Preview your site
A JUSTIFICAÇÃO E JUSTIÇA PELA FÉ
Comparação de Três Pontos de Vista Contrastantes
Pr.
Robert J. Wieland, 30.08.1977
O Ponto de Vista
Evangélico Popular
1.Começa com a necessidade do homem por segurança eterna.
Assim o apelo é centrado no eu. Nunca vai além do
egocentrismo.
2.O amor de Deus é em si mesmo egocêntrico. Cristo foi
sustentado por interesse centrado no eu. Ele não morreu o
equivalente da segun-da morte, mas foi imediatamente ao
Paraíso, como a doutrina da imor- talidade natural da alma
requer. Assim o verdadeiro amor do Novo Testamento, ágape,
é eclipsado e anulado.
3.Fé é confiança no sentido de uma pessoa
gananciosa querer garantir a segurança pessoal na salvação.
Embora haja muito falar de Cristo, mas de fato tudo se
centraliza no eu e a fé permanece como o meio de satisfazer a
insegurança pessoal.
4.Jesus ensinou que o amor-próprio é uma virtude - "amarás
o teu próximo como a ti mesmo". Mas são forçados a
mal compreender a Sua ordem. O erro fundamental da
imortalidade natural da alma lança fora de foco de forma
errada todos os seus pontos de vista sobre a justiça pela fé.
5.Deus há muito tempo fez uma provisão para a nossa salvação,
mas Jesus não faz nada por nós até que o aceitemos.
Assim, a idéia trasmitida é que se formos salvos será
devido à nossa própria iniciativa. E se estivermos perdidos
é Deus que tomará a iniciativa de nos punir.
6.O evangelho é as boas novas do que Deus fará por
nós se fizermos a nossa parte, isto é, aceitar a Jesus
e assim mudar nosso irado Deus num amigo.
O Ponto de Vista Atual
Adventista do Sétimo Dia
1.Muito similar. O apelo comum é para nosso egoísmo
natural. Parece difícil concebermos qualquer outro apelo mais
efetivo do que o egocên- trico. Começa com a necessidade do
pecador.
2.Mui poucos de nossos escritores e pregadores contemporâneos
reconhe-cem a natureza egocêntrica do amor como entendido
pelas igrejas populares, em contraste com o amor abnegado do
Novo Testamento (ágape). Muita confusão sobre o
significado do amor.
3.Praticamente a mesma coisa. A fé é quase universalmente
definida
nos mesmos termos como os Evangélicos.
4.Jesus ensinou que o amor do eu é uma virtude, uma pré-condição
necessária para amar os outros. O amor-próprio é
fortemente enfati-zado, sendo extremamente popular. O amor do
eu e o apropriado res-peito-próprio são confundidos.
5.Deus tem feito uma provisão para nossa salvação, mas
isto não nos fará nenhum bem até que aceitemos a Cristo.
O egocentrismo distorce e altera todos os conceitos de
justifica-ção. Isto é inevitável quando o peca-dor é ensinado
que tudo depende do que ele faz com a oferta de Deus.
6.O evangelho é as boas novas do que Deus fará por
nós se fizermos a nossa parte. Tudo depende de nossa iniciativa
agora. Ele espera que nós demos o primeiro passo.
O Ponto de Vista de 1888
de Jones e Waggoner, endossado
por Ellen G. White
1.Começa com a revelação do amor de Deus na cruz (I
Cor. 2:1-5).
O apelo é por uma motivação mais elevada - amor e gratidão.
Assim não é egocêntrico.
2.O verdadeiro amor é absoluta- mente abnegado, desejando
mesmo abdicar da salvação pessoal pelo bem dos outros. O
amor de Cristo é o modelo. Ele morreu o equivalente da
segunda morte. Este amor, ha- bitando no coração, expulsa
o ego- centrismo, a causa da mornidão, e terminará a obra do
evangelho.
