprio Filho de Deus, por meio de quem o Pai criou todas as coisas, esteve entre nós e manteve o modelo cosmológico terraplanista, segundo o qual:

1. Deus está nos Céus, sobre o firmamento, mas está próximo de nós. Ele nos enviou Seu próprio Filho como Salvador e abre os Céus para interagir, falando conosco:

“E aconteceu naqueles dias que Jesus, tendo ido de Nazaré da Galiléia, foi batizado por João, no Jordão. E, logo que saiu da água, viu os céus abertos, e o Espírito, que como pomba descia sobre ele. E ouviu-se uma voz dos céus, que dizia: Tu és o meu Filho amado em quem me comprazo.” — Marcos 1:9-11

2. De Seu trono nos Céus, Deus comanda a natureza. É por Sua palavra que o sol se movimenta sobre a terra e não o contrário. O clima, o vento, tempestades e oceanos obedecem a Ele e Seu Filho:

Como está escrito:

“Os céus declaram a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos. … A sua linha se estende por toda a terra, e as suas palavras até ao fim do mundo. Neles pôs uma tenda para o sol, o qual é como um noivo que sai do seu tálamo, e se alegra como um herói, a correr o seu caminho. A sua saída é desde uma extremidade dos céus, e o seu curso até à outra extremidade, e nada se esconde ao seu calor.” — Salmo 19:1-6

“Mas, saindo o sol, queimou-se; e, porque não tinha raiz, secou-se.” — Marcos 4:6

“E ele, despertando, repreendeu o vento, e disse ao mar: Cala-te, aquieta-te. E o vento se aquietou, e houve grande bonança. E disse-lhes: Por que sois tão tímidos? Ainda não tendes fé? E sentiram um grande temor, e diziam uns aos outros: Mas quem é este, que até o vento e o mar lhe obedecem?” — Marcos 4:39-41

3. Todo o poder do Altíssimo, Pai nosso, que habita nas alturas dos Céus, está à nossa disposição e pode ser acessado através de uma simples oração feita com fé, como nos ensinou e exemplificou Jesus Cristo:

“E, tomando ele os cinco pães e os dois peixes, levantou os olhos ao céu, abençoou e partiu os pães, e deu-os aos seus discípulos para que os pusessem diante deles. E repartiu os dois peixes por todos.” — Marcos 6:41

“E, sobrevindo a tarde, estava o barco no meio do mar e ele, sozinho, em terra. E vendo que se fatigavam a remar, porque o vento lhes era contrário, perto da quarta vigília da noite aproximou-se deles, andando sobre o mar, e queria passar-lhes adiante. Mas, quando eles o viram andar sobre o mar, cuidaram que era um fantasma, e deram grandes gritos. Porque todos o viam, e perturbaram-se; mas logo falou com eles, e disse-lhes: Tende bom ânimo; sou eu, não temais. E subiu para o barco, para estar com eles, e o vento se aquietou; e entre si ficaram muito assombrados e maravilhados.” — Marcos 6:47-51

“E, levantando os olhos ao céu, suspirou, e disse: Efatá; isto é, Abre-te. E logo se abriram os seus ouvidos, e a prisão da língua se desfez, e falava perfeitamente.” — Marcos 7:34,35

“E desceu uma nuvem que os cobriu com a sua sombra, e saiu da nuvem uma voz que dizia: Este é o meu filho amado; a ele ouvi.” — Marcos 9:7

5. Se não quisermos nos aliar ao Deus altíssimo, através de Seu Filho, que desceu à terra para nos salvar e dar vida eterna, resta-nos apenas a opção inferior, chamada “inferno” na Bíblia, onde o desfecho é a morte eterna:

“E, se a tua mão te escandalizar, corta-a; melhor é para ti entrares na vida aleijado do que, tendo duas mãos, ires para o inferno, para o fogo que nunca se apaga, onde o seu bicho não morre, e o fogo nunca se apaga.

“E, se o teu pé te escandalizar, corta-o; melhor é para ti entrares coxo na vida do que, tendo dois pés, seres lançado no inferno, no fogo que nunca se apaga, onde o seu bicho não morre, e o fogo nunca se apaga.

“E, se o teu olho te escandalizar, lança-o fora; melhor é para ti entrares no reino de Deus com um só olho do que, tendo dois olhos, seres lançado no fogo do inferno, onde o seu bicho não morre, e o fogo nunca se apaga.” — Marcos 9:43-48

“E Jesus, olhando para ele, o amou e lhe disse: Falta-te uma coisa: vai, vende tudo quanto tens, e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, toma a cruz, e segue-me.” — Marcos 10:21

Como está escrito:

“Os céus e a terra tomo hoje por testemunhas contra vós, de que te tenho proposto a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe pois a vida, para que vivas, tu e a tua descendência.” — Deuteronômio 30:19

6. Não importa o que a pseudo-ciência e pseudo-teologia modernas digam, as promessas bíblicas do retorno de Jesus Cristo se cumprirão segundo o modelo cosmológico bíblico, com o sol se apagando, a lua não dando sua luz própria, estrelas caindo sobre a terra, a estrutura do firmamento sendo abalada e nosso Senhor com Seus anjos sobre nuvens, para resgatar Seus escolhidos dos quatro cantos e extremidades da terra e do céu: 

“Ora, naqueles dias, depois daquela aflição, o sol se escurecerá, e a lua não dará a sua luz. E as estrelas cairão do céu, e as forças que estão nos céus serão abaladas. E então verão vir o Filho do homem nas nuvens, com grande poder e glória. E ele enviará os seus anjos, e ajuntará os seus escolhidos, desde os quatro ventos, da extremidade da terra até a extremidade do céu.” — Marcos 13:24-27

“Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não passarão. Mas daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos que estão no céu, nem o Filho, senão o Pai.” — Marcos 13:31,32

“E Jesus disse-lhe: Eu o sou, e vereis o Filho do homem assentado à direita do poder de Deus, e vindo sobre as nuvens do céu.” — Marcos 14:62

7. O Evangelho da cosmologia bíblica nisto se resume: Deus, o Pai, e Seu Filho Jesus Cristo aguardam no Céu com ansiedade o momento de Seu retorno à terra plana para nos resgatar:

“Ora, o Senhor, depois de lhes ter falado, foi recebido no céu, e assentou-se à direita de Deus.” Marcos 16:19

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