3.Fé é uma apreciação tão profunda do amor sacrifical
de Deus que o crente é constrangido a adotar os princípios
do Céu de amor abnega- do como a motivação para todos os
seus atos. Faz o que é certo porque é certo e não com a
esperança de recompensa ou medo de punição. Conquista o
egocentrismo e a mornidão.
4.Jesus ensinou que a pessoa con-vertida amará o seu próximo
como, antes da conversão, achava natural amar a si mesma.
Somente quando o eu é crucificado com Cristo podem os homens
ter um verdadeiro senso do valor-próprio. Isto ocorre quando
o amor-próprio, o pilar central do reino de Satanás, é
expulso da alma pela fé.
5.Cristo justificou a todos os homens; as boas novas
assim lhes dizem. Pelo Espírito, Jesus, persistente e ativamente,
atrai a todos até que O façam retirar-Se pela
persistente rejeição. As boas novas não são SE
fizermos a nossa parte, mas se realmente apreciamos o que ELE
tem feito (ter fé). A verdadeira aceitação é a fé real.
6.O evangelho é as boas novas do que Deus fez e está
fazendo por nós agora. Ele nos tem atraído em toda
nossa vida (Jer. 31:3, João
12:32). Se não resistirmos, seremos salvos. O evangelho
motiva para uma verdadeira entrega do coração, uma
resposta da fé. (Caminho a Cristo, p. 27).
O Ponto de Vista
Evangélico Popular
7.Para Deus nos aceitar depende de aceitarmos a Cristo.
Estamos fora da família de Deus até que aceitemos a
Cristo.
8.Deus torturará o perdido num inferno de fogo eterno. A
doutrina da imortalidade natural da alma requer isto. O motivo
egocêntrico distorce dessa forma seu ponto de vista sobre o
caráter de Deus.
9.Remissão é o perdão dos pecados por Deus.
Nenhuma distinção entre o perdão e o apagar os pecados.
Deus virtualmente desculpa o pecado na base da obra
terminada por Cristo no Calvário.
10.É difícil ser salvo e fácil perder-se, mas de modo
geral não desenvolveram essa idéia tanto quanto nós.
11.O pecador deve ser pressionado a aceitar e se entregar a
Cristo - aceitando a Cristo enquanto continua a ser centrado
no eu e desobediente a lei de Deus.
12.Quando o pecador aceita ele é justificado.
13.A justificação pela fé é um ato judicial de
contabilidade por Deus em que um homem injusto, ainda mau, é
declarado justo enquanto continua a ser indulgente com motivações
pecaminosas. Motivo antinomiano (a fé e não os atos como a
única condição de salvação).
14.A expiação é o aplacamento da ira do Pai, realizado
por Cristo, contra o pecado e pecadores, assegurando o perdão
e a tolerância do pecado. No melhor é vencer o pecado nos níveis
mais baixos, apenas para vê-lo reaparecer nos níveis mais
altos.
15.Simples mas justamente afirma-do, seu ponto de vista
sobre justi-ficação e justiça pela fé conduz à desobediência
dos mandamentos de Deus. Como se pode explicar a continuada
rejeição do quarto mandamento após 1844?
O Ponto de Vista Atual
Adventista do Sétimo Dia
7.Deus nos aceitar depende de aceitarmos a Cristo. Quase o
mesmo.
8.Deus torturará e destruirá o perdido num inferno de
fogo que aniquila.
9.Remissão é o perdão dos pecados por Deus. Pouca ênfase
no custo envolvido ou no fato de que a absolvição do Novo
Testamento seja retirar o pecado.
10.A maioria pensa que é difícil ser salvo e fácil estar
perdido. Uma vez que poucos serão salvos, deve ser mesmo
difícil ser salvo. Através de muitos meios essa idéia está
arraigada nos jovens.
11.As técnicas evangelísticas comuns utilizam várias
formas sutis (algumas não sutis) para pressionar o pecador a aceitar
e entregar-se, tais como, apelos altamente persua-
sivos para ir a frente, baseados em motivação egocêntrica,
esperança de recompensa ou medo de punição.
12.Quando o pecador aceita ele é justificado.
13.Basicamente o mesmo, com raras exceções. Os aspectos
objetivos e subjetivos da justificação são confundidos.
Nenhuma mudança do coração ocorre nessa justificação
pela fé.
14.De algum modo misterioso há uma expiação pelos
pecados que satisfaz a ira de Deus contra os pecadores. A quem
mais pode a expiação safisfazer? Ênfase exagerada na
estrutura legalista da expiação eclipsa o poder da graça.
15.Nosso ponto de vista popular sobre justificação e
justiça pela fé por décadas não tem verdadeiramen- te
purificado a igreja de imoralida-de, mornidão, mundanismo,
cobiça, orgulho.
O Ponto de Vista de 1888
de Jones e Waggoner, endossado
por Ellen G. White
7.Deus já nos aceitou em Cristo. Nossa parte é crer nesta
verdade, que é o evangelho. Tal fé opera, provendo inteira
motivação para a obediência.
8."Deus não destrói o homem; todo homem que for
destruído, destruir-se-á a si mesmo". O pecado, não
Deus, destrói os ímpios. A segunda morte é algo
misericordioso para finalizar a real miséria deles.
9.Remissão é retirar os pecados. A ênfase está sobre o
custo da remissão - o sacrifício de Cristo; "a remoção
dos pecados é necessária para a purificação do santuário,
e para a vindicação de Cristo.
10.É fácil ser salvo e difícil perder-se, uma vez que
compreendamos e creiamos na verdade da justificação pela fé.
O evangelho é importante pelo que ele é - as boas
novas.
11.Qualquer uso de pressão, truques, ou medo, denuncia a
ineficácia da mensagem apresentada. A mensagem de 1888
anunciou um novo dia no evangelismo, de acordo com E.G.White.
Uma vez que a verdade seja propriamente revelada para o
pesquisador da verdade, nada pode impedi-lo de responder.
12.Na realidade, todos os homens foram justificados quando
Cristo morreu por todos. Isto é forense.
13.Quando Deus declara alguém justo Ele não mente.
A justificação pela fé vai além da justificação forense
e envolve uma verdadeira mudança de coração. Deus conta a fé
como justiça, e a Sua declaração é em realidade
avaliação ou reconhecimento. (ver o nº 3).
14.Embora Deus verdadeiramente odeie o pecado, o sacrifício
de Cristo não O pacifica ou O motiva para amar os
pecadores, pois Ele já os amou. A propiciação é oferecida
pelo Pai; ela reconcilia o pecador crente e o universo. Como a
carne reveste os ossos, assim a graça reveste a base legal da
expiação.
15.A verdadeira justiça pela fé conduz o crente à
preparação para a transladação; mais importante, con-duz a
corporação da igreja para aquele objetivo (transladação),
na mesma geração que a aceita. Manifestada em obediência a
todos os mandamentos de Deus.
O Ponto de Vista
Evangélico Popular
16.O supremo objetivo na vida é conquistar a segurança
eterna, ser salvo, pois se morrermos hoje iremos para o
céu.
17.O pecado é a conduta inaceitável à comunidade cristã
popular. Ela não inclui a guarda do domingo ou a quebra do sábado.
18.O arrependimento é um dever desagradável a ser
cumprido no início da vida cristã.
19.Nascido sob a lei (Gal. 4:4) significa que Cristo nasceu sob as ordenanças
judaicas.
20.A natureza e a carne de Cristo eram diferentes das
nossas - Ele foi imune ou isento do pecado original.
21.Cristo levou nossa culpa apenas vicariamente, não
verdadeiramente. Isto é conseqüência do citado acima.
22.A tentação, para Cristo, não era uma coisa real que nós
temos de enfrentar. Suas tentações eram apenas tentações
inocentes - isto é, era tentado apenas a fazer coisas que não
seriam pecaminosas, alguns dizem, ou Ele foi tentado como foi
o inocente Adão.
23.Cristo era naturalmente bom. Sua vontade era idêntica a
de Seu Pai.
O Ponto de Vista Atual
Adventista do Sétimo Dia
16.O supremo objetivo na vida é estar preparado para
entrar no céu, ganhar a eterna segurança lá. A garantia
pessoal da segurança tem a mais alta prioridade.
17.O pecado é a transgressão da lei - a definição padrão
adventista. Com freqüência entendido superficialmen-te como
mera quebra de um tabu moral. Muita ênfase sobre atos conhecidos
de pecado.
18.Temos um conceito nebuloso de arrependimento. O
arrependimento é considerado inconsistente com a felicidade
e a felicidade é o objetivo do cristão. Cair sobre a
Rocha é ridículo. Muita oposição à cruz do crente. O
ego deve ser satisfeito.
19.Nasceu sob a lei em Gal. 4:4 significa que Cristo nasceu sob a lei cerimonial judaica
(cf. comentários sobre o texto, 6SDABC, 966).
20.A maioria de nossos escritores e teólogos agora ensinam
que Cristo tomou a natureza sem pecado de Adão antes de sua
queda no Éden. Assim Jesus tinha carne santa.
21.Cristo levou nossa culpa vicariamente e apenas
assim. Ele não podia realmente levar a culpa. Isto é em
conseqüência da falha de entender a realidade da
identidade de Cristo com a corporação da humanidade.
22.Era impossível, inútil, e desne-cessário
para Cristo ser verdadeira-mente tentado em todos os pontos
como nós somos. Virtualmente o mesmo que o ponto de vista
evangé-lico. Essa trágica compreensão in-correta resulta da
ignorância genera-lizada da mensagem de 1888. A citação
acima é da Ministry Magazine,
janeiro de 1961. Indubitavelmente esse ponto de vista
exacerbou a imoralidade e o divórcio dentro da igreja.
23.Cristo era naturalmente bom. Sua própria vontade
era idêntica a de Seu Pai. Nenhum conflito inte-rior. Esse
ponto de vista falha em apreciar a realidade da encarnação e
das tentações de Cristo como reveladas em Mateus
26:39.
O Ponto de Vista de 1888
de Jones e Waggoner, endossado
por Ellen G. White
16.O objetivo supremo na vida é assegurar a honra e a
vindicação de Cristo no encerramento da grande controvérsia.
Cristo deve receber a Sua recompensa.
17.Tudo quanto não procede da fé é pecado ou o
pecado é tudo o que não é de fé. (Lembre-se da definição
do Novo Testamento no nº 3). O pecado não é a mera quebra
de um tabu, mas a falha em apreciar o verdadeiro caráter de
Deus, revelado na cruz.
18.O arrependimento é uma experi-ência satisfatória e
feliz da realida-de. Aprofunda-se através da vida. Uma sempre
profunda tristeza pelo pecado significa um sempre mais íntimo
relacionamento com Cristo, que foi feito pecado por nós.
O que se gloria na cruz está comprometido com qualquer
sacrifício.
19.Nasceu sob a lei em Gal. 4:4 significa sob a condenação da lei moral. Assim Cristo não
foi imune
de nada, mas não escolheu o pecado. Ele foi ambos Substituto
e Exemplo.
20.Cristo tomou a natureza pecami-nosa do homem após
a queda de Adão. Desse modo Ele foi enviado na semelhança
da carne pecaminosa. Jesus não foi isento de nada, mas não
escolheu o pecado. Foi ambos Substituto e Exemplo ao pecador.
21.Cristo realmente levou a nossa culpa, embora Ele fosse
sem pecado. Cristo verdadeiramente Se identificou conosco
completamente. Seu batismo foi para o arrependimento.
(A palavra vicário nunca foi usada por EGW, ATJ ou
EJW). Cf. GCB 1901, p. 36.
22.Cristo foi verdadeira e severa-mente tentado em todos os
pontos como nós somos, identicamente conosco, não meramente
como foi o inocente Adão. Ele foi tentado de dentro como nós
somos, embora sem pecado. Ele conhece a plena força de
qualquer tentação que qualquer filha ou filho caído de Adão
pode sentir - não há ninguém que Ele não possa socorrer. Heb.
2:18.
23.A justiça de Cristo não era natural, mas pela fé.
Ele teve de negar a Sua própria vontade a fim de seguir a
vontade de Seu Pai, pois Sua vontade natural era oposta a de
Seu Pai. João 5:30; 6:38.
O Ponto de Vista
Evangélico Popular
24.Especificamente, cristo não foi exemplo ou norma
na área de
sexualidade. (Para um exemplo deste ponto de vista ver painel
de discução em Christianity
Today, 21.7.1967.)
25.Devido a um falso ponto de vista sobre a natureza de
Cristo, Sua justiça é um termo sem sentido. O ponto
de vista calvinista limita
Sua justiça à substituição e ignora a realidade de
Seu exemplo para nós.
26.Nenhum conceito qualquer que seja da purificação do
santuário celestial como uma obra paralela ou consistente
com a justiça pela fé. Não têm conhecimento do caminho
para o Santíssimo, e não podem ser beneficiados pela
intercessão de Jesus ali. Primeiros
Escritos, 261.
27.Nenhum conceito qualquer que seja da purificação do
santuário celestial. Virtualmente ignorância total.
28.Pecar e se arrepender é a ordem do dia até que Jesus
retorne.
29.A síndrome pecar e arrepender-se está no cerne
do romanismo: o pecado é perpetuado. Na realidade, o conceito
popular evangélico é o mesmo, porque o orgulho espiritual é
a essência do entendimento deles de vencer o pecado. (Onde não
haja verdadeira guarda do sábado não pode haver verdadeiro descanso
do eu.
O Ponto de Vista Atual
Adventista do Sétimo Dia
24.Não há praticamente nenhuma referência na literatura
adventista contemporânea sobre a possibilidade de Cristo ser
tentado no campo da sexualidade. Parece chocante pensar que
Ele foi um ser sexual normal.
25.A justiça de Cristo é um termo familiar para nós,
mas nossa confusão sobre a natureza de Cristo torna o conceito
nebuloso. É geralmente admitido que Cristo era bom porque Ele
tinha uma herança genética diferente da nossa. É boa a
nossa sorte de que Ele seja um milionário moral que pode cobrir
nossos débitos morais para nós. Teremos de nos manter
pecando, pelo menos inconcientemente. Mantenhamos nosso seguro
pago através de confiar e estamos cobertos.
26.A maioria de nosso povo não tem nenhum conceito da
purificação do santuário como uma obra vital para a genuína
justiça pela fé, ou intima-mente relacionada com ela. Relu-tância
de pregar a verdade do santu-ário por receio de
identificar-se com ramificações ou com o chamado perfeccionismo.
27.Quase inexistentes apresentações contemporâneas da
purificação do santuário, como tendo um efeito prático na
experiência cristã, com poucas exceções de controvérsias
recentes inspiradas pela mensagem de 1888.
28.A ênfase popular é sobre a impossibilidade de viver
sem pecar. Isto é devido à concepção errônea prevalecente
sobre a natureza de Cristo e do descuido sobre a verdade do
santuário.
29.Graça barata é o único resultado possível de
prevalecer confusão a respeito da natureza de Cristo, do
preconceito contra a perfeição do caráter cristão, do
eclipse da cruz, e da negligência da purificação do santuário.
O Ponto de Vista de 1888
|